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Introdução

Uma nova espécie de pássaro com potencial de se espalhar pelo Brasil está deixando especialistas em alerta. Isso ocorre porque ela predam pequenos animais, destroem lavouras e transmitem doenças.

Confira a matéria vinculada a esta postagem no site de notícia da UOL.

As aves chegaram ao país pela região sul, onde já se espalharam por cinco cidades gaúchas. Além disso, elas vêm sendo acompanhadas pela engenheira florestal Sílvia Ziller, doutora em conservação ambiental, que investiga a disseminação dessa e de outras espécies exóticas invasoras no país.

O primeiro avistamento ocorreu em 2014, em Lavras do Sul. Sete anos depois, a espécie já está presente em pelo menos outras quatro cidades gaúchas: Aceguá, Bagé, Chuí e Santa Vitória do Palmar.


Conclusão

A engenheira, que é fundadora do Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental, esclarece que o estorninho consta na lista das cem piores espécies exóticas invasoras. Essa lista foi elaborada anos atrás pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza). Além disso, os detalhes sobre a presença dessa espécie no país podem ser encontrados na base nacional de dados desse instituto.

“Esses animais são altamente adaptáveis, inclusive a ambientes urbanos, onde podem causar danos a estruturas e tornar-se um incômodo para as pessoas. Além disso, são onívoros”, afirma Silvia. “Isso significa que se alimentam tanto de vegetais quanto de proteína animal. Gostam muito de frutas e grãos e podem se tornar um sério problema para a agricultura. Além disso, carregam várias doenças e parasitas, como salmonela, toxoplasmose, ácaros e carrapatos. São, portanto, um risco ambiental, econômico e de saúde pública. E se reproduzem prolificamente: uma fêmea pode gerar três ninhadas de 4 a 6 ovos numa única estação reprodutiva”.

Segundo a reportagem, a Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul informa que o controle de espécies em vida livre, como o estorninho, é de “competência prioritária” do Ibama, órgão ambiental federal.

“Todas as espécies invasoras que são registradas no RS e reportadas para a Sema são acompanhadas pelo programa. A última lista (Portaria nº 79 de 2013), portanto, contém mais de 100 espécies invasoras presentes no Rio Grande do Sul”.

Referência: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2021/12/08/ambiente-economia-e-saude-em-risco-estorninho-se-propaga-no-sul-do-brasil.htm

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