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Sanitização do ar interior: o que é, como funciona e por que é essencial

Você já parou para pensar na qualidade do ar que respira em ambientes fechados? A sanitização do ar interior é um processo que reduz a carga microbiológica presente nos espaços, eliminando bactérias, vírus, fungos e até ácaros. Quando realizada de forma adequada, protege a saúde das pessoas e aumenta a segurança em ambientes coletivos.

Qualidade do ar e equipamentos de ar-condicionado

Ambientes climatizados, principalmente com ar-condicionado split ou de janela, quase sempre sofrem com a falta de renovação de ar. Isso torna o local insalubre e facilita a presença de agentes causadores de doenças. Além disso, em um mundo globalizado, onde pessoas viajam entre países em questão de horas, os micro-organismos circulam com rapidez, aumentando o risco de contaminação.

Por isso, controlar a qualidade do ar interior é indispensável. A ANVISA, por meio da Resolução 09/2003, exige padrões referenciais de qualidade em ambientes climatizados de uso coletivo. Essa medida tem impacto direto na saúde, na segurança, no bem-estar e na qualidade de vida de todos que frequentam esses espaços.

Como a sanitização do ar ajuda a prevenir doenças

A qualidade do ar depende, em grande parte, da carga microbiológica presente. Nesse ponto, a sanitização atua como uma barreira de prevenção, pois reduz significativamente a presença de micro-organismos. O processo ocorre de duas formas:

  • Sanitização dos equipamentos de ar-condicionado: evita que o aparelho se torne um foco de contaminação;

  • Sanitização do ar interior: promove a purificação do ar em ambientes de uso coletivo.

Como é o processo de sanitização do ar interior por ozônio?

A aplicação do ozônio como desinfetante é cientificamente comprovada e utilizada como agente de descontaminação em diversos segmentos, como na área da saúde e na indústria de alimentos, por exemplo. Sua capacidade de eliminar diversos micro-organismos como bactérias, vírus e fungos se dá em função do seu alto poder oxidante.

O mecanismo de ação do ozônio contra bactérias e fungos, por exemplo, ocorre ‘de fora para dentro’. O ozônio destrói a parede celular desses micro-organismos, via reações químicas de oxidação, até penetrar ao interior do micro-organismo danificando também agentes vitais para sua vida, culminando assim em sua morte.

No caso dos vírus, a ação ocorre da mesma forma. Quando em contato, o ozônio destrói o vírus difundindo-se pelo envelope viral e/ou do revestimento proteico (capsídeo viral) em direção ao núcleo de ácido nucleico, resultando em danos ao DNA ou ao RNA viral.

Estudos científicos mostram a eliminação de vírus por meio do ozônio, a exemplo dos conhecidos vírus da Poliomielite, Poliovírus PV1, e o Rotavírus SA-11. Resultados também mostram a eficácia no combate a bactérias como Salmonella spp, Staphylococcus aureus, Escherichia coli, entre muitos outros micro-organismos.

Por ser um gás, o ozônio consegue se espalhar pelo ambiente e agir como um ‘purificador de ar’, podendo ser aplicado para sanitizar ambientes como escritórios, carros, ônibus, aeronaves, salas de espera, quartos de hotéis, clínicas, academias leitos de hospitais. residências e outros ambientes de uso coletivo.

Alguns estudos indicam que pode ocorrer até 100% de remoção para bactérias mesófilas e bolores ou leveduras em superfície de vaso sanitário, 82,5% de fungos em ar de banheiro e 92,3% de bactérias no ar de um veículo.

Para saber mais sobre os processos de sanitização de ambientes, entre em contato conosco!

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