Varíola dos macacos, hepatite misteriosa, covid: o mundo pode ter novas epidemias?
Enquanto os cientistas ainda tentam entender as origens dessas doenças, é importante observar que esses eventos ocorrem no meio da pandemia de covid-19. Este vírus, até então desconhecido até 2020, ainda continua afetando o mundo com novas epidemias.
Será que as crises de saúde são apenas coincidências? Ou, talvez, o contexto atual favoreça o surgimento de novas epidemias, surtos e até pandemias? De fato, essa é uma questão que precisa ser explorada com mais profundidade.
O portal de notícias BBC News Brasil trouxe uma matéria detalhada sobre o assunto. Clique na imagem abaixo para conferir.
Os especialistas consultados pela BBC News Brasil indicam que a segunda hipótese é a mais provável. Hoje, o mundo possui diversas características que, de fato, facilitam o surgimento de doenças infecciosas. Exemplos disso incluem as viagens internacionais, a urbanização, as mudanças climáticas e o maior contato com animais.
Viagens internacionais: um mundo globalizado
Atualmente, é fácil e relativamente barato cruzar continentes e oceanos em poucas horas. Portanto, você pode, por exemplo, pegar um vírus no Brasil e, antes mesmo de apresentar qualquer sintoma, estar no outro lado do mundo.
Consequentemente, as doenças se espalham com muita facilidade. Em poucas horas, elas podem atingir outros países, o que torna o controle mais desafiador.
Um exemplo claro disso é o zika vírus. O zika, que circulava em algumas ilhas do Pacífico, foi trazido ao Brasil entre 2014 e 2015. Como resultado, causou um grave problema de saúde pública, incluindo o nascimento de bebês com microcefalia.
Mudanças climáticas e novas epidemias
O aumento da temperatura global traz diversas consequências à saúde. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 2030 e 2050, as mudanças climáticas estarão diretamente relacionadas a 250 mil mortes anuais.
Entre as causas principais desses óbitos, a OMS destaca o aumento de doenças infecciosas, como malária e dengue.
O mosquito Aedes aegypti, por exemplo, se tornou um grande problema de saúde pública. O aumento de doenças epidêmicas, como Febre Amarela, Dengue, Chikungunya e Zika, está claramente associado ao crescimento das populações do mosquito.
Isso ocorre porque esses mosquitos se reproduzem no calor e aproveitam reservatórios de água que surgem durante as chuvas, tornando o controle ainda mais difícil.
ProCIB Aedes: controle inteligente
Pensando no cuidado com as pessoas, nossos especialistas desenvolveram o ProCIB Aedes – Programa de Controle Inteligente da Bioseta para o Aedes aegypti.
Esse programa utiliza metodologias avançadas de monitoramento e controle, aplicadas em todas as fases do ciclo de vida do mosquito. Desenvolvido de acordo com as boas práticas e protocolos da OMS, ele se tornou essencial para a prevenção eficaz.
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