Tratamento Fitossanitário de Embalagens

O tratamento fitossanitário de embalagens de madeira tem como objetivo evitar a disseminação de pragas florestais no trânsito internacional de produtos e mercadorias. Para isso, segue as normas da NIMF 15 (Norma Internacional de Medidas Fitossanitárias nº 15). Além disso, a regulamentação incorpora as diretrizes da CIPV (Convenção Internacional para a Proteção dos Vegetais) e […]

Espécie Asiática de Percevejo Chega ao Brasil

Espécie Asiática de Percevejo Chega ao Brasil:

O estudante e pesquisador Yan Lima, da Universidade Católica de Santos, fez o primeiro registro dessa espécie de percevejo no Brasil em novembro do ano passado. Ele registrou a descoberta no site iNaturalist, uma iniciativa da Academia de Ciências da Califórnia (EUA) e da National Geographic Society.

O pesquisador Ricardo Brugnera, doutorando em Biologia Animal pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), confirmou que o exemplar registrado pertencia à espécie Erthesina fullo e entrou em contato com Lima para discutir a criação de um grupo de estudos.

“Essa espécie vem chamando a atenção nos últimos anos, principalmente depois de ser encontrada na Albânia e na Nova Zelândia”, explicou Brugnera ao UOL. “Na Nova Zelândia, as autoridades ambientais emitiram alertas à população para que informassem sobre a presença do Erthesina em suas comunidades”.

 

Por que devemos considerar os alertas?

A agricultura é uma das bases da economia mundial, pois a partir dela são produzidos alimentos e muitos outros produtos primários utilizados pelas indústrias, pelo comércio e pelo setor de serviços. Por isso, quando o assunto se refere às pragas quarentenárias, é de extrema importância ter um olhar crítico e realizar o controle adequado. Afinal, a disseminação de pragas coloca em risco o agronegócio e os ecossistemas, podendo gerar graves prejuízos econômicos e ambientais.

Saiba mais sobre as pragas quarentenárias (https://www.bioseta.com.br/controle-e-prevencao-de-pragas-quarentenarias/).

 

Esse tipo de inseto é capaz de se adaptar para se alimentar de diversas espécies de plantas. Portanto, se ele migrar para regiões agrícolas, pode ser muito difícil combatê-lo e, em pouco tempo, ele pode acabar tornando-se uma praga que afeta as plantações, visto que é possível que ainda não haja predadores naturais para atacá-lo.

 

 

Habitats Favoráveis:


A descoberta dessa espécie no Brasil ainda é um assunto muito recente para que se possa prever qualquer tipo de dano, mas ela certamente já acende um alerta de que esses insetos podem se alastrar para a agricultura e biodiversidade do país e se tornar uma praga.

Em habitats quentes, eles são capazes de se reproduzir com facilidade: em um único ano, essa espécie pode produzir de duas a três gerações inteiramente novas. “Tudo vai depender do esforço feito agora, enquanto ela ainda não está largamente disseminada”, afirma Brugnera.

Por meio de nota, a Semam (Secretaria Municipal do Meio Ambiente) informou que já comunicou essas informações ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), pois, como a origem provavelmente foi a área portuária, essa é uma responsabilidade federal. “Em relação à arborização urbana, a Semam está analisando os ingás, visando avaliar a situação e os eventuais procedimentos”.

 

Conte com a Bioseta!

A Bioseta conta com licenciamento ambiental junto à FEPAM, bem como autorização do MAPA para realizar o tratamento de embalagens para exportação com eficiência e qualidade no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

Quer saber mais sobre pragas quarentenárias e como evitar? Fale com nossos especialistas pelo número (51) 3396-6161 ou pelo e-mail: comercial@bioseta.com.br.

 

Referências:
https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2021/08/21/especie-asiatica-de-percevejo-comilao-chega-ao-brasil-e-acende-alerta.htm

Precisa de um certificado fitossanitário? Tome cuidado com a falsificação.

Precisa de um certificado fitossanitário? Tome cuidado com a falsificação.

No dia 23/8, a Polícia Federal (PF) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) realizaram de forma conjunta a operação “Fitofake” em 5 empresas que falsificaram certificados fitossanitários para exportação de produtos alimentícios.

Com a ajuda dos órgãos internacionais, foram identificadas inconformidades que revelaram uma série de fraudes em certificados emitidos, aumentando o risco de contaminação e transporte de pragas entre países*.

 

 O que é e qual é a importância de emitir um certificado fitossanitário verdadeiro?

O certificado fitossanitário serve para garantir que um carregamento, normalmente de vegetais em superfícies de madeira, está de acordo com as normas de higienização de importação e exportação determinadas pelos órgãos legais brasileiros e internacionais, a fim de reduzir a proliferação de micro-organismos de um local para o outro.

Para poder emitir essa homologação, a empresa deve ser autorizada pela ANVISA e pelo MAPA após uma minuciosa análise estrutural e mercadológica.

 

Quais são os perigos de obter um certificado fitossanitário falso?

A falsificação de certificados fitossanitários é extremamente perigosa. Além do já citado transporte de vírus, bactérias e outros inimigos invisíveis, a empresa que não realizar o tratamento fitossanitário está sujeita a multa, acionamento judicial e outros problemas. A não emissão, ou a emissão de um certificado falso, também ocasiona em devolução de carga, que será arcada INTEGRALMENTE pelas empresas vendedora e compradora.

 

Precisa de tratamento fitossanitário DE VERDADE? Conte com a Bioseta!

A Bioseta é uma empresa HOMOLOGADA para realizar o tratamento fitossanitário e emitir o certificado a fim de que a sua empresa exporte e importe com segurança e sem surpresas indesejadas.

Para solicitar um orçamento, fale já com a nossa equipe de vendas:

e-mail: comercial@bioseta.com.br

telefone: (51) 99907-4155

 

* matéria obtida no link https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/empresas-falsificadoras-de-certificado-fitossanitario-sao-alvo-da-operacao-fitofake-do-mapa-e-pf

Mudanças climáticas: calor recorde no hemisfério norte indica que algo pior está por vir!

Mudanças climáticas:

calor recorde no hemisfério norte indica que algo pior está por vir!

 

A preocupação em relação ao meio ambiente é um assunto que está sendo cada vez mais falado no mundo todo. Autoridades do mundo inteiro procuram urgentemente encontrar soluções para frear ou minimizar os impactos. Fenômenos de descontrole de temperaturas, escassez, enchentes e frios fora de época indicam que algo está errado e precisa da atenção de todos nós.

Especialistas afirmam que as mudanças climáticas ligadas ao aquecimento global aumentarão a frequência de eventos climáticos extremos como as ondas de calor.

 

Calores extremos:

Nos últimos dias, o noroeste dos EUA quebrou recordes de temperatura. O Serviço Nacional de Meteorologia do país (NWS, na sigla em inglês) classificou as ondas de calor como “históricas” e disse que elas persistiriam durante a semana “com numerosos recordes diários, mensais e até históricos que provavelmente serão estabelecidos”.

Portland e Seattle, cidades com climas famosos por suas chuvas, registraram as temperaturas mais altas de sua história. A primeira quebrou seu recorde anterior quando as temperaturas atingiram 44 °C, e a segunda fez o mesmo quando atingiu 40 °C, segundo dados oficiais.

No Canadá, a temperatura final na cidade de Lytton foi 4,6 °C mais alta do que o recorde antigo. As emissões das atividades humanas contribuíram indiscutivelmente para o aumento, elevando a temperatura média global em cerca de 1,2 °C desde o final do século 19.

O recorde anterior de temperatura mais alta do Canadá foi estabelecido em 1937, com 45 °C, quando o solo ressecado não conseguiu atenuar as temperaturas, algo que também acontece neste ano.

 

Impacto:

A máxima extrema do Canadá foi acelerada por um aumento da temperatura global de apenas 1,2 °C até agora em comparação com níveis pré-industriais.

Mas o mundo provavelmente está caminhando para um aumento de 1,5 °C de aquecimento no início da próxima década, e as temperaturas vão avançar para 2 °C ou mais, a menos que as políticas mudem radicalmente. Como será o mundo com um aumento de 2 °C, que até recentemente era considerado um nível de mudança relativamente “seguro”?

Os políticos estão trabalhando para evitar o pior dessas realidades potenciais, mas até mesmo a ex-primeira-ministra do Reino Unido, Margaret Thatcher, observou, ao final dos anos 1980, que fazer um experimento com nosso único planeta era loucura.

Em 1989, ela chamou a atenção da ONU ao falar que os gases de efeito estufa estavam “mudando o meio ambiente do nosso planeta de maneiras perigosas e prejudiciais”.

 

O que está sendo feito?

Os impactos do aquecimento global estão acontecendo agora, mas as principais nações planejam eliminar suas emissões só até o ano de 2050. A GM e outras empresas prometeram vender apenas veículos com emissões zero no escapamento até 2035. Mas o presidente não definiu uma data para eletrificar a frota de carros dos EUA.

E há uma lacuna, até mesmo, nas políticas de uma nação líder no tema como o Reino Unido, onde o governo planeja um programa de construção de estradas avaliado em 27 bilhões de libras (R$ 192 bilhões).

E, embora o uso de ferrovias tenha caído durante a pandemia, o premiê Boris Johnson está gastando mais de 100 bilhões de libras (R$ 714 bilhões) no projeto ferroviário HS2, que não será neutro em carbono até o final do século.

 

Precisamos pensar nesse futuro não muito distante!

Segundo análise de Roger Harrabin, especialista em temas ambientais, “não podemos dizer com certeza que essa onda de calor brutal foi causada por emissões de gases que agravam o efeito estufa, mas cientistas argumentam que cada onda de calor que ocorre hoje é mais intensa provavelmente devido às mudanças climáticas induzidas pela humanidade”.

Na verdade, cientistas melhoraram muito a capacidade de associar eventos extremos às mudanças climáticas, como a onda de calor que atingiu a Europa em 2019 e que, segundo pesquisadores, foi 100 vezes mais provável de ocorrer por causa das emissões de gás carbônico.

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas considera que, provavelmente, ultrapassaremos 1,5 °C acima desse nível em um curto espaço de tempo. Nas taxas atuais superaremos um aumento de 2 °C, e, possivelmente, ainda mais.

 

Um dever de todos nós!

Cuidar do meio ambiente é um dever de todos nós. Estabelecer soluções sustentáveis que não impactam no meio ambiente é de extrema importância, por isso devemos fazer a nossa parte.

A Bioseta tem compromisso com o meio ambiente, pois ele é um dos pilares do nosso negócio. Criamos soluções inteligentes e sustentáveis, respeitando a diversidade e o meio ambiente e cuidando do futuro do nosso planeta.

Não estamos à parte, nós somos parte. Essa é a nossa natureza. Conheça a Bioseta (www.bioseta.com.br) e saiba como podemos ajudar você e sua empresa. Somos especialistas em soluções para sustentabilidade nas áreas de tratamento fitossanitário, saúde ambiental, biossegurança e sanitização, garantia da qualidade do ar e da água e consultoria ambiental.

 

Referências:
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/07/10/por-que-calor-recorde-no-hemisferio-norte-indica-que-algo-pior-esta-por-vir.ghtml

https://www.bbc.com/portuguese/internacional-57650835

Bee Care: A Importância das Abelhas

A importância das abelhas:

Qual é a importância das abelhas para o meio ambiente?

Certamente você já ouviu falar muito sobre a importância das abelhas em nosso ecossistema. Mas, afinal, que papel tão importante é esse?

No século passado, Albert Einstein previu que, se as abelhas desaparecessem da superfície da Terra, o homem teria apenas mais quatro anos de vida. A morte em grande escala desses insetos, interpretada como apocalíptica na época, hoje é um alerta real.

Segundo o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), ainda não existem números oficiais de mortes de abelhas no país. Porém, associações de apicultores e órgãos ligados a secretarias estaduais de agricultura fazem levantamentos próprios.

Segundo estimativas dessas associações e secretarias e de pesquisas realizadas por universidades (2019), em três meses foram contabilizadas as mortes de mais de 400 milhões de abelhas no Rio Grande do Sul, 7 milhões em São Paulo, 50 milhões em Santa Catarina e 45 milhões no Mato Grosso do Sul.

Vale ressaltar que o Rio Grande do Sul é o maior produtor apícola do país, com mais de 400 mil colmeias, de acordo com a Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural). A produção de mel do estado supera 6 mil toneladas por safra, cerca de 15% do total brasileiro.

 

Quais são as possíveis causas?

Especialistas e pesquisas laboratoriais analisadas pela reportagem afirmam que o principal causador é o contato com agrotóxicos prejudiciais às abelhas. Esses ingredientes ativos são fatais para insetos. Além disso, quando são aplicados por pulverização aérea, se espalham pelo ambiente, ocasionando a destruição de seus habitats, bem como inúmeras mudanças climáticas. E o principal problema é que se desconhece o que realmente está ocorrendo, pois faltam dados.

 

Qual é o papel das abelhas no meio ambiente?

As abelhas são as principais polinizadoras da maioria dos ecossistemas do planeta. Voando de flor em flor, elas polinizam e promovem a reprodução de diversas espécies de plantas.

No Brasil, das 141 espécies de plantas cultivadas para alimentação humana e produção animal, cerca de 60% dependem, em certo grau, da polinização desse inseto.

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), 75% dos cultivos destinados à alimentação humana no mundo dependem das abelhas.

No Brasil, há mais de 300 espécies de abelhas nativas — entre elas a Melipona scutellaris, Melipona quadrifasciata, Melipona fasciculata, Melipona rufiventris, Nannotrigona testaceicornis e Tetragonisca angustula. Segundo relatório do Ibama, em todo o país há cerca de 1,6 mil espécies do inseto, contando com as espécies estrangeiras.

Cada espécie é mais propícia para polinização de determinadas culturas. Por exemplo, a Mamangaba, conhecida popularmente como abelhão, é a principal responsável pela polinização do maracujá.

 

E se as abelhas sumissem?

“O que aconteceria se esse inseto fosse extinto? Ou deixaríamos de consumir essas frutas, ou elas ficariam caríssimas, porque o trabalho de polinização para produzi-las teria que ser feito manualmente pelo ser humano”, explica Carmem Pires, pesquisadora da Embrapa e doutora em Ecologia de Insetos.

“É importante destacar, também, o efeito em cadeia. As plantas precisam das abelhas para formar suas sementes e frutos, que são alimento de diversas aves, que por sua vez são a dieta alimentar de outros animais. A morte de abelhas afeta toda a cadeia alimentar”.

 

Conscientização para salvar as abelhas!

O dia 20 de maio é o Dia Mundial das Abelhas. Essa data foi criada para lembrar a importância desses insetos para a produção de alimentos em escala global. Eles não são os únicos agentes polinizadores — pássaros, morcegos, esquilos, besouros e diversos outros seres também contribuem para a reprodução das plantas –, mas seu grande número e variedade de espécies os colocam no papel principal.

Para defendê-los, a FAO/ONU, em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), elaborou o Código Internacional de Conduta para o Manejo de Pesticidas. A organização destaca, entretanto, que sem a diminuição do uso de agrotóxicos, as abelhas continuarão em risco.

Em 19 de julho de 2012, o Ibama chegou a proibir a pulverização aérea do ingrediente ativo imidacloprid. O instituto também determinou que todos os produtos deveriam conter nas embalagens o seguinte aviso: “Este produto é tóxico para abelhas. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades”.

“Não podemos continuar nos concentrando em aumentar a produção e a produtividade com base no uso generalizado de pesticidas e produtos químicos que ameaçam os cultivos e os polinizadores”, alertou o diretor-geral da agência da ONU, José Graziano da Silva.

 

É hora de buscar soluções inteligentes e sustentáveis! 

A Bioseta tem compromisso com o meio ambiente, pois ele é um dos pilares do nosso negócio. Por isso, criamos soluções inteligentes e sustentáveis, respeitando a diversidade e o meio ambiente e cuidando do futuro do nosso planeta.

Devido ao aumento das grandes cidades e áreas industriais, os casos de enxames de abelhas que “invadem” áreas urbanas se tornam cada vez mais frequentes. Dessa forma, é preciso buscar soluções para que se tenha um equilíbrio entre áreas urbanas, respeitando o meio ambiente e, principalmente, os seres vivos. Isso é um dever de todos nós!

Pensando nisso, a Bioseta Inteligência Ambiental lançará, em breve, o Bee Care. Esse equipamento tem como objetivo realizar o resgate de insetos polinizadores vivos que estejam em locais inadequados. É importante ressaltar que o resgaste de abelhas deve ser feito por profissionais qualificados e que tenham liberação para realizar esse trabalho. Além disso, é de extrema importância que esse profissional ou empresa tenha de forma clara o destino correto, habitats naturais e/ou áreas de proteção.

 

Em breve você irá conhecer o Bee Care. Acompanhe os próximos conteúdos.

Não estamos à parte, nós somos parte. Essa é a nossa natureza. Conheça a Bioseta (www.bioseta.com.br) e saiba como podemos ajudar você e sua empresa. Somos especialistas em soluções para a sustentabilidade.

 

 

Referências:
– https://exame.com/brasil/meio-bilhao-de-abelhas-morreram-no-brasil-e-isso-e-uma-pessima-noticia
https://brasil.elpais.com/brasil/2017/06/26/ciencia/1498485505_330805.html

 

 

Meio ambiente: confira o seguinte resumo sobre um relatório da ONU

Meio ambiente: confira o seguinte resumo sobre um relatório da ONU.

Mudanças climáticas: a vida na Terra nos próximos 30 anos, segundo a ONU.

Amazônia virando savana, fome, seca, doenças: painel de climatologistas alerta que efeitos do aquecimento global vão remodelar o mundo, mesmo se a humanidade conseguir conter as emissões de gases-estufa.

Um esboço de um relatório histórico do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) – órgão consultivo da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o clima – aponta que as mudanças climáticas resultantes das ações humanas devem afetar fundamentalmente a vida na Terra já nos próximos 30 anos, mesmo se as emissões de gases-estufa forem contidas.

“O pior ainda está por vir e afetará as vidas dos nossos filhos e netos muito mais do que as nossas”, diz o relatório.

O texto só deve ser publicado em 2022 – tarde demais, dizem alguns cientistas, para influenciar decisões na conferência da ONU deste ano sobre o clima: a COP26, em novembro.

Obtido em primeira mão pela agência de notícias France-Presse, o documento, que tem 4 mil páginas, aponta riscos como extinção de espécies, disseminação de doenças, calor insustentável à vida, colapso dos ecossistemas, entre outros.

 

  1. Extinção de espécies:
    – Até 54% das espécies terrestres e marinhas do mundo estarão ameaçadas de extinção neste século, com o aquecimento de 2°C a 3°C com base nos níveis pré-industriais. Espécies de montanhas e ilhas estão particularmente em risco.
    – Entre 70% e 90% dos recifes de coral do mundo devem diminuir com um aquecimento global limitado a 1,5°C. Para além disso, eles sofrerão perdas mais extensas.

 

  1. Disseminação de doenças:
    Considerando que as temperaturas em elevação aumentam os habitats dos mosquitos, estima-se que até 2050 metade da população mundial esteja exposta a doenças provocadas por vetores como dengue, febre amarela e zika.
    – Haverá também maiores riscos de contaminação dos alimentos e da água por toxinas marinhas, indica o relatório. Assim como a maioria dos impactos relacionados ao clima, essas doenças irão castigar os mais vulneráveis.

 

  1. Calor extremo:
    – O aumento das temperaturas reduzirá a capacidade física de trabalho, com o sul da Ásia, a África Subsaariana e partes das Américas Central e do Sul perdendo até 250 dias de trabalho por ano até 2100.
    – Até 2080, de 390 a 490 milhões de moradores de cidades na África Subsaariana, e de 940 milhões a 1,1 bilhão no sul e sudeste da Ásia, poderão enfrentar mais de 30 dias de calor extremo a cada ano.

 

  1. Colapso dos ecossistemas:
    – Com emissões altas, a seca e os incêndios florestais podem transformar metade da floresta amazônica em savana, produzindo mais aquecimento.
    – Com um aquecimento de 2°C – até agora, a temperatura do planeta já aumentou em 1,1°C –, cerca de 15% do permafrost siberiano poderia se perder até 2100, liberando entre 36 e 67 bilhões de toneladas de carbono do solo congelado.

 

  1. Aquecimento e aumento do nível dos oceanos:
    Um aumento de 1,5°C na temperatura do planeta resultaria em um aumento de 100 a 200% na população afetada por enchentes no Brasil, Colômbia e Argentina, 300% no Equador e Uruguai e 400% no Peru.
    – Em 2050, as cidades costeiras na “linha de frente” da crise climática terão centenas de milhões de pessoas expostas ao risco de tempestades cada vez mais frequentes e mais mortais devido à elevação do nível dos mares.

 

  1. Seca:
    Até 2050, entre 31 e 143 milhões de pessoas terão que se deslocar devido à escassez de água, questões agrícolas e aumento do nível do mar na África Subsaariana, sul da Ásia e América Latina, a depender dos níveis de emissões de carbono.
    – Cerca de 350 milhões a mais de pessoas morando em áreas urbanas serão expostas à escassez de água devido a secas severas com um aquecimento de 1,5°C, e 410 milhões com um aquecimento de 2°C.
  1. Fome:
    – Até 80 milhões a mais de pessoas correrão o risco de passar fome até 2050.
    – Dezenas de milhões de pessoas a mais podem enfrentar fome crônica até 2050 e 130 milhões a mais poderão experimentar a pobreza extrema em uma década se permitirmos o aprofundamento da desigualdade.

 

Veja algumas ações de mudanças apontadas:

 

“Nós precisamos redefinir nosso estilo de vida e consumo”, alerta o documento. “Precisamos de uma mudança transformadora em processos e comportamentos em todos os níveis: individual, comunitário, nos negócios, instituições e governos”.

Reduzir à metade o consumo de carne vermelha e dobrar a ingestão de castanhas, frutas e vegetais poderia diminuir as emissões de gases-estufa em até 70% até 2050 e salvar a vida de 11 milhões de pessoas até 2030.

A preservação e a restauração dos chamados ecossistemas de carbono azul (que sequestram carbono), tais como florestas de algas e manguezais, por exemplo, aumenta o armazenamento de carbono e protege contra tempestades, além de fornecer habitats para a vida selvagem, sustento para comunidades costeiras e segurança alimentar.

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Referências:
https://g1.globo.com/natureza/aquecimento-global/noticia/2021/06/23/mudancas-climaticas-entenda-em-7-temas-os-principais-impactos-pelos-proximos-30-anos-de-acordo-com-especialistas-da-onu.ghtml

Coifas e Dutos em Restaurantes Industriais

Coifas e Dutos em Restaurantes Industriais

Em uma cozinha de grande circulação e alta demanda, o ar deve circular de forma eficiente para manter a salubridade do local. A coifa funciona como o pulmão da sua cozinha: tira os contaminantes e odores do ar e devolve ar fresco para que seja feita a devida ventilação, que passará pelos dutos tanto para sair quanto para entrar, tornando sua manutenção essencial. O ar poluído também afeta a qualidade dos seus produtos, diminuindo a satisfação do consumidor final.

 

Evite acidentes e a paralisação do seu negócio!

O acúmulo de gordura nas coifas pode fazer com que a cozinha fique mais suscetível a incêndios, pelo teor inflamável que o óleo de cozinha possui. O excesso de sujeira também atrai pragas urbanas, ameaçando a saúde dos seus clientes e funcionários, podendo acarretar o declínio do seu estabelecimento, deixando-o permanentemente de portas fechadas.

 

Como devo realizar a higienização das coifas e dutos?

A Bioseta oferece um serviço de limpeza do sistema de coifas e exaustores que visa, além da redução de riscos e passivos, o atendimento às condições higiênico-sanitárias previstas pela Portaria/ANVISA SVS nº 326 e Resolução – RDC/ANVISA SVS nº 216 quanto aos requisitos estabelecidos pelas Boas Práticas de Fabricação (BPF).

Fale com a equipe da Bioseta, tire todas as suas dúvidas e mantenha sua cozinha limpa e segura. Clique aqui e faça seu orçamento.

Gripe H5N8, pode se tornar uma nova pandemia?

Gripe H5N8, pode se tornar uma nova pandemia?

Quase um ano e meio após a expansão do SARS-CoV-2 da cidade de Wuhan, na China, para o mundo, cientistas desse mesmo país alertam para a necessidade de estarem vigilantes frente ao vírus da gripe aviária H5N8, a espécie tipo A do vírus influenza.

Dois especialistas chineses que identificaram o coronavírus alertam para o risco do vírus da gripe H5N8. Em 20 de fevereiro de 2021, a Rússia informou que o vírus havia, pela primeira vez, dado o salto aos humanos. Sete trabalhadores se infectaram em uma gigantesca granja com 900.000 galinhas poedeiras na região de Astracã, no sul do país. Nenhum dos sete teve sintomas.

 

O que é a gripe H5N8?

A gripe H5N8 é classificada como sendo a “gripe aviária”, ou seja, infecção das aves pelo vírus da influenza, cujas cepas são classificadas ou de baixa ou de alta patogenicidade de acordo com a capacidade de provocarem doença leve ou grave nesses animais.

Todas as aves são consideradas suscetíveis à infecção, embora algumas espécies sejam mais resistentes que outras. A doença provoca vários sintomas nas aves, os quais variam de uma forma leve até uma doença altamente contagiosa e extremamente fatal que pode resultar em grandes epidemias. Essa última é conhecida como “gripe aviária de alta patogenicidade” e se caracteriza por início súbito, sintomas graves e morte rápida, com taxa de mortalidade próxima aos 100%.

 

Qual a sua origem?

Pelo menos 46 países da Europa, Ásia e África declararam surtos letais de H5N8 em aves. Os pesquisadores chineses frisam que o vírus dos sete trabalhadores russos pertencia ao subgrupo 2.3.4.4b, com mutações “preocupantes” que parecem aumentar sua afinidade pelas células humanas. Essa mesma variante do vírus provocou o sacrifício de mais de 20 milhões de aves de granja na Coreia do Sul e Japão, conforme George Fu Gao e Weifeng Shi. “É imperativo que não se ignore a propagação mundial e o risco potencial dos vírus da gripe aviária H5N8 para as aves de granja, as aves silvestres e a saúde pública global”, alertam.

 

Pode ocorrer transmissão para humanos?

Segundo Ana Popova, diretora da agência de saúde Rospotrebnadzor na Rússia, embora o vírus “tenha cruzado a barreira das espécies, essa variante não é transmitida entre pessoas, pelo menos por enquanto”. Ao total, 46 países no mundo observaram surtos do vírus H5N8 entre comunidades de aves, incluindo a Espanha, onde foram encontrados três animais infectados, e a China, onde o Ministério da Agricultura relatou um surto em um parque natural de Nagqu, na província do Tibete.

“A detecção desse caso não significa um risco à saúde pública, já que os estudos genéticos baseados na análise das sequências de vírus completo mostram que se trata de um vírus aviário sem afinidade específica pelos seres humanos”.

Conforme alerta a virologista Montoya Frisa, “no momento em que surgirem mutações que causem a transmissibilidade de humano para humano, pode ser uma nova pandemia”.

O pedido de ambas as cientistas é controlar o cuidado da fazenda, não consumir pássaros selvagens e continuar pesquisando esse vírus e seu possível desenvolvimento para cortar pela raiz um possível problema global futuro.

 

Referências:

https://brasil.elpais.com/ciencia/2021-05-22/dois-especialistas-chineses-que-identificaram-o-coronavirus-alertam-do-perigo-do-virus-da-gripe-h5n8.html

https://www.istoedinheiro.com.br/outra-pandemia-cientistas-alertam-sobre-virus-da-gripe-de-animais-em-humanos/

Sindasseio Investe no Guardian Safe Proteção Ativa

Sindasseio Investe no Guardian Safe Proteção Ativa

O Sindasseio (Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Rio Grande do Sul), localizado em Porto Alegre/RS, investiu na saúde dos seus colaboradores, diretores e associados, ou usuários de seu auditório, levando mais proteção e saúde para o ambiente com o Guardian Safe.

Desenvolvido pela Bioseta Inteligência Ambiental, o Guardian Safe é o único purificador de ar com sistema inovador de proteção ativa. Ele foi projetado para promover saúde, bem-estar e a segurança sanitária para ambientes corporativos por meio da tecnologia de oxidação avançada (PHI). A inovadora tecnologia PHI (foto-hidroionização) atua na inativação dos micro-organismos presentes no ar e nas superfícies, o que colabora de maneira significativa na qualidade do ar interior dos ambientes.

O purificador de ar da linha Guardian Safe elimina 99% das cargas biológicas do ambiente, tais como: fungos, bactérias e vírus, como o H1N1, H5N1, Mers-COV, MRSA e o Sars-CoV-2, responsável pela COVID-19.

Conforme laudo da UNICAMP, considerando que houve inativação de até 99,99% (log ≥ 4) da contaminação viral, é possível concluir que o equipamento purificador de ar Guardian Safe foi eficaz na destruição de partículas virais.

 

Benefícios da tecnologia Guardian Safe ativa em ambientes corporativos:

– Comprovado pela UNICAMP;
– Proteção ativa dos ambientes empresariais com a inativação de vírus, fungos e bactérias;
– Combate os micro-organismos responsáveis pelas doenças respiratórias e alergias;
– Elimina odores e degrada os compostos orgânicos voláteis (VOCs);
– Sistema de filtros para eliminação de impurezas físicas do ambiente;
– Melhor qualidade do ar interior sem o uso de produtos químicos;
– Melhora na produtividade e na redução de ausências nos ambientes laborais;
– Tratamento de 400 a 1.000 m3 de ar por hora;
– Purifica o ar sem alterar a temperatura do ambiente;
– Possui a solução ideal para sua necessidade: portátil, com sistema de filtragem, split system e duto system.

 

O Guardian Safe pode ser utilizado em qualquer ambiente interno, disponível em três versões para melhor se adaptar ao seu negócio. A sua tecnologia foi projetada para garantir a qualidade do ar em ambientes corporativos e outros de uso coletivo.

CONHEÇA AGORA MESMO O GUARDIAN SAFE e traga mais segurança e saúde para o seu ambiente. Fale com um dos nossos especialistas e descubra essa tecnologia.

Acesse: https://www.bioseta.com.br/guardian-safe-a-sua-melhor-solucao-para-purificacao-do-ar/. Fale com um dos nossos especialistas: ☎ (51) 3396-6161 | (51) 9 9907-4155 | comercial@bioseta.com.br.

Síndrome do Edifício Doente e a Qualidade do Ar Interior

Síndrome do edifício doente e a Qualidade do Ar Interior

A síndrome do edifício doente foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1982, após a comprovação de que a morte de 34 pessoas e a constatação de que 182 casos de contágio com a bactéria denominada Legionella pneumophila foram ocasionados pela contaminação do ar interno de um hotel na Filadélfia.

A Síndrome do Edifício Doente está diretamente ligada à Qualidade do Ar Inteior em prédios, edifícios e outras construções. Nas últimas décadas, a concentração de alguns poluentes aumentou em decorrência da construção de edifícios com alta eficiência energética, com a mecânica insuficiente para garantir as trocas, a renovação de ar adequadas e a maior aplicação de materiais de construção sintéticos.

Ambientes fechados são um risco à saúde das pessoas. O ar que circula em um ambiente carrega diversos contaminantes, como vírus, fungos, bactérias, gases e partículas que podem prejudicar a saúde das pessoas. Um exemplo muito recente é a pandemia da COVID-19.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária é o órgão que estabelece os padrões da qualidade do ar em ambientes climatizados de uso público ou coletivo por meio da RESOLUÇÃO-RE nº 9, 2003.

 

Quais as consequências no que se refere à saúde das pessoas nesses ambientes?

Há diversos fatores biológicos que podem ser perigosos para a saúde dos ocupantes. Bactérias, fungos, protozoários, artrópodes, vírus e excrementos de animais em geral são elementos que podem contaminar o ambiente. Partículas de origem biológica, suspensas no ar do ambiente, são chamadas de biaerossóis.

A inalação dessas partículas pode provocar muitas complicações, e diversos fatores influenciam no nível do distúrbio: as propriedades biológicas e químicas das partículas, a quantidade inalada, o local onde se depositam no sistema respiratório e a sensibilidade do indivíduo. Os fungos mais comuns são: Penicillium, Cladosporium e Aspergillus, e as principais bactérias: Bacillus Staphylococus, Micrococus e Legionella Pneumophila.

Os poluentes podem afetar a saúde das pessoas que vivem na edificação. Os principais efeitos colaterais da poluição do ar interno são: Fadiga, sonolência, falta de disposição, dificuldade de concentração, dores de cabeça, náuseas, desconforto ocular, desconforto olfativo, desconforto térmico e doenças respiratórias.

 

Como é feita a análise da qualidade do ar interior?

Para que se tenha a análise da qualidade do ar interior, é necessária a realização de uma avaliação no ar de ambientes climatizados artificialmente, seja a partir da utilização de ar-condicionado ou de outros sistemas de ventilação.

É possível identificar concentrações dos agentes poluentes que estão afetando o ambiente através de uma análise minuciosa. Com o resultado da análise da qualidade do ar interior, é plausível inserir medidas que tornem o ambiente mais limpo e saudável com a redução dos riscos de transmissão de doenças respiratórias, de pele, oculares, entre outras.

 

Conte com a Bioseta!

A Bioseta é especialista na Qualidade do Ar Interior, contamos com um amplo portfólio de serviços para trazer mais qualidade e segurança para seu ambiente, conheça:

– Confecção e emissão do PMOC com ART;
– Higienização de climatizadores evaporativos;
– Higienização de aparelhos de ar-condicionado (split);
– Sanitização do ar interior dos ambientes;
– Higienização de dutos e coifas em estabelecimentos do ramo alimentício;

 

Conte com quem tem mais de 30 anos de experiência, fale com nossos consultores e saiba como podemos auxiliar na manutenção da qualidade do ar interior dos seus ambientes.
Fale com um dos nossos especialistas: ☎ (51) 3396-6161 | (51) 9 9907-4155 | comercial@bioseta.com.br.

 

Referências:

https://www.ecycle.com.br/4061-sindrome-do-edificio-doente.html
https://www.bioseta.com.br/qualidade-do-ar-interior-e-coisa-seria/
https://www.bioseta.com.br/importancia-da-qualidade-do-ar-interior/

Resumo Científico: Transmissão do SARS-CoV-2 (COVID-19)

Resumo Científico: Transmissão do SARS-CoV-2 (COVID-19)

Estamos há mais de um ano vivenciando a pandemia causada pelo SARS-CoV-2 (COVID-19). Durante este tempo vários estudos estão surgindo a respeito dos fatores de transmissão e riscos, bem como atualizações dos protocolos de segurança. O mais novo estudo se refere à transmissão via superfícies.

Segundo estudos do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), o risco de transmissão de COVID-19 por superfícies é baixo. Isso é o que avaliam autoridades de saúde dos EUA.

“O CDC determinou que o risco de transmissão por superfície é baixo e secundário às rotas primárias de transmissão do vírus, que são gotículas e aerossóis”, disse Vincent Hill, chefe da Divisão de Prevenção de Doenças Transmitidas pela Água em uma teleconferência do CDC.

Portanto, embora manter as superfícies limpas não seja perda de tempo, essa não é a única nem a mais importante maneira de reduzir os riscos, segundo o CDC. A autoridade americana atualizou seu guia para limpeza e desinfecção de superfícies em ambientes públicos por conta das novas avaliações.

 

Como o COVID se espalha?

O COVID-19 se espalha quando uma pessoa infectada expira gotículas e partículas muito pequenas que contêm o vírus. Essas gotículas e partículas podem ser inaladas por outras pessoas ou pousar em seus olhos, nariz ou boca. Pessoas que estão a menos de dois metros de alguém infectado têm maior probabilidade de serem infectadas.

 

O COVID-19 é distribuído de três maneiras principais:

– Ao respirar o ar quando estiver perto de uma pessoa infectada que exala pequenas gotículas e partículas contendo o vírus.
– Quando essas pequenas gotículas e partículas contendo o vírus chegam aos olhos, nariz ou boca, especialmente por meio de respingos e sprays, como tosse ou espirro.
– Ao tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos infectadas pelo vírus.

Cuide do seu ambiente, se proteja contra o COVID-19.

 

Prevenção da transmissão do COVID-19

A evidência atual sugere fortemente que a transmissão por superfícies contaminadas não contribui substancialmente para novas infecções. O que realmente contribui para causar infecções é a inalação do vírus.

As evidências disponíveis continuam a demonstrar que as recomendações existentes para prevenir a transmissão da SARS-CoV-2 permanecem eficazes. Isso inclui distanciamento físico, uso de máscaras bem ajustadas (por exemplo, coberturas faciais de barreira, máscaras de procedimento / cirúrgicas), ventilação adequada e evitar espaços internos lotados.

 

Purificar a qualidade do ar: um aliado na luta contra o COVID.

 

Conheça o Guardian Safe, proteção ativa.

Desenvolvido pela Bioseta Inteligência Ambiental, os purificadores de ar da linha Guardian Safe utilizam a inovadora tecnologia PHI (foto-hidroionização), que atua na inativação dos micro-organismos presentes no ar e nas superfícies, o que colabora de maneira significativa na qualidade do ar interior dos ambientes.

Guardian Safe é o único purificador de ar com sistema inovador de proteção ativa, com eficácia comprovada pela UNICAMP, projetado para promover saúde, bem-estar e a segurança sanitária para ambientes corporativos por meio da tecnologia de oxidação avançada (PHI). Ele elimina 99% das cargas biológicas do ambiente, tais como: fungos, bactérias e vírus, como o H1N1, H5N1, Mers-COV, MRSA e o Sars-CoV-2, responsável pelo COVID-19.

 

Benefícios da tecnologia Guardian Safe de proteção ativa em ambientes corporativos:

– Proteção ativa dos ambientes empresariais com a inativação de vírus, fungos e bactérias;
– Combate os micro-organismos responsáveis pelas doenças respiratórias e alergias;
– Elimina odores e degrada os compostos orgânicos voláteis (VOCs);
– Sistema de filtros para eliminação de impurezas físicas do ambiente;
– Melhora a qualidade do ar interior sem o uso de produtos químicos;
– Melhora na produtividade e na redução de ausências nos ambientes laborais;
– Tratamento de 400 a 1.000 m3 de ar por hora;
– Purifica o ar sem alterar a temperatura do ambiente;
– Solução ideal para sua necessidade: portátil, com sistema de filtragem, split system e duto system.

 

O Guardian Safe pode ser utilizado em qualquer ambiente interno e está disponível em três versões para melhor se adaptar ao seu negócio. A sua tecnologia foi projetada para garantir a qualidade do ar em ambientes corporativos e outros de uso coletivo.

 

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Referências: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/04/20/limpar-superficies-toda-hora-e-teatro-da-higiene-e-nao-combate-covid-19

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/prevent-getting-sick/how-covid-spreads.html

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/science/science-briefs/sars-cov-2-transmission.html

Importância da Higienização de Coifas e Dutos de Estabelecimentos Alimentícios!

Importância da Higienização de Coifas e Dutos de Estabelecimentos Alimentícios!

A cozinha de restaurantes e demais empreendimentos da área da alimentação é um local que deve contar com cuidados minuciosos em relação à limpeza do ambiente, manipulação dos alimentos, ausência de vestígios de sujeira e, principalmente, higienização regular das coifas e dos dutos do sistema de exaustão, assunto que você acompanha com mais detalhes a seguir.

 

Qual o principal objetivo das coifas e dos dutos nos estabelecimentos alimentícios?

A coifa é um equipamento que tem como objetivo principal a retirada e a filtragem do ar e da fumaça que estão presentes no ambiente, isso faz com que ela elimine gorduras e odores, auxiliando na conservação dos equipamentos.

A partir da sucção dos contaminantes e dos odores que estão no ar, a coifa filtra e manda para fora do ambiente o ar contaminado. Depois disso, ela traz ar fresco para o ambiente. Isso faz com que se tenha equilíbrio da temperatura e preservação da qualidade do ar.

Já os dutos são utilizados para conduzir os gases e os vapores e podem ser fabricados em chapas de aço-carbono, aço inoxidável 430 ou aço galvanizado. É fundamental que junto às coifas sejam instalados os dutos, tendo em vista que a ventilação nas cozinhas comerciais tende a ser mais complicada e, por isso, o ar precisa seguir de maneira rápida e eficiente pelos dutos.

 

Quais os perigos das coifas e dos dutos sujos?

Quando o sistema de exaustão de um ambiente do ramo alimentício está com sujeiras, ele pode trazer diversos riscos e passivos para o estabelecimento, como:

Incêndios: os incêndios ocorrem quando, durante o uso do fogão, uma faísca ou chama entra em contato com o filtro engordurado. Mesmo que seja uma pequena faísca, ocorre a ignição.

– Riscos à saúde: no momento em que os dutos estão sujos, eles levam para os ambientes os mais diferentes tipos de materiais nocivos à saúde como: ácaros, fungos, bactérias, resíduos de insetos mortos, fibras de vidro, entre outros. Esses materiais acabam ocasionando doenças alérgicas e graves infecções, visto que o filtro do ar das coifas não está preparado para reter as micropartículas que causam mal à saúde.

Meio ambiente: as coifas e os dutos captam e filtram o ar antes de liberá-lo ao meio ambiente. O resfriamento do ar é feito por meio de serpentinas que fazem com que o ar perca a umidade. Em seguida, o ar refrigerado é jogado nos dutos de ventilação por um ventilador centrífugo de alta pressão. O problema é que, pelo fato de os dutos não serem limpos, a sujeira vai se acumulando dentro deles, o que acarreta em poluição ao meio ambiente.

 

Evite riscos, conte com a Bioseta!

A manutenção das coifas e dos dutos se dá a partir da higienização que, além de manter o funcionamento eficiente, evita riscos e passivos como incêndios e contaminação dos alimentos. A higienização das coifas e dos dutos é extremamente importante pelo fato de remover toda a gordura que está nos filtros e nos dutos e  desobstruir a passagem do ar.

A Bioseta oferece o serviço de limpeza do sistema de coifas e exaustores, que visa, além da redução de riscos e passivos, o atendimento às condições higiênico-sanitárias previstas pela Portaria/ANVISA SVS nº 326 e Resolução – RDC/ANVISA SVS nº 216, quanto aos requisitos estabelecidos pelas Boas Práticas de Fabricação (BPF’s).

Para fazer o planejamento da higienização das coifas e dos dutos do seu estabelecimento alimentício, conte com a experiência da Bioseta de mais de 30 anos em saúde ambiental. Clique AQUI e saiba como a nossa equipe pode auxiliar o seu empreendimento do ramo alimentício.

 

Fale com um dos nossos especialistas pelo e-mail comercial@bioseta.com.br ou pelo telefone (51) 3396-6161 e conte com a gente!

Biolab – Laboratório de Inovação Bioseta

Biolab

Laboratório de inovação – Bioseta

 

A Bioseta tem um compromisso com a inovação. Em 2021 tivemos o prazer de inaugurar o nosso laboratório de inovação, o Biolab.

O Biolab é um ambiente para construção de novas percepções e novas soluções por meio da criatividade, da experimentação e da interação de múltiplos pontos de vista.

Um ambiente que visa integrar os conceitos de inovação e sustentabilidade desde o seu projeto construtivo, onde buscamos ampliar o ciclo de vida dos materiais com o aproveitamento de containers marítimos recuperados.

Nele fazemos o melhor aproveitamento dos recursos naturais, com a implantação de painéis solares para geração de energia através de fonte renovável, layout especial do telhado que utiliza a movimentação do ar para ampliar o conforto térmico, reduzindo o consumo de energia para climatização, e utilização da água da chuva para irrigação do jardim vertical, que também auxilia no conforto do ambiente.

O entorno integra o Biolab ao meio ambiente. Uma área arborizada que conta com bancos e cadeiras e visa realizar a aproximação das pessoas e estimular a troca de ideias também ao ar livre.

Um ambiente que dialoga com a crença de que uma ideia pode ser vista por diferentes ângulos, pelo olhar de cada um e, ainda assim, convergir para o mesmo objetivo: inovar para gerar valor.

O conceito do Biolab apresenta engrenagens que se interligam e mostram a importância da construção coletiva, sinal de adição que remete ao valor gerado pela inovação e cores institucionais que conectam esse ambiente à essência da Bioseta.

O Biolab representa a nossa evolução e conexão ao compromisso de desenvolver soluções baseadas em nossos pilares: pessoas, meio ambiente, cuidado e inovação.

O Biolab é um espaço pensado e construído para promover um ciclo contínuo de inovação através da experimentação, da construção coletiva, da criatividade e da aproximação das pessoas.

Nesse novo espaço, nosso time terá a missão de inovar, projetar e fazer o que a Bioseta faz de melhor: criar soluções eficientes para você e para o planeta. Para a Bioseta, a inovação não é sobre invenções, é sobre ideias colocadas em prática, entregas e resultados.

 

 

O Guardian Safe tem sua eficácia comprovada pelo Laboratório de Virologia Animal do Instituto de Biologia da Unicamp

O Guardian Safe tem sua eficácia comprovada pelo Laboratório de Virologia Animal do Instituto de Biologia da Unicamp.

O Guardian Safe teve sua eficácia comprovada pelo Laboratório de Virologia Animal do Instituto de Biologia da Unicamp, que realizou ensaio com o Coronavírus cepa MHV-3 gênero Betacoronavírus (mesmo gênero e família das espécies SARS-CoV-1, SARS-CoV-2, MERS e outros), constatando eficácia de inativação de 99,99% do vírus, recomendando o Guardian Safe para o combate ao Sars-Cov-2 no ar e ambiente e evidenciando também a ausência de toxicidade no uso do equipamento. Para fazer download do Laudo Virucida da Unicamp, clique aqui.

Guardian Safe é eficaz contra o novo coronavírus!

Conforme laudo da UNICAMP, considerando que houve inativação de até 99,99% (log ≥ 4) da contaminação viral, é possível concluir que o Equipamento Purificador de Ar Guardian Safe foi eficaz na destruição de partículas virais.

Para fazer download do Laudo Virucida da Unicamp, clique aqui.

 

Guardian Safe é seguro? 

O Guardian Safe é a solução ideal para tratamento e melhoria da qualidade do ar interior eliminando contaminantes biológicos, entre eles o Sars-Cov-2, responsável pela COVID-19, odores e compostos orgânicos voláteis (COVs), e ampliando a segurança sanitária dos seus ambientes.

O laudo concluiu:

Para fazer download do Laudo Virucida da Unicamp, clique aqui.

 

O Guardian Safe é proteção ativa!

A inovadora tecnologia de proteção ativa gera oxidantes naturais no ambiente em concentrações seguras para os usuários, tais como o peróxido de hidrogênio (H2O2), íons de hidroxila (OH) e oxigênio ativo (O2), que realizam a descontaminação dos ambientes de forma ativa e contínua, dessa forma seu ambiente estará protegido o tempo todo!

Agora que você já conhece a eficácia do Guardian Safe, entre em contato conosco e leve mais proteção para o seu ambiente.

 

Como adquirir o Guardian Safe?

O purificador Guardian Safe é um produto exclusivo da Bioseta.

Clique aqui para adquirir.

 

As doenças mais comuns no inverno, e como se proteger!

As doenças mais comuns no inverno, e como se proteger!

O inverno já começou e com ele vem o frio, a baixa umidade do ar e as mudanças bruscas de temperatura. Com esse conjunto vêm as doenças como rinite, bronquite, sinusite, asma, gripe, alergias, faringite e laringite.

IMPORTANTE: É sabido que ainda estamos vivendo a pandemia da COVID-19, portanto os cuidados devem ser ainda mais redobrados, a fim de evitar possíveis contaminações pelo vírus. Fizemos um conteúdo especial sobre esse assunto em nosso blog (https://www.bioseta.com.br/e-preciso-manter-os-cuidados-contra-a-covid-19/).

Uma estimativa da Organização Mundial da Saúde mostra que o inverno triplica essas doenças. Em mais de 90% dos casos, os responsáveis pelas infecções respiratórias agudas são os vírus. As reações alérgicas, como a rinite, são causadas, em sua grande maioria, pelos ácaros, micro-organismos encontrados na poeira.

Alguns cuidados que devem ser tomados para evitar as doenças dessa estação são:

– Lavar as mãos frequentemente durante todo o dia;
– Beber bastante água, mesmo sem sentir sede;
– Agasalhar-se bem, protegendo também o pescoço;
– Evitar o acúmulo de poeira em casa;
– Não deixar o ambiente completamente fechado, é importante deixar o ar circular.

 

Nesse inverno, conte com a Bioseta!

Como pudemos ver anteriormente, as doenças respiratórias possuem um fator em comum: são agravadas pela presença de ácaros, fungos, bactérias e vírus no ambiente. Consequentemente, uma maneira eficaz de prevenir o agravamento de uma crise respiratória é mantendo o ambiente livre dos micro-organismos causadores dessas indisposições.

Além das medidas comuns para evitar esses tipos de “invasores invisíveis” (tais como: tirar o pó das superfícies dos móveis semanalmente; trocar a roupa de cama uma vez na semana; e certificar-se de que há a renovação do ar no ambiente), você também pode contar com as soluções da Bioseta para auxiliar a manter seu ambiente livre desses contaminantes.

Como a sanitização ajuda na prevenção?

A sanitização é um conjunto de processos que se complementam e promovem a redução da carga microbiológica, ou seja, da “quantidade” de micro-organismos como bactérias, vírus e fungos e também de ácaros, promovendo a biossegurança dos ambientes.

E para auxiliá-lo na prevenção de doenças, a Bioseta oferece serviços de sanitização e de higienização completos, além de análises da qualidade do ar interior. Tudo para que seu ambiente esteja livre desses contaminantes, trazendo mais segurança e saúde para sua equipe.

 

Fale com um dos nossos especialistas pelo e-mail comercial@bioseta.com.br ou pelo telefone (51) 3396-6161 e conte com a gente!

Síndrome do edifício doente e a Qualidade do Ar Interior

Síndrome do edifício doente e a Qualidade do Ar Interior

A síndrome do edifício doente foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1982, após a comprovação de que a morte de 34 pessoas e a constatação de que 182 casos de contágio com a bactéria denominada Legionella pneumophila foram ocasionados pela contaminação do ar interno de um hotel na Filadélfia.

A “síndrome do edifício doente” está diretamente ligada à Qualidade do Ar Interior em prédios, edifícios e outras construções. Nas últimas décadas, a concentração de alguns poluentes aumentou em decorrência da construção de edifícios com alta eficiência energética, com a mecânica insuficiente para garantir as trocas, a renovação de ar adequadas e a maior aplicação de materiais de construção sintéticos.

Ambientes fechados são um risco a saúde das pessoas. O ar que circula em um ambiente carrega diversos contaminantes como vírus, fungos, bactérias, gases e partículas que podem prejudicar a saúde das pessoas. Um exemplo muito recente é a pandemia da COVID-19.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária é o órgão que estabelece os padrões da qualidade do ar em ambientes climatizados de uso público ou coletivo por meio da RESOLUÇÃO-RE nº 9, 2003.

Quais a consequência no que se refere à saúde das pessoas nesses ambientes?

Há diversos fatores biológicos podem ser perigosos para a saúde dos ocupantes. Bactérias, fungos, protozoários, artrópodes, vírus e excrementos de animais em geral, são elementos que podem contaminar o ambiente. Partículas de origem biológica, suspensas no ar do ambiente, são chamadas de bioaerosóis.

A inalação dessas partículas pode provocar muitas complicações, e diversos fatores influenciam no nível do distúrbio: as propriedades biológicas e químicas das partículas, a quantidade inalada, o local onde se depositam no sistema respiratório e a sensibilidade do indivíduo. Os fungos mais comuns são: Penicillium, Cladosporium, Alternaria e Aspergillus, e as principais bactérias: Bacillus Staphylococus, Micrococus e Legionella Pneumophila.

Os poluentes podem afetar a saúde das pessoas que vivem na edificação. Os principais efeitos colaterais da poluição do ar interno são: Fadiga, sonolência, falta de disposição, dificuldade de concentração, dores de cabeça, náuseas, desconforto ocular, desconforto olfativo, desconforto térmico e doenças respiratórias.

Como é feita a análise da qualidade do ar interior?

Para que se tenha a análise da qualidade do ar interior, é necessária a realização de uma avaliação no ar de ambientes climatizados artificialmente, seja a partir da utilização de ar-condicionado ou de outros sistemas de ventilação.

A partir de uma análise minuciosa, é possível identificar concentrações dos agentes poluentes que estão afetando o ambiente. Com o resultado da análise da qualidade do ar interior, é plausível inserir medidas que tornem o ambiente mais limpo e saudável com a redução dos riscos de transmissão de doenças respiratórias, de pele, oculares, entre outras.

 

Conte com a Bioseta!

A Bioseta é especialista na Qualidade do Ar Interior, contamos com um amplo portfólio de serviços para trazer mais qualidade e segurança para seu ambiente, conheça:

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– Higienização de aparelhos de ar-condicionado (split);

– Sanitização do ar interior dos ambientes;

– Higienização de dutos e coifas em estabelecimentos do ramo alimentício;

 

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Superfícies porosas: como é o impacto delas nos ambientes interiores

Superfícies porosas: como é o impacto delas nos ambientes interiores

Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI), existem mais de 30 mil espécies de ácaros no Brasil. O principal alérgeno e responsável por 80% das alergias respiratórias é o ácaro domiciliar. Mas você já parou para pensar que esses vilões da saúde podem estar presentes no seu ambiente?

Tapetes e carpetes são soluções ideais para ambientes mais bonitos e harmonizados. Porém, para garantir que não sejam um risco à saúde das pessoas, é essencial que eles sejam higienizados regularmente. Estudos mostram que 1m² de tapete ou carpete contém cerca de 100 mil ácaros vivos.

Por se tratarem de objetos porosos, tapetes e carpetes são capazes de acumular um volume muito grande de poeira fina e leve, além de resíduos de pele e outras sujidades. Com a movimentação nos ambientes, ocorre a dispersão de poeira contaminada de micro-organismos e infestada de ácaros pelo ar que respiramos, o que pode causar infecções pulmonares, conjuntivites, faringite, escabiose e dermatite atópica, dentre outras, além do agravamento de doenças respiratórias crônicas, como a asma.

O processo de sanitização pode auxiliar

A sanitização de objetos porosos é dedicada a tratar esse grande grupo de risco dentro dos ambientes, abrangendo estofados, pufes, carpetes, tapetes, cortinas e colchões, dentre outros.

Já o colchão que utilizamos é o abrigo ideal para aproximadamente 1,5 milhão de ácaros, além de bactérias e fungos, responsáveis por causar doenças como a tuberculose, pneumonia, bronquite, sinusite, dentre outras.

Como é o processo de sanitização de objetos porosos?

A sanitização de objetos porosos pode ocorrer por via úmida, com a presença de água, ou a seco.

Sanitização de objetos porosos a seco: Se dá por extração mecânica e pode ser aplicada em objetos porosos, tais como estofados, colchões, sofás, etc. e é indicada para peças que não podem receber umidade ou necessitam de rápida liberação para utilização. No processo de extração mecânica, é realizada a aspiração forçada aliada à vibração, em que ocorre a remoção de poeira, da matéria orgânica e outras sujidades, trazendo consigo ácaros, fungos e bactérias.

Sanitização de objetos porosos via úmida: Se dá pela extração mecânica aliada à aplicação de produto saneante aprovado pela ANVISA e é indicada para tapetes e carpetes que possam contar com curto período de secagem. Nesse processo também é possível realizar a remoção ou atenuação de manchas em tecidos.

A Bioseta possui diversas opções de serviços que vão lhe auxiliar a ficar longe desses vilões invisíveis, fale com um dos nossos especialistas e saiba mais!

☎ (51) 3396-6161 | (51) 9 9907-4155

Colchão: moradia de inimigos invisíveis

Durante a estadia em seu hotel, pessoas que vêm de todos os lugares, que passaram por diversas regiões, tocaram em todo o tipo de superfície e inalaram diferentes tipos de ar precisam descansar. Nesse momento, esse viajante estará em contato com o colchão, onde toda essa carga se unirá a vírus, bactérias, fungos e outros micro-organismos de hóspedes anteriores, transformando essa confortável superfície em um verdadeiro conjunto habitacional de moradores indesejados.

Parece brincadeira, porém não é: o colchão é um dos lugares do hotel onde mais se encontram agentes alergênicos e infecciosos, como mofos e ácaros. Afinal de contas, ele é um dos itens mais utilizados nesse tipo de negócio.

Como funciona a higienização?

Para sanitizar objetos porosos (como os próprios colchões, sofás e poltronas), podem ser aplicados dois tipos diferentes de higienização:

Sanitização a seco: acontece por extração mecânica e é indicada para peças que não podem receber umidade ou necessitam de rapidez no processo. Neste caso, é realizada aspiração aliada à vibração, quando a poeira, matéria orgânica, ácaros, fungos e bactérias são removidos.

Sanitização úmida: além da retirada de micro-organismos, essa limpeza também pode atenuar ou remover manchas em tecidos. É indicada para casos em que há tempo para realização da secagem e só pode ser feita com produtos permitidos pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A higienização do negócio ajuda a trazer mais clientes?

É importante salientar que manter ambientes limpos é fundamental não apenas para que clientes, mas também para que colaboradores, visitantes e gerência se sintam mais confortáveis para frequentarem todo tipo de negócio, ainda mais se levarmos em consideração o momento atual, em que estamos passando por uma pandemia mundial.

Nesse cenário, divulgar que sua empresa conta com serviço de higienização pode ser utilizado como um aliado na hora de o hóspede tomar a decisão sobre em que hotel ficar, visto que a sanitização de colchões pode gerar no cliente não apenas a sensação de segurança, mas a certeza de que a possibilidade de contaminação, inclusive do COVID-19, será muito menor.

Precisa higienizar os colchões de seu hotel, hostel, pousada ou motel? Conte com a Bioseta.

A Bioseta conta com serviço de sanitização não apenas de superfícies porosas, mas também de ambientes como um todo. Todas as soluções contam com alta tecnologia e inovação para gerar resultados positivos sem agredir o meio ambiente.

Entre em contato com o time de vendas e conheça mais sobre a sanitização de superfícies porosas da Bioseta e leve para seu negócio mais segurança e higiene:

comercial@bioseta.com.br

(51) 9 9907 4155

Luz ultravioleta germicida no combate à COVID-19

Luz ultravioleta germicida no combate à COVID-19

A ação da luz ultravioleta (UV-C)

A ação germicida ultravioleta (UVGI) é aplicada há mais de um século e bastante utilizada para esterilizar superfícies e instrumentos, principalmente quando se refere aos ambientes hospitalares.

Diante do contexto da pandemia da COVID-19, pesquisas atestam a eficácia da luz ultravioleta no combate ao vírus. As lâmpadas UV-C emitem uma frequência de luz que destrói o material genético dos vírus (RNA), bactérias e fungos, o que faz com que esses micro-organismos sejam inativados.

Para se ter uma ação germicida da luz ultravioleta, é necessário que ela seja do tipo UV-C e com um comprimento de onda de 254 nm. Quando a luz ultravioleta está fora dessa região, ela não é considerada uma ação germicida, ou seja, com propriedade para matar micro-organismos.

Porém, é sempre importante ressaltar que a luz ultravioleta oferece riscos à saúde, assunto que já abordamos em “riscos da exposição à luz ultravioleta”.

Guardian Safe, inovadora tecnologia PHI (foto-hidroionização)

A Bioseta desenvolveu o Guardian Safe, um purificar de ar com proteção ativa cuja principal função é a de reduzir a carga de micro-organismos que são transportados pelo ar como os vírus (incluindo o Coronavírus), os fungos, os esporos, as bactérias e os contaminantes, como os compostos orgânicos voláteis (VOCs).

A luz ultravioleta germicida (UVGI) é aplicada em sistemas de climatização para a desinfecção de superfícies. E a Bioseta utiliza essa tecnologia no Guardian Safe, que combina um sistema de filtros a um inovador modelo de proteção ativa desenvolvida pela NASA: a foto-hidroionização, que gera oxidantes naturais, principalmente o peróxido de hidrogênio, em concentrações seguras para os seus usuários (tecnologia livre de ozônio que atende às normas UL867 e NR15 MTE).

O Guardian Safe tem ação sobre o vírus da COVID-19, pois no momento em que um organismo fica sob uma alta dose dessa radiação UV-C, ele sofre inúmeras mutações que o levam à morte.

Os purificadores de ar da linha Guardian Safe utilizam a inovadora tecnologia PHI (foto-hidroionização) que atua na inativação dos micro-organismos presentes no ar e nas superfícies, o que colabora de maneira significativa na qualidade do ar interior dos ambientes.

Conheça o Guardian Safe, leve mais saúde e segurança para sua empresa: https://www.bioseta.com.br/guardian-safe-a-sua-melhor-solucao-para-purificacao-do-ar/

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Vai exportar? Saiba como funciona o processo de Tratamento Fitossanitário de madeira

Vai exportar? Saiba como funciona o processo de Tratamento Fitossanitário de madeira

Você sabia que antes de sua empresa efetuar um carregamento para fora do país de madeira bruta ou de alimentos de origem vegetal, a carga deve passar por um tratamento térmico? Ou ainda, que todos os itens que você importa destes segmentos devem ter um selo para não correrem o risco de serem devolvidos?

Tratamento térmico: uma obrigação para quem exporta

De acordo com a Norma Internacional de Medidas Fitossanitárias nº 15 (NIMF 15), publicada pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e adotada pela Receita Federal, na hora da importar e exportar, madeira (apenas bruta) e alimentos de origem vegetal devem passar por um processo de tratamento térmico que tem como objetivo eliminar vírus, micróbios, bactérias e muitas outras impurezas deste tipo de carregamento.

Todo esse processo, deve ser executado por empresas autorizadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que emite o Certificado Fitossanitário de Origem (CFO). Apesar de não serem aplicadas multas a quem não realizar o processo, caso não tenha o carimbo do IPPC (que certifica que aquela devida mercadoria foi fumigada), o carregamento pode ter que voltar a seu lugar de origem, com os custos sendo pagos integralmente pelo importador ou exportador.

Cuidados na importação

Ao comprar algum alimento de origem vegetal ou madeira bruta, o importador deve estar atento. Como já citado no texto, mercadorias fora do padrão serão devolvidas ao país de origem, e os envolvidos na negociação deverão arcar com os custos de transporte, gerando mais custo e dor de cabeça.

Estas restrições são estabelecidas para segundo a Instrução Normativa MAPA nº 32/2015, sob alegação de que caso as medidas fitossanitárias não sejam realizadas adequadamente, a carga deverá ser devolvida ao país de origem para evitar o risco da entrada e disseminação de pragas no país.

Para não haver risco de devolução do material, quem compra o produto deve procurar a compra de embalagens já tratadas que contem com o selo do IPPC (International Plant Protection Convention). As embalagens especificadas com essa certificação estão aptas a serem emitidas e recebidas, e garantem que a incidência de micro organismos é praticamente zero.

Precisa de tratamento térmico? Chama a Bioseta

Com todas as certificações em dia para atender sua empresa, a Bioseta é líder na prestação de serviços nos segmentos de saúde ambiental e tratamento fitossanitário para importação e exportação, com mais de 30 anos de atuação.

Para contar com o serviço de tratamento térmico da Bioseta, basta entrar em contato com o time de vendas pelo e-mail comercial@bioseta.com.br ou pelo telefone (51) 99907-4105.

Fale já com o comercial da Bioseta e deixe sua empresa nas mãos de quem entende do assunto.

 

Dualcon e Guardian Safe: proteção ativa contra micro-organismos

Dualcon e Guardian Safe: proteção ativa contra micro-organismos

A DualCon Conectividade é uma empresa que fica no Vale dos Sinos/RS e presta serviços na área de TI. Recentemente, em seu escritório, foi instalado o Guardian Safe, com o intuito de trazer mais segurança ao ambiente e aos colaboradores.

Desenvolvido pela Bioseta Inteligência Ambiental, o Guardian Safe é uma família de purificadores de ar, cuja principal função é a de reduzir a carga de micro-organismos que são transportados pelo ar, como os vírus (incluindo o Coronavírus), os fungos, os esporos e as bactérias, bem como reduzir os contaminantes, como os compostos orgânicos voláteis (VOCs). O Guardian Safe está disponível em 4 versões diferentes.

E para o projeto na DualCon, foi escolhida a instalação tipo Split System, onde o Guardian Safe opera juntamente ao sistema de ar condicionado do local, permitindo que o ar seja purificado a todo instante enquanto o equipamento estiver ligado. Os purificadores de ar da linha Guardian Safe utilizam a inovadora tecnologia PHI (foto-hidroionização) que atua na inativação dos micro-organismos presentes no ar e nas superfícies, o que colabora de maneira significativa na qualidade do ar interior dos ambientes.

Guardian Safe é o único purificador de ar com sistema inovador de proteção ativa, projetado para promover saúde, bem-estar e a segurança sanitária para ambientes corporativos por meio da tecnologia de oxidação avançada (PHI), elimina 99% das cargas biológicas do ambiente, tais como: fungos, bactérias e vírus, como o H1N1, H5N1, Mers-COV, MRSA e o Sars-CoV-2, responsável pela Covid-19.

Benefícios da tecnologia Guardian Safe ativa em ambientes corporativos:

– Proteção ativa dos ambientes empresariais com a inativação de vírus, fungos e bactérias;

– Combate os micro-organismos responsáveis pelas doenças respiratórias e alergias;

– Elimina odores e degrada os compostos orgânicos voláteis (VOCs);

– Sistema de filtros para eliminação de impurezas físicas do ambiente;

– Melhor qualidade do ar interior sem o uso de produtos químicos;

– Melhora na produtividade e na redução de ausências nos ambientes laborais;

– Tratamento de 400 a 1.000 m3 de ar por hora;

– Purifica o ar sem alterar a temperatura do ambiente;

– Guardian Safe possui a solução ideal para sua necessidade: portátil, com sistema de filtragem, Split System e duto system.

O Guardian Safe pode ser utilizado em qualquer ambiente interno, disponível em 03 versões para melhor se adaptar ao seu negócio. A sua tecnologia foi projetada para garantir a qualidade do ar em ambientes corporativos e outros de uso coletivo.

CONHEÇA AGORA MESMO O GUARDIAN SAFE: Traga mais segurança e saúde para o seu ambiente com o Guardian Safe, fale com um dos nossos especialistas e conheça essa tecnologia.

 

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Análise da nova Portaria MS 888/21 sobre controle e vigilância da água para consumo humano

No dia 07/05/2021 foi publicada uma nova portaria que dispõe sobre o controle e vigilância da água para consumo humano. Ela entrou em vigor na data de sua publicação, revogando o anexo XX da Portaria de Consolidação 05 de 2017. Confira a publicação na íntegra no Diário Oficial da União.

O que mudou?

Os requisitos sobre controle e vigilância da água para consumo humano estavam descritos em um anexo da portaria de consolidação que trata das ações e serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (Anexo XX da Portaria de Consolidação nº05 de setembro de 2017) e a partir de agora estão dispostos em uma portaria específica que trata do controle e vigilância da água para consumo humano.

As mudanças se iniciam no capítulo que trata das exigências aplicáveis aos sistemas e soluções alternativas coletivas de abastecimento. O Art. 26 menciona que a instalação hidráulica predial ligada ao sistema de abastecimento de água não poderá ser também alimentado por outras fontes, o que pode gerar necessidade de modificações em alguns sistemas de abastecimento mistos (rede pública + poço artesiano, por exemplo).

O capítulo V da nova portaria 888 também traz grandes mudanças, das quais posso ressaltar o artigo 29, sobre o monitoramento de Escherichia coli:

– A determinação do monitoramento semanal de esporos e bactérias aeróbias em casos de a média geométrica de monitoramento ser maior ou igual ao limite estabelecido, a fim de avaliar a eficiência da remoção do micro-organismo na ETA;

– A necessidade de monitoramento de cistos de Giardia spp e Oocistos de Cryptosporidium, deve ser realizada mensalmente ao longo de 12 meses, caso a avaliação da média de 4 amostragens da eficiência do tratamento da ETA seja inferior a 2,5 log (99,7%);

– Alteração no limite de oocistos de Cryptosporidium de 3,0 para agora 1,0 oocistos/L na avaliação da média aritmética no ponto de captação;

–  A determinação do monitoramento de esporos de bactérias aeróbias pelo período de um ano, caso a concentração de oocistos seja inferior a 1 oocisto/L e a média geométrica móvel se mantenha superior ou igual a 1.000 Escherichia coli/100mL

– O cálculo da concentração de oocistos deve considerar um mínimo de 12 amostras ao longo de 12 meses (o anexo XX determinava 24 amostras ao longo de 12 a 24 meses).

– A dispensa da realização dos ensaios caso haja comprovação de que todos os filtros rápidos do sistema de tratamento produzam água com turbidez inferior a 0,3 uT.

No artigo 30, que trata dos sistemas e soluções alternativas coletivas de abastecimento de água com captação em mananciais superficiais, houve alteração do valor da concentração para desinfecção com ozônio para 0,34mg.min/L, o valor da concentração de ultravioleta na desinfecção para dose mínima de 2,1mJ/cm² para 90% de inativação de cistos de Giardia spp.

O artigo 31, que trata dos sistemas ou soluções alternativas coletivas de abastecimento de água supridas por manancial subterrâneo com ausência de contaminação por Escherichia coli, traz alternativas para desinfecção, utilizando ozônio, ultravioleta e estabelece os limites de concentração e tempo de contato para cada substância.

O artigo 32 especifica que deve haver cloro residual livre em toda extensão do sistema de distribuição e também nos pontos de consumo (no Anexo XX não especificava que o cloro residual deveria estar presente também nos pontos de consumo).

O artigo 34 menciona a aplicação de compostos isocianuratos clorados e determina que se deve seguir as diretrizes para os teores de cloro residual livre.

O artigo 37 apresenta as diretrizes para avaliação de resíduos radiológicos e traz 7 parágrafos novos estabelecendo amostras, níveis de triagem e concentração para monitoramento.

O artigo 39 contém os critérios para nitrito e nitrato, os quais não eram bem definidos no anexo anterior.

No capítulo VI, que traz as diretrizes para o plano de amostragem, logo no artigo 43, a nova portaria determina que as análises de clorofila-a passem a ser mensais (antes eram semanais).

No artigo 43, que traz critérios de amostragem para análises de cianotoxinas, houve mudanças em diversos critérios, os quais devem ser avaliados caso a caso com bastante cautela.

Os anexos, onde encontramos os limites analíticos mínimos e máximos, passaram por uma revisão bem apurada. A nova portaria estabelece os tempos de contato e concentração por temperatura e pH específicos para o tipo de manancial, superficial ou subterrâneo, em 6 anexos diferentes. A norma anterior não especificava o tipo de manancial para determinar o tempo de contato e concentração de acordo com a substância, pH e temperatura. Julgo essa mudança de extrema importância para aplicar de forma correta e eficaz os produtos de desinfecção.

A nova portaria estabelece prazo de 24 meses de adequações para os parâmetros de dureza e de 12 meses para o monitoramento de esporos. Essa nova publicação implicará em diversas mudanças nos planos de amostragem para as análises de potabilidade de água, portanto é de extrema importância que seja estudada a fundo, avaliando as alterações aplicáveis a cada situação.

Abaixo seguem, de forma resumida, as mudanças pontuais dentro de cada anexo:

NOVA PORTARIA 888 ANTIGO ANEXO XX PC 05/2017
Anexo 1 – padrão microbiológico permanece igual
Anexo 2 – padrão de turbidez (desinfecção, filtração rápida, filtração lenta e membrana filtrante) Anexo 2 – padrão de turbidez (desinfecção, filtração rápida e filtração lenta apenas)
Anexo 9 – padrão de potabilidade para substâncias químicas (removidas algumas substâncias, alterados alguns limites de VMP e incluídas substâncias importantes como a epicloridrina que está presente em algumas mantas filtrantes e é possível contaminante de bisfenol-A) Anexo 7 – padrão de potabilidade para substâncias químicas
Anexo 10 – padrão de cianotoxinas (limites se mantiveram, e foi acrescentado o parâmetro Cilindrospermopsinas) Anexo 8 – padrão de cianotoxinas
Anexo 11 – padrão organoléptico (foram removidos os parâmetros surfactantes, tolueno e xilenos e alterados diversos limites VMP) Anexo 10 – padrão organoléptico
Anexo 12 – frequência de monitoramento em cianobactérias (alterada a frequência de monitoramento para a densidade £ 10.000 para trimestral) Anexo 11 – frequência de monitoramento em cianobactérias
Anexo 13 – número mínimo de amostras e frequência para o controle físico-químico de qualidade da água (parâmetros, limites e frequência permanecem iguais, acrescendo epicloridrina com frequência mensal e cloreto de vinila com frequência semestral) Anexo 12 – número mínimo de amostras e frequência para o controle de qualidade físico-químico da água
Anexo 14 – número mínimo de amostras e frequência para o controle de qualidade microbiológico da água (manteve-se igual) Anexo 14 – número mínimo de amostras e frequência para o controle de qualidade microbiológico da água
Anexo 15 – número mínimo de amostras e frequência mínima para o controle de qualidade da água de solução alternativa em função do tipo de manancial e ponto de amostragem (acrescentados os parâmetros Escherichia coli e residual de desinfetante. Parâmetros extremamente importantes) Anexo 14 – número mínimo de amostras e frequência mínima para o controle de qualidade da água de solução alternativa em função do tipo de manancial e ponto de amostragem

Fale com um dos nossos especialistas: ☎ (51) 3396-6161 | (51) 9 9907-4155 | comercial@bioseta.com.br

Referências: https://foodsafetybrazil.org/analise-da-nova-portaria-ms-888-21-sobre-controle-e-vigilancia-da-agua-para-consumo-humano/

Tudo que você precisa saber sobre a RE 09 Anvisa

Dúvidas sobre a RE 09 Anvisa? Saiba mais agora!

O ar-condicionado está substituindo a ventilação natural e ocupando gradualmente mais espaço em nossas vidas, sendo responsável pelo ar que respiramos. Dessa forma, precisamos estar atentos aos padrões de qualidade do ar por questões de saúde e segurança.

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que é o órgão responsável pela determinação de padrões e fiscalização de ambientes de uso público, estabelece por meio da RESOLUÇÃO-RE Nº 09, 2003, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), os padrões de qualidade do ar em ambientes climatizados de uso público, a fim de zelar pela saúde das pessoas, visto que um sistema de ar-condicionado em más condições pode trazer sérios riscos à saúde dos usuários que frequentam o ambiente.

 

Os Padrões de Qualidade do Ar climatizado definidos pela legislação:

– Temperatura: recomenda-se que a temperatura interna no verão deve estar ajustada entre 23°C a 26°C e durante o inverno entre 20°C a 22°C;

– Velocidade do ar: estando em um nível de 1,5 m do piso e na região de influência da distribuição do ar é menor que 0,25 m/s;

– Umidade: no verão os níveis devem estar em torno de 40% a 65% e durante o inverno o adequado são níveis que variam de 40% a 55%;

– Aerodispersóide: trata-se de partículas líquidas ou sólidas presentes no ar, conhecidas popularmente como ‘poeira’. A Resolução 09 determina que os níveis de aerodispersóides não devem exceder 80 µg/m³, pois eles são responsáveis por agravar doenças como bronquite, sinusite, asma entre outras;

– Fungos: calcula-se a quantidade de fungos presentes em um ambiente climatizado e os valores não devem exceder 750 ufc/m³.

– Dióxido de carbono: em ambientes fechados, o nível de dióxido de carbono não deve exceder 1000 ppm, sendo este o indicador para os sistemas de renovação de ar externo.

 

Análise da Qualidade do Ar Interior

Conforme a resolução, são obrigatórias as análises da qualidade do ar interior, de acordo com o Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC), que se faz necessário, quando todos os sistemas de climatização com suas capacidades somadas estão acima de 5 TR. A partir da análise da qualidade do ar é possível verificar e comprovar que as variáveis estão conforme os parâmetros exigidos pela Anvisa e, assim, garantir o bem-estar e a saúde dos ocupantes dos locais climatizados.

Por meio da portaria nº 3.523/MS, tornou-se obrigatória a apresentação do PMOC. Essa lei abrange todos os ambientes de uso público ou coletivo que utilizam sistema de climatização com capacidade acima de 60.000 BTUS (5TR).

O PMOC apresenta os parâmetros ideais para a qualidade do ar, conforme a resolução do Ministério da Saúde – ANVISA, a RE – 09/2003, que mostra os níveis máximos de concentração dos poluentes mais conhecidos e de fácil detecção como o índice de CO2 e contaminação microbiológica.

Confira em nosso blog a matéria especial que fizemos sobre “Dicas de como manter o PMOC organizado” https://www.bioseta.com.br/dicas-de-como-manter-o-pmoc-organizado/

 

Conte com a experiência da Bioseta

A Bioseta tem uma equipe técnica preparada que oferece serviços específicos para qualidade do ar interior, elaboração e emissão do PMOC com ART, higienização de sistemas de climatização (ACJ, splits, centrais e evaporativos), sanitização do ar interior dos ambientes, higienização de dutos de distribuição de ar-condicionado, higienização de coifas em estabelecimentos do ramo alimentício e análise da qualidade do ar interior.

 

Confira também o nosso e-book! Ele vai ajudá-lo (a) a compreender melhor as exigências e como o PMOC vai impactar sua operação: faça o download agora

https://conteudo.bioseta.com.br/e-book-pmoc—plano-de-manutencao-operacao-e-controle-e-sua-importancia

 

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Referências: 

https://abrava.com.br/normalizacao/resolucao-09/

https://www.bioseta.com.br/?s=PMOC

https://www.bioseta.com.br/dicas-de-como-manter-o-pmoc-organizado/

 

 

A Sanitização de Ambiente Ajuda no Combate a Doenças Respiratórias

A Sanitização de Ambiente Ajuda no Combate a Doenças Respiratórias

Tosse, espirros e secreção são reações comuns de quem possui alguma doença respiratória. No Brasil, quase metade da população enfrenta essa situação. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ibope, estima-se que 44% dos brasileiros sofram de algum problema respiratório crônico. Mas você sabia que a sanitização dos ambientes ajuda a preservar a saúde e diminuir as crises? Para saber mais sobre o assunto, continue lendo essa matéria.

 

O que são doenças respiratórias crônicas?

As doenças respiratórias crônicas atingem principalmente as vias nasais e o sistema respiratório. Geralmente, com maior incidência no inverno e em ambientes fechados, fatores como má circulação do ar e a presença de ácaros, vírus, fungos e bactérias contribuem para o agravamento.

 

Quais as doenças respiratórias crônicas mais comuns?

Apesar de atacarem os sistemas no organismo humano, existem diferentes tipos de doenças respiratórias, as mais comuns são:

  • Rinite: Inflamação da mucosa que reveste a via nasal na parte interna. É a doença mais comum entre a população. Ela é desencadeada, na maioria das vezes, pelo contato com substâncias alérgicas, como poeira, fungos e ácaros.
  • Sinusite: Inflamação autolimitada na mucosa e na região dos seios da face. As principais causas são o contato com bactérias, fungos, vírus e ácaros.
  • Bronquite: Inflamação na região dos brônquios provocada, geralmente, pela poluição do ar, pela poeira e pelo hábito de fumar.
  • Asma: Também é uma inflamação dos brônquios, porém não possui causa aparente. Os principais fatores de risco são: exposição à poeira, infecções virais, ácaros, pólen, entre outros.

 

Como prevenir crises de doenças respiratórias?

Como pudemos ver no tópico anterior, apesar das suas peculiaridades, as doenças respiratórias possuem um fator em comum: são agravadas pela presença de ácaros, fungos, bactérias e vírus no ambiente. Consequentemente, uma maneira eficaz de prevenir o agravamento de uma crise respiratória é mantendo o ambiente livre dos micro-organismos causadores dessas indisposições. Veja como:

  • Tire o pó das superfícies dos móveis semanalmente;
  • Troque a roupa de cama uma vez na semana;
  • Certifique-se de que há a renovação do ar no ambiente;
  • Mantenha o local limpo – de preferência com o auxílio do aspirador de pó e panos úmidos;
  • Realize a higienização do ar-condicionado e de tapetes regularmente.

 

Como a sanitização ajuda na prevenção?

A sanitização é um conjunto de processos que se complementam e promovem a redução da carga microbiológica, ou seja, da ‘quantidade’ de micro-organismos como bactérias, vírus e fungos e também de ácaros, promovendo a biossegurança dos ambientes.

E para auxiliá-lo na prevenção de doenças do seu local, a Bioseta oferece o serviço de sanitização e de higienização completo. Entre em contato com um de nossos especialistas pelo e-mail comercial@bioseta.com.br ou pelo telefone 51 3396-6161 e saiba mais.

Safety Food: o que é e como garanti-la 

Safety Food: o que é e como garanti-la 

 

Adquirir um alimento de qualidade é um direito do consumidor. E cabe ao estabelecimento comercial assegurar a boa procedência e o armazenamento correto dos produtos vendidos, sejam produzidos ou não no local.

O termo “safety food”, que no português significa segurança do alimento, surgiu para denominar essas medidas. Mas, constantemente, o sentido da expressão é confundido com a segurança alimentar, que apesar do nome parecido, tem uma função completamente diferente.

 

Afinal, qual a diferença entre segurança do alimento e segurança alimentar?

A segurança do alimento são todas as práticas adotadas para garantir que os alimentos comercializados não apresentem riscos ao consumidor final.

Por outro lado, a segurança alimentar diz respeito ao conjunto de técnicas utilizadas para assegurar o acesso da população a produtos que tenham o valor nutricional adequado para uma vida saudável.

 

E quais as normativas para a Safety Food?

No Brasil, as legislaturas referentes às boas práticas na produção e na comercialização são as determinadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), são elas:

  • Resolução RDC nº. 275, de 21 de outubro de 2002;
  • Portaria SVS/MS nº. 326, de 30 de julho de 1997;
  • Portaria MS nº. 1428, de 26 de novembro de 1993.
  • A Portaria nº. 368, de 04 de setembro de 1997, que aprova o Regulamento Técnico sobre as condições higiênico-sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para estabelecimentos elaboradores/ industrializadores de alimentos, nas empresas que estão sob fiscalização do MAPA. (DAMIAN et al, 2008).

 

Mas alguém fiscaliza?

 

Para iniciar qualquer atividade, o local precisa de um alvará para o funcionamento. O documento é concedido após  a inspeção do órgão competente, neste caso, a Vigilância Sanitária que segue os critérios da ANVISA. Após a instalação, as vistorias são parte do procedimento padrão para garantir a execução das regras.

 

Como garantir a Safety Food em meu estabelecimento?

1- Saiba a procedência 

Fique atento à reputação do fabricante do produto que você comercializa ou utiliza em sua produção. Não revenda materiais de origem duvidosa ou desconhecida. Caso haja a possibilidade, vistorie também o veículo onde a carga foi levada.

2- Preste atenção na validade

Um produto vencido, além de uma multa, pode provocar riscos à saúde do consumidor. Por isso, realize periodicamente a conferência da data de validade dos itens.

3- Realize o controle de pragas

Por mais limpo que o comércio seja, a dispensa e o estoque sempre podem atrair pragas. O controle de vetores e pragas urbanas tem como objetivo propiciar um ambiente seguro, reduzindo os riscos de infestações nos ambientes, processos produtivos e seus produtos, minimizar passivos e promover a segurança e saúde das pessoas.

A Bioseta é especialista em cuidar do seu negócio e atua há mais de 30 anos no mercado. Para garantir a segurança da sua cozinha ou restaurante, conte com quem entende do assunto.

(51) 3396-6161 |  (51) 9 9907-4155

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Entre em contato com um de nossos especialistas pelo e-mail comercial@bioseta.com.br ou pelo telefone (51) 3396-6161.

Guardian Safe: a sua melhor solução para purificação do ar

Guardian Safe: a sua melhor solução para purificação do ar

A importância de manter a qualidade do ar interior (QAI) é um assunto que tratamos com frequência no nosso blog. Um ambiente sem a circulação e a purificação do ar presente geram graves consequências para a saúde, além de aumentar o risco de transmissão de vírus.

E para eliminar esses micro-organismos, purificar o ar e promover o bem-estar e a segurança em sua empresa, nós criamos o Guardian Safe.

 

O que é o Guardian Safe?

O Guardian Safe é uma família de purificadores de ar, cuja principal função é a de reduzir a carga de micro-organismos que são transportados pelo ar como os vírus, incluindo o Coronavírus, os fungos, os esporos e as bactérias, bem como reduzir os contaminantes, como os compostos orgânicos voláteis (VOCs). E a partir disso, torna o ar mais limpo e saudável no local.

 

Como o Guardian Safe age?

Os purificadores de ar da linha Guardian Safe utilizam a inovadora tecnologia PHI (foto-hidroionização) que atua na inativação dos micro-organismos presentes no ar e nas superfícies, o que colabora de maneira significativa na qualidade do ar interior dos ambientes.

 

Quais os benefícios do Guardian Safe?

Os componentes do Guardian Safe atuam na proteção dos ambientes e na redução de surtos alérgicos e na redução de doenças respiratórias, como a Covid-19. Além disso, ele atua também sob superfícies sem o uso de produtos químicos e, tudo isso, sem deixar cheiro e alterar a temperatura do ambiente.

 

O Guardian Safe foi feito para quais locais? 

O Guardian Safe pode ser utilizado em qualquer ambiente interno. A sua tecnologia foi projetada para garantir a qualidade do ar em ambientes corporativos e outros de uso coletivo, como restaurantes e ambientes comerciais. Ou seja, a família Guardian Safe foi elaborada para atender a demanda de locais com grande circulação de pessoas. Já para lugares com diferentes características, porém com a mesma necessidade de melhoria da qualidade do ar interior, a família Guardian Safe conta com três modelos de equipamentos: a unidade de purificação de ar portátil (UPA01), que permite mobilidade e flexibilidade; o modelo Split System (SS01), ideal para ambientes com sistema de climatização equipamentos do tipo split/hi-wall; e o Duto System (DS01), indicado para sistemas de ar-central que utilizam dutos para climatização.

 

Como adquirir o Guardian Safe?

O purificador Guardian Safe é um produto exclusivo da Bioseta.

 

 

COVID 19: em quais ambientes a proliferação do vírus é mais perigosa 

COVID 19: em quais ambientes a proliferação do vírus é mais perigosa 

Uma reportagem do Jornalista Marcel Harttman para o Portal Gaúcha ZH, baseada no artigo científico “Mobility network models of COVID-19 explain inequities and inform reopening” (“Os modelos de rede de mobilidade do COVID-19 explicam as desigualdades e informam sobre a reabertura”, em português) da Universidade de Stanford, publicado na revista Nature, em novembro de 2020, sinaliza que alguns estabelecimentos como restaurantes e academias são ambientes que apresentam um maior risco de contágio da Covid-19. Na outra ponta deste estudo, estão lojas de conveniência e concessionárias de automóveis, que representam uma possibilidade de contágio cerca de mil vezes menor.

 

Como foi feito este estudo?

A partir do cruzamento dos dados de localização de 98 milhões de pessoas das 10 maiores cidades americanas com o número de infecções em suas determinadas regiões, foi elaborado um modelo matemático capaz de identificar que restaurantes, academias, cafeterias, hotéis, lanchonetes, igrejas e templos religiosos são os lugares mais propícios à contaminação do vírus.

 

E por que a contaminação tem mais risco em alguns ambientes e menos em outros?

Estabelecimentos como restaurantes, bares e igrejas costumam ter horários de movimento mais intensos, como almoço, finais de semana e cerimônias, respectivamente. Por conta destas características, são criadas aglomerações, mesmo com a aplicação de medidas restritivas. No caso de negócios que servem comida e bebida, este problema é ainda mais acentuado: para poderem ingerir alimentos, os clientes precisam, obrigatoriamente, remover a máscara.

Por outro lado, em concessionárias, por exemplo, o espaço costuma ser extremamente amplo, e o volume de clientes tende a ser menor. Além disso, todo o processo de visita e compra de um automóvel pode acontecer sem que a máscara seja retirada. Tudo isso converge para que este tipo de ambiente seja muito menos suscetível à transmissão de Sars-CoV-2.

 

O que eu posso fazer para que meus clientes e colaboradores estejam menos expostos ao vírus?

Além de seguir todos os protocolos de saúde indicados pela OMS, sua empresa pode ter, agora mesmo, um novo aliado na luta contra o Coronavírus. O serviço de sanitização da Bioseta elimina a carga microbiológica dos ambientes, como ácaros, bactérias, fungos e vírus, inclusive o do Covid-19, pois utiliza alta tecnologia para manter a qualidade do ar interior (QAI), atuando também em superfícies.

Entre em contato com os especialistas pelo e-mail comercial@bioseta.com.br ou pelo telefone 51 3396-6161, e conheça, agora mesmo, mais informações sobre todas os benefícios que a sanitização da Bioseta pode oferecer para o seu estabelecimento, e leve mais segurança para você, seus funcionários e seus clientes.

O mofo pode trazer graves problemas de saúde

O mofo pode trazer graves problemas de saúde

O mofo é uma mancha escura, acinzentada ou esverdeada que se espalha pelas superfícies. Mas nem sempre é visível, podendo ser encontrado dentro de paredes e móveis, atrás do papel de parede e embaixo do carpete. Ele é resultado da reprodução de um dos fungos, que formam colônias e se alastram. Mas você sabe quais as principais causas? Continue a leitura e saiba mais.

 

Causas do mofo

O mofo, nada mais é que um fungo, nos ambientes internos e climatizados os três tipos mais encontrados são o Aspergillus, Cladosporium e Penicillium. Geralmente a sua origem pode ter duas causas.

A primeira é a falta de circulação do ar no lugar. E para resolver, basta abrir as portas e janelas e deixar o ar circular, ou, se for o caso, utilizar um equipamento que realize essa função.

A segunda é a presença de uma infiltração. Neste caso, é necessário identificar o que está provocando a umidade e realizar o reparo.

 

Perigo para a saúde humana

Além de causar danos ao local em que está alojado, o mofo também é prejudicial para a saúde. O sistema que mais sofre é o respiratório, isso porque, os esporos do fungo ficam circulando no ar e acabam sendo inalados.

Segundo especialistas, o mofo é capaz de causar tosse, mal-estar, espirros, entupimento nasal, cansaço, coriza e dificuldade para respirar. Ainda pode desencadear alergias, micose broncopulmonar alérgica, infecções, crises de asma, rinite, sinusite e bronquite e em casos mais graves a pneumonite de hipersensibilidade.

 

Como prevenir

Alguns cuidados podem prevenir o surgimento do mofo:

  • Ficar atento às infiltrações;
  • Manter a casa limpa e bem arejada;
  • Guardar as roupas menos usadas em sacos plásticos e lavá-las a cada 3 meses.

 

A sanitização de ambientes para o combate do mofo

A sanitização é uma das opções para a eliminação do mofo, pois reduz a carga microbiológica do ambiente.  Ou seja, é um processo de limpeza profunda dos ambientes que elimina os micro-organismos, como vírus, alérgenos, fungos e bactérias, promovendo a biossegurança do local.

Entre em contato com nossos especialistas pelo e-mail comercial@bioseta.com.br ou pelo telefone 51 3396-6161 e saiba mais.

Confira os serviços de sanitização oferecidos pela Bioseta 

 

Dia Mundial da Água: Por que celebramos esta data?

Água: Por que esse recurso merece uma data comemorativa?

No dia 22 de março, é comemorado o Dia de um dos principais recursos naturais que possibilitam a vida na Terra: a água. A data tem como objetivo lembrar a importância do uso consciente e da preservação desta substância. Conheça a importância da sustentabilidade.

 

Mas de onde surgiu o Dia Mundial da Água?

A data foi criada em 1992 pela Organização das Nações Unidas (ONU). No mesmo dia, também foi instituída a Declaração Universal dos Direitos da Água. Ambas as ações tinham a função de ressaltar a importância dela para a sobrevivência humana e alertar sobre a necessidade de conservar o recurso.

 

Afinal, por que ter um consumo consciente?

Apesar do que muitas pessoas pensam, a água não é um recurso ilimitado. Estima-se que apenas 0,77% da que existe no planeta esteja disponível para o consumo humano. E, além disso, esta pequena porcentagem está distribuída de forma desigual pela Terra.

 

E qual a função da água no corpo humano?

O nível de água no corpo de um ser humano adulto é de 60% e no de uma criança pode atingir até 80%. O líquido está presente em praticamente todas as funcionalidades do organismo e, também, compõe as células.

Entre as funções está o auxílio na digestão, isto é, transporte de substâncias, como o oxigênio, os nutrientes, os sais minerais e a regulamentação da temperatura corporal.

 

Como saber que estou consumindo uma água de qualidade?

Para garantir uma água de qualidade e própria para o consumo humano, o ideal é utilizar um bebedouro. O equipamento filtra a água recebida pelo galão ou direto da rede, dependendo do modelo, e a torna potável.

No entanto, além da utilização do aparelho, é preciso ficar atento à manutenção dele. Um bebedouro sem a devida limpeza, sem higienização e pouca troca dos filtros pode ter o efeito contrário. E acabar se tornando um propagador de vírus e bactérias. Veja alguns cuidados que se deve ter.

Por isso, para que o bebedouro seja totalmente eficaz, recomenda-se que:

1- O filtro seja trocado a cada seis meses de uso;

2- Esteja atento ao estado das mangueiras do bebedouro e realize a troca assim que elas estiverem gastas;

3- Faça a higienização do equipamento a cada seis meses.

 

E para ajudá-lo a manter a qualidade da sua água, a Bioseta oferece serviço de higienização, troca de filtros e de mangueiras e, também, de controle de qualidade. Confira mais detalhes aqui.

Entre em contato com nossos especialistas pelo e-mail comercial@bioseta.com.br ou pelo telefone 51 3396-6161 e saiba mais.

Como garantir o bom funcionamento do ar-condicionado

Como garantir o bom funcionamento do ar-condicionado

Tem dias, principalmente no verão, que não dá mesmo para abrir mão de um ar-condicionado. O calor da estação provoca um aumento tanto no consumo, quanto na aquisição do equipamento. Uma pesquisa realizada pelo GetNinjas revelou que só no mês de dezembro do ano passado, a procura pelo equipamento cresceu 44%. Mas para garantir o bom funcionamento e evitar complicações de saúde é preciso alguns cuidados.

 

O que um ar-condicionado sujo pode causar

Um ar-condicionado sujo, além de não resfriar corretamente o ambiente, pode ocasionar uma série de problemas de saúde.

Os principais riscos para a saúde são o desencadeamento de doenças respiratórias e o ressecamento do muco pulmonar. Para quem já possui alguma complicação como rinite, asma ou bronquite, as chances de desenvolver crises alérgicas aumentam. Entenda mais sobre a importância de garantir a qualidade do ar.

Com a pandemia da Covid-19, outro questionamento que surgiu foi quanto à utilização ou não de ar-condicionado em ambientes. Para tratar da questão, montamos um e-book que responde a essa pergunta e explica como proceder. Baixe grátis o e-book.

 

Cuidados com o ar-condicionado:

1- Limpe o aparelho e troque o filtro periodicamente

Filtros sujos ou entupidos restringem a passagem do ar, o que ocasiona a diminuição da refrigeração e, assim, o aumento do consumo de energia.

O recomendado é que os filtros sejam limpos pelo menos uma vez por mês. Caso o aparelho fique constantemente ligado, a limpeza deve ocorrer com mais frequência. O processo pode ser feito com o auxílio de uma escova. Já a troca do filtro necessita ser feita de 6 em 6 meses. Confira algumas dicas de como limpar o ar condicionado.

Os filtros ficam localizados na unidade evaporadora que fica na parte interna. Para realizar a manutenção, precisa-se analisar:

  • se o filtro está limpo;
  • se o ventilador está funcionando bem;
  • se a parte externa se mantém limpa;
  • se as aletas de circulação e do trocador de calor apresentam bom funcionamento.

As aletas, que são responsáveis por direcionar o ar, podem ser limpas com um jato de água de baixa pressão ou ar comprimido na direção oposta.

Já a manutenção, na unidade condensadora, precisa acontecer a cada 6 meses, para evitar o acúmulo de poeira, de folhas, ninhos de pássaros, entre outros. Para realizá-la, retira-se o recipiente do aparelho e limpa-o com o maior cuidado.

 

2- Verifique o gás refrigerante

O gás refrigerante é o principal responsável pelo resfriamento do local. Sua função é retirar o calor da unidade evaporadora e o transfere para a condensadora. Caso não haja fluido suficiente, o ar-condicionado não resfria da maneira correta. Por isso, é essencial checar regularmente a quantidade do gás e fazer o reabastecimento, se necessário.

 

3- Verifique o dreno

Outra parte importante do aparelho é o dreno. Ele é responsável por retirar a água da unidade evaporadora. Com o uso, muitas vezes, o dreno fica entupido, o que compromete o processo de resfriamento. Para verificar é simples, basta analisar se a bandeja está acumulando água durante o funcionamento, se estiver, provavelmente, o dreno está bloqueado.

 

4-Realize a sanitização

A sanitização é o processo posterior à limpeza, por isso, não devem ser confundidas. Diferentemente da limpeza, a sanitização é um processo mais profundo, e deve-se contratar uma empresa especializada para realizar, pois cada peça recebe um tratamento específico. Saiba mais sobre a diferença entre cada uma.

 

Com esses cuidados, é possível garantir a qualidade do ar-condicionado e a saúde dos que o utilizam.

A Bioseta oferece o serviço de sanitização de ambientes de acordo com as exigências da ANVISA. Quer saber mais sobre o processo de sanitização do ar-condicionado? Fale com nossos especialistas pelo (51) 3396-6161 ou e-mail: comercial@bioseta.com.br.

Importância de Manter o Bebedouro Limpo

Um bebedouro é uma fonte de água limpa e saudável para toda a família, mas, sem os cuidados corretos, pode se transformar em um reduto de sujeiras. E a consequência do acúmulo desses resquícios é a proliferação de vírus e bactérias que podem ser prejudiciais à saúde. Por isso, neste post, explicamos a importância de manter o seu bebedouro limpo e tomar os tendo os devidos cuidados.

 

Tipos de bebedouro

Antes de comprar o seu bebedouro, é necessário averiguar qual o tipo que melhor atende às suas necessidades. Existem diferentes tipos, mas os dois mais comuns são:

 

Galão: O reservatório de água é em um galão externo que necessita ser abastecido.

Pressão: É abastecido diretamente pelo encanamento e possui um sistema próprio de filtragem e serpentina para a água sair filtrada e gelada.

O que eu preciso saber na hora de utilizar um bebedouro?

 

Garrafão:

 

  1. Escolha uma água de boa qualidade e opte pela compra de marcas conhecidas. Outra dica é ficar atento aos elementos que compõem o líquido como:
  • PH – possui algumas variantes, mas o ideal é que esteja entre 7 e 9,5, mais alcalino.
  • Potássio e Cálcio – fazem bem ao organismo, então não há restrições quanto à quantia.
  • Magnésio – é preciso ficar atento à presença de Magnésio, pois o componente pode ocasionar dificuldades intestinais.
  • Sódio – em excesso aumenta a pressão. Por isso, caso haja mais de 200 miligramas por litro, o termo “contém sódio” precisa estar na embalagem. O recomendado é optar por produtos com menos concentração desse mineral.
  • Bário e Nitrato – segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Bário e o Nitrato são químicos prejudiciais ao organismo. Então, precisam aparecer em quantias bem abaixo de 0,7 mg/l e 50 mg/l, respectivamente.

 

  1. Ao trocar o garrafão, cuide com a limpeza externa, esteja sempre com as mãos limpas e higienizadas, certifique que o bebedouro esteja limpo.

 

Pressão:

1- Mantenha a limpeza externa adequada.

2- Não instale esse tipo de bebedouros em locais que tenha muita circulação de vento, poeira, sujeira, pois pode contaminar de forma externa o bebedouro.

3- Verifique se o seu bebedouro possui filtro, esteja atento às trocas periódicas que deverão ser realizadas. Na época de inverno, por exemplo, é recomendado que a troca seja feita a cada 6 meses. Isso pode variar de acordo com a qualidade da água de abastecimento.

 

Higienização do bebedouro

Além da limpeza periódica, a higienização com troca de filtros e/ou elementos filtrantes, mangueiras e a realização do controle bacteriológico dos equipamentos são necessários para o bom funcionamento da máquina e deve ser feita a cada seis meses. Saiba mais sobre higienização.

 

A Bioseta oferece o serviço de higienização de bebedouros que garante a qualidade da sua água. Quer saber mais sobre o processo? Fale com nossos especialistas pelo (51) 3396-6161 ou e-mail: comercial@bioseta.com.br.

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Pragas em Grãos – os prejuízos que podem ser evitados

Imagine que você trabalhou duro para acertar a receita perfeita de um novo biscoito. Investiu em equipamento, ampliou equipes e investiu pesado em marketing. Tudo certo! Até que você percebe que os grãos armazenados ou a farinha a ser utilizada estão infestados de insetos. E pior: pode ser que parte dos biscoitos já vendidos e entregues tenham ovos e larvas que você não viu. O resultado é a perda de qualidade no produto, diminuição do preço de venda, queda de credibilidade com seus clientes e enormes prejuízos financeiros. O prejuízo causado pelas pragas em grãos podem ser evitados. E para não vivenciar essa situação, em primeiro lugar, vamos entender como isso aconteceu e como evitar. Neste texto, iremos abordar 3 tópicos:

– O que são as pragas em grãos?

– Como surgem as pragas em grãos?

– Como evitar infestações de pragas em grãos?

 

O que são as pragas em grãos?

São infestações de insetos que ocorrem em grãos ou em produtos armazenados. Elas podem começar durante a armazenagem industrial, no transporte ou, até mesmo, na casa do consumidor.

De forma geral, essa contaminação não causa problemas à saúde das pessoas, porém causa sérios prejuízos, tanto financeiros quanto de imagem perante o cliente.

Com isso, podemos dividir em três tipos de pragas: pragas primárias internas, pragas primárias externas e pragas secundárias.

Pragas Primárias Internas: atacam grãos sadios e inteiros, alimentando-se do interior dele.  Perfuram o grão e penetram para desenvolver seu ciclo.

Pragas Primárias Externas: atacam grãos sadios e inteiros, alimentando-se do seu exterior, ou casca, porém não utilizam o interior do grão para o seu desenvolvimento.

Pragas Secundárias: atacam grãos quebrados, danificados ou, até mesmo,  são eliminadas por pragas primárias, e podem causar grandes prejuízos, pois se multiplicam rapidamente.

 

Como surgem as pragas em grãos?

A presença de insetos é uma constante, principalmente, em países tropicais. Mas existem fatores que facilitam o aparecimento das infestações, como por exemplo:

– Limpeza precária na unidade armazenadora;

– Desconhecimento da planta de armazenagem, permitindo que pontos de entradas dos insetos não sejam identificados;

– Pouco ou nenhum controle de pragas;

– Falta de identificação e de conhecimento sobre insetos e seus comportamentos;

– Falta de controle de higienização de unidades transportadoras (principalmente caminhões).

 

– Como evitar infestações de pragas em grãos?

A primeira opção, além de combater os itens citados acima, é o expurgo de grãos, pois também ajuda a evitar as infestações.

Ele pode ser feito com fosfina ou com ozônio e sempre é necessário atentar às normas de recomendação de cada produto, quais seus benefícios e desvantagens. Neste momento, consultar um profissional ou empresa especializada é o melhor caminho, pois além da aplicação do expurgo, o terceirizado contratado poderá ser capaz de identificar pontos de acesso dos insetos, assim como outros problemas.

Da mesma forma, é importante compreender que todas as medidas, incluindo o expurgo, são complementares entre si. Portanto, deve-se implementar o maior número de controles possíveis para evitar infestações.

Se tiver dúvidas, converse com nossa equipe e entenda melhor sobre o assunto.

Para saber como a Bioseta executa o expurgo de grãos, basta clicar aqui: https://www.bioseta.com.br/expurgo-de-graos/

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Embalagem de madeira para exportação condenada? Saiba o que fazer

Embalagens de madeira condenada na importação, e agora?

No comércio internacional, é necessário seguir uma série de regras para que o processo de importação e de exportação seja realizado de acordo com a legislação dos países. Nos casos de mercadorias que estão acondicionadas em embalagens de madeira, é importante ter um cuidado redobrado. Isso porque se a madeira não passa por tratamento fitossanitário na origem, há o risco de que ela seja condenada, o que traz inúmeros contratempos. Quer saber mais? Continue a leitura e fique por dentro do que fazer com a embalagem de madeira para exportação condenada.

Afinal, o que é madeira condenada?

Boa parte das importações que chegam ao nosso país estão acondicionadas em embalagens de madeira. Consequentemente,  demanda o monitoramento contínuo para o combate do risco da introdução e da disseminação de pragas quarentenárias no país. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) conta com o auxílio da Instrução Normativa nº 32/2015 que está em vigor desde fevereiro de 2016.

Nos casos de uso da madeira como embalagem, há o risco da presença de pragas quarentenárias, para evitar a disseminação de pragas entre os países, a Norma Internacional de Medidas Fitossanitárias (NIMF 15)/FAO e a Instrução Normativa 32/MAPA estabelecem que o tratamento fitossanitário e a certificação das embalagens devem ser realizados na origem, ou seja, no país exportador.

No entanto, há casos em que as embalagens podem ser condenadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) por apresentarem inconformidades. Isso acontece pela falta de atendimento aos requisitos da legislação internacional e nacional, dentre as quais podemos citar como as mais comuns:

  • Ausência ou ilegibilidade da marcação internacional nas embalagens de madeira;
  • Presença de pragas quarentenárias vivas;
  • Sinais de infestação ativa de pragas;
  • Presença de casca ou de mofo.

Tais inconformidades podem acarretar no rechaço da carga, ou seja, em seu retorno para o local de origem, desse modo, para evitar tal inconveniente e grandes prejuízos, uma das soluções mais recomendadas é a incineração da madeira de importação.

 

O que é feito quando a madeira é condenada?

Nos casos em que é constatada a presença de qualquer tipo de praga, vestígios, galerias ou cascas, o MAPA poderá solicitar o rechaço da carga, o que acarreta em grandes prejuízos ao importador.

Neste caso, a alternativa mais indicada é a incineração, em que as embalagens condenadas são substituídas por novas e, assim, o importador poderá ter acesso aos produtos importados. As embalagens condenadas deverão ser incineradas em uma empresa credenciada junto ao MAPA.

Quando se tem esse tipo de situação, a empresa importadora deverá assinar um termo de compromisso e destinar toda a madeira para incineração. Este termo de compromisso terá sua baixa realizada a partir da apresentação da declaração de destruição das embalagens por incineração.

 

Mas como realizar a incineração se a indicação é de rechaço da carga?

 A alternativa de destruição das embalagens é estabelecida no artigo 46 da Lei 12.715/2012 (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12715.htm), também conhecida como “lei do rechaço” que cita diferentes procedimentos para a “carga” e para a “embalagem”, como podemos ver:

Art. 46. O importador de mercadoria estrangeira cuja importação não seja autorizada por órgão anuente com fundamento na legislação relativa à saúde, metrologia, segurança pública, proteção ao meio ambiente, controles sanitários, fitossanitários e zoossanitários fica obrigado a devolver a mercadoria ao exterior, no prazo de até 30 (trinta) dias da ciência da não autorização. (Redação dada pela Lei nº 13.097, de 2015) 

(…) § 3º As embalagens e as unidades de suporte ou de acondicionamento para transporte que se enquadrem na tipificação de não autorização de importação prevista no caput estão sujeitas à devolução ou à destruição de que trata este artigo, estejam ou não acompanhando mercadorias e independentemente da situação e do tratamento dispensado a essas mercadorias. (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13097.htm#art9)

Ficou com alguma dúvida? Converse com um de nossos especialistas, clique aqui https://www.bioseta.com.br/contato/ e saiba como podemos auxiliar.

Pombos podem ter controle populacional

Os pombos da espécie Columbia livia são originários da Ásia Ocidental. Eles foram trazidos para o Brasil no século XIX por ordem de Dom João VI para enfeitar a cidade. Sem controle populacional e com a boa adaptação às cidades brasileiras, tornaram-se uma praga urbana. Por isso, a legislação brasileira atual permite a realização do controle populacional. Leia a nossa matéria e conheça alguns dos métodos utilizados.

Risco à saúde

A falta de predadores também contribui para a proliferação do animal e das enfermidades que transmite. As fezes dos pombos podem ser prejudiciais para a população, pois são transmissoras de doenças como Criptococose, Histoplasmose, Ornitose, Salmonelose, Dermatites e alergias em geral.

De acordo com o artigo 5º da Instrução Normativa n.º 141/2006 do Ibama, o Columbia livia é classificado como fauna sinantrópica nociva, ou seja, é um animal passível de controle, assim como roedores urbanos e diversos insetos. 

Como é feito o controle

No Brasil, ainda não existe nenhum produto capaz de fazer de forma segura o controle populacional. Sendo assim, a atividade deve ser feita por empresas especializadas no controle de pragas e que tenham em seu quadro técnico profissionais habilitados para esta prática, conforme prevê as demais legislações em vigor. 

Com isso, a contenção da ave é feita por meio de ações que impeçam seu pouso e nidificação, com alterações nas estruturas prediais ou instalação de repelentes eficazes. Conheça as principais alternativas neste sentido. 

  • Gel repelente

O gel repelente forma uma camada pegajosa que causa grande incômodo quando os pombos pousam na superfície. O produto não é tóxico e deve ser aplicado periodicamente, em especial após chuvas, pois a água o remove. Em locais cobertos, a recolocação deve ser feita depois de alguns meses para a limpeza, a fim de garantir a eficácia. 

  • Espículas de plástico ou metal

São utilizadas como barreiras físicas para evitar que os pássaros pousem ou construam ninhos. Sua eficácia está atrelada à forma como são instaladas, distância entre elas e o tamanho da espícula. Geralmente, as espículas plásticas apresentam menor durabilidade, pois podem ressecar quando instaladas em locais expostos à luz do sol e intempéries.

  • Passarinheiras

As passarinheiras são colocadas no vão inferior das telhas. Elas evitam que os pássaros em geral e até morcegos entrem no vão entre o telhado, as lajes e os forros. A desvantagem das passarinheiras é que não eliminam os pontos de apoio externos dos pombos. 

  • Repelente sonoro

Esse tipo de aparelho emite uma frequência de 20 kHz que causa incômodo aos pombos por meio das ondas propagadas pelo ar que vão até os seus órgãos sensoriais. As desvantagens deste tipo de equipamento são que as ondas são prejudiciais para cães, gatos e algumas pessoas. E geralmente, as aves se acostumam com sons, o que faz com que este método, tenha custo elevado e duração de curto prazo.

  •  Redes ou telas de proteção

As telas de proteção são ideais para impedir a entrada dos pombos pelas sacadas, janelas e outras aberturas. O investimento é considerado de médio a alto, pois, muitas vezes, sua instalação está atrelada ao trabalho e à altura, com instalação de andaime, aluguel de plataforma elevatória e mão de obra especializada.

  • Sistema de repelência eletromagnética | Alta eficácia:

O sistema produz um campo eletromagnético pulsante que causa desconforto e desorientação nos pombos. Isso faz com que eles se sintam ameaçados e abandonem o local infestado. Esse método de repelência de pombos não é prejudicial para os seres humanos, não faz uso de produtos químicos e também não interfere nos sistemas de comunicação e rede Wi-Fi.

Quer saber mais sobre o Sistema de Repelência Eletromagnética de Pombos? Clique AQUI!

Prejuízos causados pelos pombos nas empresas e indústrias

O aumento da área urbana e o desmatamento constante das áreas verdes faz com que as cidades acabem se tornando o habitat de vários animais, como os pombos que habitam os centros das cidades e estruturas de empresas, indústrias e locais abandonados. Esses animais, quando se alojam em empresas e indústrias, por exemplo, podem ocasionar danos gravíssimos nos empreendimentos.

Quais os principais prejuízos que os pombos causam nas empresas?

A presença de pombos é prejudicial tanto nos centros urbanos como nas empresas, uma vez que é comum que eles entrem em locais como as áreas de carga e descarga e nos telhados. Quanto aos prejuízos que esses animais trazem para os estabelecimentos, tem-se como principais os seguintes:

  • Péssimo aspecto visual e de higiene, devido aos dejetos que ficam espalhados no chão e nas estruturas;
  • Deslocamento e estrago de telhas;
  • Bloqueio de calhas;
  • Dificuldades na emissão de alvarás;
  • Inconformidades durante as inspeções de saúde sanitária;
  • Construção de ninhos que favorecem a reprodução e permanência de pombos;
  • Corrosão dos materiais de construção utilizados nas instalações, e dos utilizados para as atividades laborais, uma vez que as fezes são muito ácidas e capazes de estragar todo o tipo de material;
  • Contaminações graves em indústrias farmacêuticas e de alimentos;
  • Doença do pombo;
  • Problemas respiratórios em funcionários, além de outras doenças que podem ser consideradas ocupacionais, gerando passivos.

Por serem portadores de pulgas, ácaros, carrapatos, piolhos e outros insetos, os pombos também podem representar sério risco para a saúde dos colaboradores, o que pode resultar em problemas trabalhistas devido à insalubridade do ambiente, além de casos de óbito em decorrência da doença do pombo. Desse modo, é essencial que sejam adotadas medidas de controle de pombos para garantir o afastamento desses animais.

Como é possível evitar a presença de pombos nas empresas?

Assim como os humanos, os pombos precisam de três fatores para sobreviver: água, alimento e abrigo. Diante disso, é comum e natural que eles vivam próximo dos locais que forneçam condições de sobrevivência, seja nas frestas, sótãos, porões, ou até mesmo nos restos de comidas que estão em sacos de lixo mal fechados.

Para os locais de grande porte como as empresas, uma alternativa é optar pelo sistema de repelência eletromagnética de pombos.  Esse sistema gera um campo eletromagnético sentido apenas no animal fazendo com que eles se afastem do local infestado.

A repelência eletromagnética espanta e afugenta os pombos, não utiliza nenhum tipo de veneno, não tem cheiro e não é prejudicial aos seres humanos e animais domésticos. Além disso, o sistema não emite ruídos sonoros perturbadores e não interfere nos sistemas de comunicação e redes Wi-Fi.

De maneira geral, uma das principais alternativas para evitar casos de infestação de pombos é não ofertar alimentos aos animais. Pelo fato deles apresentarem excelente estratégia de adaptação, resultado do processo de seleção natural, que faz com que eles retornem para os locais, o que não acontece nos casos em que se tem a aplicação de soluções mais eficazes como a repelência eletromagnética. 

Quer conhecer a eficácia de outros métodos utilizados para repelir pombos? Clique AQUI e faça o download gratuito do nosso e-book “Repelência de pombos: Conheça os principais métodos”.

Doença do pombo: o que é e quais os riscos?

Os pombos são animais sinantrópicos que se adaptam com facilidade à poluição, ao barulho e à movimentação das cidades. Com isso, eles fixam moradia em edificações onde costumam fazer os seus ninhos em telhados, forros, caixas de ar-condicionado, marquises e torres de igrejas. Por serem animais com instinto dócil, muitas pessoas costumam alimentá-los com restos de comida, pão e milho, o que favorece a infestação desses animais. Apesar de parecerem inofensivos, eles são os responsáveis por transmitirem a doença do pombo que pode levar à morte.

Mas afinal, o que é a doença do pombo?

Além de deixarem as estruturas sujas e com um péssimo aspecto visual, eles podem transmitir a doença do pombo aos humanos. Essa doença, chamada de criptococose, é causada por fungos que se proliferam nas fezes destes animais. No momento em que os dejetos secam, os fungos viram uma poeira que é inalada sem que a pessoa perceba. Essa poeira se instala no pulmão e se espalha pelos órgãos até chegar ao cérebro.

Inicialmente, os sintomas da doença do pombo podem ser confundidos até com os da gripe. Conforme o Ministério da Saúde, quando os pacientes chegam aos hospitais para internação, eles já têm apresentado os sintomas de três semanas a três meses, em média. De maneira geral, os principais indícios da ocorrência da doença do pombo são os seguintes:

  • Dor de cabeça;
  • Febre;
  • Cansaço;
  • Náuseas;
  • Vômito;
  • Falta de ar;
  • Dor no peito;
  • Suor noturno;
  • Alteração na visão.

Além desses sintomas, com o avanço da doença, o indivíduo pode vir a ter formigamento nos braços e nas pernas, confusão mental e entrar em coma. O diagnóstico da doença é feito de maneira clínica e laboratorial.

Como é possível se prevenir da doença do pombo?

Pelo fato dos pombos serem dificilmente caçados por outros animais, a sua população cresce muito rápido e isso se tornou um grande problema de saúde que, apesar de não ser contagiosa, pode levar ao óbito como nos casos ocorridos neste ano em São Paulo e que vitimaram dois homens.

A partir de medidas simples e diárias, é possível evitar o desencadeamento dessa doença, bem como evitar a infestação de pombos.

  • Nunca alimente os pombos;
  • Retire ninhos e ovos que possam ser desses animais;
  • Coloque telas em varandas, janelas e caixas de ar-condicionado;
  • Guarde o lixo em recipientes bem fechados;
  • Vede buracos ou vãos entre paredes, forros e telhados;
  • Utilize grampos em beirais/calhas para evitar que os pombos pousem;
  • Não deixe restos de alimentos em locais de fácil.

É muito importante que se tenha o controle de pombos dentro do espaço urbano, fazendo com que eles procurem locais que sejam o seu habitat natural e com alimentação correta. Um pombo costuma viver dentro das cidades em média 4 anos, já no seu ecossistema, ele pode viver até 15 anos.

Vale ressaltar que, por serem animais muito inteligentes e com estratégia adaptativa de seleção natural, os pombos escolhem os lugares para morar e por mais que se dispersem do grupo, voltam para o abrigo onde encontram proteção, alimento e membros do seu bando.

A presença constante desses animais pode ser solucionada a partir da repelência de pombos. Se interessou pelo assunto? Clique AQUI e faça o download gratuito do nosso ebook “Repelência de pombos: custos e eficácia” e fique por dentro do tema.

Importância da Qualidade do Ar Interior

A “Qualidade do Ar Interior” refere-se à qualidade do ar em prédios, edifícios e outras construções. Nas últimas décadas, a concentração de alguns poluentes aumentou em decorrência da construção de edifícios com alta eficiência energética, com a mecânica insuficiente para garantir as trocas, a renovação de ar adequadas e a maior aplicação de materiais de construção sintéticos.

O processo é importante para diminuir o impacto de uma série de complicações decorrentes da poluição do ar. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária é o órgão que estabelece os padrões da qualidade do ar em ambientes climatizados de uso público ou coletivo por meio da RESOLUÇÃO-RE nº 9, 2003.

Causas da má qualidade do ar

Grande parte dos poluentes que causam a má qualidade do ar se origina de fatores internos, mas alguns deles podem ser de origem externa. A contaminação do ar por fatores externos pode ocorrer pelas portas e janelas abertas, frestas e rachaduras estruturais, sistema de ventilação que não filtram o ar e sujidades transportadas nos sapatos. Além de se inserir por meio das fundações dos edifícios.

O clima externo, a taxa de renovação do ar, as condições meteorológicas e o comportamento do ocupante nas situações também têm influência na qualidade do ar interno.

Os poluentes mais típicos e que requerem preocupação são:

– Subprodutos da combustão, como monóxido de carbono, partículas e fumaça de tabaco ambiental;

– Substâncias de origem natural, como radônio, pelos de animais e mofo;

– Agentes biológicos, como bolores;

– Pesticidas, chumbo e amianto.

Consequências da má qualidade do ar

Os poluentes podem afetar a saúde das pessoas que vivem na edificação. Os principais efeitos colaterais da poluição do ar interno são:

– Fadiga;

– Sonolência;

– Falta de disposição;

– Dificuldade de concentração;

– Dores de cabeça;

– Náuseas;

– Desconforto ocular;

– Desconforto olfativo;

– Desconforto térmico;

– Doenças respiratórias.

A Síndrome do Edifício Doente (SED) é uma consequência sofrida pelos moradores de uma edificação climatizada. Eles geralmente apresentam sintomas que persistem por mais de duas semanas e que somem logo após deixarem o local.

Como garantir a qualidade do ar interior

Para garantir a qualidade do ar no interior do edifício é necessário realizar uma avaliação biológica e físico-química do ar de ambientes climatizados artificialmente, seja a partir da utilização de ar-condicionado ou de outros sistemas de climatização.

A partir de uma análise minuciosa, é possível identificar concentrações dos agentes poluentes que estão afetando o ambiente. Tornando, assim, plausível inserir medidas de controle que tornem o ambiente mais limpo e saudável com a redução dos riscos de transmissão de doenças respiratórias, de pele, oculares, entre outras.

Por isso, a Bioseta conta com uma equipe técnica preparada para a função. Além de oferecer serviços específicos para qualidade do ar interior, elaboração e emissão do PMOC com ART, higienização de sistemas de climatização (ACJ, splits, centrais e evaporativos), sanitização do ar interior dos ambientes, higienização de dutos de distribuição de ar-condicionado, higienização de coifas em estabelecimentos do ramo alimentício e análise da qualidade do ar interior.

Confie em quem tem mais de 30 anos de experiência. Clique AQUI e fale com um de nossos especialistas para saber como podemos auxiliar na manutenção da qualidade do ar interior dos seus ambientes.

Tudo sobre Sanitização

A sanitização de ambientes é um conjunto de serviços que se complementam e promovem a redução da carga microbiológica, ou seja, da quantidade de micro-organismos como as bactérias, os vírus, os fungos e também os ácaros, o que promove a biossegurança dos ambientes. No texto de hoje, vamos explicar tudo sobre sanitização. Está preparado?

Ao contrário do que muita gente pensa, sanitização e limpeza não são sinônimos. A limpeza é a remoção das sujeiras visíveis. É aquela feita em casa, com desinfetantes. Já a sanitização é o processo de redução de bactérias e de micro-organismos até um nível considerado seguro pelos órgãos de saúde pública. O foco da sanitização não é apenas deixar o ambiente limpo, mas garantir a sua biossegurança.

A Bioseta realiza os seguintes tipos de sanitização:

Vantagens

O processo traz diversas vantagens como deixar o ambiente mais seguro e saudável, prevenir doenças respiratórias, reduzir os micro-organismos presentes no ambiente e proporcionar mais saúde e bem-estar para todos.

Eficácia

Por ser realizada com produtos registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), a sanitização é eficaz na eliminação de micro-organismos como bactérias, fungos, vírus e ácaros.

O único ponto de atenção é quanto à validade. Muitos comercializam a sanitização com prazo de validade, o que não é correto, porque, apesar de ser muito bom para a desinfecção dos ambientes, não tem efeito residual, ou seja, não protege o ambiente de novas contaminações, no caso de alguém vir a entrar no ambiente e esteja com o vírus. Por isso, a recomendação é que os serviços sejam realizados com frequência, pois ela complementa os processos de limpeza tradicionais, promovendo um ambiente mais seguro para os usuários.

Para que a sanitização tenha um bom resultado, também é indicado que seja feito um planejamento, levando em consideração algumas variáveis e grau de risco, como:

  • Utilização dos locais: é a função dada ao local, por exemplo, academias e restaurantes têm utilização e representam riscos completamente diferentes das residências;
  • Rotatividade de pessoas: locais de uso coletivo, como bancos, restaurantes, academias e escolas, por exemplo, recebem um grande número de pessoas;
  • Tipos de superfícies: superfícies lisas e fixas, como paredes, mesas e locais de contato compõem um grupo de risco diferente de objetos porosos, como tapetes e carpetes, por exemplo.

Como fazer

 É importante ressaltar que a sanitização deve ser feita exclusivamente por profissionais qualificados e devidamente licenciados para a tarefa.

Após o processo, o cliente deve exigir o Certificado de Sanitização. O documento garante que a tarefa foi realizada de maneira segura e de acordo com a legislação ambiental. Por isso, é muito importante que a certificação seja adequada, contendo os ativos e o nome comercial dos produtos utilizados, locais onde foram realizados os processos, o nome e o número de registro do responsável técnico junto ao seu conselho (CRBIO, CRQ, CREA, etc.).

Vale lembrar que os ambientes só ficam sanitizados por completo, quando também é feita a sanitização dos aparelhos de ar-condicionado, isso porque, quando o equipamento não é higienizado, as partículas que são nocivas à saúde ficam retidas no aparelho que, quando ligado, acaba dispersando nos ambientes essas partículas. O que faz com que o efeito da sanitização no ambiente perca totalmente a sua eficácia.

Comex: quais os principais empecilhos para exportação?

A economia de um país gira em torno de diferentes aspectos e um deles é o do processo de exportação. No entanto, para que as exportações sejam realizadas de maneira assertiva e sem maiores custos, riscos e passivos, é imprescindível seguir normas, regras e leis que determinam como deve ser esse processo no país de recebimento. E você, tem noção de quais são os principais empecilhos que podem travar uma exportação? Continue a leitura e saiba mais!

Antes de tudo, o que é considerado exportação?

Exportação é a atividade de venda, envio de produtos, bens e serviços de um determinado país para outro. Ou seja, ela significa a saída de um produto ou serviço nacional com destino a outra nação.

No que diz respeito aos formatos de como são realizadas as exportações, eles são definidos pelas legislações do país emissor que é o que está exportando. No Brasil, a exportação brasileira conta com o órgão legislador MDIC, que é o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Atualmente, o Brasil conta com o “Novo processo de exportação”, o qual trouxe muito mais agilidade aos processos, visto que antigamente o tempo médio era de 13 dias e hoje em dia são 8, claro que esses prazos dependem do tipo de produto a ser exportado e o modal utilizado.

Um dos pontos positivos desse processo é a redução do número de documentos por meio da implementação da DU-E (Declaração Única de Exportação) que substituiu o antigo RE (Registro de Exportação), a DE (Declaração de Exportação) e a DSE (Declaração Simplificada de Exportação).

Para saber mais sobre o Novo Processo de Exportação, confira o vídeo na TV Receita:

O que pode ser considerado empecilho para uma exportação?

Pelo fato do processo de exportação romper barreiras geográficas e adentrar em um outro país com produtos, bens e serviços dos mais diferentes tipos, muitos detalhes devem ser percebidos com atenção por parte da empresa que está realizando a exportação.

Em relação aos principais tipos de empecilhos que podem prejudicar o processo de exportação, temos os seguintes:

Empecilhos enfrentados pelo exportador:

  • Ausência de cultura exportadora;
  • Falta de recursos financeiros e de estrutura interna adequada para gerenciar a internacionalização;
  • Desconhecimento das principais problemáticas da exportação;
  • Desconhecimento dos chamados INCOTERMS (International Commercial Terms / Termos Internacionais de Comércio), que tem a função de definir as obrigações e as responsabilidades do exportador e do importador (entrega, frete, seguro, etc.), essenciais para ficar clara a alocação dos custos e dos riscos no processo.

Empecilhos do país exportador:

  • Instabilidade econômica;
  • Excesso de regulamentações;
  • Políticas cambiais inadequadas;
  • Custos financeiros elevados.
  • Falta de estrutura / estrutura precária logística;
  • Ausência de incentivos fiscais para a exportação;
  • Ausência de acordos e parcerias/relacionamentos comerciais com outros países.

Empecilhos do importador:

  • Falta de profissionalismo;
  • Ausência de estrutura para o recebimento e o manuseio da mercadoria.
  • Desconhecimento da legislação e exigências.

Empecilhos do país importador:

  • Impostos de importação;
  • Procedimentos de homologação de produtos;
  • Exigências de inspeção prévia no embarque dos produtos;
  • Diferenças culturais;
  • Proteção da indústria local;
  • Barreiras sanitárias e fitossanitárias;
  • Instabilidade política e cambial;
  • Altos custos tarifários;
  • Estrutura logística precária para o recebimento e o escoamento dos produtos.

 

Ademais a essas barreiras que podem vir à tona na exportação, há outros pontos que merecem destaque e que, muitas vezes, causam entraves para a economia dos países e dos exportadores, como:

  • Localização geográfica que pode trazer custos elevados de transporte;
  • Política cambial;
  • Leis sanitárias e fitossanitárias com muitos entraves na hora de identificar a equivalência dos processos de verificação sanitária;
  • Legislação antidumping, ou seja, vender no exterior a um preço menor do que no mercado interno;
  • Imposição de valores mínimos;
  • Embargos, muitas vezes, de cunho político ou de retaliação;
  • Acordos bi ou multilaterais com outros países;
  • Pressão dos sindicatos que, muitas vezes, boicotam os produtos importados, entre outros.

Para evitar contratempos e barrar eventuais empecilhos de exportação, o ideal é avaliar todo o processo de exportação, avaliar as possibilidades da empresa em diferentes aspectos, estudar o mercado, como o produto a ser exportado é visto no país de destino e conhecer de maneira completa todas as leis, normas e regras tanto do país de origem quanto as de destino.

Dentro deste contexto também é válido contar com o auxílio de profissionais que sejam especializados em comércio exterior, para que se tenha uma assessoria completa e evitar riscos e passivos.

Conheça os serviços oferecidos pela Bioseta relacionados à exportação e importação

Controle e Prevenção de Pragas Quarentenárias

A agricultura é uma das bases da economia mundial, pois a partir dela se produzem alimentos e muitos produtos primários utilizados pelas indústrias, comércio e setor de serviços. Por isso é de extrema importância um olhar crítico e o adequado controle quando se refere às pragas quarentenárias, porque sua disseminação coloca em risco o agronegócio e os ecossistemas, podendo gerar graves prejuízos econômicos e ambientais.

O que são pragas quarentenárias?

Praga quarentenária é todo organismo de natureza animal e/ou vegetal, que estando presente em outros países ou regiões, mesmo sob controle permanente, constitui ameaça à economia agrícola do país ou região importadora exposta.

As pragas quarentenárias são classificadas em:

  • Pragas ausentes: são aquelas que ainda não foram relatadas oficialmente no país;
  • Pragas presentes: são pragas que já estão presentes no território nacional, independente de menor ou maior grau.

Quais riscos as pragas quarentenárias podem trazer?

As pragas quarentenárias podem atacar e dizimar culturas inteiras de um país do qual elas não são originárias, ou seja, estrangeiras. A simples presença de pragas quarentenárias em determinado local pode comprometer a comercialização de produtos e ser uma barreira às exportações.

Cada praga apresenta riscos diferenciados em razão de suas características (reprodução, sobrevivência, capacidade de dispersão, etc.) e, por isso, são necessárias ações específicas de controle.

Como funciona o controle de pragas quarentenárias?

As melhores estratégias variam de acordo com a sua classificação, se forem pragas ausentes, as melhores estratégias são as ações preventivas, isso envolve barreiras fitossanitárias e controles físicos. Se for pragas presentes, as estratégias podem ser controles físicos e químicos.

O tratamento fitossanitário é um procedimento especial para o controle de pragas fitossanitárias quarentenárias e tem o objetivo de garantir a segurança de produtos vegetais e subprodutos de madeira.

Conheça o que é e como funciona o tratamento fitossanitário.

A Bioseta conta com licenciamento ambiental junto à FEPAM, bem como autorização do MAPA para realizar o tratamento de embalagens para exportação no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina com eficiência e qualidade.

Quer saber mais sobre pragas quarentenárias e como evitar? Fale com nossos especialistas pelo (51) 3396-6161 ou e-mail: comercial@bioseta.com.br.

Fonte: https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/57616755/video-orienta-sobre-controle-e-prevencao-de-pragas-quarentenarias

Como Limpar a Casa de Praia Para Aproveitar o Verão

Verão e férias é tudo de bom, né? Malas prontas, partiu praia! Mas uma das primeiras dúvidas que vêm à cabeça é: como está a limpeza da casa da praia?

Como é um lugar de uso sazonal, é natural que a limpeza não esteja em dia. Então separamos 5 pontos principais para ajudá-lo (a) a aproveitar melhor o verão, reduzindo riscos para a sua saúde.

Mofo

Infelizmente, ele é uma presença constante em locais fechados e com pouca circulação de ar e iluminação. O mofo pode aparecer nas paredes, nas roupas e até no sofá. A limpeza com água sanitária ou produtos específicos, conforme o local mofado, são as medidas mais recomendadas. Se possível, deixe sempre as portas dos roupeiros abertas e faça uso de desumidificadores.

Insetos

Seja pela grama alta, seja pela casa fechada, a questão é que provavelmente eles estarão presentes quando você for para a casa de praia. A desinsetização antes do uso é o caminho recomendado, pois além de garantir que você não terá problemas desagradáveis durante sua estada, ela ainda tem longa durabilidade. Além disso, mantenha gramas aparadas e jardins bem cuidados e evite deixar lixo ou alimentos nos armários, enquanto a casa estiver fechada.

Uma dica importante aqui é cuidar com os mosquitos, insetos muito comuns por causa do calor. O ideal é ter telas de proteção nas aberturas da casa, usar repelente, e claro, evitar água parada. Na Bioseta, temos um dispenser automático capaz de eliminar o mosquito e evitar contaminações.

Conheça o dispenser automático contra mosquitos

Maresia

Um dos grandes vilões das casas de praia é a maresia. Além de estragar móveis e eletrodomésticos, acaba também favorecendo o aparecimento de mofo. Neste caso, as medidas são mais paliativas, em que o correto é buscar utensílios de aço inox (mais resistentes à maresia) e tentar proteger os eletrodomésticos com capas ou similares durante as longas ausências.

Piscina

Embora o mar esteja perto, há muita gente que prefere ter uma piscina em casa. Então é importante mantê-la coberta durante a ausência para evitar proliferação de mosquitos. Na hora da limpeza para uso, além do cloro, existem filtros automáticos que ajudam a remover sujidades e também na diluição do próprio cloro.

Contaminação COVID-19

Ainda não superamos a pandemia e a casa de praia é também sinônimo de reunir a família e amigos. Então é importante manter todas as medidas recomendadas no combate ao Coronavírus. Caso a residência também seja compartilhada por pessoas diferentes em períodos distintos, é importante realizar a higienização da casa a cada troca de visitantes. Assim, você garante um ambiente mais seguro para você e sua família.

Agora é preparar o protetor solar, a cadeira e aproveitar com cuidado, respeitando todos os protocolos estabelecidos 😉

Excrementos estão por trás da alergia a ácaros

Os ácaros são tão pequenos que não podemos enxergá-los a olho nu. Estima-se que se tenha, aproximadamente, 55 mil espécies de ácaros. Apesar de apresentarem cerca de 300 micrômetros, eles são os responsáveis por causar alergias e diferentes tipos de doenças respiratórias. Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura e fique por dentro!

O que são os ácaros?

Ácaro é o nome dado aos animais da subclasse, Acari, da classe dos aracnídeos, do filo artrópode. Por ocuparem um grande número de habitats, eles são os principais criadores de substâncias que causam alergias nos mais diferentes ambientes. Isso, porque milhares vivem em roupas de cama, colchões, móveis, estofados, cortinas, aparelhos de ar-condicionado, tapetes, entre outros.

O seu desenvolvimento se dá a partir do material orgânico de células da pele humana morta, encontradas na poeira, além de se desenvolverem muito bem em ambientes extremamente úmidos. Estima-se que, diariamente, uma pessoa perde cerca de 1 grama de pedaços de pele. Mas não é só de pele humana que os ácaros se alimentam, eles também aproveitam os resíduos de pele deixados pelos animais de estimação para se nutrirem.

Em relação ao local que estes aracnídeos encontram-se, temos o colchão, tendo em vista que este local recebe calor e umidade do nosso corpo, além da descamação natural da pele. Junto ao colchão, os lençóis e os cobertores que também são ótimos lugares para o desenvolvimento dos ácaros, por serem escuros e úmidos.

É importante ter em mente que os ácaros não ficam na superfície, mas sim entre as fibras do colchão. No momento em que nos deitamos ou sentamos na cama, é como se fossem pulverizados no ar todos os ácaros mortos e as suas fezes.

Como é possível ter alergia a ácaros?

A alergia a ácaros, ao contrário do que muitos acreditam, não se dá pela presença dos aracnídeos, mas sim pelas suas fezes. Cada ácaro, em média, elimina cerca de 20 excrementos por dia. Considerando que cada metro quadrado conta com centenas de ácaros, pode-se ter ideia do quanto de matéria alergênica esses animais eliminam diariamente.

O dejetos excretados pelos ácaros são revestidos por uma enzima conhecida por Der P1, a qual é altamente alergênica e pode causar crises de asma, espirros, irritação ocular e corrimento nasal. Os ácaros mortos e as fezes desses animais viajam junto com a poeira fina, sendo inalados facilmente e consequentemente provocando crises alérgicas.

Quais os principais sintomas da alergia a ácaros?

Por serem muito pequenos e invisíveis, os ácaros entram facilmente nos olhos, no nariz e, até mesmo, nos pulmões. A proteína existente no pó de suas fezes faz com que se tenha sintomas semelhantes aos da rinite alérgica e da alergia ao pólen que podem ser:

  • Prurido nasal, bucal ou na garganta;
  • Olhos lacrimejantes com prurido ou vermelhos;
  • Nariz entupido ou com coriza;
  • Espirros;
  • Falta de ar;
  • Aperto no peito;
  • Chiado e tosse;
  • Catarro na garganta.

Para que se tenha total certeza de que os sintomas são provenientes dos ácaros, é muito importante procurar um médico especialista na área que, a partir de exames clínicos, irá diagnosticar a causa dos sintomas.

Como é possível evitar a alergia a ácaros?

Por serem seres muito pequenos e invisíveis, os ácaros podem ser combatidos a partir de cuidados diários com o colchão, roupas de cama, cobertores e edredons. Além de acompanhamento com médico alergista e também com a realização periódica de sanitizações que podem ser aplicadas nos ambientes, nos colchões, nos estofados, nos objetos porosos, nos aparelhos de ar-condicionado e nos carpetes.

A sanitização é um processo de desinfecção que reduz a presença de ácaros, vírus, fungos, bactérias e demais alérgenos, promovendo a biossegurança dos ambientes. Conte com a Bioseta para sanitizar os seus ambientes, clique aqui e solicite um orçamento personalizado.

Alergia a insetos e o controle de pragas e sanitizações

Ter uma reação alérgica não significa que se tenha um sistema imunológico frágil, pelo contrário, a reação mostra que o organismo está se defendendo do ataque de um corpo estranho que foi inoculado na pele. As reações alérgicas a insetos podem ocorrer em qualquer pessoa, independente da idade, e trazem sintomas variados. Quer saber mais? Continue a leitura e fique por dentro do assunto.

O que pode ser considerada alergia a insetos?

Você já teve momentos em que parecia estar com um resfriado interminável? Ao contrário do que muitos imaginam, esse tipo de sintoma pode ser reação da alergia a insetos. Isso mesmo. Um dos insetos que mais causam o resfriado interminável são as baratas que estão presentes em todos os lugares, principalmente em climas mais quentes e cidades densamente populadas.

Por crescerem em lugares úmidos e serem muito ativas durante à noite, elas fogem quando se tem uma luz acesa no local. Você deve estar se perguntando: o que faz as baratas serem grandes vilãs quando falamos de alergia a insetos? A explicação dessa ocorrência está em sua formação corporal que conta com a presença de proteína em suas partes do corpo, saliva e resíduos.

Essas proteínas podem desencadear sintomas alérgicos e até mesmo a asma. O que é extremamente importante de ressaltar é mesmo após esses insetos estarem mortos, as proteínas são liberadas no ar. Os sintomas da alergia a insetos podem ser piores durante ou após a limpeza de casa, por exemplo, visto que atividades como aspirar, tirar pó e varrer podem impulsionar a proteína que causa a reação no ar, facilitando a inalação.

Já em relação ao demais insetos a alergia se dá a partir da produção de anticorpos para combater as toxinas. No momento em que há o encontro das células humanas com os matócitos, tem-se um rompimento que leva à produção de histamina, substância responsável por aumentar a circulação sanguínea e desencadear coceira, vermelhidão e inchaço. No entanto, quando há uma hipersensibilidade no organismo inteiro surgem os casos de obstrução das vias aéreas, espirros, tosse, náusea e até mesmo o aparecimento de asma.

Quais os principais sintomas das alergias a insetos?

As alergias a insetos causam sintomas variados e muito semelhantes aos da rinite alérgica ou da alergia ao pólen. É importante frisar que os sintomas das alergias a insetos ocorrem em qualquer estação do ano, ao contrário de outros tipos de reações alérgicas. De maneira geral, os sintomas mais gerais e frequentes são:

  • Espirros;
  • Tosse;
  • Congestão nasal;
  • Erupções cutâneas;
  • Chiado no peito;
  • Edema;
  • Prurido;
  • Dificuldade para respirar.

Nos casos mais graves das alergias a insetos tem-se o surgimento de casos de asma. Quanto ao tempo em que ocorre o surgimento dos sintomas, eles podem aparecer logo após a picada ou até mesmo algumas horas depois.

O que é possível fazer para reduzir os casos de alergias a insetos?

Para que seja possível ter a redução dos casos de alergias a insetos, o ideal é ter um planejamento estratégico de sanitização e também de controle de pragas. Juntas essas duas medidas de prevenção aumentam a biossegurança dos ambientes e auxiliam na diminuição dos casos de alergias a insetos.

No que diz respeito à sanitização, ela é um conjunto de processos que se complementam e promovem a redução da presença de micro-organismos como bactérias, alérgenos, vírus e fungos.

A sanitização pode ser aplicada tanto nos ambientes quanto nas superfícies e objetos como tapetes, carpetes, estofados, colchões, entre outros.

Já o controle de pragas urbanas pode ser uma excelente medida de prevenção pelo fato dele ser um conjunto de ações que previnem a infestação de pragas nos ambientes. Um dos benefícios do controle de pragas está no fato dele ser uma mudança sistêmica de comportamento e não apenas uma aplicação de inseticidas.

Para que você possa levar mais saúde para os seus ambientes e prevenir-se contra as alergias a insetos, a Bioseta conta com soluções de saúde ambiental para os mais diferentes ambientes. Clique aqui e conte com a nossa expertise de mais de 30 anos na área.

Alergia ao mofo e a sanitização, uma relação importante para a saúde

Cresce cada vez mais o número de pessoas alérgicas e que, muitas vezes, sentem os sintomas fortemente em determinadas épocas do ano ou nos dias em que os esporos estão no ar em grande quantidade. Em países com o clima tropical como é o caso do Brasil, as reações alérgicas podem acontecer durante o ano todo. E um dos causadores de alergias é o mofo que, ao contrário do que muitos imaginam, não está só nas paredes, mas sim no ar.

O mofo é formado por esporos de fungos que se disseminam pelo ar. O mofo, inclusive, é o amigo número um dos ácaros, que são responsáveis por desencadear diferentes tipos de doenças respiratórias.

Os fungos formadores do mofo gostam de lugares quentes e úmidos. Os seus habitats preferidos são os porões, os sótãos, os banheiros, as cozinhas e os quartos. Além disso, eles costumam impregnar os nichos de plantas, os armários, os rejuntes de azulejos, as cortinas plásticos, os dutos do ar-condicionado, sofás entre outros lugares.

O contato do mofo com as pessoas se dá a partir dos esporos que flutuam no ar. Esses esporos podem entrar facilmente nos olhos, nariz e até mesmo chegar aos pulmões. Os sintomas mais comuns desencadeados nas pessoas com alergia ao mofo são:

  • Espirros;
  • Irritação nos olhos;
  • Coceira na garganta;
  • Crises de asma.

Embora o mofo possa causar alergias durante o ano todo, estudos comprovam que durante o verão e o outono os casos de alergias causadas pelos esporos de fungos aumenta consideravelmente.

Qual a relação da alergia ao mofo com a sanitização?

Como vimos, o mofo é formado por fungos que eliminam esporos invisíveis que ao entrarem em contato com os olhos, o nariz e os pulmões causam diferentes reações alérgicas. A sanitização entra como protagonista no combate à alergia ao mofo a partir da sua ação de desinfecção dos ambientes. Um processo que promove a redução da presença de micro-organismos como as bactérias, os vírus, os fungos e os ácaros, e que promove a biossegurança dos ambientes.

Pelo fato do mofo estar no ar e não somente nos locais que apresentam manchas características da presença dos fungos, o ideal é investir na sanitização de ambientes, na sanitização de ar-condicionado e na sanitização do ar interior por ozônio que é capaz de eliminar também os odores causados pelo mofo nos ambientes.

A Bioseta é especialista em saúde ambiental há mais de 30 anos. Conte com a nossa expertise e invista em barreiras contra o mofo como a sanitização de ambientes e demais objetos. Clique AQUI e solicite um orçamento personalizado de acordo com a sua necessidade! 😉

Conheça o processo da ação germicida das lâmpadas UVC

A luz ultravioleta tem sido bastante utilizada para esterilizar locais e instrumentos, principalmente, quando se refere a ambientes hospitalares. No entanto, para que a ação esterilizante seja realizada com sucesso, é necessário que se tenha um comprimento de onda mínimo, para que o efeito traga resultados. Continue a leitura e saiba mais detalhes da ação germicida das lâmpadas UVC.

Como acontece a ação germicida das lâmpadas UVC?

A luz ultravioleta (UV) é considerada uma energia eletromagnética. Essas energias eletromagnéticas são classificadas, conforme o comprimento de onda. Para se ter uma ação eficiente da luz ultravioleta, é possível encontrar o espectro UV dividido em três áreas:

  • UVA (radiação de ondas longas) de 315 nm até 400 nm;
  • UVB (radiação de ondas médias) de 280 nm até 315 nm;
  • UVC (radiação de ondas curtas) de 100 nm até 280 nm.

Para se ter uma ação germicida da luz ultravioleta, é necessário que ela seja do tipo UVC e com um comprimento de onda de 254 nm. Quando a luz ultravioleta está fora dessa região, ela não é considerada uma ação germicida, ou seja, com propriedade para matar micro-organismos.

O efeito de esterilização das lâmpadas UVC consegue alterar o DNA e o RNA dos micro-organismos e, consequentemente, destruí-los. O que faz com que os ambientes fiquem limpos.

Em que locais pode ser aplicada a lâmpada UVC germicida?

A lâmpada UVC germicida, por conter efeito esterilizante, pode ser utilizada em diversos locais e com objetivos diferentes. Sendo assim, os principais locais em que esse tipo de lâmpada pode ser aplicada são:

  • Escritórios: para a esterilização dos equipamentos de ar-condicionado, a fim de reduzir a incidência de problemas respiratórios e de baixo desempenho da equipe;
  • Hospitais e clínicas odontológicas: com a lâmpada UVC é possível ter a esterilização das superfícies e dos ambientes, de maneira muito mais rápida do que com a limpeza tradicional;
  • Laticínios e cervejarias: quando os diferentes processos de produção das áreas é higienizado com a lâmpadas UVC, tem-se a diminuição do uso de cloro. Isso auxilia a manter as propriedades do produto;
  • Salão de beleza: para a desinfecção dos materiais, é muito utilizada a lâmpada UVC, que além de ser mais barata é muito mais eficiente;
  • Mineradoras ou laboratórios de mineralogia: alguns minerais, com grande valor comercial, sofrem um fenômeno de luminescência, no momento em que é exposto à luz ultravioleta.

Para que se tenha uma boa utilização das lâmpadas UVC, é necessário muito cuidado e atenção, visto que o seu manuseio pode trazer problemas para a saúde de quem está operando o equipamento. Clique aqui e leia mais artigos especiais da nossa série sobre luz ultravioleta UVC.

Luz ultravioleta UV-C no combate ao Coronavírus

Com a pandemia do novo Coronavírus, inúmeras pesquisas estão sendo feitas para buscar alternativas que sejam eficazes para o controle da doença. Diante deste contexto, pesquisadores estão fazendo uso de diferentes ferramentas, como é o caso da luz ultravioleta do tipo UV-C.

É importante, desde já, ressaltar que há diversos riscos à saúde, quanto à exposição de seres humanos à luz UV-C, e que a sua eficiência está diretamente vinculada ao tempo de exposição das superfícies à luz, à distância dos objetos e às zonas de sombra, pois onde a luz não chega, não há ação de combate aos micro-organismos.

Mas afinal, por que usar a luz UV-C?

A ideia de usar a luz ultravioleta para a contenção de contaminações não é novidade. Na década de 30, na Filadélfia, nos Estados Unidos, um estudo apontou que, no período de cinco anos, os alunos que frequentavam salas equipadas com lâmpadas de luz ultravioleta UV-C tinham menor probabilidade de serem acometidos por doenças contagiosas como a caxumba e a varíola.

Esta tese se confirmou, quando, em 1941, um surto de varíola espalhou-se nas instituições de ensino do estado e, nas salas em que havia lâmpadas UV-C, apenas 15% dos estudantes foram infectados pela doença. Em contrapartida, nas salas em que não havia o uso de luz UV-C, mais de 50% dos estudantes foram contaminados.

Isso acontece, porque as lâmpadas UV-C emitem uma frequência de luz que destrói o material genético dos vírus (RNA), bactérias (DNA) e fungos, o que faz com que estes micro-organismos sejam eliminados.

Em relação ao uso da luz UV-C para combater o Coronavírus, é importante ressaltar que ao contrário do álcool em gel, da água, do sabão e da água sanitária, os raios ultravioletas não destroem a camada externa do vírus, a qual é feita de gordura. A radiação ultravioleta atua nos ácidos nucleicos do vírus, ou seja, no DNA e no RNA, o que provoca mutações.

No momento em que um organismo fica sob uma alta dose dessa radiação UV-C, ele sofre inúmeras mutações que o levam à morte, e é justamente isso que acontece com o vírus da Covid-19. Vale ressaltar que apenas a luz ultravioleta do tipo UV-C é capaz de inativar micro-organismos presentes no ar, nas superfícies e nos ambientes, pelo fato de apresentar um comprimento de onda de 100 a 280 nanômetros.

Muitos hospitais estão adaptando ferramentas que possam ser utilizadas com a luz UV-C, a fim de aumentar as medidas de combate e controle do Coronavírus. Em locais como estes, é possível verificar que a luz é uma excelente aliada.

E aí, você já sabia do uso de luz ultravioleta UV-C como ferramenta de combate ao Coronavírus e demais micro-organismos?

Clique aqui e aproveite para conhecer a nossa série de conteúdos sobre o que é REAL e o que é FAKE, quando se fala da Covid-19.

Sanitização corretiva e preventiva para a biossegurança dos ambientes

Com a pandemia do novo Coronavírus, a sanitização de ambientes e de superfícies tornou-se parte da rotina de inúmeros lugares onde há grande circulação de pessoas. Houve um aumento muito grande na procura e também na oferta deste tipo de serviço que deve ser feito somente por empresas especializadas na área, tendo em vista que há a utilização de produtos que necessitam de manejo adequado.

A sanitização de ambientes, também chamada de desinfecção, é um conjunto de processos que se complementam e promovem a redução da presença de micro-organismos, vírus, bactérias, fungos e ácaros, o que resulta na biossegurança dos ambientes. A sanitização de ambientes pode ser realizada da seguinte maneira:

Os benefícios da sanitização de ambientes, quando utilizada de maneira preventiva, podemos destacar:

  • Prevenção de doenças infecciosas;
  • Inibição de contaminação da produção;
  • Proteção de ambientes fechados e com grande circulação de pessoas;
  • Prevenção a surtos de infecções hospitalares.

No entanto, muitos acabam investindo nos benefícios da sanitização de maneira corretiva, ou seja, quando se tem problemas como a infecção de funcionários em massa, problemas na produção, entre outros riscos e passivos.

Para sanitizações corretivas ou preventivas, conte com a expertise de mais de 30 anos em saúde ambiental da Bioseta, que utiliza tecnologias e produtos que não geram resíduos, não têm cheiro e não causam alergias – o que reflete em mais qualidade de vida para os ambientes profissionais e residenciais.

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A importância da análise de água

A análise de água é de grande importância, ainda mais quando destinada ao consumo humano, conforme parâmetros informados na Portaria de Consolidação Nº 5/2017 do Ministério da Saúde. Dessa forma, conseguimos assegurar se a água distribuída é de confiança, ou seja, se está isenta de micro-organismos ou substâncias físico-químicas que podem ser prejudiciais à saúde das pessoas.

Uma das principais questões de saúde pública é a qualidade da água potável oferecida aos consumidores. Para consumir a água com total segurança, é preciso ficar atento às especificações das análises físico-químicas e microbiológicas de água, pois, assim, terá garantia de que a água está em condições ideais para o consumo.

Em todo mundo, a água contaminada, associada à falta de saneamento básico, mata cerca de 1,6 milhões de pessoas durante o ano.

Quais parâmetros são analisados?

As exigências dos padrões físico-químicos e biológicos são diferentes para cada uso, ou seja, a qualidade da água é um padrão relativo. Por isso, existem legislações específicas que regulamentam os limites dos parâmetros permitidos e adequados para os diferentes usos da água.

A Portaria de Consolidação Nº 5/2017 do Ministério da Saúde, por exemplo, determina os padrões de qualidade para água potável, os quais são bastante rígidos, tendo em vista que será ingerida.

A água potável não deve conter micro-organismos patogênicos e deve estar livre de bactérias indicadoras de contaminação fecal, entre outros requisitos da mesma legislação.

Embora a maioria das bactérias analisadas não seja patogênica, a presença em excesso delas pode representar riscos à saúde, por indicarem indiretamente a presença de contaminantes. A existência de coliformes também pode ocasionar a deterioração da qualidade da água, provocando odores e sabores desagradáveis.

Como é feito a análise de água?

A análise de água passa por alguns processos, como coleta, transporte adequado, e, por fim, análise. Entenda abaixo como funciona cada etapa.

  • Coleta: Há de se tomar diversos cuidados para evitar eventuais contaminações e perdas e, de tal forma, garantir a integridade e a representatividade da amostra a ser analisada.
  • Transporte/Armazenamento: Após a coleta, as amostras devem ser acondicionadas adequadamente em caixa térmica, com uma quantidade de gelo adequada para manter as amostras refrigeradas até o momento da análise da amostra.

O escopo de análise vai variar de acordo com a finalidade que daremos para aquela água (Água Potável, Água para Higiene de Materiais de Saúde (CME), Água para Hemodiálise entre outros tipos). Mas de maneira geral, podemos resumir em dois tipos de análises principais: análises microbiológicas e as análises físico-químicas.

Qual a diferença de análises microbiológicas e análises físico-químicas?

  • Análises microbiológicas: as análises microbiológicas servem para indicar a presença de patógenos prejudicais à saúde ou se existe algum tipo de contaminação na rede de distribuição ou, ainda, das condições de higiene de reservatórios e bebedouros. Servem para uma análise crítica dos dados extraídos, analisando se a água está nos padrões legais para a sua utilização e gerar laudos adequados.
  • Análises físico-químicas: servem para validar parâmetros tanto físicos (como temperatura, sabor, odor, cor, turbidez e condutividade elétrica), como os químicos (pH, alcalinidade e a dureza) da água.

Benefícios adicionais da análise de água

Garantir a qualidade da água é essencial para a saúde das pessoas, para a segurança de processos produtivos e para a conformidade legal da sua empresa, por isso, é fundamental o monitoramento periódico de parâmetros por meio de análises físico-químicas e microbiológicas.

A partir de uma boa análise, é possível estimar exatamente quais ações e quão efetivas elas devem ser para se adequar ao estabelecido por lei.

A Bioseta oferece a solução completa de coleta e análise para o monitoramento da qualidade da água e o atendimento a requisitos legais com a emissão de laudos e relatórios para os diversos usos.

Quer saber mais? Fale com nossos especialistas!
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Como fazer a limpeza do ar-condicionado

Ele está tão presente em nossas vidas, que, às vezes, só damos atenção quando temos algum problema: o ar-condicionado.

Então, para ajudá-lo a manter a limpeza dele em dia e garantir maior qualidade do ar interior, nós vamos mostrar a você o passo a passo de como fazer a limpeza do ar-condicionado.

Como funciona o ar-condicionado?

De maneira bem simples: o ar-condicionado pega o ar externo, passa-o pelo evaporador e serpentina, resfria-o e depois joga esse ar resfriado dentro do ambiente interno. Basicamente é o mesmo sistema das geladeiras.

Por que limpar o ar-condicionado?

Existem duas razões principais: saúde e economia. Quando você não faz a limpeza, fungos, bactérias, vírus e outras sujidades se acumulam nos filtros do ar-condicionado.  Então, quando você liga o aparelho, ele se torna um propagador de toda essa contaminação. E se o ambiente tiver pouca ou nenhuma ventilação natural, o ciclo de ar contaminado só aumenta. Além disso, renites, sinusites (e tantas outras “ites”) se tornam mais agressivas devido à contaminação do ar.

Em situações como a Pandemia da COVID-19, a gravidade desse tipo de situação é ainda maior. Temos um e-book aqui, explicando se pode ou não usar o ar-condicionado durante a pandemia.

Aliás, sabia que existe um plano para ajudar a manter em dia a limpeza do ar-condicionado? Se chama PMOC – Plano de Manutenção, Operação e Controle e você pode saber mais sobre ele AQUI.

Já na parte econômica, manter a limpeza em dia ajuda o ar-condicionado a trabalhar melhor, pois o compressor precisa fazer menos esforço para resfriar o ar, ou seja, menor uso de energia. As peças também aumentam a vida útil dele, uma vez que você evita entupimento e obstrução. Isso reduz custo com reposição e manutenção técnica.

Quais produtos usar para limpar o ar-condicionado?

Embora se fale bastante em kit de limpeza de ar-condicionado, com um pano úmido, água e sabão, você consegue resolver a maior parte das situações.

Passo a Passo para limpar o ar-condicionado:

Primeiro desligue o aparelho da tomada. Aliás, sempre que for mexer em aparelhos ligados à tomada, faça o mesmo procedimento.

  • Limpeza da unidade interna

Com pano úmido e sabão neutro, basta limpar todo o aparelho. Uma atenção especial à parte superior, pois é onde fica a entrada de ar e acaba sujando com mais intensidade.

  • Limpeza dos filtros

Abra a tampa frontal e regule para que ela fique posicionada como fosse o capô de um carro (a tampa tem um braço articulado que permite a mesma funcionalidade).

Nos filtros, você verá que eles têm pequenos engates, basta desencaixá-los com cuidado e remover. Depois lave em água corrente.

Dica importante: use apenas água corrente, detergente neutro e uma esponja macia para a lavagem. Passar escova, produtos químicos ou outros tipos de materiais pode (e provavelmente irá) danificar o filtro.

Deixe secar na sombra e depois encaixe novamente. Pronto! A limpeza básica do seu ar-condicionado está feita.

Você deve ter reparado, quando abriu a tampa frontal, que algumas áreas permanecem sujas. Nessa parte, recomendamos que você chame um técnico, pois além de mais difícil de remover, essas partes possuem componentes sensíveis que podem ser facilmente danificados.

Limpeza de ar-condicionado é a mesma que higienização de ar-condicionado?

Não, e vamos explicar o motivo. A limpeza que você realizou é considerada básica, pois seu foco foi apenas filtros e parte externa da unidade interna do aparelho.

Já na higienização, é feito um processo completo para eliminação de vírus, bactérias e fungos, inclusive aqueles que estão alojados em diferentes partes do equipamento ou que nem a limpeza do filtro conseguiu eliminar. Nessa hora, é importante chamar um profissional especializado, pois é a segurança e a saúde das pessoas que se encontram no ambiente que estão em risco.

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Nova Norma NBR 16824:2020: Prevenção de Legionella em Sistema de Água em Edificações

Recentemente foi publicado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), uma importante norma: a NBR 16824:2020. Ela tem como objetivo a prevenção de Legionelose associada aos sistemas prediais coletivos de água.

O que a norma NBR 16824 – Legionella estabelece?

A norma ABNT NBR 16824: Sistemas de distribuição de água em edificações – Prevenção de Legionelose – Princípios gerais e orientações – fornece orientações para o gerenciamento de riscos e práticas para a prevenção da doença dos legionários associadas a sistemas de água prediais de edificações industriais, comerciais, de serviços públicos e residenciais.

O processo utilizado para a Avaliação de Risco de Legionella é a Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC). O ideal é que a análise seja realizada com periodicidade máxima de 2 anos. Para edificações com riscos identificados, recomenda-se que seja realizada pelo menos 1 vez ao ano. Caso as características da edificação forem alteradas durante esse período, deve-se realizar uma nova Avaliação de Risco de Legionella.

A norma NBR 16824 – Legionella estabelece uma série de elementos que precisam constar no APPCC:

  • Listar as pessoas que irão compor a equipe responsável pelo APPCC;
  • Descrever o fluxograma do sistema de água e identificar suas partes;
  • Analisar os riscos;
  • Identificar os pontos críticos e estabelecer mecanismos de controle;
  • Estabelecer limites críticos (valores máximos e/ou mínimos de controle de qualidade da água);
  • Estabelecer planos de ações corretivas.

O que é legionelose (Legionella)?

Legionelose é o termo utilizado para indicar infecção devido a bactérias no gênero Legionella. Existem duas manifestações principais: a Doença dos Legionários e a febre do Pontiac.

A Legionella atinge o sistema respiratório, trazendo uma série de complicações, entre elas, a febre Pontiac e a pneumonia. Segundo estudos mais recentes, os especialistas estimam cerca de 50 espécies de Legionella.

A bactéria tem como habitat natural a água, colonizando as redes prediais de água quente ou fria de edifícios públicos, tais como: hotéis, escritórios, centros comerciais, shoppings, hospitais, entre outros.

Existem temperaturas ideais que favorecem a amplificação da bactéria:

  • Até 20º – Legionella permanece dormente;
  • De 35 a 46° – faixa ideal de crescimento;
  • Acima de 50° – passa a ser eliminada aos poucos;
  • Acima de 70° – é eliminada quase instantaneamente.

Onde é possível encontrar a Legionella?

A Legionella é encontrada na água e, dessa forma, ela pode adentrar em sistemas hidráulicos de grandes edifícios que utilizam esse tipo de sistema (tubulações, ar-condicionado, sistemas de reservatórios, tanques). Quando a bactéria entra nesses sistemas, há uma amplificação da espécie, pois há um cenário favorável para a reprodução dela. Tudo isso aumenta o risco de contágio em massa. Podemos encontrar as bactérias em locais como:

  • Sistema de água quente e fria (potável ou não-potável);
  • Sistema de água para irrigação;
  • Sistema de água para uso decorativo (como fontes);
  • Sistema de água para uso em hospitais e outros serviços de saúde;
  • Sistema de água para recreação (como piscinas, spas, entre outros);
  • Sistema de água que tem a concentração de cloro residual livre menor que 0,2 ppm.

Como acontece a disseminação da Legionella?

A disseminação da Legionella em ambientes ocorre por meio de microgotículas de água, dessa forma, todos os sistemas de água que geram a dispersão de água no ambiente ou em forma de aerossol (umidificadores, nebulizador, lava jato entre outros).

Quais medidas devem ser aplicadas para limitar o crescimento e a propagação de Legionella?

  • Análises de água: a realização periódica de análises de água ajuda a verificar a presença das células bacterianas de Legionella de vida livre.
  • Limpeza de caixas d’água e reservatórios: realizar a limpeza de caixa d’água e reservatórios com tecnologias que removam os biofilmes, removendo as células bacterianas de Legionella ali albergadas.
  • Sanitização dos aparelhos de ar-condicionado: conjunto de processos de sanitização que se complementam e promovem a redução da carga microbiológica, ou seja, da ‘quantidade’ de micro-organismos como bactérias, vírus e fungos e também de ácaros (que são aracnídeos) nos ambientes.
  • Higienização de bebedouros: é de extrema importância a higienização de bebedouros, visto que eles reservam água em seu interior e os filtros de carvão ativado promovem a “remoção” do cloro livre. A higienização, a troca de filtros e as mangueiras internas devem ser realizadas com frequência, normalmente trimestral ou semestral, conforme a qualidade da água fornecida na rede.

É importante reforçar que cada edifício tem variações de estrutura (idade, localização, ocupantes e condições do seu entorno). Dessa forma, cada estabelecimento precisa de um programa APPCC personalizado.

Nunca foi tão importante garantir altos padrões de higiene nos sistemas de água para impedir a propagação de agentes infecciosos. Converse com um dos nossos técnicos e saiba como proteger seu ambiente de bactérias como a Legionella, bem como atender a NBR 16824, diminuindo o risco de passivos e trazendo maior segurança para o seu negócio.

Referências:

É preciso manter os cuidados contra a COVID-19

A pandemia da COVID-19 instaurou a maior crise sanitária do século, abalou a economia de vários países e alterou a vida em sociedade, que agora experimenta novas formas de trabalho e lazer. Só no Brasil, mais de 180 mil pessoas já morreram infectadas pela doença e, no mundo, a doença já ultrapassou a marca de 1 milhão de mortes.

A pandemia trouxe alguns protocolos para o dia a dia das pessoas. Aos poucos, os cidadãos têm percebido que é essencial manter sempre as mãos higienizadas e adotar o uso de máscaras, quando saem de casa. Micro-organismos nocivos estão entre nós o tempo todo e a crise do Coronavírus serviu de alerta para isso. Muitos deles podem causar doenças e até mesmo levar à morte.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) inclusive aponta que uma das maiores taxas de mortalidade do mundo está ligada à ocorrência de infecções. Não por menos, os cuidados sanitários são cada vez mais importantes e necessários.

A pandemia também deixa lições culturais e educativas. A população passou a entender mais sobre os micro-organismos e como é possível combatê-los no dia a dia. As empresas começaram a criar rotinas para cuidar melhor da saúde das pessoas, adotando barreiras sanitárias que têm como objetivo frear novas transmissões.

Além disso, o controle sanitário dos ambientes públicos precisa andar de mãos dadas com os cuidados particulares exercidos por pessoas e empresas. Fazer uma higienização microbiana no transporte público é de extrema importância para fechar o ciclo de proteção e evitar a contaminação cruzada.

A volta crescente do número de casos da COVID-19, no Brasil, acende o alerta, que já havia sido feito anteriormente pelos órgãos responsáveis (OMS), a pandemia ainda não acabou, é preciso reforçar ainda mais os cuidados de proteção, utilizar máscara e álcool em gel e evitar aglomerações.

O uso da máscara pode reduzir 40% o risco de transmissão

O uso de máscara pela população pode reduzir em 40% a taxa de crescimento das infecções pelo novo Coronavírus. O dado é resultado de uma pesquisa feita na Alemanha e publicada no site VoxEU.

Para chegar a esse resultado, os pesquisadores analisaram o avanço dos casos na cidade de Jena, que tem 110 mil habitantes e foi a primeira da Alemanha a adotar o uso obrigatório de máscara, em 6 de abril — enquanto grande parte do país só passou a usar máscara a partir de 27 de abril.

De acordo com o estudo, a taxa de novos casos registrados caiu para quase zero nos dias subsequentes à introdução das máscaras. “Se olharmos para o número de casos da Covid-19 em Jena, o uso de máscaras parece ter um efeito positivo”, afirmaram os pesquisadores.

Para validar os resultados, o estudo fez uma simulação seguindo o mesmo padrão de avanço da doença antes da adoção das máscaras. Enquanto os casos em Jena passaram de 142 para 158 vinte dias após a introdução das máscaras, a simulação apontou que os casos poderiam chegar a 205 sem a medida, uma alta de 23%. “Nossos resultados sugerem que exigir máscaras é uma medida de contenção para a Covid-19 com bom custo-benefício menos prejudicial à economia e democrática”.

 

Veja também:

O uso de máscara caseira é eficaz?

Cuidados e proteção contra o Coronavírus

As recomendações de prevenção à COVID-19 são as seguintes:

  • Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão ou, então, higienize com álcool em gel 70%. Essa frequência deve ser ampliada, quando estiver em algum ambiente público (ambientes de trabalho, prédios e instalações comerciais, etc), quando utilizar estrutura de transporte público ou tocar superfícies e objetos de uso compartilhado;

 

  • Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com a parte interna do cotovelo.

 

  • Não tocar olhos, nariz, boca ou a máscara de proteção fácil com as mãos não higienizadas.

 

  • Se tocar olhos, nariz, boca ou a máscara, higienize sempre as mãos como já indicado.

 

  • Mantenha distância mínima de 2 (dois) metros entre pessoas em lugares públicos e de convívio social. Evite abraços, beijos e apertos de mãos.

manter

  • Higienize com frequência o celular, brinquedos das crianças e outros objetos que são utilizados com frequência.

Sanitização de ambientes e o combate contra o CORONAVÍRUS

Mesmo os ambientes que passam por limpeza diária, não estão livres da presença de vírus, bactérias, fungos e outros micro-organismos e até ácaros, aracnídeos capazes de causar alergias e doenças a pessoas que os utilizam.

Diante deste cenário, a sanitização é indispensável para viabilizar ambientes biologicamente seguros nos locais onde realizamos nossas atividades diárias, seja escritório, no meio de transporte, na academia, no clube, na escola dos nossos filhos, no restaurante, na nossa residência ou em quaisquer outros lugares que frequentamos.

A sanitização de ambientes, que também é chamada de desinfecção, é um conjunto de processos de sanitização que se complementam e promovem a redução da carga microbiológica, ou seja, da ‘quantidade’ de micro-organismos como bactérias, vírus e fungos e também de ácaros presentes nos ambientes.

O processo de sanitização pode auxiliar no combate à COVID-19. Fale com a Bioseta e conheça as boas práticas específicas de cada segmento em que atuamos, converse com um dos nossos especialistas e desenvolva um programa específico para o seu negócio.

 

Fontes:

 https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/07/07/uso-de-mascara-estudo.htm?cmpid=copiaecola

https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/uso-de-mascara-e-outras-medidas-seguirao-mesmo-apos-vacina-da-covid-19/

https://coronavirus.saude.gov.br/sobre-a-doenca#como-se-proteger

https://www.bioseta.com.br/voce-sabe-qual-a-diferenca-entre-limpeza-sanitizacao-e-desinfeccao/

Criadouros de mosquito por perto? Seu pet pode estar em perigo!

Ter um pet em casa é sinônimo de alegria e companhia, mas há uma série de cuidados que se precisa tomar para uma adoção responsável, afinal, eles precisam de todo nosso cuidado, carinho e atenção. Além da alimentação saudável e vacinas em dia, você precisa estar atento aos “inimigos”, que até parecem inofensivos, mas que na verdade podem trazer sérios riscos ao seu pet.

Existem infecções causadas por picadas de mosquitos que podem transmitir doenças sérias e que podem levar ao óbito do animal.

Por que proteger meu cachorro dos mosquitos?

As picadas de mosquito em pets são bem mais comuns do que se imagina. Na melhor das hipóteses, uma picada de mosquito irá irritar a pele do seu cão e provocar muita coceira, mas a picada pode também infeccionar, principalmente se o cão se coçar. E claro, sempre tem o risco da transmissão de doenças de alta gravidade.

Quais são as doenças mais comuns transmitidas por mosquitos?

Nos seres humanos, os mosquitos geralmente causam preocupação por transmitirem doenças como malária, Dengue, Chikungunya, entre outras, mas, quando se trata dos cachorros, umas das doenças mais sérias transmitida pelos mosquitos é a dirofilariose (o verme do coração).

Quando uma fêmea do mosquito pica a pele do cão, ela injeta saliva na corrente sanguínea do animal. Essa saliva pode conter organismos e bactérias de picadas anteriores. Como o mosquito não morre depois da picada, cada mosquito fêmea pode picar muitas vezes, espalhando doenças e infecções de um hospedeiro para outro.

Quais os sintomas da Dirofilariose?

  •  Tosse
  • Letargia ou inatividade
  • Diminuição do apetite ou perda de peso
  • Insuficiência cardíaca

No entanto, muitas vezes o animal pode não apresentar nenhum sintoma. Somente um exame específico pode confirmar se o animal está infectado ou não.

O que é a Leishmaniose?

A Leishmaniose é uma doença infecciosa causada por um parasita transmitido a cães, gatos e até ao ser humano pela picada de pernilongos da família dos flebotomíneos. Segundo a Fundação Oswaldo Cruz, o Brasil é o país que concentra o maior número de espécies desse inseto no mundo.

A Leishmaniose pode ser transmitidas por espécies como o Culex e o tão conhecido Aedes aegypti (grande transmissor da Dengue ao ser humano).

Por muito tempo, a única opção à Leishmaniose era a eutanásia do animal infectado. Mas um medicamento recém-aprovado pelo Ministério da Agricultura promete aumentar a expectativa de vida de cães e gatos, reduzindo a quantidade de parasitas no organismo.

Entretanto destaca-se que não existe cura para essa doença. Uma vez infectado, o pet sempre carregará consigo o protozoário parasitário, mesmo sem apresentar os sintomas da doença.

Quais os sintomas da Leishmaniose?

  • Enfraquecimento do pelo
  • Ferida no focinho
  • Apatia
  • Perda de peso
  • Aumento do volume abdominal

Como combater a Leishmaniose?

O combate à Leishmaniose é semelhante ao da dengue, ou seja, acabar com o vetor, nesse caso o Phlebotomus. Também conhecido como mosquito-palha, o inseto se reproduz em regiões úmidas e onde há matéria orgânica em decomposição. Por isso, a importância de manter o ambiente limpo, livre de entulhos e acúmulo de lixo.

Higiene e limpeza são fundamentais para diminuir a incidência do mosquito-palha. O uso de telas em portas e janelas também é recomendado. Outra dica é passear com o seu cachorro durante o dia, já que os mosquitos são mais ativos na parte da noite.

A eliminação dos criadouros é fundamental não apenas para evitar a proliferação da Dengue, vírus da Zika, Chikungunya e Febre Amarela, mas também para proteger animais domésticos de diversas enfermidades.

Por isso, esteja sempre atento: além de não deixar locais com água parada, realizar o controle químico de mosquitos através de desinsetizações. Reduzir a população desses insetos é trazer mais segurança para seu pet e sua família.

Para mais informações quanto ao controle de mosquitos e outros vetores, ou se quiser conversar com um especialista, entre em contato conosco! Ligue (51) 3396-6161 ou envie e-mail para comercial@bioseta.com.br.

Salmonella pode ser transmitida por pombos

Os animais domésticos são animais que, apesar de conviverem harmoniosamente com os humanos, podem trazer prejuízos estruturais, além de representarem risco à saúde pública. Exemplo disso são as diversas aves que têm papel na contaminação de fontes de água potável e culturas agrícolas, o que pode transmitir agentes infecciosos para o homem e para outros animais.

Quais espécies de animais domésticos são mais prejudiciais para a saúde?

No que diz respeito às espécies de animais domésticos, que são mais prejudiciais à saúde, temos os pombos como principal ameaça, visto que eles são considerados como um reservatório de pelo menos 70 diferentes tipos de micro-organismos patogênicos para os humanos, destacando a Salmonella enterica sorovar Typhimurium que já foi responsável por surtos em vários países como a Irlanda, a Noruega, a Espanha, a França, entre outros.

Uma das espécies de pombos que é mais prejudicial à saúde é o pombo Columba livia (pombo doméstico) que é uma das 50 espécies pertencentes ao gênero Columba. Essa ave é originária dos países mediterrâneos, das costas e falésias da Europa, Norte da África e da Ásia. Estima-se que a domesticação desses pombos se deu há cerca de 5 mil anos no Mediterrâneo Oriental, sendo então introduzida nas Américas do Norte, Central e do Sul, além de toda a Europa.

Por serem animais sinantrópicos, ou seja, que se adaptam facilmente à vida em sociedade, os pombos costumam frequentar os ambientes onde encontram fácil alimentação e abrigo. Muitas pessoas têm o hábito de alimentar estes animais, o que faz com que a população de pombos aumente cada vez mais.

O grande ponto negativo da presença dos pombos na vida em sociedade é o fato deles serem uma espécie de reservatório de micro-organismos patogênicos para o homem, como é o caso da Salmonella ssp, agente responsável por desencadear surtos de infecção alimentar nos mais diferentes países do mundo.

Essa disseminação dos pombos por Salmonella sp. por pombos pode vir a acontecer pela via horizontal, por meio das fezes dos animais, as quais, após o seu ressacamento, produzem um patógeno com capacidade de infectar o homem por meio de inalação.

Os casos de Salmonella sp. por pombos já foram ocorrências em diversos países do mundo como em Copenhagen, com a infecção de um homem causada após a inalação do patógeno presente nas fezes dos pombos, além dos inúmeros surtos de infecção alimentar humana desde a década de 1960, na Bélgica, no Japão, na Croácia, em Trinidade e também em Barcelona.

Na Espanha, por exemplo, em Grã Canária, foi relatado um surto de Salmonella kottbus pela ingestão de água potável contaminada. A água que contaminou inúmeras pessoas era produzida e envazada em uma fábrica local que, em suas proximidades, foi constada a presença de Salmonella spp., sugerindo, assim, que as aves podem ter sido responsáveis pela contaminação da fonte de água.

Como é possível afastar os pombos dos locais?

Por serem animais adaptados para viverem nas cidades, a presença de pombos nos locais é muito comum. No entanto, eles podem trazer graves problemas para a saúde, infecções e prejuízos estruturais, visto que as fezes desses animais costumam ser muito ácida e corroer as estruturas.

Para que os pombos possam ser afastados de maneira ecológica, uma solução é o investimento na repelência eletromagnética dos pombos, um sistema totalmente tecnológico e que afugenta os pombos sem matá-los.

A repelência eletromagnética funciona a partir da instalação de um sistema acomodado sobre o telhado ou sobre uma estrutura metálica. Os capacitadores são interligados por meio de um fio inoxidável e um reator que gera e emite um campo eletromagnético pulsante, o qual é sentido apenas no pombo. Essa pulsação faz com que os animais se afastem do local infestado.

O sistema LH-120, utilizado na repelência dos pombos, não possui vida útil pré-determinada, se o reator estiver funcionando e a instalação estiver correta, os animais são repelidos, independente do tempo em que o sistema foi instalado no ambiente.

Conte com a expertise da Bioseta de mais de 30 anos em saúde ambiental e afaste os pombos dos locais com segurança, proteção e responsabilidade! Clique aqui e converse com a nossa equipe.

Importância da higienização de coifas e dutos de estabelecimentos alimentícios

A cozinha de restaurantes e demais empreendimentos da área da alimentação é um local que deve contar com cuidados minuciosos em relação à limpeza do ambiente, manipulação dos alimentos, ausência de vestígios de sujeira e, principalmente, a higienização regular das coifas e dos dutos do sistema de exaustão, assunto que você acompanha com mais detalhes a seguir.

Qual o principal objetivo das coifas e dos dutos nos estabelecimentos alimentícios?

A coifa é um equipamento que tem como objetivo principal a retirada e a filtragem do ar e da fumaça que estão presentes no ambiente, isso faz com que ela elimine gorduras e odores, auxiliando na conservação dos equipamentos.

A partir da sucção dos contaminantes e dos odores que estão no ar, a coifa filtra e manda para fora do ambiente o ar contaminado. Depois disso, ela traz ar fresco para o ambiente, isso faz com que se tenha equilíbrio da temperatura e preservação da qualidade do ar. Os tipos de coifas mais utilizados em restaurantes e demais estabelecimentos alimentícios são os seguintes:

  • Coifa central ou de ilha: utilizada nas áreas onde os equipamentos, para o preparo dos alimentos, ficam localizados no centro da cozinha industrial;
  • Coifa de parede: instalada nas áreas onde os equipamentos, para o preparo dos alimentos, ficam encostados nas paredes da cozinha industrial;
  • Coifa aspiração frontal: muito utilizada nos equipamentos que geram excesso de gordura, como as chapas, as fritadeiras e os chairbroilers;
  • Coifa Wash-Pull: conta com sistema de lavagem dos gases que estão incorporados a ela;
  • Coifa Push-Pull: possui sistema de insuflamento de ar incorporado a ela e que forma uma cortina em suas extremidades.

Já os dutos são utilizados para conduzir os gases e os vapores e podem ser fabricados em chapas de aço carbono, aço inoxidável 430 ou aço galvanizado. É fundamental que junto às coifas sejam instalados os dutos, tendo em vista que a ventilação, nas cozinhas comerciais, tende a ser mais complicada e, por isso, o ar precisa seguir de maneira rápida e eficiente pelos dutos.

Quais os perigos das coifas e dos dutos sujos?

Quando o sistema de exaustão de um ambiente do ramo alimentício está com sujeiras, ele pode trazer diversos riscos e passivos para o estabelecimento, como:

  • Incêndios: os incêndios ocorrem quando, durante o uso do fogão, uma faísa ou chama acaba chegando até a Quando o fogo entra em contato com o filtro engordurado, mesmo que seja uma pequena faísca, ocorre a ignição. Pelo fato da coifa estar ligada, o ar de dentro é levado até fora do duto, levando, assim, as chamas até ele. Se há muita gordura nos dutos, espalha-se o fogo rapidamente e aumentam-se os danos. De maneira ilustrativa, a gordura, neste caso, serve como um combustível.
  • Riscos à saúde: no momento em que os dutos estão sujos, eles levam, para os ambientes, os mais diferentes tipos de materiais nocivos à saúde como: ácaros, fungos, bactérias, resíduos de insetos mortos, fibras de vidro, entre outros. Esses materiais acabam ocasionando doenças alérgicas e graves infeccções, visto que o filtro do ar das coifas não está preparado para reter as micropartículas que causam mal à saúde.
  • Meio ambiente: as coifas e os dutos captam e filtram o ar antes de liberá-lo ao meio ambiente. O resfriamento do ar é feito por meio de serpentinas que fazem com que o ar perca a umidade. Em seguida, o ar refrigerado é jogado nos dutos de ventilação por um ventilador centrífugo de alta pressão. O problema é que, pelo fato dos dutos não serem limpos, a sujeira vai se acumulando dentro deles, o que acarreta em poluição ao meio ambiente.

A manutenção regular das coifas e dos dutos é fundamental para garantir a prevenção de riscos e passivos nos estabelecimentos do ramo alimentício. Além disso, ela deve ser feita por uma equipe especialista na área.

Por que é necessária a manutenção das coifas e dos dutos?

A manutenção das coifas e dos dutos se dá a partir da higienização que, além de manter o funcionamento eficiente, evita riscos e passivos como incêndios e contaminação dos alimentos. A higienização das coifas e dos dutos é extremamente importante pelo fato de remover toda a gordura que está nos filtros e nos dutos e que desobstrui a passagem do ar.

Conforme a quantidade de gordura aumenta e vai se acumulando nas paredes e nas superfícies do equipamento, maiores são os riscos de acidentes graves. Para evitar problemas assim, é importante que se tenha um planejamento da higienização das coifas e dos dutos, desse modo o sistema de exaustão é utilizado de maneira eficiente e limpa.

Em relação à higienização destes equipamentos, ela varia conforme a frequência da utilização da cozinha e também dos alimentos que nela são produzidos. Porém, de maneira geral, a indicação da frequência da higienização das coifas e dos dutos é a seguinte:

  • Restaurantes do tipo fast food e com muita gordura: em média 30 dias;
  • Restaurantes que servem muitas refeições, mas sem uma frequência diária de fritura: recomendado de três em três meses;
  • Restaurante com volume baixo de comida e apenas em um turno: de seis em seis meses;
  • Locais com o uso sazonal (salões de festa): recomendado a cada doze meses.

Essas indicações de frequência de higienização das coifas e dos dutos é de maneira geral, o ideal é que se tenha o auxílio de uma empresa de higienização deste tipo de equipamento que, após uma avaliação do local, irá indicar qual a melhor periodicidade, a fim de evitar riscos e passivos.

Para fazer o planejamento da higienização das coifas e dos dutos do seu estabelecimento alimentício, conte com a experiência da Bioseta de mais de 30 anos em saúde ambiental. Clique AQUI e saiba como a nossa equipe pode auxiliar o seu empreendimento do ramo alimentício.

Cronograma é fundamental para desinsetização de ambientes

Para garantir a saúde das pessoas e dos ambientes, o ideal é que se tenha a adoção de serviços de saúde ambiental, como é o caso da desinsetização. Esse serviço garante que os ambientes e também os produtos alimentícios, farmacêuticos, higiênicos, vestuário, entre outros, estejam livres da ação de insetos, roedores e outras pragas urbanas.

No entanto, para que o processo de desinsetização tenha bons resultados, é muito importante que ele seja feito a partir de um bom planejamento. Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura e fique por dentro.

Antes de tudo, o que é desinsetização?

A desinsetização é conhecida por ser um processo de controle dos mais diferentes tipos de pragas urbanas, como as baratas, as pulgas, as traças, as formigas, as moscas, os mosquitos, as aranhas, os escorpiões, entre outros.

No processo de desinsetização, o profissional responsável pela execução do serviço terá o acesso aos mais diferentes tipos de inseticidas e também de técnicas de controle, as quais variam de acordo com a praga que se pretende controlar, o grau de infestação e as atividades que são desenvolvidas nos locais que serão tratados.

Quanto às técnicas de controle de pragas, as mais frequentes são a pulverização, a atomização, a termonebulização, o polvilhamento, a iscagem com inseticidas, entre outras. A escolha da melhor técnica se dá a partir de uma análise minuciosa do local a ser desinsetizado.

Para que a desinsetização seja feita com segurança, é necessário observar alguns pontos que interferem diretamente no sucesso do serviço, como:

• Retirada dos animais domésticos do ambiente;
• Preparação prévia do local, evitando a exposição de objetos de uso pessoal, bem como utensílios domésticos;
• Respeitar o tempo de isolamento indicado, principalmente no caso de pessoas alérgicas, grávidas e idosos do local a desinsetizado;
• Higienizar as superfícies e objetos expostos antes de reutilização dos ambientes;
• Desligar os aparelhos de ventilação/climatização;
• Outras indicações pertinentes aos seus ambientes que devem ser repassadas pela empresa contratada.

Quando falamos em desinsetização, é importante frisar que antigamente era comum ser utilizado o termo dedetização, o qual era associado ao diclorodifeniltricloroetano (DDT) – pesticida utilizado em lavouras. O uso desse produto foi proibido no Brasil em 2009, tendo em vista que ele causava contaminação de alimentos e problemas de saúde.

Qual o tempo indicado para a desinsetização de ambientes?

Ter noção de quanto em quanto tempo deve ser feita a desinsetização é fundamental para garantir a saúde das pessoas e dos ambientes. A convivência com pragas urbanas pode causar inúmeros prejuízos para o organismo, visto que eles carregam micro-organismos pelos locais onde passam.

Além disso, essas pragas podem interferir na estrutura dos espaços e, assim, provocar estragos em portas, janelas, tubulações, móveis, entre outros. Por isso, o ideal é que o ambiente esteja sempre com a desinsetização em dia.

Em relação à frequência da desinsetização, a empresa especializada, neste serviço, é que irá indicar qual a periodicidade. Claro que, em alguns casos, a desinsetização necessita ser adiantada ou, até mesmo, feita com urgência. O tempo ideal sempre será indicado pelo técnico responsável pelo serviço.

Como escolher a empresa que irá realizar a desinsetização?

Para escolher a empresa que irá realizar os processos, há necessidade de se estar atento aos riscos, que além do prejuízo financeiro, incluem a própria saúde dos usuários dos ambientes, pois um produto químico mal administrado pode gerar problemas graves, inclusive levar a óbito.

É importante sempre verificar se a empresa a ser contratada tem procedência adequada para esta atividade, que inclui o registro junto à Vigilância Sanitária, responsável técnico com registro válido junto ao conselho de classe, tal como o CREA, CRQ, CRBio, por exemplo, o licenciamento junto ao órgão ambiental do seu estado, que no caso do RS é a FEPAM, bem como se a empresa possui experiência de atendimento para a sua realidade.

Por isso, contrate sempre especialistas na área e que estão sempre em conformidade com as legislações ambientais e sanitárias.

A Bioseta atua há mais de 30 anos em saúde ambiental, conte com nossa equipe de especialistas, clique AQUI.

Dicas de como manter o PMOC organizado

Mais conhecido como PMOC, o Plano de Manutenção, Operação e Controle é uma exigência do Ministério da Saúde que, por meio da portaria nº 3.523/MS, tornou obrigatório a apresentação desse plano a todos os condomínios de uso público ou coletivo que utilizam sistema de climatização com capacidade acima de 60.000 Btu’s.

Para que o plano possa ser emitido, é necessário que o estabelecimento siga alguns requisitos básicos que, além de proporcionarem mais bem-estar para os que circulam no local, evita que se tenha o pagamento de uma multa que pode gerar riscos e passivos para a empresa. Para auxiliar você a manter o PMOC em dia, separamos algumas dicas. Continue a leitura e saiba mais!

Antes de tudo, como é feito o PMOC?

O Plano de Manutenção, Operação e Controle é feito em partes. Na primeira etapa, tem-se a visita ao local, coleta de amostras, análise em laboratório e resultado. Esse é o procedimento que garante a qualidade do ar ambiente, visto que se verifica nele se as variáveis estão dentro dos parâmetros exigidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o bem-estar e a saúde das pessoas.

Na etapa mecânica do PMOC, tem-se a realização do plano de manutenção preventiva nos sistemas de climatização que conta com: cadastramento dos equipamentos, estudo de cada equipamento, implementação, execução e acompanhamento.

Como é possível deixar o PMOC em dia?

Para que o PMOC esteja sempre em dia, é necessário ter cuidado com alguns pontos que fazem toda a diferença, garantem o andamento das atividades e evitam riscos e passivos. Confira a seguir:

 Implementação do PMOC: para que o plano seja eficiente, é necessário ter atenção com a implementação correta das suas fases, a fim de garantir que o sistema de climatização esteja sempre funcionando da melhor maneira possível. Neste sentido, os dados que devem sempre estar em dia, quando falamos em PMOC, são os seguintes:

  • Identificação do ambiente ou do conjunto de ambientes;
  • Identificação do proprietário, locatário ou preposto;
  • Identificação do responsável técnico;
  • Projeto de instalação dos sistemas de climatização;
  • Plano de manutenção e de controle.

Os dados mencionados podem ser encontrados nos anexos da Portaria do Ministério da Saúde nº 3.523/98 ( http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/1998/prt3523_28_08_1998.html )

Análise de qualidade da qualidade do ar: de acordo com a resolução nº 9 de 16/1/2003 da Anvisa, são obrigatórias as análises da qualidade do ar e de todos os sistemas de climatização com capacidades somadas acima de 5 TR. A partir da análise da qualidade do ar é possível analisar se as variáveis estão conforme os parâmetros exigidos pela Anvisa e, assim, garantir o bem-estar e a saúde dos ocupantes dos locais climatizados.

 Assinaturas do PMOC e da análise da qualidade do ar: a verificação da assinatura do PMOC é outro ponto de atenção, o qual deve ser privativo de engenheiros, tecnólogos ou técnicos. Já em relação à análise da qualidade do ar, ela deverá ser assinada por especialistas em serviços de avaliação química, biológica e física das condições do ar interior dos mais diferentes tipos de ambientes.

Histórico do plano de manutenção: é fundamental arquivar todas as etapas do PMOC, assim é possível ter um histórico das manutenções realizadas. O recomendado é que o histórico permaneça organizado com os documentos datados e assinados pelos responsáveis pela elaboração do PMOC.

O Plano de Manutenção, Controle e Operação (PMOC) é fundamental para os estabelecimentos que contam com equipamentos de ar-condicionado com mais de 60 mil Btu’s. Além dele ser um fator de proteção da saúde dos usuários desses locais, o plano evita que se tenha contratempos como multas, cassação de alvará, entre outros riscos e passivos.

Lembre-se de que é imprescindível contar com o auxílio de uma equipe que realmente tenha experiência na área. A Bioseta conta com soluções em saúde ambiental há mais de 30 anos, clique aqui e saiba como podemos ajudar você.

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Alergias ao pelo de animais e a sanitização de ambientes

Animais de estimação fazem parte da vida de muitas pessoas que, inclusive, os consideram como membros da família. Não podemos negar que os pets são tudo de bom e fazem muito bem para crianças e adultos quando se fala em socialização. No entanto, o que muitas vezes acontece é o aparecimento de alergias que, em alguns casos, estão relacionadas diretamente ao pelo dos animais. Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura e fique por dentro!

Qual a causa da alergia à animais?

Se você começa a espirrar logo após brincar com um animal peludo ou seus olhos começam a lacrimejar só de ficar perto de um gato ou de um cachorro, há possibilidades de você ter alergia a animais.

Os pelos dos pets são formados por uma combinação de pele, pelos e saliva. Por serem extremamente leves e muito pequenos, tendem a ficar no ar por muitas horas, o que causa o aparecimento dos sintomas até mesmo hora após o animal já ter saído do ambiente.

A leveza dos pelos faz com que eles permaneçam nos móveis, nos tapetes, nos estofados, nos colchões e nas roupas. Esses pelos acabam transitando por diferentes locais, principalmente quando estão nas roupas das pessoas.

A alergia à animais com pelos é considerada um fator de risco para o desenvolvimento de problemas como a asma e a rinite alérgica. Pesquisadores estimam que quase 30% das pessoas que sofrem com a asma já tiveram uma crise de arma desencadeada por gatos.

Quais os sintomas da alergia à animais?

Como os pelos são pequenos fragmentos de animais, eles podem entrar facilmente nos olhos ou no nariz, alguns são tão pequenos que podem chegar aos pulmões. É comum que as pessoas com alergia a pelo de animais tenha o aparecimento dos sintomas de maneira imediata, mas também há casos em que eles aparecem um bom tempo depois.

De maneira geral os principais sintomas de uma reação alérgica a pelo de gatos e cachorros são os seguintes:

  • Erupções cutâneas ou brotoejas;
  • Nariz entupido ou com coriza;
  • Tosse, chiado ou dificuldade para respirar;
  • Dor facial em decorrência da congestão nasal;
  • Olhos lacrimejantes, irritados ou vermelhos;

O diagnóstico de alergia a animais só é possível de se ter certeza, após a realização de consultas com alergista e com exames de sangue. Caso o diagnóstico seja positivo, o médico irá indicar o melhor tratamento e medidas de prevenção a serem seguidas.

Qual a relação da sanitização com as alergias à animais?

A sanitização por ser um processo de limpeza profunda dos ambientes, onde são eliminados os micro-organismos como vírus, alergénos, fungos e bactérias dos ambientes e superfícies, propicia a biossegurança dos ambientes.

No entanto, para que a sanitização tenha um efeito mais completo, o ideal é que não somente os ambientes sejam sanitizados, mas também os objetos porosos, tapetes, colchões e estofados, por exemplo. A fim de que se tenha uma diminuição da carga viral presente nos ambientes e assim garantir mais saúde e bem-estar nos espaços.

Conte com a experiência de mais de 30 anos da Bioseta em saúde ambiental e invista nos benefícios da sanitização. CLIQUE AQUI e solicite um orçamento personalizado para a nossa equipe.

Fungos, ácaros e bactérias são encontradas em sementes vindas da China.

Durante o mês de agosto, pessoas do mundo inteiro receberam de países asiáticos algumas sementes enviadas sem o pedido dos destinatários. Esta ação foi ganhando maior dimensão e chegou também no Brasil. Conforme dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), não foi registrado nenhum caso de semente chinesa recebida apenas no Maranhão e no Amazonas.

O MAPA recomenda que todos que receberam as sementes, procurarem a secretaria de agricultura do seu município. Esse ponto é muito importante pelo fato dos pacotes conterem pragas quarentenárias que podem causar grandes prejuízos para a agricultura e para o meio ambiente.

Segundo a secretaria de defesa, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, estão presentes nas amostras de sementes, enviadas pela China, muitas bactérias, ácaros e fungos.

Nas análises laboratoriais feitas no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária, situado em Goiás, e que é referência no Brasil, foi identificada a presença de ácaro vivo em uma amostra, três diferentes fungos em 25 amostras, bactéria em duas amostras e pragas quarentenárias em quatro amostras.

Até o momento, foram confirmados 258 pacotes de sementes que não foram solicitadas e entregues no território brasileiro. Os pacotes foram enviados de quatro países da Ásia.

Conforme dados do governo, de 2019 para 2020, houve um aumento de, aproximadamente, 150% no número de apreensões de sementes na central de distribuições dos Correios em Curitiba. O que representa um crescimento de 2 mil para 5 mil apreensões por mês.

A recomendação para quem receber os pacotes da China com sementes é de encaminhá-los para uma unidade do MAPA ou Secretaria de Agricultura mais próxima. Além disso, o material não deve ser aberto ou manuseado, também é muito importante que sejam guardadas as embalagens originais, para facilitar o rastreio da origem.

Bioseta é capacitada pelo Governo Federal no combate à Covid-19

A pandemia do novo Coronavírus trouxe uma mudança mundial muito grande em inúmeros aspectos. Os hábitos foram mudados, cuidados com a saúde e a higiene redobrados e o principal: o engajamento de inúmeros profissionais das áreas da saúde no enfrentamento à Covid-19.

Uma das ações do governo federal foi a criação do programa «O Brasil conta comigo», do Ministério da Saúde. Uma capacitação online em que os profissionais interessados auxiliaram os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) na criação de ações de enfrentamento ao Coronavírus. Ao final do curso, o profissional tinha a possibilidade de sinalizar a intenção de fazer parte das ações de enfrentamento à Covid-19 nos locais de maior necessidade, conforme a dinâmica da circulação do vírus no território nacional.

Por sermos uma empresa da área de saúde ambiental e agentes privados de saúde pública com atuação em áreas como controle de pragas e vetores, qualidade da água e do ar interior, participamos do projeto do governo federal, o que nos propiciou a ter uma equipe de profissionais capacitados para auxiliar no enfrentamento à pandemia do Coronavírus, com certificação reconhecida pelo Ministério da Saúde.

Para que isso fosse possível, nossa bióloga, Camila Migliavacca Alves, participou ativamente da capacitação «O Brasil conta comigo», a fim de trazer ainda mais conhecimento e técnica à nossa empresa. Além da certificação da bióloga, a Bioseta teve as suas atividades reconhecidas como essenciais no enfrentamento da pandemia da Covid-19, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O reconhecimento foi dado a partir da nota técnica nº 28/2020/SEI/COSAN/GHCOS/DIRE3/ANVISA e também pelo Governo Federal, por meio do Decreto Federal Nº 10.282 de 20/03/2020, em que ambas instituições evidenciaram a necessidade e a importância dos serviços prestados pela empresa na promoção da proteção da saúde da população.

Bioseta desenvolve protocolos de segurança sanitária para o Leopoldina Juvenil

A Bioseta Inteligência Ambiental está desenvolvendo um estudo de biossegurança para retomada dos eventos sociais na Associação Leopoldina Juvenil, um dos clubes mais tradicionais de Porto Alegre. O estudo visa estabelecer protocolos de segurança sanitária para a realização de casamentos, aniversários e comemorações em geral. O corpo técnico da Bioseta deverá entregar o estudo até início de novembro, contemplando todos os cenários possíveis de utilização dos salões de festas, acessos e fluxos de pessoas. O estudo é umas ações do projeto Pause não é Stop! desenvolvido pela área de eventos do clube. Confira a matéria em GZH e Jornal do Comércio.

Segundo Bruno Osório, diretor executivo da Bioseta, a parceria é importante, pois “o desenvolvimento dos protocolos é essencial para nortear as ações pré, durante e pós evento, estabelecendo uma relação de segurança entre os envolvidos, já que além do cruzamento com decretos municipais e estaduais, há uma preocupação com a capacitação dos envolvidos quanto as boas práticas para efetiva aplicação do que foi planejado.”

A Bioseta já realizou estudo de biossegurança para a casa noturna Fever Club, no bairro Moinhos de Vento, propondo a adoção de mais de 60 protocolos de segurança para a volta das baladas. O projeto recomendou uma série de adaptações para o funcionamento da casa, como a adoção de um sistema de desinfecção ativa para garantia da qualidade do ar interior dos ambientes. A casa também foi totalmente setorizada, tanto na pista quanto nos camarotes, com demarcação de distanciamento seguro na pista de 4m² por pessoa ou pequenos grupos de até 4 amigos. Confira em GZH e Jornal do Comércio.

Bruno Osório, explica que os estudos são realizados por uma equipe multidisciplinar composta por engenheira química, bióloga, técnicos na área de segurança e profissionais da saúde. “Estamos oferecendo embasamento seguro para reabertura destes espaços, trazendo confiabilidade para empresários e clientes neste momento de retomada gradual das atividades, com segurança sanitária”, afirma.

Além da realização dos estudos, a Bioseta, com reconhecida expertise em segurança sanitária, é a empresa escolhida pelo Sport Clube Internacional para realizar os processos de sanitização dos ambientes do Centro de Treinamentos, processos que visam ampliar medias adotadas pelo clube para prevenção da disseminação da Covid-19.

Abandono, animais comunitários, os maus-tratos e a indústria

O Conselho Federal de Medicina Veterinária e diversas ONGs espalhadas pelo país confirmam estar ocorrendo uma espécie de ‘epidemia de abandono’ de animais de estimação na crise causada pela pandemia da Covid-19.

O aumento do desemprego, a diminuição de renda, o término dos relacionamentos e até o receio provocado por fake news de contrair o novo Coronavírus por meio dos animais domésticos são as justificativas mais comuns e que intensificam as situações de abandono dos animais, os episódios de maus-tratos e a adoção comunitárias deles.

Mas afinal, o que são animais comunitários?

Os animais comunitários são aqueles que, apesar de não terem tutor definido e único, são adotados por grupos específicos de pessoas que cuidam de um ou mais animais, sem necessariamente levá-los para a sua casa. No entanto, é muito importante que essas pessoas ofereçam todas as condições necessárias, para que os animais tenham uma vida saudável, como castração e vacinação.

Com isso, os animais acabam estabelecendo, com a população do lugar onde vivem, vínculos de dependência e de manutenção. O incentivo a campanhas de conscientização e a promoção do bem-estar dos animais estão entre as tarefas dos tutores de animais comunitários.

No Rio Grande do Sul,  a lei nº 15.254, de 17 de janeiro de 2019, dispõe sobre os animais comunitários e tutores no estado. Na lei, está estabelecido que os tutores serão cadastrados por órgão responsável e receberão crachá constando a sua qualificação completa.

Além disso, os tutores proverão voluntariamente as suas expensas, os cuidados com a higiene, a saúde e a alimentação dos animais comunitários pelos quais se responsabilizem, devendo zelar, também, pela limpeza do local onde os animais forem alojados.

Para o abrigo dos animais comunitários, fica permitida a colocação de casas em vias públicas, escolas públicas e privadas, órgãos públicos e empresas privadas e públicas, desde que com a autorização da autoridade correspondente ou responsável pelo local.

Os maus-tratos a animais trazem que consequências?

Na última terça-feira, 29, foi sancionado o projeto de lei nº 1.095/19 que aumenta o crime para quem maltratar cães e gatos, alterando o art. 32 da lei de crimes ambientais nº 9.605/98, em que a pena para os maus-tratos será de reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, multa e proibição da guarda.

Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estima-se que haja 28,8 milhões de domicílios com algum cachorro, o que representa 44% do total de domicílios, e outros 11,5 milhões com algum gato. Ainda que não se tenha um número oficial no país que discorra sobre maus-tratos, a estimativa é de 3.500 denúncias realizadas por mês pelas redes sociais de organizações de proteção animal.

Qual a relação entre animais domésticos e a indústria?

Cães e gatos são espécies domésticas que podem ser encontradas em restaurantes, refeitórios de indústrias, entre outros locais com grande circulação de pessoas, atraídas, na maioria das vezes, por restos de comida ou hábitos de trabalhadores que alimentam estes animais.

No entanto, a presença de animais domésticos em ambientes industriais/corporativos os coloca em situação de risco, bem como podem comprometer a segurança e as condições higiênico-sanitárias dos ambientes e dos processos produtivos por meio da transmissão de zoonoses.

É importante ressaltar que os animais domésticos que se estabelecem nestes locais passam a ser de responsabilidade da Empresa, sendo ela responsável por suas expensas, os cuidados com higiene, saúde e alimentação, devendo zelar, também, pela limpeza do local onde estes se encontram e pelo tratamento adequado deles.

 

Fontes: BBC Brasil, Assembleia Legislativa do RS e Palácio do Planalto Brasil.

Pragas podem reduzir até 15% do volume de grãos colhidos

Uma safra de qualidade não é conquistada somente na hora da colheita. É necessário ter todo um planejamento que vai desde o preparo do solo, a escolha das sementes, dos defensivos e até mesmo do local de armazenamento dos grãos colhidos. ⁣⁣⁣
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A necessidade de se ter um local de armazenamento saudável se dá pelo fato dos silos serem ambientes propícios para a infestação de pragas, o que acaba resultando em grandes perdas como a redução do volume de produção e prejuízos à qualidade dos produtos.⁣⁣⁣
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Segundo pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo, de Minas Gerais, a presença de insetos-pragas, fungos e microtoxinas junto com os ataques de roedores são os principais causadores de perdas consideráveis de grãos e que, inclusive, podem chegar em torno de 15% da perda de uma colheita, devido ao armazenamento inadequado da produção. ⁣⁣⁣
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Como evitar a infestação de pragas nos locais de armazenamento?⁣⁣⁣
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Para que a infestação de pragas nos silos seja evitada, o ideal e mais recomendado é que seja feito o expurgo de grãos. O expurgo é uma técnica empregada para eliminar as pragas que estão acondicionadas em silos, armazéns e sacarias. Grande parte dos casos de infestação são causados por pragas como:⁣⁣⁣
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• Gorgulho dos cereais – Rhyzopertha dominica;⁣⁣⁣
• Gorgulhos do arroz e milho – Sitophilus oryzae e Sitophilus zeamais;⁣⁣⁣
• Besouro castanho – Tribolium castaneum;⁣⁣⁣
• Traça dos cereais – Ephestia kuehniella;⁣⁣⁣
• Besouro do fumo – Lasioderma serricone.⁣⁣⁣

Em relação ao procedimento, o gás que é utilizado no expurgo de grãos é liberado ou introduzido no interior do lote de grãos e/ou sementes. Sendo assim, qualquer saída ou entrada de ar necessita ser vedada com materiais apropriados como a lona confeccionada com material especial para retenção do produto químico. ⁣⁣⁣

Para evitar problemas com a presença de pragas em silos, sacarias e armazéns, as boas práticas agrícolas são a principal forma de prevenção à contaminação dos grãos. E para intensificar ainda mais os cuidados, o expurgo de grãos apresenta-se como uma camada protetora dos grãos que foram colhidos. ⁣⁣⁣

Conte conosco para realizar o expurgo de grãos do seu local de armazenamento, clique aqui e saiba mais detalhes deste serviço que realizamos em conformidade com a legislação e uma equipe altamente capacitada.⁣⁣⁣

Salmonelose e a sua relação com o Parkinson e o Alzheimer

O consumo de diferentes tipos de alimentos e de água pode trazer benefícios e malefícios para a saúde humana. Quando se consome alimentos mal cozidos e água contaminada, por exemplo, a intoxicação alimentar pode vir a acometer o indivíduo. O fato é que, muitas vezes, bactérias são as responsáveis por causar problemas intestinais, como a Salmonelose que, inclusive, está sendo estudada devido à possibilidade de desencadear a doença de Alzheimer e Parkinson. Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura e fique por dentro!⁣⁣⁣⁣⁣⁣
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Afinal, o que é a salmonelose?⁣⁣⁣⁣⁣⁣
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A salmonelose é uma infecção sintomática causada por bactérias do tipo Salmonella. Os principais sintomas causados por essa infecção são: ⁣⁣⁣⁣⁣⁣
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• Diarreia;⁣⁣⁣⁣⁣⁣
• Febre; ⁣⁣⁣⁣⁣⁣
• Cólicas abdominais e vômitos. ⁣⁣⁣⁣⁣⁣
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Na maioria das vezes estes sintomas têm início de 12 a 36 horas após à exposição. Nos casos mais graves pode-se ter quadros de desidratação. Esse tipo de bactéria pode ser encontrada em duas espécies que são: Salmonella Bongori e a Salmonella Enterica com várias subespécies. ⁣⁣⁣⁣⁣⁣
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A salmonelose está dispersa no meio ambiente e pode ser ingerida por meio de alimentos contaminados com fezes de animais, que é o que acontece quando se come carnes e ovos crus ou mal passados, ou até mesmo quando não se lava as mãos antes de cozinhar ou manipular os alimentos. Outra forma de fácil contaminação da salmonelose é pela ingestão de água contaminada. ⁣⁣⁣⁣⁣⁣
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Pelo fato da salmonelose ser uma infecção causada por bactéria, há algumas medidas que podem ser tomadas a fim de prevenir e controlar todas as etapas da cadeia alimentar, desde a produção agropecuária, o processamento, a fabricação e a preparação dos alimentos nos estabelecimentos comerciais e também nas residências. ⁣⁣⁣⁣⁣⁣
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Salmonelose x Alzheimer x Parkinson: qual a relação?⁣⁣⁣⁣⁣⁣
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Doenças como o Alzheimer e o mal de Parkinson são conhecidas por serem do tipo neurodegenerativas, autoimunes e influenciadas por fatores genéticos. No entanto, o que pesquisadores vêm estudando é uma possível relação entre o gatilho do aparecimento dessas doenças estar relacionado ao estômago.⁣⁣⁣⁣⁣⁣
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Para que seja possível entender essa relação é necessário compreender que há proteínas amilóides inimigas dos tecidos nervosos, visto que elas vão se acumulando em placas e formam agrupamentos que podem vir a bloquear a sinalização entre as células nas sinapses. Essa movimentação faz com que se tenha ativação das células do sistema imunológico, responsáveis pelas inflamações e pela limpeza das células deficientes. Essas células estão presentes nos pacientes portadores de Alzheimer e Parkinson.⁣⁣⁣⁣⁣⁣
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Em relação ao papel da flora intestinal na produção de proteínas amilóides, foi demonstrado que as bactérias que povoam a microbiota intestinal tendem a liberar quantidades significativas de lipolissacarídeos e amilóides, os quais atuam na modulação das vias de sinalização e na produção de citocinas pró-inflamatórias relacionadas à patogênese da doença de Alzheimer.⁣⁣⁣⁣⁣⁣
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Já em relação ao estudo da salmonelose com as doenças de Alzheimer e Parkinson, no caso da Salmonella Typhimurium isolada de alimentos, e nos intestinos dos ratos, ela produziu amilóides do tipo curli no ceco e no cólon. Essa produção aumentou a inflamação das articulações e as interações de propagação cruzada entre as amilóides bacterianas e as amilóides humanas, as quais podem desencadear reações autoimunes como a doença de Alzheimer.⁣⁣⁣⁣⁣⁣
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O que é muito importante ressaltar é que, independente de a salmonelose estar relacionada aos casos de Alzheimer ou não, cerca de 5% das pessoas que contraem salmonelose desenvolvem no decorrer da vida uma condição autoimune chamada artrite relativa, sendo que em alguns casos os pacientes permanecem sintomáticos por 5 anos ou mais. ⁣⁣⁣⁣⁣⁣
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Para evitar a a contaminação pela salmonelose é importante adotar práticas diárias como a ingestão e o preparo de carnes bem cozidas, consumo de água tratada, lavar as mãos antes de manipular e ingerir alimentos. Para auxiliá-lo (a) a evitar a contaminação por salmonelose, contamos com diferentes tipos de tratamento de água. Clique aqui e converse agora com a nossa equipe.⁣⁣⁣⁣⁣⁣

Sanitização em containers para exportação

Para que os processos de importação e de exportação possam ser realizados de maneira adequada, segura e com vistas na prevenção de prejuízos no comércio internacional, é preciso que se tenha atenção a uma série de fatores, dentre eles, as condições higiênico-sanitárias do container que será utilizado.

Evitar possíveis contaminações e infestações é essencial no trânsito internacional, assunto que é objeto de estudo pelas nações e resulta na implementação de normas, leis e regramentos para restringir a entrada de cargas contaminadas.

Assim como, a realização do controle de mosquitos para o controle do Zika Vírus que é solicitado para alguns destinos, como forma de evitar a presença do mosquito no trânsito internacional, há também o requisito da prevenção em função da pandemia causada pelo novo Coronavírus. A partir disso, já se percebe a exigência da sanitização de containers.

A sanitização de containers é um processo que visa o combate aos micro-organismos como vírus, fungos e bactérias, medida esta que alguns exportadores já estão tomando para atender às condições higiênico-sanitárias como forma de evitar transtornos na exportação.

Como é feita a sanitização de containers?

A sanitização de containers consiste na nebulização em ultra baixo volume de produtos saneantes (obrigatoriamente aprovados pela ANVISA) com potente ação na eliminação de bactérias, de fungos, de vírus e de outros micro-organismos.

Neste processo, microgotas formam uma névoa fina que se mantém em suspensão no ar e se aderem a todas as superfícies e reentrâncias do container.

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A Bioseta possui uma equipe especializada, pronta para atender as mais diversas demandas. Oferecemos soluções preventivas de serviços de sanitizações, como é o caso dos containers, auxiliando na redução de riscos de contágio, evitando possíveis transtornos ao exportador.

Escolas de Carlos Barbosa serão sanitizadas pela Bioseta

A Prefeitura de Carlos Barbosa, juntamente com a Secretaria da Educação, e em parceria com a Bioseta, realizarão a sanitização das escolas municipais. Esta medida de prevenção contra o Coronavírus tem como objetivo aumentar a biossegurança dos ambientes e, principalmente, proteger a saúde dos estudantes, professores e colaboradores das escolas.

A sanitização das escolas do município será realizada uma semana antes do início das aulas presenciais. O processo de sanitização elimina os micro-organismos presentes nos ambientes como os vírus, os fungos, as bactérias e os ácaros. É válido lembrar que a sanitização não gera resíduos, não tem cheiro e não causa nenhum tipo de alergia.

Fórum de Hospedagem e Alimentação debate o novo normal para o setor

O Fórum de Hospedagem e Alimentação é um dos eventos mais tradicionais e de nível nacional no setor da alimentação e da hotelaria no Rio Grande do Sul. Em função da pandemia, neste ano, o evento foi realizado no dia 30 de setembro, de maneira totalmente diferente, online e gratuito. Promovido pelo Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região, o evento, com temática “Retomadas Inovadoras”, teve o patrocínio da Bioseta, da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação e da Lexsis Sistemas.

A programação do evento contou com palestra, painéis, depoimento e homenagens. Para que fosse possível contemplar as áreas de hospedagem e de alimentação, foram convidados profissionais atuantes nas duas áreas. A palestra de abertura – «O futuro mudou… bem na minha vez» – apresentada pelo empresário, publicitário, professor e palestrante, Dado Schneider, abordou sobre as mudanças que a sociedade sofreu no decorrer dos anos, não só com a pandemia do novo Coronavírus, mas em diversos aspectos sociais.

Já no painel – “O profissional e a operação do futuro na gastronomia”, os convidados abordaram questões sobre a adaptação do setor, os novos lugares que a gastronomia entrou e, principalmente, a saída da zona de conforto que o setor teve que realizar como a criação de novos protocolos para assegurar a saúde de colaboradores e de clientes.

Além disso, foi abordado o perfil do novo profissional de gastronomia que deve estar adaptável a situações inusitadas, ser tecnológico, informado, solidário e criativo para não deixar que o novo normal seja uma experiência fria para os seus clientes.

Planejando a retomada dos hotéis

No painel – “De portas abertas, os caminhos hoteleiros para a retomada”, os convidados Alexandre Sampaio, presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, e Alexandre Gehlen, diretor geral do Intercity Hotéis, tiveram a oportunidade de expor as experiências dos estabelecimentos gerenciados por eles neste momento de pandemia.

Para que o setor pudesse realizar uma retomada saudável, tecnologias que já estavam previstas para serem utilizadas no futuro tiveram o seu uso antecipado. Também foram realizados treinamentos com as equipes, investimento em máquinas de peróxido de hidrogênio e outros pontos importantes para a segurança dos hóspedes e de seus colaboradores.

E para finalizar o 4º Fórum de Hospedagem e Alimentação, foi apresentado o painel – “Tecnologia, Inovação e Atendimentos: aliados da H&A na retomada” com a participação de Fernando de Paulo – diretor corporativo de relações institucionais do MC Donalds Brasil, Rafael Prikladnicki – diretor do TECNOPUC e Carla Tellini – publicitária, CEO e head criativa do Grupo Press Gastronomia e Diversão. Neste painel, foi discutido sobre como a tecnologia serviu de aliada neste momento de pandemia e o quão importante ela se mostra, principalmente, para aqueles estabelecimentos  que tiveram que se reinventar e aderir ao movimento tecnológico.

O fórum de hospedagem e alimentação, promovido pelo Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e região, evidenciou as formas de reinvenção que o setor da gastronomia e da hotelaria aderiram, para que as suas atividades pudessem ser retomadas com segurança e responsabilidade. Além disso, o evento mostrou aos participantes, ideias e sugestões de como melhorar esta fase para que se tenha o retorno dos estabelecimentos de maneira segura e saudável para clientes e colaboradores.

Bioseta é patrocinadora do 4º Fórum de hospedagem e alimentação

No dia 30 de setembro, acontecerá, de maneira online e gratuita, a quarta edição do Fórum de hospedagem e alimentação, promovido pelo Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e região (Sindha) em parceria com patrocinadores como a Bioseta.

O fórum terá como tema as Retomadas Inovadoras e contará com a apresentação de painéis e demais atrações para os participantes. “Será um evento diferente de tudo que estamos acompanhando. Teremos uma programação completa com nomes e assuntos que realmente provocam os nossos setores. A ordem geral será a quebra de paradigmas. Como a categoria pode avançar para outros níveis? Quais as mudanças e inovações que podemos colocar em prática nessa retomada? Para os empresários, será uma verdadeira transformação. Tenho certeza de que muitos sairão dali inspirados a se autodesafiarem e a reinventarem seus negócios”, afirma o presidente do Sindha, Henry Chmelnitsky.

Para participar do fórum, é necessário fazer a inscrição online e gratuita. Clique aqui  para fazer a sua inscrição. O evento acontecerá na próxima quarta-feira, 30, a partir das 13h30min.

Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

PGRS importante para as empresas e para o meio ambiente⁣⁣⁣
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O gerenciamento de resíduos sólidos é uma obrigatoriedade para muitas empresas, o que faz com que elas se adaptem ao que é solicitado, a fim de atender à legislação e também auxiliar nos cuidados com o meio ambiente. E você, sabe o que é o plano de gerenciamento de resíduos sólidos? Continue a leitura e fique por dentro do assunto. ⁣⁣⁣
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O que significa a sigla PGRS?⁣⁣⁣
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A sigla PGRS significa Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos que é um documento técnico que identifica a tipologia e a quantidade de geração de cada tipo de resíduo, além de indicar as formas ambientalmente corretas para o manejo nas etapas de geração, acondicionamento, transporte, transbordo, tratamento, reciclagem, destinação final e disposição. Todos os passos visam a minimização dos impactos ambientais. ⁣⁣⁣
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Para que o plano possa valer de maneira correta, é muito importante que ele siga as regras municipais. Caso haja a inexistência do plano municipal de gerenciamento de resíduos sólidos, a organização pode fazer o seu. ⁣⁣⁣
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Um dos grandes benefícios que o PGRS traz é o de que, além de a empresa estar cumprindo com a lei, ela está auxiliando na preservação ambiental e na redução de consequências para a saúde humana. No Brasil, desde de 2 de agosto de 2010, o PGRS é obrigatório para um determinado grupo de empresas, as quais estão expostas na Lei 12.305/2010 que trata sobre os Planos de Resíduos Sólidos. Em relação aos locais que devem contar com o PGRS, temos os seguintes:⁣⁣⁣
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• Indústrias de todos os tipos;⁣⁣⁣
• Serviços de saúde;⁣⁣⁣
• Construção civil;⁣⁣⁣
• Serviços públicos de saneamento básico;⁣⁣⁣
• Transportes;⁣⁣⁣
• Empresas de mineração;⁣⁣⁣
• Atividades agropecuárias;⁣⁣⁣
• Geradores de resíduos perigosos.⁣⁣⁣
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No que diz respeito à fiscalização do plano, ela é feita pelo órgão municipal competente que indicará se o PGRS está adequado ou não. Em Porto Alegre, o plano de gerenciamento de resíduos sólidos é extremamente importante de ser apresentado para a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e da Sustentabilidade, visto que ele está se tornando obrigatório no município.⁣⁣⁣
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Por que é importante a elaboração do PGRS?⁣⁣⁣
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Para que a empresa esteja de acordo com a lei ambiental, que possa melhorar o controle da geração de resíduos direto da fonte geradora e, assim, reduzir desperdícios, o plano além de ser excelente para inspecionar os processos, é uma alternativa para se obter redução de gastos e aumento de lucros.⁣⁣⁣
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A economia, por exemplo, é possível de ser garantida a partir do reaproveitamento, da reutilização e da reciclagem dos resíduos sólidos. Já a redução de gastos, tem-se a partir das conformidades municipais, o que evita o aparecimento de multas e, até mesmo, cassação de alvarás. ⁣⁣⁣
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Para que o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) possa ser executado com sucesso, é fundamental contar com a assessoria de profissionais qualificados. Isso é muito importante devido ao fato do plano tratar diretamente com questões que abrangem a área da saúde, do bem-estar e da segurança da população. Quer saber mais sobre o PGRS? Entre em contato conosco AGORA e saiba como podemos auxiliá-lo com a nossa expertise de mais de 30 anos em saúde ambiental.

Armadilhas luminosas no controle de pragas

A indústria de alimentos é um segmento que requer inúmeros cuidados, a fim de que se tenha a garantia de segurança e de qualidade da produção. Neste contexto, é fundamental que se tenha um bom controle de pragas, visto que ele reflete em inúmeros aspectos da produção, e o uso de armadilhas luminosas são essenciais neste ramo de atividade. Na verdade, em qualquer cenário cuja presença de insetos voadores representa riscos ou algum tipo de incômodo, recomenda-se o uso destes equipamentos.

Afinal, o que são as armadilhas luminosas?

As armadilhas luminosas fazem parte do manejo integrado de pragas urbanas e servem para mapear  os pontos de ocorrência de insetos voadores, como moscas, mosquitos, mariposas, besouros, dentre outros.

Este equipamento é dotado de luz ultravioleta que atrai diversos insetos que ficam capturados em um refil adesivo não tóxico. É importante destacar que nem todos os insetos são atraídos e controlados pelas armadilhas luminosas. As baratas, por exemplo, têm aversão à luz, e não são controladas por este tipo de dispositivo.

Como é possível investigar o acesso das pragas?

Antes de tudo, é necessário investigar a causa da presença de insetos no ambiente. A partir daí, é possível elaborar um programa robusto e completo para o controle de pragas.

Uma boa alternativa é fazer uso de mapa de controle de pragas, a fim de que sejam demarcados os pontos de presença e o acesso das pragas. Assim, é possível começar a instalação das armadilhas luminosas nos locais onde os insetos estão acessando com mais frequência.

Com as armadilhas luminosas atuando, é possível avançar para um outro passo que é o de entender e levantar as possíveis causas do aparecimento dos insetos, por meio de alguns questionamentos:

  • Há problemas de manutenção na porta que dá acesso aos locais que estão aparecendo as pragas?
  • Há frestas ou danos na infraestrutura da empresa?
  • O forro e o telhado estão em boas condições?
  • Quando há circulação de pessoas no ambiente, todos respeitam o fechamento das portas?
  • É possível fazer novas instalações e/ou mudanças no local?
  • A climatização do ambiente está com a sanitização em dia?

Para que se tenha uma instalação correta das armadilhas luminosas, é necessário investir tempo e análise dos pontos de aglomeração das pragas. Assim, as armadilhas luminosas terão muito mais eficiência e assertividade. Quer saber mais sobre as armadilhas luminosas? Entre em contato conosco e saiba como podemos auxiliá-lo.

China recebe carga brasileira contaminada pelo Coronavírus

Nas últimas semanas, foi divulgado na mídia que a China identificou partículas do novo Coronavírus em uma carga de frango exportada de Santa Catarina para o país asiático. Diante dessa informação, muitos ficaram na dúvida sobre se realmente a carne estava contaminada ou se era a sua embalagem.

Na quinta-feira, 13 de agosto, a OMS amenizou a situação e descartou qualquer possível contaminação presente no frango, ou seja, a carne não estava contaminada. No entanto, possivelmente o que estava contaminada era a embalagem que estava acondicionando o alimento.

Diante disso, um ponto muito importante e que diz respeito às boas práticas do comércio internacional, é sobre a importância do cuidado e do tratamento com as embalagens que estão acomodando os produtos destinados a esta prática comercial entre países.

E para que contaminações em embalagens sejam evitadas, o tratamento fitossanitário é fundamental. Haja vista que ele elimina qualquer presença de praga quarentenária que ao chegar a um determinado país pode provocar grandes devastações.

Mas afinal, o que é o tratamento fitossanitário?

Conhecido pela sigla Heat Treatment, o tratamento térmico fitossanitário é uma medida de prevenção e cuidado, o qual é realizado em toda a madeira e sob uma temperatura de 56°C por, no mínimo, 30 minutos. A elevação da temperatura associada a produtos específicos faz com que se tenha a eliminação dos pontos de contaminação que estão na madeira, isso faz com que os importadores e exportadores fiquem mais seguros.

Por se tratar de uma determinação internacional, o tratamento fitossanitário é realizado nas operações de exportação, conforme a legislação do país de destino. No Brasil, a regulamentação do tratamento fitossanitário fica a cargo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que disciplina os processos de tratamento fitossanitário em madeira por meio de instruções normativas, além de avaliar e credenciar as empresas que podem realizar o tratamento fitossanitáro em madeira para exportação.

É obrigatório que o tratamento fitossanitário em madeira seja realizado com o madeiramento gradeado, em que todas as faces da madeira recebam o tratamento e, desse modo, fiquem livres da contaminação por pragas quarentenárias que são classificadas da seguinte maneira:

  • A1 – Pragas exóticas não presentes no país;
  • A2 – Pragas de importância econômica potencial que já estão presentes no país. A diferença é que elas apresentam disseminação localizada e são submetidas a um programa oficial de controle.

Outro ponto importante a ser ressaltado é que as embalagens e os suportes de madeira estejam identificados com a marca internacional aprovada pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). O tratamento fitossanitário é de extrema importância para minimizar problemas, reduzir passivos e também problemas que venham a afetar a economia do país que recebeu as madeiras infectadas.

Quer saber mais sobre tratamento fitossanitário? Clique aqui e leia mais de nossos conteúdos relacionados ao tema.

MAPA atualiza lista de pragas quarentenárias ausentes

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) atualizou a lista de pragas quarentenárias ausentes (PQA) para o Brasil.

Segundo a Instrução Normativa SDA/MAPA nº 85, foram acrescidas incorporadas 12 pragas ausentes no país, todas de interesse florestal, e que passam a ser regulamentadas, conforme resultado da Análise de Risco de Pragas conduzida pela Organização Regional de Proteção Fitossanitária (ORPF) Cosave (Comitê de Sanidade Vegetal do Cone Sul), que engloba Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai.

A publicação da lista é uma das obrigações do Brasil como membro da Organização Nacional de Proteção Fitossanitária (ONPF), assim como estabelecido na Convenção Internacional para a Proteção dos Vegetais, que prevê que os países devem publicar listas de pragas regulamentadas a fim de que outras nações e parceiros comerciais possam ter mais clareza quanto às ações que cada um toma para evitar a introdução de pragas, uma vez que as medidas fitossanitárias devem ser tomadas para pragas que sejam regulamentadas.

Pragas quarentenárias

São classificadas como pragas quarentenárias ausentes aquelas que ainda não foram relatadas oficialmente no país, e como pragas quarentenárias presentes as que já ocorrem em território nacional, mas têm distribuição restrita e estão sob controle oficial.

A simples presença de organismos vivos (animal, vegetal ou microrganismos) em determinado local pode comprometer a comercialização de produtos, por danificar ou destruir cultivos, plantações e colheitas, e ser uma barreira às exportações.

Cada praga apresenta riscos diferenciados em razão de suas características (reprodução, sobrevivência, capacidade de dispersão etc.) e, por isso, são necessárias ações específicas de controle.

A lista de pragas quarentenárias no Brasil é estabelecida pelo Mapa. Desde 2007, foi estabelecida a lista de pragas quarentenárias ausentes e presentes.

Veja as novas pragas incorporadas à lista PQA:

Coleoptera

Aromia bungii: besouro associado a árvores e à madeira. Ataca diversos hospedeiros, incluindo Populus spp. (álamos) e Salix spp. (salgueiros) e frutíferas do gênero Prunus (pêssego, damasco, ameixa). Atualmente, está presente na Ásia e na Europa.

Chrysobothris mali: é um besouro associado a diversas espécies arbóreas (nozes, álamos, carvalho, salgueiros, olmos, maçã). Importante em viveiros e plantações jovens, bem como para madeira. Presente somente na América do Norte.

Paropsisterna bimaculata: praga de eucalipto. Pode ser introduzida por meio de mudas, plantas ou parte de plantas vivas. Presente na Austrália. Interceptada diversas vezes pelo Reino Unido em uma pteridófita (Dicksonia antarctica) importada da Austrália, planta não hospedeira, demonstrando a capacidade de dispersão através do comércio de outros materiais não hospedeiros.

Paropsisterna m-fuscum: praga de eucalipto. Associado a mudas, plantas ou partes vivas de plantas, arranjo de flores ou como contaminante em produtos não hospedeiros (“espécie caroneira”). Nativa da Austrália e da Nova Guiné e introduzida nos EUA.

Trachymela sloanei e Trachymela tincticollis: ambas as pragas estão associadas a eucalipto e nativas da Austrália. T. sloanei já foi registrada fora de sua região de origem: Nova Zelândia, Estados Unidos e Espanha. Enquanto T. tincticollis, foi encontrada na África do Sul.

Lepidoptera

Dendrolimus spectabilis e Dendrolimus superans: pragas de pinus e outras espécies arbóreas (Abies, Cedrus, Larix). Presentes na Ásia e Rússia. As lagartas são desfolhadoras e têm causado perdas significativas em plantios de pinus.

Dioryctria zimmermani: os principais hospedeiros são espécies de pinus. Está presente na América do Norte (EUA e Canadá). Associado a mudas e árvores de natal.

Hymenoptera

Ophelimus eucalypti: praga de eucalipto indutora de galhas foliares. Presente na Austrália e Nova Zelândia, sendo uma das pragas mais importantes de Eucalyptus globulus na Nova Zelândia. Ataques intensos provocam a perda da folhagem das ramas terminais, podendo matar as plantas.

Selitrichodes globulus: praga de Eucalyptus globulus. Forma galhas em ramos e brotos novos. Espécie recentemente descrita como invasiva na Califórnia (EUA), tendo como origem provável a Austrália.

Hemiptera

Eucalyptolyma maideni: praga de espécies do gênero Corymbia. De origem australiana, foi introduzida na Nova Zelândia e na Califórnia (EUA). Infestações severas ocasionam a desfolha nas plantas hospedeiras.

Fonte: O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Brasileiros recebem sementes clandestinas da China

Sementes clandestinas da China estão sendo enviadas para brasileiros

Há algumas semanas o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), divulgou orientações sobre casos de sementes que foram enviadas da China para moradores dos Estados Unidos que não fizeram tal pedido. O MAPA alertou os brasileiros que, caso isso acontecesse no país, a primeira atitude a se tomar era a de não abrir os pacotes e procurar a Secretaria de Agricultura do município.

Eis que há alguns dias foram registrados no estado de Santa Catarina o recebimento de pacotes de sementes entregues pelos Correios, provenientes do país chinês. O primeiro registro foi feito na cidade de Jaraguá do Sul por uma pessoa que comprou um objeto de decoração pela internet e ao abrir a encomenda foi surpreendida com outro pacote contendo duas embalagens de sementes clandestinas.

Os pacotes que estão sendo enviados não vem corretamente identificados, alguns descrevem que há dentro da embalagem jóias, sendo que na realidade há sementes, o que acaba dificultando o impedimento da entrada dos pacotes.

Ainda que pareçam inofensivas, as sementes podem estar contaminadas e com isso disseminar pragas e doenças que podem vir a causar graves prejuízos econômicos e danos no que diz respeito a defesa sanitária vegetal. Os principais riscos que a entrada de sementes ilegais traz são os seguintes:

Infestação de plantas daninhas: quando temos a entrada de espécie vegetal sem ocorrência no Brasil, isso pode dificultar o controle ou aumentar o uso de produtos agroquímicos que podem agravar a produtividade agrícola e pecuária e o meio ambiente.

Insetos: a disseminação de insetos pode ocorrer por sementes. Isso faz com que se tenha o aumento no custo de produção e redução da produtividade das lavouras.

Fungos, bactérias e vírus: a não procedência de sementes pode trazer riscos como a entrada de contaminantes como vírus, fungos e bactérias que são vetores de inúmeras doenças e pandemias, o que acaba trazendo problemas em diversas esferas da sociedade.

Conforme a lei brasileira, todo o material oriundo de multiplicação vegetal, considerado semente ou muda deve ter autorização do Mapa para entrada no Brasil. O recebimento de mudas não autorizadas e não adquiridas como os casos chineses, o recomendado é que seja procurada a Secretaria de Agricultura do município, a fim de que a mesma consiga fazer a destinação adequada das sementes.

Qualidade do ar interior é coisa séria

A qualidade do ar interior é um tema que está em pauta desde a década de 70 com a crise do petróleo, momento em que foi necessário reduzir o consumo de energia. Desse modo, com a redução das trocas de ar entre os ambientes exterior e interior foi desencadeado um grande problema que é a síndrome do edifício doente, oficialmente reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1983. Isso faz com que, cada vez mais, seja necessário manter uma boa qualidade do ar interior nos locais com grande circulação de pessoas.

Qual a importância de se manter uma boa qualidade do ar interior?

Ambientes que apresentam uma qualidade do ar interior de péssima qualidade, muitas vezes, podem trazer impactos negativos à saúde de quem frequenta os ambientes, além de ser extremamente prejudicial para a funcionalidade, a harmonia, o conforto e a produtividade.

Quando a qualidade do ar interior está em boas condições, é possível ter a prevenção de doenças respiratórias, conforto dos usuários e condições mínimas adequadas. Em ambientes comerciais, por exemplo, uma boa qualidade do ar interior resulta em equipes mais produtivas, menores taxas de absenteísmo e, consequentemente, melhora no retorno financeiro das empresas e dos funcionários.

Para que se tenha um bom índice de qualidade do ar interior, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determina os padrões referenciais de qualidade do ar interior para espaços de uso público e coletivo.

Desde janeiro de 2018, está em vigor a Lei 13.589/18 que dispõe sobre a obrigatoriedade de manutenção de instalações e equipamentos de sistemas de climatização de ambientes. A lei versa sobre a necessidade de todos os edifícios de uso público e coletivo, que possuem ambientes de ar interior climatizado artificialmente, manterem o Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC) em dia, conforme o estabelecido na Resolução 9/2003 da Anvisa. Quando um estabelecimento não apresenta o PMOC atualizado, ele pode vir a receber multas e, até mesmo, a cassação do alvará de serviços.

Como é feita a análise da qualidade do ar interior?

Para que se tenha a análise da qualidade do ar interior, é necessária a realização de uma avaliação no ar de ambientes climatizados artificialmente, seja a partir da utilização de ar-condicionado ou de outros sistemas de ventilação.

A partir de uma análise minuciosa, é possível identificar concentrações dos agentes poluentes que estão afetando o ambiente. Com o resultado da análise da qualidade do ar interior, é plausível inserir medidas que tornem o ambiente mais limpo e saudável com a redução dos riscos de transmissão de doenças respiratórias, de pele, oculares, entre outras.

Para oferecermos mais segurança e qualidade aos nossos clientes, contamos com um amplo portfólio de serviços de qualidade do ar interior como:

  • Confecção e emissão do PMOC com ART;
  • Higienização de climatizadores evaporativos;
  • Higienização de aparelhos de ar-condicionado (split);
  • Sanitização do ar interior dos ambientes;
  • Higienização de dutos e coifas em estabelecimentos do ramo alimentício;
  • Análise da qualidade do ar interior.

Conte com quem tem mais de 30 anos de experiência, clique AQUI  fale com nossos consultores e saiba como podemos auxiliar na manutenção da qualidade do ar interior dos seus ambientes.

Confira também o nosso e-book! Ele vai ajudá-lo (a) a compreender melhor as exigências e como o PMOC vai impactar sua operação: faça o download agora

Tratamento térmico fitossanitário no combate ao Coronavírus

Para que seja possível o transporte de suporte ou embalagem de madeira para exportação, é necessária a realização de tratamento térmico fitossanitário, a fim de garantir que a madeira utilizada para acomodação dos materiais esteja livre da presença de pragas quarentenárias que podem causar grandes prejuízos no país de destino.

O tratamento térmico fitossanitário conhecido pela sigla HT (Heat Treatment) é realizado em toda a madeira e sob uma temperatura de 56°C por, no mínimo, 30 minutos. A elevação da temperatura associada a produtos específicos faz com que se tenha a eliminação de pontos de contaminação na madeira, o que garante segurança aos importadores e exportadores.

Mas afinal, qual a relação do tratamento fitossanitário no controle do Coronavírus?

A sede da Ford, nos Estados Unidos, junto com a Universidade de Ohio, realizou um teste que teve como conclusão final, o resultado positivo do uso do calor para a eliminação da carga viral do Coronavírus nas superfícies e nos materiais dos automóveis da empresa.

Para que fosse possível chegar a este resultado, a empresa instalou um programa específico para o gerenciamento do sistema de climatização que utilizou o próprio motor do veículo. Nesta situação, o nível de aquecimento é mantido pelo tempo necessário até que a cabine alcance a marca de 56 graus.

Após os 15 minutos de ação das altas temperaturas no interior do veículo, tem-se um processo de resfriamento para que se obtenha a conclusão do tratamento. No que tange ao uso de tratamento fitossanitário em veículos automotivos, a Ford defende que a introdução de ar quente no compartimento de passageiros auxilia no alcance de áreas que muitas vezes não são beneficiadas num processo de desinfecção manual, por exemplo, uma vez que o calor consegue penetrar em áreas de difícil acesso e fendas.

O experimento realizado pela Ford demonstra que o Tratamento Térmico Fitossanitário, seguindo a legislação de cada país, pode sim trazer resultados eficazes de 99,9% para quem busca aumentar as medidas de combate ao Coronavírus.

Essa pesquisa, feita pela empresa, traz como conclusão a efetividade que o tratamento fitossanitário pode trazer para outros segmentos, além do comércio exterior, o que faz com que a demanda por esse tipo de serviço venha crescer e assim abrir um amplo leque de aplicações.

Quer saber mais sobre o tratamento fitossanitário de madeira? Clique aqui e converse com a nossa equipe.

Ferramenta do SESI para estabelecimentos auxilia no combate ao Coronavírus

A luta contra o Coronavírus é um dever de todos nós, seja dentro de casa, no comércio ou nos ambientes de trabalho. Para que possamos conter o avanço da doença, é muito importante que alguns hábitos sejam adotados e medidas implementadas. Pensando nisso, o SESI-RS, com o intuito de auxiliar no retorno das atividades da indústria, desenvolveu o Relatório de Autodiagnóstico de Boas Práticas de Segurança e Saúde no Trabalho para Controle e Prevenção da Covid-19.

Para que fosse possível elencar as principais e mais importantes recomendações, a equipe técnica do SESI teve como base os documentos legais e as orientações técnicas emitidas pelos órgãos governamentais, a fim de oferecer um relatório com abordagem planejada, estruturada e global da prevenção com o foco na segurança e no bem-estar dos trabalhadores e na oferta de um ambiente de trabalho seguro e saudável.

As recomendações contidas na ferramenta do SESI são divididas por categorias, e nós separamos as principais, para que você, também, possa adequá-las nos seus ambientes.

Práticas de boa higiene e conduta

Implementação de um plano de contingência para a prevenção, para o monitoramento e para o controle da transmissão da COVID-19, que contemple no mínimo adequação estrutural, fluxo, processo de trabalho e monitoramento da saúde dos trabalhadores.

Uso de protocolos para a identificação e para o encaminhamento de trabalhadores com suspeita de contaminação pelo novo Coronavírus antes de ingressarem no ambiente de trabalho.

Notificação dos casos suspeitos de síndrome gripal e confirmados da COVID-19 à Vigilância em Saúde do Município sede da indústria, bem como à Vigilância em Saúde do Município de residência do trabalhador.

Orientação por meio de ações educativas de divulgação a todos os trabalhadores sobre a prevenção de contágio pelo Coronavírus, a forma correta de higienização das mãos e demais medidas de prevenção.

Disponibilização de sabonete líquido, toalha de papel e álcool em gel 70% a todos os funcionários.

Distanciamento seguro entre os funcionários, considerando as orientações do Ministério da Saúde, determinações da Secretaria Estadual da Saúde do RS e as características do ambiente de trabalho.

Adoção de medidas de engenharia, como a utilização de barreiras físicas, para diminuir a intensidade e a duração do contato pessoal entre trabalhadores e entre estes e o público externo.

Suspensão do uso de bebedouros de jato inclinado.

Renovação do ar nos ambientes da indústria, privilegiando a ventilação natural nos locais de trabalho. Já em relação ao uso de ar-condicionado, evitar a recirculação de ar e efetuar a adequação de suas manutenções preventivas e corretivas.

Implementar a política de agendamentos de horários para evitar a aglomeração e para distribuir o fluxo de pessoas.

Reforço da limpeza de pontos de grande contato como corrimões, banheiros, maçanetas, terminais de pagamento, elevadores, mesas, cadeiras.

Práticas quanto às refeições

Substituição dos sistemas de autosserviço de bufê, a fim de minimizar o risco de contaminação, utilizando porções individualizadas ou empregado(s) específico(s) para servir todos os usuários do refeitório.

Higienização das superfícies das mesas após cada utilização.

Maior espaçamento entre as pessoas na fila, orientando para que sejam evitadas conversas.

Práticas referentes ao SESMT e à CIPA

Disponibilização de EPI a todos os trabalhadores, conforme as regras do Ministério da Economia, da Saúde, Normas Regulamentadoras da atividade e normas ABNT.

Proibição da reutilização de uniformes e/ou EPI (capacetes, calçados de segurança, entre outros) quando tais vestimentas/equipamentos não estejam devidamente higienizadas.

Práticas referentes ao transporte de trabalhadores

Respeito ao limite de 50% da capacidade do transporte próprio ou fretado para seus trabalhadores.

Higienização regular dos assentos e demais superfícies frequentemente tocadas pelos trabalhadores.

Oferta de álcool em gel para todos os ocupantes.

Práticas referentes às máscaras

Fornecimento de máscaras aos trabalhadores que necessitam o seu uso, conforme orientações do Ministério da Saúde.

Orientação aos trabalhadores que necessitam usar a máscara de proteção respiratória quanto ao seu uso correto.

Práticas referentes aos trabalhadores de risco:

Identificação e mapeamento dos trabalhadores pertencentes aos grupos de risco.

Caso não seja possível a realização de teletrabalho para os trabalhadores de grupos de risco, é priorizado o trabalho interno, sem contato com clientes, em local reservado, arejado e higienizado ao fim de cada turno de trabalho.

Práticas referentes aos trabalhadores terceirizados, visitantes e prestadores de serviços

Utilização de uniformes e/ou EPI devidamente higienizados.

Uso de álcool em gel e higienização das mãos por no mínimo 20 segundos sempre que necessário.

Distanciamento de, no mínimo, um metro e oitenta e cinco centímetros entre as pessoas, quando não estiverem usando EPI, inclusive nos refeitórios, locais de entrada e saída da empresa, e distância de um metro, quando estiverem usando EPI.

As recomendações do relatório do SESI para a indústria podem ser utilizadas nos mais variados ambientes em que se tenha a circulação de pessoas e a realização de diferentes tipos de serviços. Basta mapear as que mais se adequam ao nicho de trabalho e, assim, adotar as medidas recomendadas.

Se você possui um estabelecimento comercial, utilize a ferramenta do SESI, clique no link e acesse o autodiagnóstico: https://forms.gle/1959BhSpnm47HYNh8

Pombos são animais sinantrópicos?

O termo “animais sinantrópicos” não é conhecido por grande parte da população, porém, ao elencar quais animais fazem parte desta espécie, é fácil reconhecer e verificar que eles estão, inclusive, na convivência diária dos humanos e nas grandes cidades. 

Animais sinantrópicos são aqueles que se adaptaram ao modo de vida dos humanos, ou seja, eles vivem facilmente em sociedade e não se afastam com a poluição, com os barulhos, com a falta ou o excesso de alimentos, com as sujeiras, entre outros. Por não terem dificuldades em viver na sociedade, os animais sinantrópicos, como os pombos, os ratos, os mosquitos, as abelhas, as moscas, as formigas, as pulgas, os carrapatos, os gambás e as vespas, podem transmitir doenças e causar danos graves à saúde dos seres humanos e de outros animais. 

Uma das principais causas para que se tenha a presença constante de pombos e demais animais sinantrópicos é o fato de que as cidades cresceram de maneira desordenada, pois a invasão de áreas verdes e a conturbação urbana se tornaram mais frequentes.

Quais as principais fontes de sobrevivência dos animais sinantrópicos?

Quando se fala em sinantropia, é preciso levar em conta os principais fatores que fazem com que os animais dessa espécie sobrevivam que são eles:

  • Água;
  • Alimento;
  • Abrigo;
  • Acesso. 

A partir desses fatores é possível reconhecer o que serve de alimento, de abrigo e de acesso para cada espécie que se pretende ter um maior controle e assim, adotar medidas preventivas contra o aumento das populações sinantrópicas, como é o caso dos pombos que podem ser afastados com o uso da repelência eletromagnética de pombos. 

Quais as características que fazem os pombos serem animais sinantrópicos?

Os pombos são animais que foram trazidos ao Brasil por imigrantes europeus no século XVI e eram considerados aves domésticas. Por conviverem nas cidades junto à população, os pombos se adaptaram facilmente aos centros urbanos, devido à facilidade de encontrar abrigo e alimento. 

A alimentação dos pombos consiste em grãos e sementes, além de restos de alimentos e lixo. Para que possam ter um lugar seguro para morarem, essas aves abrigam-se e constroem os seus ninhos em locais mais altos como os prédios, as torres, os forros das casas, as calhas, os galpões, entre outros.

Pelo fato de serem hospedeiros parasitas e causadores de inúmeras doenças, os pombos também são capazes de transmitir bactérias e fungos que causam problemas neurológicos e respiratórios, como é o caso da doença do pombo. 

As fezes dos pombos são o principal meio de contaminação, haja vista que quando elas secam formam uma poeira que, quando, inalada é capaz de transmitir doenças como a criptococose, a histoplasmose e a ornitose. Além disso, as fezes com agentes infecciosos contaminam os alimentos e infectam os humanos com a salmonelose, por exemplo.

Como é possível afastar os pombos dos locais?

A presença de pombos nos ambientes urbanos além de ser muito prejudicial à saúde é, também, um fator que causa poluição visual e dos ambientes, visto que as fezes dos animais, além da convivência em bando, fazem com que os ambientes fiquem com aspecto de sujo. 

Junto com o péssimo aspecto visual, há também a deterioração das construções, isso porque as fezes dos pombos, por serem muito ácidas, corroem as estruturas e causam prejuízos econômicos. 

No entanto, o afastamento desses animais na vida em sociedade não é uma tarefa fácil, visto que eles têm memória semelhante à dos humanos e por isso, memorizam os locais que costumam frequentar. Uma solução para afastar os pombos é adotar o uso da repelência eletromagnética de pombos.

Como a repelência eletromagnética de pombos funciona?

A repelência eletromagnética de pombos LH 120 é um sistema de controle eletrônico instalado sobre o telhado ou em uma estrutura metálica. Os capacitadores desse sistema são interligados por meio de um fio inoxidável e de um reator que emite um campo eletromagnético pulsante que é sentido apenas pelo pombo. Esse campo pulsante faz com que os pombos se afastem do local infestado.

A grande vantagem desse sistema eletromagnético é o fato dele não ter vida útil pré-determinada, basta que o reator esteja funcionando e a instalação tenha sido feita de maneira correta. Os principais benefícios do sistema de repelência eletromagnética LH 120 são:

  • Ambiente limpo;
  • Preservação da saúde;
  • Segurança nos ambientes;
  • Conservação das estruturas prediais.

É importante ressaltar que, junto com o sistema de repelência eletromagnética, é muito importante não fornecer alimentos para os pombos, evitar deixar restos de comida e lixos abertos e também ter muito cuidado com a exposição da ração dos animais de estimação. 

O sistema de repelência eletromagnética não emite ruídos sonoros perturbadores, não causa interferência em redes Wi-Fi e em sistemas de comunicação, apenas afasta os pombos sem matá-los, visto que esses animais são amparados pelo artigo 29 da Lei nº 9.6015 de 12/2/1998, do IBAMA que informa que matar, perseguir, caça, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, pode resultar em pena de detenção de seis meses a um ano e multa.

Quer saber mais detalhes do sistema de repelência eletromagnética de pombos? Clique AQUI e converse com a nossa equipe.

Produtos de limpeza matam o Coronavírus: real ou fake?

O Coronavírus trouxe para o cotidiano de muitos brasileiros um cuidado a mais com a higienização da casa, das roupas, dos alimentos, dos calçados e das demais superfícies.  E neste contexto, a busca por produtos de limpeza eficazes no combate e no extermínio da Covid-19 cresceu muito, assim como a oferta.

E aí, você acredita que todo o produto de limpeza que diz que é eficaz no combate ao Coronavírus realmente elimina o vírus?

A resposta é não, ou seja, é FAKE todo o tipo de propaganda que mencionar o combate ao Coronavírus sem que o produto tenha sido aprovado pela Anvisa

Casos de propaganda falsa estão sendo cada vez mais desmascarados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que, com o auxílio dos consumidores, consegue retirar os produtos falsos de circulação. Só neste ano, a Anvisa realizou a retirada de 77 produtos de limpeza do mercado por não apresentarem registro de ação desinfetante regulamentado pela instituição. 

Você sabe quais as principais diferenças entre os produtos de limpeza?

Para entender melhor o que faz cada tipo de produto de limpeza, separamos os produtos em categorias que mencionam quais as suas atribuições. Confira!

  • LIMPADORES são os produtos que limpam as superfícies e não apresentam ação comprovada no combate a bactérias, fungos e vírus, por exemplo. Apesar de serem produtos mais simples, eles precisam de uma notificação positiva da Anvisa.
  • DESINFETANTES: por eliminarem todos os micro-organismos patogênicos presentes nas superfícies, os desinfetantes passam por testes em laboratórios até receberem o registro da Anvisa. 
  • SANITIZANTES: ao contrário do desinfetante, o sanitizante reduz o número de micro-organismos nos ambientes, ou seja, não extermina completamente os vírus, os fungos e as bactérias. Do mesmo modo, para que esteja disponível no mercado, são necessários o registro e a comprovação dos sanitizantes na Anvisa. 
  • SANEANTES: todos os produtos utilizados na conservação e na limpeza como os detergentes, água sanitária, cera, sabão em pó, inseticidas, entre outros. 

Para evitar acidentes como intoxicações, é muito importante atentar para a marca do produto e se ele realmente é registrado ou possui licença da Anvisa.

Evite problemas de saúde devido ao uso irregular de produtos de limpeza e preserve a saúde e a segurança de toda a sua família.

Coronavírus em elevadores e escadas rolantes: quais são os cuidados a se tomar?

10evadores e escadas rolantes são apontados como locais com grande potencial de contaminação por Coronavírus. Sendo assim, as empresas, os condomínios, as escolas, os shopping centers e quaisquer outros locais onde estes equipamentos estejam instalados devem adotar medidas para prevenir o avanço do vírus.

Seguir as orientações emitidas pelos órgãos de saúde do governo federal, estadual e municipal é o primeiro passo para adequar a essa nova realidade sanitária, principalmente no que tange ao distanciamento social e às medidas preventivas.

Neste contexto, sabemos que o uso de elevadores, de escadas e de esteiras rolantes são necessários para os deslocamentos das pessoas, por isso, elaboramos algumas orientações.

A Thyssen Krupp Elevadores, preparou algumas orientações para o uso de elevadores e escadas rolantes contra a Covid-19:

  • Procure usar o elevador com o menor número de pessoas possíveis, evitando a lotação máxima, e quando estiver cheio aguarde o próximo;
  • Dê preferência, sempre que possível, ao uso das escadas para se deslocar entre um pavimento e o outro;
  • Use álcool em gel para higienizar as mãos ao chegar e ao sair do condomínio, dos centros comerciais e dos empreendimentos com grande fluxo de pessoas;
  • Faça o uso de lenço de papel para chamar o elevador, abrir a porta e acionar os botões dos andares: esta é uma alternativa quando não se pode lavar as mãos logo em seguida;
  • Mantenha as portas do elevador abertas por um tempo maior para aumentar a ventilação do ar. Isso é possível, também, na hora de fazer a limpeza e quando o elevador não estiver em uso, por meio de sistemas de gestão que permitem o deslocamento do equipamento para um determinado andar;
  • Intensifique a limpeza do elevador, se possível de hora em hora, principalmente dos botões de chamada e das partes internas da cabina, bem como do corrimão das escadas e esteiras rolantes;
  • Utilize produtos adequados para não danificar o equipamento. O aço inoxidável deve ser limpo, preferencialmente, com detergente neutro diluído em pouca água, para proteger as partes elétricas dos equipamentos. O uso do álcool 70% também é eficaz;
  • Não utilize produtos à base de cloro e de água sanitária, pois oxidam o aço inoxidável.

A sanitização deve ser realizada por profissional devidamente capacitado, com produtos devidamente registrados junto à ANVISA para este fim.

Veja também essa matéria feita com o Médico Infectologista e Professor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) Crispim Cerutti Junior:

Fonte:
– https://amb.org.br/noticias/elevadores-e-os-cuidados-para-prevencao-ao-covid-19
– https://www.unisaudems.org.br/dicas-de-saude/coronavirus-veja-perguntas-e-respostas
– https://www.thyssenkruppelevadores.com.br/blog/coronavirus-cuidados-com-o-elevador-escadas-e-esteiras-rolantes/

 

Aparelhos de ar-condicionado e o surto de Coronavírus

Pesquisadores e cientistas do mundo todo têm buscado soluções para evitar o aumento no número de contágios do novo Coronavírus, que já vitimou mais de 300 mil pessoas. Em meio a tantos estudos, testes e pesquisas, uma das hipóteses levantadas indica que o aparelho de ar-condicionado pode ter sido um dos responsáveis por espalhar a Covid-19. Continue a leitura e saiba mais!

Um restaurante localizado na cidade de Guangzhou, na China, é objeto de estudo da hipótese levantada por pesquisadores de que o aparelho de ar-condicionado do ambiente é o responsável por contaminar clientes que estiveram jantando no local nos últimos meses. Acredita-se que o fluxo de ar contribuiu para espalhar gotículas respiratórias pelo restaurante, que não possui janelas para circulação do ar.

No Brasil, a Associação Brasileira de Ar-Condicionado, Refrigeração, Ventilação e Aquecimento (Abrava) posicionou-se sobre o surto de Coronavírus no que diz respeito à utilização de aparelhos de ar-condicionado e a importância da manutenção do sistema de climatização. 

A relação do Coronavírus e o aparelho de ar-condicionado está no fato de que, quando os ambientes não possuem ventilação ou estão com a manutenção inadequada dos equipamentos, eles se tornam lugares insalubres, além de serem altamente prejudiciais à saúde e à produtividade.

De acordo com o texto publicado no site da ABRAVA, para evitar que o aparelho de ar-condicionado seja um fator de propagação da Covid-19, é muito importante que o equipamento esteja com a sanitização em dia e o ambiente em que ele esteja instalado conte com o Plano de Operação, Manutenção e Controle (PMOC) aprovado no ano de 2018.

O PMOC apresenta os parâmetros ideais para a qualidade do ar, conforme a resolução do Ministério da Saúde – ANVISA, a RE – 09/2003, que mostra os níveis máximos de concentração dos poluentes mais conhecidos e de fácil detecção como o índice de CO2 e a quantidade de fungos. 

Conte com a nossa experiência de mais de 30 anos em saúde ambiental e invista na sanitização de ar-condicionado residenciais e empresariais: procedimento capaz de eliminar micro-organismos vivos como os fungos, os ácaros e as bactérias que contaminam o equipamento e os ambientes.

Entre em contato com a nossa equipe e solicite um orçamento personalizado!

Estação de Sanitização é instalada no CT Parque Gigante

O Sport Club Internacional, que retornou com os treinamentos físicos presenciais, instalou na terça-feira, 26 de maio, a Estação de Sanitização Bioseta no CT Parque Gigante.

Esta medida visa garantir e preservar a saúde dos jogadores, da comissão técnica e dos funcionários do clube, além de ser mais uma medida de combate ao Coronavírus adotada pelo colorado.

A Estação realiza a higienização de roupas, calçados e acessórios em, aproximadamente, 10 segundos, com a utilização de um sanitizante natural à base de óleo de pinus, aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

Como funciona a Estação de Sanitização Bioseta?

O funcionamento da Estação de Sanitização é prático e muito simples: basta ingressar na estação – uma pessoa por vez -, levantar os braços, girar 360 graus lentamente, esfregar as mãos e sair. O produto é expelido por meio de microaspersores que emitem uma névoa muito fina e não traz riscos para a saúde

Quer levar a nossa Estação de Sanitização para os seus ambientes? Entre em contato conosco pelo (51) 3396 – 6161 ou pelo e-mail comercial@bioseta.com.br e converse com a nossa equipe. 

Estação de Sanitização é instalada na Estação Esteio da Trensurb

Na tarde da última segunda-feira, 25, em parceria com a Prefeitura de Esteio e com a empresa de trens urbanos de Porto Alegre S.A (Trensurb), realizamos a instalação da Estação de Sanitização no Trensurb, em Esteio/RS. Essa medida visa reforçar o combate a micro-organismos neste ambiente, onde diversas pessoas circulam diariamente e que, consequentemente, estão mais propensas a contaminações.

A Estação de Sanitização foi projetada em inox e policarbonato, tem 2,55m de altura, 1,36m de largura e 1,53m de comprimento. Conforme Bruno Osório dos Santos, diretor executivo da Bioseta, a estação foi baseada em modelos utilizados em outros países e desenvolvida em dois meses. 

Em relação ao seu uso, é considerado muito simples visto que é necessário ingressar uma pessoa por vez, levantar os braços, girar 360 graus lentamente, esfregar as mãos e sair.

O tempo total do processo é de até 10 segundos e, para que isso seja possível, microaspersores são acionados automaticamente por meio de um sensor e então é emitida uma névoa muito fina da solução de desinfecção, com ativo à base de óleo de pinus.

O agente de desinfecção utilizado na estação de sanitização é aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e não oferece riscos à pele e aos olhos. Para cada uso da estação, são utilizados 15ml de solução de desinfecção. 

A Estação de Sanitização Bioseta está instalada no acesso à plataforma, próximo às catracas e está disponível para uso gratuito a todos os passageiros que circulam pelo local, no período das 5h até as 23h30min.

Para solicitar orçamento e levar a Estação de Sanitização Bioseta para sua empresa, preencha o formulário AQUI.

Estação de Sanitização contra vírus

Para auxiliar no combate e na prevenção ao Coronavírus, lançamos nossa Estação de Sanitização: uma ferramenta fundamental no combate à pandemia, que tem com função produzir uma barreira sanitária com ativo natural.

Ao passar por nossa estação de sanitização, recebem a sedimentação de partículas do ativo natural por micro aspersão, as quais se depositam nas vestimentas (roupas e acessórios), objetos e acessórios e a pele exposta, de modo que ocorra a desinfecção superficial, propiciando a redução da propagação de agentes patógenos existes nas superfícies contaminadas.

Para que esse processo seja ainda mais completo, a estação de sanitização conta ainda com a opção de um sistema inovador de verificação da temperatura corporal.

A estação é dotada de um sistema automatizado de sensores de movimento e de aspersão que garantem a eficiência e a autonomia do equipamento, sem a necessidade de acompanhar o seu funcionamento.

Para que possamos conferir segurança a todos os usuários da estação, utilizamos um desinfetante com ativo natural, e que apresenta segurança em relação à toxidade oral, bem como ausência de irritações cutâneas e oculares.

Instalação

A Estação de Sanitização pode ser instalada em diversos tipos de ambientes, como indústrias, centros administrativos, shoppings centers, escolas, supermercados e demais locais com grande circulação de pessoas. Além disso, ela pode ser utilizada para a higienização de carrinhos de supermercado. 

Características

Nossa estação foi projetada para atender de maneira completa todas as necessidades. Para que isso seja possível, ela conta com as seguintes características:

  • Sensor de medição de temperatura corporal;
  • Avisos luminosos de funcionamento;
  • Sensor de acionamento automático de aspersão com sistema antigotejamento;
  • Reservatório de solução embarcado;
  • Sistema automatizado de dosagem;
  • Painel elétrico e sistema monofásico;
  • Dimensões: Altura: 2,55m | Largura: 1,36m | Comprimento: 1,53m. 

Diferenciais

Sabemos que em momentos como o que estamos passando, é fundamental oferecer soluções completas e inovadoras para os nossos clientes. Confira a seguir alguns dos principais diferenciais que a nossa estação propicia aos usuários:

  • Fácil utilização em diversos ambientes, como ambientes industriais, comerciais e locais públicos;
  • Sistema de medição de temperatura corporal embarcado, com painel luminoso indicativo, reduzindo o número de pessoas envolvidas na operação;
  • Utilização de desinfetante com ativo natural;
  • Sistema de aspersão dinâmico e automatizado;
  • Eficiência energética e ambiental, com reduzido consumo de água;
  • Atendimento aos requisitos de acessibilidade;
  • Projetado em acordo com o Regulamento Anvisa RDC 356/2020, para o combate e à proliferação do COVID-19.

Leve nossa Estação de Sanitização para o seu ambiente! Clique aqui e saiba mais detalhes!

 

Combata o CORONAVÍRUS com a sanitização de ambientes!

Mesmo os ambientes que passam por limpeza diária, não estão livres da presença de vírus, de bactérias, de fungos e de outros micro-organismos e de ácaros, aracnídeos capazes de causar alergias e doenças a pessoas que os utilizam.

As superfícies, como teto, forro, paredes, frestas, etc.; objetos presentes no ambiente, como móveis, lustres, maçanetas, etc.; e objetos porosos, como tapetes, estofados e carpetes, tendem a passar por uma limpeza aparente.

A limpeza do ar-condicionado normalmente se restringe à lavagem dos filtros externos e, a qualidade do ar interior dos ambientes não é verificada, pois nem notamos que o ‘ar está ali’, somente quando sentimos algum odor ou mau cheiro.

Diante deste cenário, a sanitização é indispensável para viabilizar ambientes biologicamente seguros nos locais onde realizamos nossas atividades diárias, seja escritório, no meio de transporte, na academia, no clube, na escola dos nossos filhos, no restaurante, na nossa residência ou em quaisquer outros lugares que frequentamos.

A biossegurança dos ambientes é essencial, pois ambientes seguros e salubres colaboram para o bem-estar, para a saúde e para a qualidade de vida de seus usuários.

Conheça a seguir o programa de sanitização de ambientes que a Bioseta desenvolve em alinhamento com os protocolos de biossegurança hospitalar.

Sanitização de ambientes, como isso é feito?

A sanitização de ambientes, que também é chamada de desinfecção, é um conjunto de processos de sanitização que se complementam e promovem a redução da carga microbiológica, ou seja, da ‘quantidade’ de micro-organismos como bactérias, vírus e fungos e também de ácaros presentes nos ambientes.

É importante ressaltar que a realização deste conjunto de medidas de sanitização de ambientes de forma concomitante potencializa a ação dos processos entre si, pois sabemos que nos protocolos de biossegurança, não é somente o que se faz, mas que há uma sequência ideal para maior efetividade da sanitização dos recintos.

Os ambientes e todos os aspectos que os compõem são classificados e agrupados no que chamamos de ‘grupos de risco’. 

Esses grupos têm por característica aglomerar objetos e situações ambientais que oferecem riscos similares ao ambiente, pelo seu potencial de risco biológico, ou que apresentam características físicas ou que demandam os mesmos processos de sanitização. Dessa forma, chegamos aos seguintes grupos:

Para cada um dos grupos de risco citados acima, são desenvolvidos processos específicos, que alinhados aos protocolos de biossegurança hospitalar, atendem, também, as boas práticas específicas de cada segmento em que atuamos e que utilizam somente produtos saneantes registrados junto à ANVISA.

Solicite seu orçamento de sanitização de ambiente, clique aqui!

Ratos e coronavírus: alteração do comportamento em função da pandemia

Ratos e Coronavírus: a alteração de comportamento em função da pandemia é acompanhada em diversos países. As alterações do nosso cotidiano, como a restrição de circulação, o fechamento de estabelecimentos, dentre outros, que foram impostas pela pandemia da Covid-19 além de afetar a vida das pessoas, têm afetado a vida de outros seres também, especialmente, os roedores.

Conforme explica Camila Migliavacca Alves, mestre em biologia da Bioseta: “como muitas empresas, restaurantes, shoppings e outros locais que diariamente geravam uma quantidade significativa de resíduos, reduziram ou pararam totalmente suas atividades, os ratos estão encontrando grande dificuldade para achar alimento no ambiente urbano. E para agravar ainda mais a situação, a estiagem que afeta o Rio Grande do Sul, nos últimos meses, faz com que a oferta de água, em alguns locais, também, seja escassa”.

Este cenário faz com que os roedores sejam forçados a alterar seu comportamento e hábitos. Eles estão migrando cada vez mais longe para encontrar recursos alimentares, fazendo com que ocorram em locais nunca antes vistos. Por isso, fique atento à presença desses animais! Não deixe à disposição comida para o seu animal doméstico, estabeleça horários para a alimentação. E é claro, faça o descarte adequado dos resíduos, especialmente, o orgânico.

Os roedores são animais de hábitos noturnos, mas em meio à crise, podem se expor à luz do dia, se sentirem cheiro de comida. Por isso, você pode avistá-los com uma certa frequência. Outra alteração observada nas colônias de roedores é o canibalismo de recém-nascidos ou crias de ratos, além da redução da quantidade de filhotes por ninhada ou, até mesmo, a interrupção do ciclo de cio das fêmeas.

A capacidade de adaptação dos roedores é bastante conhecida, porém um estudo realizado na Universidade de Richtmond (EUA), pela professora de psicologia Kelly Lambert, sugere que seus cérebros são mais flexíveis do que se pensava, demonstrando que os roedores são capazes de dirigir um veículo feito sob medida para obter alimentos, confira no vídeo abaixo:

Manter o controle permanente de roedores é muito importante. Contate um especialista, e mantenha o seu ambiente saudável, afinal, roedores são pragas e transmitem doenças que são tão graves quanto à que o mundo todo está combatendo neste momento.

 

Fontes:
Foto de @samrowleywild
https://www.cope.es/actualidad/sociedad/noticias/ratas-sus-cambios-comportamiento-costumbres-por-coronavirus-20200418_682046
https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2020/04/16/ratos-sofrem-para-comer-na-pandemia-e-praticam-ate-canibalismo-nos-eua.htm

“Uso de máscara caseira é eficaz” | Real ou Fake?

Não é fake news, é real! O uso obrigatório de máscaras de proteção está entre os esforços para conter a epidemia de Coronavírus. Prefeitos de diversas cidades brasileiras estão publicando decretos em que obrigam ou recomendam todos os cidadãos a usar máscaras em ambientes públicos. Em algumas cidades há inclusive a indicação de que o descumprimento poderá tipificar crime, com pena de detenção, de um mês a um ano, mais multa.

A medida segue orientação da OMS (Organização Mundial da Saúde) e do Ministério da Saúde, que passou a recomendar o uso do acessório, mesmo as versões caseiras, para quem não tem sintomas da Covid-19, sendo que elas devem, obrigatoriamente, cobrir, no mínimo, o nariz e a boca.

Como fazer sua máscara caseira reutilizável (lavável) ou descartável  :

Gabarito para máscara tamanhos P-M-G [PDF]
Guia passo-a-passo para confecção de máscara com costura e elástico [PDF]
Precisa de uma máscara descartável urgente?! Faça em menos um minuto [VÍDEO ABAIXO]

Qual a melhor escolha: máscaras de algodão ou TNT?

Muita gente ainda se pergunta qual o melhor tecido para a confecção de máscaras caseiras, uma vez que as máscaras de produção industrial do tipo N95 devem ser utilizadas pelos profissionais nos serviços de saúde para proteção individual.

Uma nota técnica do Ministério da Saúde recomenda quatro, exatamente nesta ordem de capacidade de filtragem de partículas virais:

  • 1º – fronhas de tecido antimicrobiano;
  • 2º – algodão (como camisetas 100% algodão);
  • 3º – cotton (composto de poliéster 55% e algodão 45%);
  • 4º – tecido de saco de aspirador.

À frente de pesquisas sobre tipos de máscaras na Universidade de São Paulo (USP), Linamara Rizzo Battistella, professora da Faculdade de Medicina da instituição, atesta a vantagem do uso do tecido algodão para a confecção de máscaras caseiras. Além de existir no guarda-roupa de quase todo brasileiro, esse tecido teve bom resultado nos testes de filtragem realizados por grupos multidisciplinares.

“O algodão oferece um nível de 65% de proteção. Quando eu uso a máscara, do aerossol que eu libero falando, passa apenas 35%. Reduz bastante o risco de contaminação.”

Ela sugere que as pessoas se desfaçam daquela fronha velha, lençol ou camiseta (é importante que a máscara seja, pelo menos, dupla face). Quanto mais fibra natural tiver o tecido, mais agradável será ao toque.

Nos testes da USP, o TNT, material das máscaras cirúrgicas, é o que apresentou a melhor proteção, de 97% com folha dupla. Ele também tem bom resultado com relação à umidificação da máscara, uma vez que repele a água.

A desvantagem é que esse tipo de material, o TNT, não pode ser reaproveitado: diferentemente da máscara de algodão, que a pessoa deve deixar de molho e lavar, a de TNT precisa ser descartada após o uso.

Algumas “descobertas” dos brasileiros, de colocar uma folha de TNT ou um filtro de café dentro da máscara de tecido, lembrando de descartar o complemento após cada uso, são chanceladas pela especialista.

Precisa fazer a sua máscara descartável com urgência? É possível fazer em menos de 1 minuto, siga as instruções da Pediatra Ana Escobar.

 

Fontes:
https://news.un.org/pt/story/2020/04/1709712
https://portal.fiocruz.br/pergunta/utilizacao-das-mascaras-e-recomendada-para-evitar-o-coronavirus
https://www.unifor.br/-/veja-como-fazer-uma-mascara-de-pano-para-se-proteger-do-coronavirus
https://gauchazh.clicrbs.com.br/coronavirus-servico/noticia/2020/04/quais-os-melhores-tecidos-para-a-confeccao-de-mascaras-caseiras.html

COVID-19 ser reconhecida como Doença Ocupacional: Sua empresa corre riscos trabalhistas?

A ameaça da COVID-19, a doença causada pela novo Coronavírus, ser reconhecida como doença ocupacional representa riscos e pode gerar passivos trabalhistas, mesmo não sendo possível precisar todos os impactos jurídicos da pandemia, de acordo com especialistas da área, as empresas precisam se adequar, com urgência, ao novo momento sanitário, gerando evidências que comprovem a tomada de ações preventivas e a sua eficácia.

Reafirmando o momento de instabilidade jurídica acerca do tema, o Superior Tribunal Federal (STF) proferiu, em caráter liminar no dia 30/04/2020, a seguinte decisão: ‘para STF, covid-19 é doença ocupacional e auditores poderão autuar empresas’, o que reforça a necessidade da tomada de ações preventivas.

Nesse contexto, é essencial compreender quais são as responsabilidades da empresa para resguardar a saúde e a segurança de seus colaboradores, bem como reduzir possíveis riscos e passivos trabalhistas.

E qual é o papel da empresa neste cenário?

Estamos em um momento em que as empresas estão passando por uma transformação, com mudança de hábitos e conceitos.

Questões que até então eram vistas como ‘custos’, como a segurança sanitária dos ambientes e dos veículos de transporte dos funcionários, passam a ser vistas como um investimento na proteção das pessoas, da marca da empresa e para a não geração de passivos trabalhistas, este último extremamente grave quando se trata da sustentabilidade dos negócios.

Diante disso, entende-se que o papel da empresa, neste momento, está relacionado a medidas de prevenção, para resguardar as condições sanitárias dos ambientes de trabalho e de transporte de seus colaboradores.

COVID-19 e o novo Coronavírus, como minimizar passivos?

Para a retomada das atividades é essencial o atendimento das exigências legais para cada estado e município quanto à prevenção.

No estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, cada empresa deve criar seu próprio Plano de Contingência para prevenção, monitoramento e controle do Coronavírus, que contemple, no mínimo, a adequação estrutural, o fluxo, o processo de trabalho e a identificação de forma sistemática do monitoramento de saúde dos trabalhadores. Este plano pode ser solicitado a qualquer tempo pelos órgãos de fiscalização.

Além disso, as empresas deverão, também, em relação ao distanciamento entre funcionários, estabelecer uso de barreiras entre eles, utilizar equipamentos de proteção individual, realizar escalas e turnos organizados para evitar aglomerações nas entradas e saídas de expedientes, ainda, reduzir trabalhadores por turno, viabilizar atuação remota para os grupos de risco, verificar a busca ativa de pessoas com sintomas de COVID-19 e orientar afastamento imediato de trabalhadores com síndrome gripal.

Para os casos de indústrias que oferecem o transporte aos empregados, deverá ser observada a ocupação máxima de 50% dos espaços dos coletivos, isso vale para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Além das medidas relacionadas ao distanciamento social, às adequações prediais e ao fluxo de trabalho, é fundamental que a empresa desenvolva um plano de ação para manter ambientes e veículos biologicamente seguros, bem como comprovar a eficiência destas ações.

 

Fontes:
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/04/30/para-stf-covid-19-e-doenca-ocupacional-e-auditores-poderao-autuar-empresas
https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/141145
https://saude.rs.gov.br/portaria-da-ses-regulamenta-prevencao-e-controle-da-covid-19-nas-industrias-gauchas

“Água sanitária mata o Coronavírus?”: Real ou Fake?

A pandemia do novo Coronavírus fez com que muitos hábitos fossem mudados e práticas de higiene e limpeza adotadas com maior atenção. Diante disso, o uso de álcool 70% aumentou muito, visto que ele é considerado excelente no combate ao vírus. No entanto, o que muitos não sabem é que junto com o álcool 70% e o uso de sabão para lavar as mãos, a água sanitária é um produto de limpeza indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que realizou um estudo que comprovou que a água sanitária é sim capaz de matar o Coronavírus.

No momento em que for comprar a água sanitária no mercado, confira se a concentração de cloro ativo é de 2% a 2,5% e se o produto é registrado no Ministério da Saúde. Conforme especialistas, quando utilizada corretamente e nas medidas certas, a água sanitária diluída em água é capaz de matar o vírus em até 20 segundos.

Importante: A água sanitária não deve ser utilizada pura, isto porque o que mata o vírus é a substância “ácido hipocloroso” que não existe em pH tão alto como o existente na água sanitária pura.

Recomendações de como utilizar a água sanitária na limpeza doméstica

  • Limpeza de superfícies (mesas, chaves, maçanetas, embalagens e compras do supermercado): o ideal é que seja misturado 25ml de água sanitária em um litro de água limpa. Para realizar a limpeza, umedeça um pano na solução e higienize as superfícies.
  • Limpeza de pisos, sanitários, solas de calçados e ambientes abertos: adicione 50 ml de água sanitária em um litro de água limpa. Umedeça a solução em um pano limpo e passe no local a ser higienizado.

Por serem soluções mais fortes, é indicado o uso de luvas durante a limpeza dos espaços. Prevenção e proteção são os melhores remédios que temos nesse momento.

 

Fonte:

https://portal.fiocruz.br/pergunta/limpar-casa-com-agua-sanitaria-misturada-com-agua-e-algum-detergente-e-desinfetante-mata-o

https://pfarma.com.br/coronavirus/5355-agua-sanitaria.html

http://www.abiclor.com.br/2020/03/30/hipoclorito-de-sodio-inativa-coronavirus-em-ate-1-min-mostra-estudo-da-inglesa-healthcare-infection-society-his/

“Coronavírus não sobrevive a temperaturas acima de 20ºC”: Real ou Fake?

Uma das hipóteses mais disseminadas durante a pandemia do novo Coronavírus foi a de que o vírus NÃO sobrevive ou NÃO seria transmitido em temperaturas altas, acima de 20ºC. A explicação, teoricamente, seria de que o epicentro do contágio foi percebido na Europa, região com clima mais frio nesta época do ano.

A partir disso, a informação foi utilizada como forma de tranquilizar as preocupações que surgiram quando o primeiro caso da doença foi confirmado no Brasil, que têm clima tropical e mais quente.

 No entanto, a diretora do Instituto de Medicina Tropical (IMT-USP), Ester Sabino, uma das responsáveis pelo sequenciamento do genoma do novo Coronavírus, afirma: “A temperatura do corpo humano é de 36ºC. Portanto, esta afirmativa é falsa”.

Coronavírus resiste a temperaturas elevadas

Uma revisão de 22 estudos sobre os vários tipos de Coronavírus, publicada no Journal of Hospital Infection, indica que, quanto maior a temperatura, menor o tempo de permanência do vírus em algumas superfícies. Ainda assim, os dados mostram que mesmo em temperaturas elevadas, como 30ºC ou 40ºC, os vírus resistem, às vezes, por dias.

Além disso, pesquisas realizadas chegaram à conclusão de que, apesar de o novo Coronavírus demonstrar uma preferência por condições como o frio e o tempo seco, isso não significa que o vírus não se propague também no calor.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que o vírus é, sim, transmitido em áreas mais quentes. “Segundo as evidências obtidas até agora, o vírus responsável pela Covid-19 pode ser transmitido em todas as áreas, incluindo áreas com clima quente e úmido“, diz a entidade.

Portanto, a suposição de que o novo Coronavírus não seria transmitido em temperaturas elevadas é FAKE!

Fontes:
https://www.journalofhospitalinfection.com/article/S0195-6701(20)30046-3/fulltext
https://portal.fiocruz.br/noticia/fiocruz-esclarece-informacoes-falsas
https://nacoesunidas.org/e-fake-noticia-que-esta-circulando-no-whatsapp-com-orientacoes-do-unicef-sobre-coronavirus/

“Vacina contra o Coronavírus”: Real ou Fake?

Com o Coronavírus em alta, muitas pessoas buscam informações na internet e uma das mais procuradas é sobre possíveis medicações e vacinas que sejam eficazes no tratamento da doença. Além disso, também há a busca por dados sobre a cura dessa doença infecciosa provocada pelo Covid-19.

Inclusive, diversas notícias já circularam sobre a criação de uma vacina contra o Coronavirus feita pela China e, até mesmo, pelo Brasil. Isso é fake news, não acredite! 

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), três vacinas para a Covid-19 estão em fase de testes clínicos, porém estima-se que pelo menos outras 70 estão sendo desenvolvidas.

Entretanto, até o momento, não há nenhum medicamento, vacina ou substância que possa prevenir a infecção pelo Covid-19.

Há também um estudo clínico internacional chamado ‘Solidariedade’ (Solidarity), lançado pela OMS, que é uma conjugação de esforços em todo o mundo, para dar uma resposta rápida sobre que medicamentos são eficazes no tratamento da Covid-19.

Com base em evidências de estudos laboratoriais, animais e clínicos, quatro opções de tratamento estão em estudo:

  • Remdesivir;
  • Lopinavir / Ritonavir;
  • Lopinavir / Ritonavir com interferon beta-1a;
  • Cloroquina ou hidroxicloroquina.

No Brasil, a Fiocruz coordenará a iniciativa e será implementada em 18 hospitais de 12 estados, com o apoio do Departamento de Ciência e Tecnologia (DECIT) do Ministério da Saúde.

Coronavírus: como a sanitização do ar interior por ozônio pode auxiliar na redução da proliferação do vírus?

A pandemia global decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) deverá ser um marco para a sociedade no momento atual, em que protocolos de saúde e de gestão em relação a doenças com potencial global, a conscientização das pessoas em relação ao hábitos de higiene e as formas como a sanitização dos ambientes, também conhecida como desinfecção,  é realizada precisam evoluir.

COVID-19 e o novo Coronavírus

Para esclarecer os termos que são apresentados nos meios de comunicação, o cenário de pandemia atual é causado pela doença chamada COVID-19, uma doença infecciosa causada pelo vírus que denominado SARS-CoV-2, que faz parte de uma família de vírus denominada de Coronavírus.

Os vírus são agentes infecciosos com uma estrutura básica de ácido nucleico (DNA ou RNA), capsídeo viral (envoltório proteico) e, até mesmo, um envelope externo de constituição lipídica (o chamado envelope).

Algumas doenças que também causaram grande preocupação no mundo fazem parte dessa família dos Coronavírus, a exemplo da SARS (2003) e da MERS (2012).

Por fazer parte da família dos Coronavírus e por ser um vírus recente (descoberto em dezembro de 2019), o Vírus da doença COVID-19 é chamado também de Novo Coronavírus, enquanto seu nome oficial é SARS-CoV-2, o Coronavírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave 2.

Os Coronavírus foram descobertos pela primeira vez na década de 1960. Exemplos de Coronavírus incluem o SARS-CoV (2003), HCoV NL63 (2004), HKU1 (2005), MERS-CoV (2012) e SARS-CoV-2 (2019). A maioria destes envolvem infecções graves do trato respiratório.

A sanitização do ar interior pode combater o Coronavírus?

É sabido da literatura científica, ou seja, é comprovado cientificamente, que o ozônio pode matar diversos micro-organismos como bactérias, vírus e fungos. Isso ocorre devido ao seu alto poder oxidante.

O mecanismo de ação do ozônio contra bactérias e fungos, por exemplo, ocorre “de fora para dentro”. O ozônio destrói a parede celular desses micro-organismos, via reações químicas de oxidação, até penetrar ao interior do micro-organismo danificando também agentes vitais para a sua vida, culminando, assim, em sua morte.

No caso dos vírus, a ação ocorre da mesma forma. Quando em contato, o ozônio destrói o vírus difundindo-se por meio do envelope viral e/ou do revestimento proteico (capsídeo viral) em direção ao núcleo de ácido nucleico, resultando em danos ao DNA ou RNA viral.

Estudos científicos mostram a eliminação de vírus por meio do ozônio, a exemplo dos conhecidos vírus da Poliomielite, Poliovírus PV1, e o rotavírus SA-11. Resultados também mostram a eficácia no combate a bactérias como Salmonella spp, Staphylococcus aureus, Escherichia coli, entre muitos outros micro-organismos.

Até o momento, não existem estudos atestando 100% que o ozônio é eficiente no combate ao novo Coronavírus. Entretanto, baseado no mecanismo de ação do ozônio contra outros vírus e contra diversos outros micro-organismos como bactérias e fungos, pode-se dizer que é possível e muito provável que o ozônio também mate esse novo Coronavírus causador da COVID-19.

Como funciona o processo de sanitização do ar interior?

A sanitização de ambientes é um conjunto de processos que se complementam e são estruturados para atender os diversos ‘grupos de risco’ presentes em um ambiente, atuam de forma complementar a limpeza tradicional e visam tornar o ambiente mais ‘limpo’, ou seja, mais seguro para as pessoas pela redução significativa de micro-organismos nocivos.

Para contextualizar os grupos de risco de um ambiente, podemos citar os principais:

Em termos de processo, após a realização da sanitização das superfícies com saneante específico, é realizada a aplicação do ozônio com a utilização de um equipamento chamado gerador de ozônio, que combate micro-organismos como vírus, fungos e bactérias presentes no ar e nas superfícies.

Importante: a sanitização de superfícies e a sanitização do ar interior são processos que aplicados em concomitância potencializam os resultados relacionados à redução da carga microbiológica dos ambientes.

Por ser um gás, o ozônio consegue se espalhar pelo ambiente e agir como um ‘purificador de ar’, podendo ser aplicado para sanitizar ambientes como escritórios, carros, ônibus, aeronaves, salas de espera, quartos de hotéis, clínicas, academias leitos de hospitais e residências e outros ambientes de uso coletivo.

Alguns estudos indicam que pode ocorrer até 100% de remoção para bactérias mesófilas e bolores ou leveduras em superfície de vaso sanitário, 82,5% de fungos em ar de banheiro e 92,3% de bactérias no ar de um veículo.

Para saber mais sobre os processos de sanitização de ambientes, entre em contato conosco.

* Texto baseado no artigo do Dr. Bruno Mena Cadorin, especialista em ozônio.

“Pets transmitem Coronavírus”: Real ou Fake?

Com o objetivo de prestar esclarecimentos à população, sempre com base no conhecimento científico e em referências de alta credibilidade, estamos desenvolvendo uma série de postagens que visam elucidar quanto às Fake News em época de Coronavírus.

Em tempos de Coronavírus, a saúde física e mental daqueles que nos cercam é uma grande preocupação, não é mesmo?! Proteger a saúde das pessoas também envolve o cuidado com os nossos pets!

Estão circulado nas redes sociais boatos que animais domésticos, como cães e gatos, estão sendo contaminados e podem ser transmissores da Covid-19. Isso é fake news.

O professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP Paulo Eduardo Brandão, virologista que pesquisa o Coronavírus há mais de 20 anos, esclarece que cães e gatos possuem outros tipos de Coronavírus, específicos de suas espécies, porém que não infectam humanos. Ou seja, esses animais não são hospedeiros do novo Coronavírus, ou seja, não o contraem e nem o transmitem.

Com relação a animais exóticos, como répteis e anfíbios, o professor explica que esse tipo de animal não tem e não transmite o SARS-CoV-2, como também nenhum outro vírus da família Coronavírus, que ficam restritos a aves e mamíferos.

Embora possamos ficar mais tranquilos em relação a isso, é preciso lembrar que, por se tratar de uma nova doença, devemos acompanhar o que as pesquisas sérias estão desvendando.

As informações oficiais e atualizadas sobre esses estudos se encontram em boletins como o da World Small Animal Veterinary Association (WSAVA) — entidade na qual os clínicos veterinários de todo o mundo se baseiam hoje.

Mas se eu, o humano, pegar a doença, como devo proceder?

A orientação atual é clara: pessoas infectadas pelo Coronavírus devem ficar isoladas e adotar medidas para não transmitir a doença a seus familiares e colegas.

Apesar disso, o especialista ressalta que alguns cuidados devem ser tomados, pois os animais podem ser carregadores involuntários do SARS-CoV-2, por meio do pelo e da coleira, por exemplo.

Se você mora sozinho com seu animal de estimação, os dois devem ficar todo o período em quarentena. Já se você mora com outras pessoas e possui um ou mais animais de estimação, a pessoa em quarentena deve ficar isolada tanto do pet quanto das outras pessoas.

Confira o vídeo completo com o professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP Paulo Eduardo Brandão:

“Tapetes são criadouros de Coronavírus”: Real ou Fake?

Uma mensagem compartilhada em grupos do WhatsApp diz que “a Alemanha recomendou a retirada de tapetes das portas das casas para evitar a proliferação do Coronavírus, classificando tapetes como criadouros do novo Coronavírus, causador da doença COVID-19″.

Mas será que é verdade?

Até o momento, não foi encontrada nenhuma informação ou recomendação oficial vinculada ao governo alemão, tampouco qualquer orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS), quanto à remoção de tapetes das residências devido à incidência ou proliferação de Coronavírus. Ou seja, é fake news.

Apesar de se tratar de uma fake news, é importante nos atentarmos que tapetes e carpetes são objetos porosos e merecem atenção especial, pois estão presentes o tempo todo em nossa rotina.

Entre as característica desses objetos é que, por serem porosos, além de dificultar a higienização, acumulam um volume muito grande de poeira fina e leve, além de resíduos de pele, matéria orgânica e outras sujidades.

São exemplos de objetos porosos:

  • Tapetes;
  • Carpetes;
  • Estofados;
  • Revestimento acústicos em ‘ilhas de atendimento’;
  • Colchões, etc.

Ao menor movimento, os objetos porosos dispersam a poeira contaminada de micro-organismos e infestada de ácaros pelo ar que respiramos. Isso é o suficiente para causar ou agravar infecções pulmonares, conjuntivites, faringite, escabiose e dermatite atópica, dentre outras doenças e alergias.

Objetos porosos e os ácaros

Em se tratando de ácaros, segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI), existem mais de 30 mil espécies de ácaros no Brasil. O tipo domiciliar, presente em travesseiros e colchões, é considerado o principal alérgeno e responsável por 80% das alergias respiratórias.

Já o colchão que utilizamos é o abrigo ideal para aproximadamente 1,5 milhão de ácaros, além de bactérias e fungos, responsáveis por causar doenças como tuberculose, pneumonia, bronquite, sinusite, dentre outras.

Por isso, a sanitização de objetos porosos é indicada para promover a biossegurança desses objetos e a saúde dos ambientes.

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Limpeza, sanitização ou desinfecção? Entenda as diferenças?

Muitas vezes usadas como se fossem sinônimos, as palavras “limpeza”, “sanitização” e “desinfecção” têm significados muito diferentes e cada uma delas tem suas indicações, conforme a necessidade e recomendação da ANVISA.

Neste post você vai entender a diferença entre cada uma delas e quais são as orientações de utilização.

O que significa limpeza?

A mais comum de todas e também a de aplicação mais fácil, limpeza é a remoção das sujidades visíveis, além de remover detritos e micro-organismos. É aquela que fazemos em nossa casa e em qualquer ambiente de trabalho. Com produtos de fácil acesso, ela faz parte das nossas vidas diariamente.

E por isso também ela é a base para a sanitização e desinfecção.

O que significa sanitização?

Agora já começamos a ficar mais técnicos. Sanitização é o processo de redução de bactérias e micro-organismos até um nível considerado seguro pelos órgãos de saúde pública. Nesse caso, o foco não é apenas “deixar limpo”, mas garantir a biossegurança do ambiente sanitizado. Com a redução drástica de agente patógenos, o risco de contaminação diminui consideravelmente, tornando aquele espaço muito mais seguros para seres humanos. Isso ajuda inclusive na redução de processos trabalhistas, uma vez que a empresa que realiza sanitizações periódicas tem certificados que garante o a redução do risco de contaminação.

É importante destacar que nesse processo, os produtos/agentes utilizados durante o processo são diferentes dos aplicados na limpeza. São produtos que devem atender a uma série de regras elaboradas pela ANVISA. Você pode conferir o regulamento técnico aqui.

O que significa desinfecção?

Quando o assunto é desinfecção, já estamos falando de um procedimento focado na eliminação de micro-organismos, vírus e bactérias (exceto esporos bacterianos). O objetivo da desinfecção é deixar o ambiente totalmente livre da presença de patógenos.

A diferença principal entre sanitizar e desinfectar é o tipo de produto utilizado e o tempo de aplicação/exposição da superfície ao agente desinfectante.

Quais ambientes devem ser limpos, sanitizados ou desinfectados?

Existem muitos fatores que devem ser levados em consideração para definir qual o melhor procedimento. Isso vária desde número de pessoas que frequentam esse ambiente, até para qual finalidade ele é utilizado.

Áreas da saúde sempre devem ser desinfectadas, pois o risco de patógenos é muito elevado. Já restaurantes, indústrias de alimentos e similares, assim como escritórios, a sanitização já consegue dar conta e resolve muito bem a maioria dos casos.

Mas e por que não desinfectar tudo, se ela é o nível mais elevado de proteção?

Primeiro porque os produtos utilizados representam maiores riscos para a saúde se forem usados de forma incorreta ou sem o cuidado adequado. Além disso, usar este tipo de produto em locais onde não tem essa necessidade pode apenas transformar os micro-organismos em seres mais resistentes. E certamente isso é algo que queremos evitar!

Conclusão:

A limpeza é o caminho básico para manter um ambiente saudável e organizado. Não importa a finalidade, deixar o espaço limpo é fundamental.

A desinfecção é um processo mais complexo, exige produtos mais específicos e não é recomendada para todos os tipos de ambiente. Seu uso mais comum é na área da saúde, pelos diversos fatores apresentados acima.

A sanitização é um passo além da limpeza, focada já na redução dos riscos de biossegurança, garantindo um ambiente mais saudável e reduzindo até mesmo problemas com processos trabalhistas.

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Sanitização de ar interior dos ambientes: o que é?

Conheça agora o que é a sanitização do ar interior dos ambientes, quais os riscos que o ar pode representar se não sanitizado adequadamente, como o processo de aplicação de ozônio é realizado e quais os benefícios que ela pode trazer para a saúde das pessoas.

Você que acompanha nosso blog, já sabe que a sanitização de ambientes é um conjunto de processos de sanitização que se complementam e promovem a redução da carga microbiológica, ou seja, da ‘quantidade’ de micro-organismos como bactérias, vírus e fungos e também de ácaros (que são aracnídeos) nos ambientes.

É importante ressaltar que a realização do conjunto de processos de sanitização de ambientes de forma concomitante potencializam a ação dos processos entre si, pois sabemos que nos protocolos de biossegurança, não é somente o que se faz, mas que há uma sequência ideal para maior efetividade da sanitização dos ambientes.

Qualidade do ar interior x equipamentos de ar-condicionado

A utilização de ambientes climatizados e o uso de equipamentos de ar-condicionado, principalmente os modelos split e de janela, tem como consequência a ausência de renovação do ar dos ambientes, o que pode tornar o ambiente insalubre, dentre outros aspectos, em função da presença de agentes causadores de doenças, tais como vírus, fungos e bactérias.

Soma-se à ausência de renovação do ar dos recintos de uso coletivo o cenário de economia globalizada, em que pessoas transitam pelo mundo inteiro em questão de dias, provendo um verdadeiro intercâmbio de micro-organismos, muitos deles com potencial para causar doenças graves.

O controle da qualidade do ar interior nos ambientes de uso coletivo (público e privado) é essencial e impacta diretamente na saúde, na segurança, no bem-estar e na qualidade de vida das pessoas, cuja obrigatoriedade está na Resolução 09/2003 da ANVISA, que estabelece Padrões Referenciais de Qualidade do Ar Interior em Ambientes Climatizados Artificialmente de Uso Público e Coletivo.

Como a sanitização do ar interior pode ajudar na prevenção de doenças em ambientes de uso coletivo?

Vimos que a qualidade do ar interior é impactada, dentre outros fatores, pela carga microbiológica dos ambientes e é nesse ponto que a sanitização se apresenta como fator de prevenção, por meio do controle de micro-organismos, mediante dois processos:

  • Sanitização dos equipamentos de ar-condicionado, com o objetivo de tornar o equipamento seguro para utilização e não um meio de contaminação;
  • Sanitização do ar interior dos ambientes, com o objetivo de ‘purificar’ o ar interior presente nos ambientes de uso coletivo.

Como é o processo de sanitização do ar interior por ozônio?

A aplicação do ozônio como desinfetante é cientificamente comprovada e utilizada como agente de descontaminação em diversos segmentos, como na área da saúde e na indústria de alimentos, por exemplo. Sua capacidade de eliminar diversos micro-organismos como bactérias, vírus e fungos se dá em função do seu alto poder oxidante.

O mecanismo de ação do ozônio contra bactérias e fungos, por exemplo, ocorre ‘de fora para dentro’. O ozônio destrói a parede celular desses micro-organismos, via reações químicas de oxidação, até penetrar ao interior do micro-organismo danificando também agentes vitais para sua vida, culminando assim em sua morte.

No caso dos vírus, a ação ocorre da mesma forma. Quando em contato, o ozônio destrói o vírus difundindo-se pelo envelope viral e/ou do revestimento proteico (capsídeo viral) em direção ao núcleo de ácido nucleico, resultando em danos ao DNA ou ao RNA viral.

Estudos científicos mostram a eliminação de vírus por meio do ozônio, a exemplo dos conhecidos vírus da Poliomielite, Poliovírus PV1, e o Rotavírus SA-11. Resultados também mostram a eficácia no combate a bactérias como Salmonella spp, Staphylococcus aureus, Escherichia coli, entre muitos outros micro-organismos.

Por ser um gás, o ozônio consegue se espalhar pelo ambiente e agir como um ‘purificador de ar’, podendo ser aplicado para sanitizar ambientes como escritórios, carros, ônibus, aeronaves, salas de espera, quartos de hotéis, clínicas, academias leitos de hospitais. residências e outros ambientes de uso coletivo.

Alguns estudos indicam que pode ocorrer até 100% de remoção para bactérias mesófilas e bolores ou leveduras em superfície de vaso sanitário, 82,5% de fungos em ar de banheiro e 92,3% de bactérias no ar de um veículo.

Para saber mais sobre os processos de sanitização de ambientes, entre em contato conosco!

Conheça as principais alternativas da destinação de resíduos e produtos de importação

Os processos de importação e exportação requerem o atendimento a diversos requisitos legais, normas e outras questões operacionais, porém em alguns casos, seja pela presença de pragas e vetores, inconformidades apontadas pelos órgãos fiscalizadores ou por avarias na movimentação ou transporte, pode haver a exigência de rechaço ou destruição destes produtos.

Mas afinal, o que são resíduos de importação?

Há casos em que as mercadorias e produtos importados podem ser condenados durante as inspeções realizadas pelos órgãos fiscalizadores, tais como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) ou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), por exemplo. Isso acontece pela falta de atendimento aos requisitos da legislação ou por alguma outra inconformidade, o que faz com que se tenha a geração de resíduos de importação.

As situações mais comuns de inconformidades se dão pela a presença de pragas quarentenárias vivas ou sinais de infestação ativa de pragas, produtos recebidos fora do prazo de validade, que contenham em sua composição substâncias que não são permitidas em território nacional, que apresentem fungos, bactérias ou outras contaminações.

Essa situação acarreta na emissão do termo de ocorrência pelo órgão fiscalizador, exigindo do importador a tomada de medidas que podem passar pelo rechaço da carga ou mercadoria (devolução à origem) até a destruição em território nacional. Termo este, que precisa ser atendido sob a pena de colocar suas próximas importações em risco.

Como os custos envolvidos com a devolução da mercadoria a sua origem são muito altos, a destruição em território nacional é a solução mais adequada para minimizar os prejuízos do importador.

Minha carga foi condenada, o que fazer?

Tão logo a carga tenha sido condenada, para que o processo seja o mais ágil possível e os custos de armazenamento e movimentação sejam reduzidos, o primeiro passo é enviar para Bioseta o termo de ocorrência e/ou termo de compromisso, invoice e informações técnicas da carga ou mercadoria em questão.

Os técnicos da Bioseta irão avaliar quais serão as alternativas viáveis para destinação dos seus produtos, que atenda todos os requisitos legais e busque a solução de custos mais adequada ao importador conforme a complexidade do caso. 

Por meio da destinação de resíduos de importação, os produtos são destinados no território nacional, sem a necessidade de exportação ao país de origem. Desse modo, o importador reduz custos, atende à legislação e garante o certificado de destinação dos resíduos de importação, reduzindo prejuízos.

Quer receber mais informações ou orçamento dos serviços de importação e exportação de produtos? Clique AQUI e deixe sua mensagem!

O que é incineração de madeira de exportação?

Todos os dias, milhares de cargas chegam e partem aos portos e aeroportos de todo o país. Para acondicionar os produtos que estão sendo transportados, é comum que se tenha a utilização de embalagens de madeira como os pallets, caixas ou até mesmo suportes (ripas, caibros ou pequenas partes de madeira).  

Nos casos de uso da madeira como embalagem, há o risco da presença de pragas quarentenárias, para evitar a disseminação de pragas entre os países, a Norma Internacional de Medidas Fitossanitárias (NIMF 15)/FAO e a Instrução Normativa 32/MAPA, estabelecem que o tratamento fitossanitário e a certificação das embalagens deve ser realizada na origem, ou seja, país exportador.

Porém, há casos onde as embalagens podem ser condenadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) por apresentarem inconformidades. Isso acontece pela falta de atendimento aos requisitos da legislação internacional e nacional, dentre as quais podemos citar como as mais comuns:

  • Ausência ou ilegibilidade da marcação internacional nas embalagens de madeira;
  • Presença de pragas quarentenárias vivas;
  • Sinais de infestação ativa de pragas;
  • Presença de casca ou mofo.

Tais inconformidades podem acarretar no rechaço da carga, ou seja, no seu retorno para o local de origem, desse modo, para evitar tal inconveniente e grandes prejuízos, uma das soluções mais recomendadas é a incineração da madeira de importação.

Afinal, o que é a incineração de madeira de importação?

Após a chegada das embalagens no país, técnicos do MAPA inspecionam as embalagens a fim de verificar se não há nenhum vestígio ou presença de praga quarentenária na madeira.

Nos casos em que é constatada a presença de qualquer tipo de praga, vestígios, galerias ou cascas, o MAPA poderá solicitar o rechaço da carga e indicar a medida fitossanitária mais adequada, a fim de evitar sua proliferação. 

Com o objetivo de evitar grandes prejuízos relacionados ao rechaço da carga, a alternativa mais indicada é a incineração, onde as embalagens condenadas são substituídas por novas e assim o importador poderá ter acesso aos produtos importados. As embalagens condenadas deverão ser incineradas a uma empresa credenciada junto ao MAPA.

Quando se tem esse tipo de situação, a empresa importadora deverá assinar um termo de compromisso e destinar toda a madeira para incineração. Este termo de compromisso terá sua baixa realizada a partir da apresentação do declaração de destruição das embalagens por incineração.

Como é realizado o processo?

O procedimento de incineração da madeira de importação deve ser feito somente por empresas autorizadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). No Rio Grande do Sul, a Bioseta é credenciada para realizar esse tipo de operação.

No que se refere ao procedimento em si, a empresa responsável coleta o material que vai ser incinerado com um veículo próprio para operação, o qual deve ser capaz de impedir uma eventual fuga da praga quarentenária presente na embalagem.

Utilizando os EPIs adequados para o procedimento, o técnico responsável pela incineração insere o material na câmara de combustão. Após a conclusão do procedimento, é emitido a declaração de incineração da madeira de importação.

Para oferecer a melhor solução de custos ao importador, a Bioseta conta com esse tipo de serviço que está previsto na lei do rechaço. A incineração de madeira reduz custos, atende à legislação e emite a declaração de incineração que garante a baixa dos termos de compromisso na nacionalização das mercadorias.

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Expurgo de grãos: o que é e como é feito?

O sucesso de uma safra não é mensurado apenas na colheita dos grãos, é necessário o cuidado que vai desde a germinação até o armazenamento do que foi colhido. Pelo fato dos grãos saírem do campo com impurezas e umidade elevada, há o favorecimento do surgimento de diferentes pragas. Para evitar essa infestação, o expurgo deve ser considerado essencial na hora de conservar a colheita.

Mas afinal, o que é o expurgo de grãos?

O expurgo ou fumigação é uma técnica empregada para eliminar pragas que estão acondicionadas em silos, armazéns e sacarias e que, em grande parte, podem ser as seguintes:

  • Gorgulho dos cereais – Rhyzopertha dominica;
  • Gorgulhos do arroz e milho – Sitophilus oryzae e Sitophilus zeamais;
  • Besouro castanho – Tribolium castaneum;
  • Traça dos cereais – Ephestia kuehniella;
  • Besouro do fumo – Lasioderma serricone.

A grande vantagem desse serviço é que ele pode ser realizado em diferentes locais, desde que se tenha a análise da performance de vedação do ambiente e as normas de segurança para os produtos em uso.

O gás que é utilizado no expurgo deve ser liberado ou introduzido no interior do lote de grãos e/ou sementes. Com isso, qualquer saída ou entrada de ar deve ser vedada com materiais que sejam apropriados, como a lona confeccionada com material especial para retenção do produto químico.

Como é realizado o controle de pragas em grãos armazenados?

 O controle é feito a partir do expurgo que deve ser realizado somente por profissionais que estejam utilizando todos os EPIs adequados, e que sejam capacitados para seguir os procedimentos operacionais de segurança devido ao alto grau de risco de intoxicação. Para uma boa eficiência desse tratamento, a aplicação do gás deve ser atenta a alguns fatores como: 

  • Produto: o produto utilizado necessita ser de qualidade comprovada;
  • Temperatura: quanto maior ela for, mais rápido o gás é desprendido. A temperatura influencia de maneira direta na ação do fumigante;
  • Umidade: quanto mais alta estiver a umidade relativa do ar, mais acelerado o gás é liberado;
  • Dosagem: é muito importante que a quantidade de produto seja adequada para o tamanho do local de aplicação. Subdosagens podem acarretar na ineficiência do expurgo, já as superdosagens podem causar riscos aos grãos e sementes, além do gasto financeiro desnecessário;
  • Vedação: para que se tenha sucesso na realização do tratamento é fundamental que o local tenha hermeticidade de qualidade;
  • Tempo de exposição: é extremamente importante que sejam respeitados todos os tempos mínimos de exposição das pragas e vetores ao gás para que se obtenha a morte total das pragas em todas as fases. 

Após a realização do tratamento é muito importante ter atenção na hora de retirar a lona do lote de sementes ou do silo, para que haja imediata ventilação e a fosfina se dissipe na atmosfera com o oxigênio. 

Esse controle é uma das mais importantes medidas a serem realizadas nos locais em que estão acondicionados os grãos e sementes, pois além de simples, ele apresenta custos reduzidos se comparados com a perda de uma safra, por exemplo. 

A Bioseta realiza o controle de pragas em grãos armazenados atendendo a todas as exigências legais e ambientais.

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4 motivos para fazer a limpeza de coifas e exaustores

Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), a contaminação alimentar é uma das principais causas de internações hospitalares por intoxicações e infecções. Diante disso, é fundamental que as cozinhas, principalmente as industriais, estejam com a descontaminação e a higienização de coifas, exaustores e dutos sempre em dia, uma vez que nesses ambientes são produzidas refeições para muitos colaboradores periodicamente.

Mas afinal, no que consiste a higienização de coifas em ambientes industriais?

Antes de compreender o que é a limpeza de coifas industriais, é importante saber que as coifas têm o objetivo de eliminar os contaminantes e os odores do ar ao sugar, filtrar e mandar para fora do ambiente tudo o que esteja infectando a cozinha.

Com isso, a manutenção desse sistema deve ser realizada a cada 4 meses, conforme recomendação da Anvisa. Essa necessidade se deve ao fato de que no sistema de exaustão é comum que sejam formadas incrustações provocadas por partículas de gordura, névoa de óleo, fumaça, vapor d’água, gases de combustão e poluentes, os quais são os responsáveis por colocar em risco a saúde das pessoas, a qualidade dos alimentos e a segurança dos usuários.

Desse modo, a higienização de dutos deve ser feita de maneira frequente e por profissionais que sejam capacitados na área, visto que esse tipo de sistema é complexo e com diferentes particularidades, o que exige do profissional a utilização de equipamentos de proteção individual (EPI) para a higienização conforme as condições higiênico-sanitárias previstas pela Portaria/ANVISA 326 e Resolução – RDC/ANVISA nº 216.

Quais os motivos que fazem com que seja necessária a limpeza de coifas?

A higienização de coifas, dutos e exaustores é fundamental para manter a saúde e a segurança das cozinhas industriais. Após a realização da limpeza, se tem muito mais equilíbrio na temperatura e na qualidade do ar ambiente. Com isso, os principais motivos que fazem com que seja essencial e necessária a manutenção desse sistema são os seguintes:

Risco de incêndio

A falta de limpeza da coifa e de todo o sistema de exaustão acarreta em acúmulo de gordura e de gases em seu interior, os quais podem resultar explosões e incêndios. Vale ressaltar que quanto mais gordura se tem acumulada nas superfícies, maiores são as chances de incêndios e explosões.

Contaminação alimentar

A gordura armazenada nos sistemas de exaustão pode gotejar de volta para a área de cocção e assim contaminar os alimentos que estão sendo preparados. Em um ambiente industrial, isso é muito grave tendo em vista que os funcionários podem vir a ter diversos problemas intestinais.

Atração de pragas urbanas

Apesar de muitas pessoas não imaginarem, as pragas urbanas e insetos venenosos contaminam o sistema de exaustão que não está higienizado, causando danos à saúde e a estrutura do imóvel.

Ambiente insalubre

Com o grande acúmulo de gordura no sistema de exaustão, a cozinha fica com as paredes e o chão engordurados, além disso a fumaça deixa o ambiente desagradável e insalubre para os funcionários que estão realizando as suas atividades em um ambiente com falta de higienização.

Em uma cozinha industrial, o sistema de exaustão tem a função de promover a retirada dos vapores e gases que surgem com o processo de cozimento dos alimentos, mantendo o ambiente livre de fumaça e demais odores. O descuido na manutenção desse sistema pode trazer consequências gravíssimas como o risco à vida humana, perda de equipamentos e até mesmo a paralisação das atividades de maneira temporária ou definitiva.

Para evitar que a cozinha seja um vetor de incêndio e contaminação alimentar, é necessário seguir todas às normas da Anvisa conforme a portaria 326, resolução 216 e requisitos estabelecidos pelas Boas Práticas de Fabricação (BPF). Essa necessidade faz com que seja fundamental o investimento na higienização de coifas de cozinhas industriais.

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Como funciona a repelência eletromagnética de pombos

As infestações de pombos se tornaram um problema muito grande, isso porque esses animais provocam danos em estruturas prediais, nos maquinários de empresas, monumentos, calhas e telhados.

Além disso, os pombos são responsáveis por desencadear inúmeras doenças nos humanos, como a doença do pombo que é capaz de levar os indivíduos à morte.

Para solucionar a infestação desses animais sinantrópicos, uma das soluções é investir na repelência eletromagnética de pombos, que não os mata, mas é capaz de afugentá-los do local infestado.

Mas afinal, o que é a repelência eletromagnética de pombos?

Para os casos em que se tem a infestação de pombos sobre telhados, cumeeira ou até mesmo alojados em estruturas metálicas, o melhor método a ser aplicado para repelir os pombos é o sistema repelente de pombos LH-120.

Esse controle eletrônico de pombos é conhecido por ser um sistema instalado sobre o telhado ou em uma estrutura metálica. Os capacitadores são interligados por meio de um fio inoxidável, e um reator que gera e emite um campo eletromagnético pulsante que é sentido apenas pelo pombo. Isso faz com que eles se afastem do local infestado.

Além disso, o sistema LH-120 não possui vida útil pré-determinada, se o reator estiver funcionando e a instalação estiver correta, os pombos serão repelidos pelo campo eletromagnético gerado independente do tempo em que o sistema foi instalado.

Quais os benefícios do sistema LH-120?

O investimento no sistema de controle eletromagnético de pombos, além de não emitir ruídos sonoros perturbadores e interferência em sistemas de comunicação e redes Wi-Fi, traz diversos benefícios como:

1. Ambiente limpo

Os dejetos dos pombos acabam deixando os ambientes com aspecto sujo e de desleixo, com a repelência eletromagnética esse problema é solucionado rapidamente;

2. Segurança nos ambientes

Muitas vezes esses animais acabam causando acidentes dentro de ambientes como os das grandes empresas, principalmente nas áreas de carga e descarga;

3. Conservação das estruturas prediais

As fezes dos pombos possuem acidez muito elevada, o que acarreta em corrosão das estruturas metálicas.

4. Preservação da saúde

Esses animais transmitem inúmeras doenças como a criptococose, histoplasmose, salmonelose, ornitose, dermatites, alergias e a doença do pombo que pode resultar em morte.

O sistema de repelência eletromagnética de pombos LH -120 facilita o afastamento desses animais sem matá-los, uma vez que eles são amparados pela Lei nº 9.605 de 12/02/1998 do IBAMA que em seu Artigo 29 cita que matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, poderá sofrer pena de detenção de seis meses a um ano e multa.
Ficou com dúvidas sobre a eficiência do sistema de repelência eletromagnética de pombos LH – 120?
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Sanitização de superfícies: o que é?

Conheça agora o que é a sanitização de superfícies, também conhecida como desinfecção, como o processo é realizado e quais os benefícios que ela pode trazer para a saúde das pessoas.

Você que acompanha nosso blog, já sabe que a sanitização de ambientes é um conjunto de processos de sanitização, que se complementam e promovem a redução da carga microbiológica, ou seja, da ‘quantidade’ de micro-organismos como bactérias, vírus e fungos e também de ácaros (que são aracnídeos) nos ambientes.

É importante ressaltar que a realização do conjunto de processos de sanitização de ambientes de forma concomitante potencializam a ação dos processos entre si, pois sabemos que nos protocolos de biossegurança, não é somente o que se faz, mas que há uma sequência ideal para maior efetividade da sanitização dos ambientes.

Como a sanitização de superfícies pode ajudar na prevenção de doenças em ambientes de uso coletivo?

Os estudos científicos nos mostram que, em condições favoráveis, como aquelas que os micro-organismos normalmente encontram em escritórios, restaurantes, residências, meios de transporte, áreas de convivência, paradas de ônibus e diversos outros ambientes coletivos, sua capacidade de reprodução é altíssima: bactérias cuja reprodução ocorre por cissiparidade se duplicam a cada 20 minutos, por exemplo.

Sabe-se também que os processos de limpeza convencionais, embora obrigatório e grande aliado no combate a esses seres microscópicos, não conseguem chegar a todos as superfícies e locais que precisam ser frequentemente higienizados, como forro, paredes, a parte de baixo de paredes, frestas e outros diversos locais de difícil acesso.

É onde a sanitização de ambientes se apresenta como um processo necessário e que complementa a limpeza convencional, tornando o ambiente mais seguro para seus usuários por meio do combate a bactérias, vírus e fungos presentes nessas superfícies.

Como é o processo de sanitização de superfícies?

O processo de sanitização de superfícies tem métodos específicos de aplicação em função do tipo de superfícies ao qual será aplicado, pode ser:

  • Superfícies de áreas internas e locais sensíveis, se dá pela nebulização em Ultra Baixo Volume de produtos saneantes (obrigatoriamente aprovados pela ANVISA), em que as microgotas formam uma névoa fina que se mantém em suspensão no ar e se aderem às superfícies;
  • Superfícies brutas, tais como áreas externas, acessos externos, passeios e áreas de circulação, se dá pela realização de processos robusto de aplicação com produtos saneantes, devidamente registrados junto a ANVISA, com potente ação na eliminação de bactérias, fungos, vírus e outros micro-organismos.

A sanitização de ambientes visa eliminar bactérias, vírus, fungos e outros micro-organismos presentes nas superfícies de áreas internas e externas.

Solicite AQUI seu orçamento para sanitização de superfícies!

Qual a temperatura ideal do ar-condicionado?

Com a chegada das altas e das baixas temperaturas, o aparelho de ar-condicionado é uma grande alternativa para manter a temperatura agradável dentro dos ambientes.

No entanto, o que nem todos sabem é que há indicações de temperaturas ideais quando o assunto é climatização. Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura e fique por dentro! 

A temperatura ideal para os quartos

Quem mora em regiões de temperaturas extremas, o uso do ar-condicionado para dormir é quase que uma regra, principalmente com as altas temperaturas. Para aqueles que não querem passar muito frio à noite, o recomendado é que a temperatura do ar-condicionado seja ajustada entre 20ºC e 23ºC.

Hoje em dia, muitos aparelhos apresentam funcionalidades noturnas que fazem com que o equipamento regule automaticamente o seu desempenho, reduzindo ou aumentando a temperatura no decorrer da noite, ou até mesmo desligando o aparelho quando o ambiente já está climatizado. 

 Ar-condicionado no ambiente de trabalho

Em um local com várias pessoas, é comum que algumas sintam mais calor e outras menos. Essa oscilação faz com que seja impossível chegar a um consenso comum quanto à temperatura do ar-condicionado.

No entanto, para que esse assunto não cause divergências nos ambientes laborais, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) recomenda que os aparelhos de ar-condicionado estejam regulados entre 20ºC e 23ºC.

Essa orientação leva em conta fatores como baixa na produtividade e problemas respiratórios, em caso de temperatura muito baixa. E sonolência e desconfortos quando a temperatura está muito alta. 

Temperatura recomendada para a sala de estar

Para aquelas famílias que têm o hábito de ficarem reunidas na sala de estar, o ar-condicionado também é excelente para trazer conforto aos moradores. Nesse ambiente da casa, o ideal é que a temperatura do ar-condicionado oscile entre 23ºC a 26ºC. Caso esteja muito quente, o morador pode ajustar a temperatura para 20ºC a 23ºC.

Economia e a temperatura certa do ar-condicionado

O ajuste da temperatura do ar-condicionado, além de garantir um ambiente confortável, proporciona outro benefício que é a redução do consumo de energia elétrica

Quando o aparelho não está regulado em temperaturas muito altas ou muito baixas, tem-se um funcionamento mais equilibrado do ar-condicionado. Ou seja, o  motor não precisa fazer um grande esforço para atingir a temperatura escolhida e, consequentemente, não consumirá muita energia, o que auxilia, inclusive, no tempo de vida útil do equipamento.

Na hora de ajustar a temperatura do ar-condicionado, você já sabe: opte pelos 23ºC e garanta mais saúde, conforto e economia. 

Não esqueça também de manter em dia a higienização, que remove fungos, bactérias, vírus e demais alérgenos que ficam acumulados no aparelho e que são os responsáveis por diversas doenças respiratórias, inclusive podendo tornar os ambientes insalubres e passíveis de desenvolver doenças ocupacionais.

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Sanitização e limpeza de ar-condicionado são a mesma coisa?

Como é feita a sanitização dos aparelhos de ar-condicionado?

Você que acompanha nosso blog, já sabe que a sanitização de ambientes, também conhecida como desinfecção, é um conjunto de processos de sanitização que se complementam e promovem a redução da carga microbiológica, ou seja, da ‘quantidade’ de micro-organismos como bactérias, vírus e fungos e também de ácaros (que são aracnídeos) nos ambientes.

Conheça agora o que é a sanitização de equipamentos de ar-condicionado, como o processo é realizado e quais os benefícios que ela pode trazer para a saúde das pessoas.

É importante ressaltar que a realização do conjunto de processos de sanitização de ambientes de forma concomitante potencializam a ação dos processos entre si, pois sabemos que nos protocolos de biossegurança, não é somente o que se faz, mas que há uma sequência ideal para maior efetividade da sanitização dos ambientes.

Qualidade do ar interior x equipamentos de ar-condicionado

A popularização do uso de equipamentos de ar-condicionado, principalmente os modelos split e de janela, alterou de forma significativa os hábitos de utilização dos ambientes, em que a climatização tomou o espaço que até então era ocupado por janelas e portas abertas, situação pela qual acontecia a renovação do ar interior dos ambientes.

Esse ‘fechamento’ dos ambientes tem como consequência a ausência de renovação do ar, causando, entre outras situações, a concentração de substâncias tóxicas e de micro-organismos – vírus, fungos e bactérias – causadores de doenças e que podem comprometer a saúde dos usuários. 

Além de alergias respiratórias, a ausência de um processo de sanitização adequado dos equipamentos de ar-condicionado pode também ser responsável pela contaminação dos usuários pela bactéria Legionella pneumophila, um micro-organismo que causa uma grave infecção respiratória (pneumonia atípica) – conhecida como doença dos legionários.

A relação entre a qualidade do ar interior, a higienização e a sanitização de equipamentos de ar-condicionado é tão crítica, que há inclusive a exigência por parte dos órgãos sanitários da apresentação do Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC), Portaria nº 3.523 da ANVISA, em que estabelece frequências específicas para higienização e sanitização dos equipamentos.

Como a sanitização de equipamentos de ar-condicionado pode ajudar na prevenção de doenças em ambientes de uso coletivo?

Vimos que a qualidade do ar interior é impactada, dentre outros fatores, pela carga microbiológica dos ambientes e é neste ponto que a sanitização se apresenta como fator de prevenção por meio do controle de micro-organismos, mediante dois processos:

  1. Sanitização dos equipamentos de ar-condicionado, com o objetivo de tornar o equipamento seguro para utilização e não um meio de contaminação;
  2. Sanitização do ar interior dos ambientes, com o objetivo de ‘purificar’ o ar interior presente nos ambientes de uso coletivo.

Como é o processo de sanitização de equipamentos de ar-condicionado?

É importante entender que a higienização e a limpeza dos equipamentos de ar-condicionado não podem ser confundidas com a sanitização

A higienização é o procedimento que tem como objetivo remover a sujidade superficial do aparelho, processo em que é empregado o uso de água e produtos de limpeza rotineiros, preparando o equipamento para o processo mais profundo, que é a sanitização.

A sanitização dos equipamentos de ar-condicionado é uma etapa posterior à limpeza, em que cada parte do equipamento recebe um processo específico. 

Pela aplicação sob pressão de produto saneante, aprovado pela ANVISA, ocorre a eliminação de ácaros, bactérias, vírus, fungos e outros microrganismos, bem como a remoção de mofo e outras sujidades incrustadas.

Por meio da aplicação aerossol saneante, aprovado pela ANVISA e com registro específico para equipamentos de ar-condicionado, ocorre a sanitização do restante do sistema interior do equipamento para eliminar os micro-organismos.

Após a realização dos processos de sanitização, os equipamentos de ar-condicionado devem permanecer sem uso por pelo menos 4 horas.

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Sanitização de objetos porosos: o que é?

Conheça agora o que é a sanitização de objetos porosos, também conhecida como desinfecção, quais são os processos que podem ser aplicados ao seu ambiente e quais os benefícios que ela pode trazer para a saúde das pessoas.

Você que acompanha nosso blog, já sabe que a sanitização de ambientes é um conjunto de processos de sanitização que se complementam e promovem a redução da carga microbiológica, ou seja, da ‘quantidade’ de micro-organismos como bactérias, vírus e fungos e também de ácaros (que são aracnídeos) nos ambientes.

É importante ressaltar que a realização do conjunto de processos de sanitização de ambientes de forma concomitante potencializam a ação dos processos entre si, pois sabemos que nos protocolos de biossegurança, não é somente o que se faz, mas que há uma sequência ideal para maior efetividade da sanitização dos ambientes.

Quais são os objetos porosos de um ambiente e quais seus riscos?

No processo de sanitização de ambientes, os objetos porosos merecem atenção especial, pois estão presentes o tempo todo em nossa rotina e são capazes de carregar consigo uma quantidade gigantesca de ácaros, vírus, fungos, bactérias e outros micro-organismos potencialmente danosos para a nossa saúde.

Sendo assim, a sanitização de objetos porosos é dedicada a tratar esse grande grupo de risco dentro dos ambientes:

  • estofados
  • pufes
  • carpetes
  • tapetes
  • cortinas
  • colchões

Uma outra característica nociva desses objetos é que, por serem porosos, além de dificultar a higienização, acumulam um volume muito grande de poeira fina e leve, além de resíduos de pele e outras sujidades.

Ao menor movimento, os objetos porosos dispersam a poeira contaminada de micro-organismos e infestada de ácaros pelo ar que respiramos, causando infecções pulmonares, conjuntivites, faringite, escabiose e dermatite atópica, dentre outras.

Em se tratando de ácaros, segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI), existem mais de 30 mil espécies de ácaros no Brasil, o principal alérgeno e responsável por 80% das alergias respiratórias é o ácaro domiciliar.

Já o colchão que utilizamos é o abrigo ideal para aproximadamente 1,5 milhão de ácaros, além de bactérias e fungos, responsáveis por causar doenças como a tuberculose, pneumonia, bronquite, sinusite, dentre outras.

Como é o processo de sanitização de objetos porosos?

A sanitização de objetos porosos pode ocorrer por via úmida, com a presença de água, ou a seco.

A sanitização de objetos porosos a seco se dá por extração mecânica e pode ser aplicada em objetos porosos, tais como estofados, colchões, sofás, etc., é indicada para peças que não podem receber umidade ou necessitam de rápida liberação para utilização. 

No processo de extração mecânica, é realizada a aspiração forçada aliada à vibração, em que ocorre a remoção de poeira, da matéria orgânica e outras sujidades, trazendo consigo ácaros, fungos e bactérias.

A sanitização de objetos porosos via úmida se dá pela extração mecânica aliada à aplicação de produto saneante aprovado pela ANVISA, é indicada para quaisquer objetos porosos que possam contar com curto período de secagem. Nesse processo também é possível realizar a remoção ou atenuação de manchas em tecidos.

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Sanitização e limpeza de ar-condicionado são a mesma coisa?

No verão ou no inverno, o uso de aparelho de ar-condicionado é uma excelente alternativa para manter os ambientes climatizados. No entanto, o que muitas vezes passa despercebido é a necessidade de se ter um cuidado com a limpeza e a sanitização desses aparelhos.

Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura e fique por dentro das principais diferenças entre limpeza e sanitização de aparelho de ar-condicionado.

Afinal, o que é limpeza e o que é sanitização de ar-condicionado?

A limpeza é o procedimento que tem como objetivo retirar toda a sujidade do aparelho. Para que isso possa ser feito, há a necessidade da utilização ou não de água e produtos de limpeza, a fim de remover os resíduos sólidos ou líquidos que estão no ar-condicionado.  

Dessa forma, pode-se dizer que a limpeza do ar-condicionado prepara o aparelho para que ele possa receber produtos que sejam mais específicos e que então façam a sua sanitização. Diante disso, tem-se que a sanitização de ar-condicionado é o procedimento que elimina os micro-organismos vivos como fungos, ácaros e bactérias que estão contaminando o equipamento e, por consequência, os ambientes.

Para que a sanitização do ar-condicionado possa ser feita de maneira completa e de acordo com as recomendações técnicas, é essencial que ela seja realizada por profissionais capacitados e que utilizarão produtos específicos para esse tipo de serviço. 

Em relação à frequência que um ar-condicionado necessita ser sanitizado, o recomendado pela Anvisa é de a cada 6 meses, a fim de evitar a proliferação de alérgenos e demais bactérias. 

Por que é importante manter o ar-condicionado sanitizado?

Seja em ambientes residenciais ou empresariais, a sanitização do aparelho de ar-condicionado é fundamental, tendo em vista os inúmeros problemas que um local com ar contaminado pode trazer para quem está nele. 

No entanto, quando se fala em locais com grande circulação de pessoas e o uso de aparelhos a partir de 60.000 BTUs, a sanitização do ar-condicionado é obrigatória tendo em vista a exigência por parte dos órgãos sanitários da apresentação do Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC), estabelecido na Portaria nº 3.523.

Com o PMOC em dia, as empresas evitam multas e passivos, além de preservarem a saúde de colaboradores e clientes. Outro benefício que a sanitização de ar-condicionado traz é o fato de manter o equipamento sempre em dia, o que evita a depreciação precoce.

Com propósito de a sanitização de ar-condicionado seja feita de acordo com o estabelecido pelos órgãos reguladores, é fundamental a escolha de uma empresa habilitada e que conte com profissionais capacitados a executarem esse tipo de serviço.

A Bioseta conta com uma equipe de experts e mais de 30 anos de experiência em saúde ambiental. Entre em contato com a nossa equipe e saiba mais!

Coronavírus e o uso do ar-condicionado

O surto de coronavírus foi decretado uma pandemia mundial pela Organização Mundial da Saúde (OMS), na última quarta-feira, 10, devido ao fato de ter deixado mais de 100 mil infectados e aproximadamente 4 mil mortos.

Diante de tamanha repercussão, o mundo todo abriu os olhos para esse surto e, com isso, alertou sobre quais as atitudes devem ser tomadas para que o vírus não seja ainda mais propagado e, essas medidas estão sendo colocadas em prática e, ao mesmo tempo, debatidas. Conforme especialistas, as principais formas de evitar o contágio pelo Covid-19 são:

  • Lavar as mãos frequentemente;
  • Utilizar álcool gel 70%;
  • Tossir ou espirrar levando à parte interna do cotovelo;
  • Evitar o contato com apertos de mãos, beijos no rosto, abraços, entre outros.

No entanto, alguns pesquisadores estão investigando outros modos de contágio da doença.  Uma das grandes surpresas do momento é o fato do ar-condicionado ser um dos meios de propagação do vírus, devido ao fato de que nos recintos fechados o ar não é renovado e, muitas vezes, a sanitização dos aparelhos de ar-condicionado não é realizada de maneira periódica.

Na semana em que foi decretado estado de pandemia mundial, a Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), emitiu um alerta a respeito da importância da renovação do Plano de Manutenção, Controle e Operação (PMOC), a fim de evitar a propagação da doença em ambientes fechados.

Quando os aparelhos de ar-condicionado não passam por sanitização periódica, os filtros do aparelho não retêm as partículas sólidas e líquidas, o que faz com que os vírus, as bactérias e demais substâncias fiquem alojadas no aparelho e contaminem o ar.

Para saber mais sobre os processos de sanitização de ambientes, entre em contato conosco.

Fonte:
https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus
https://radiojornal.ne10.uol.com.br/noticia/2020/03/03/coronavirus-pesquisador-alega-que-ar-condicionado-pode-ser-um-problema-184835
https://blogdofrio.com.br/ar-condicionado-sem-pmoc-pode-ajudar-a-propagar-coronavirus/

 

Coronavírus: saiba como se informar corretamente

Nas últimas semanas, o mundo todo ficou em alerta quanto ao surto de coronavírus (COVID-19). No dia 30 de janeiro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o episódio como uma emergência de saúde pública de interesse internacional. A organização estima que sejam milhares de infectados na China e em outros 19 países.

No Brasil, o Ministério da Saúde atualizou, também, nesta terça-feira, 3, que há dois casos confirmados do novo coronavírus. Além disso, 488 pessoas que apresentaram febre e, pelo menos, um sinal ou sintoma de problema respiratório, estão sendo monitoradas.

Diante de tamanha repercussão internacional, muitos buscam mais informações na internet e nas redes sociais sobre o surto. E é aí que entra o problema: é preciso cercar-se de fontes confiáveis, para não cair em fake news.

Para que você não erre mais ou se desespere quando for procurar informações para manter a saúde em dia, separamos algumas fontes que são confiáveis, como:

Saúde sem Fake News

O Ministério da Saúde, por exemplo, desenvolveu um espaço chamado Saúde Sem Fake News, o qual disponibiliza um canal para esclarecimento de boatos que, muitas vezes, circulam por aplicativos como o WhatsApp.

Além disso, o Google e diversas redes sociais, como o Facebook, Twitter e Instagram, estão trabalhando ativamente para evitar a propagação de notícias falsas e prejudiciais. O Google lançou um alerta SOS para o coronavírus em parceria com a OMS para garantir que informações de credibilidade sejam priorizadas na busca. O Facebook e o Instagram irão apagar os posts sobre coronavírus com potencial de causar danos à saúde do usuário. O YouTube também anunciou mudanças para priorizar informação verídica sobre o coronavírus.

A busca por fontes seguras de informações não é recomendada somente nesses casos, mas também em qualquer outra circunstância. As fake news são virais virtuais que se espalham rapidamente. O último exemplo é a recomendação do consumo de chá de erva doce e sucos de acerola e laranja para se proteger da doença, atribuída falsamente ao Hospital das Clínicas de São Paulo. O Ministério da Saúde desmente que chás ou sucos sejam efetivos no combate ao vírus.

Por isso, quando for compartilhar e, até mesmo, ler uma notícia, certifique-se de que a fonte é segura e não colabore com a disseminação de inverdades.

Os 4 pontos críticos da limpeza de coifas

Para que uma cozinha profissional possa atender todas as exigências sanitárias e de saúde, é fundamental que os seus equipamentos e utensílios estejam em total conformidade com o que é exigido pelos órgãos regulamentadores. Um exemplo disso é a higienização do sistema de coifas, o qual apresenta uma grande eficiência e importância nas cozinhas industriais tendo em vista que a partir dela é possível evitar os riscos de contaminação alimentar, bem como de incêndios.

Afinal, por que é necessário investir na limpeza de coifas?

A higienização de coifas e exaustores é um fator de extrema importância e relevância quando se fala em cozinhas industriais, isso porque pelo fato desses locais produzirem refeições diárias para inúmeras pessoas, é essencial que eles estejam com a limpeza profissional em dia.

Essa necessidade se deve ao fato de que o equipamento trabalha sem cessar e tem como objetivo a melhora da qualidade do ar, a filtragem, sugação e eliminação da fumaça originada na preparação dos alimentos. Desse modo, quando não há a limpeza do sistema de exaustão das cozinhas profissionais é muito comum que se tenha problemas de grandes proporções como:

  • Risco de incêndio;
  • Contaminação alimentar;
  • Ambiente insalubre;
  • Atração de pragas urbanas e proliferação de bactérias.

No momento em que é realizada a limpeza dos sistemas de exaustão, de maneira profissional e em conformidade com o que é exigido pela Anvisa, todas as substâncias indesejáveis e sujidades são removidas. Na desinfecção é realizada a operação de redução do número de microrganismos, os quais são eliminados a partir de métodos físicos e com produtos químicos especiais.

A Anvisa recomenda que esse tipo de higienização deva ser realizada a cada 4 meses, a fim de evitar problemas de proporções maiores no ambiente industrial.

Como é possível limpar coifas da cozinha industrial?

Para que a limpeza de coifas presentes na cozinha industrial traga bons resultados, é fundamental que se tenha materiais profissionais e de qualidade, uma vez que por serem sistemas mais complexos, pode se ter casos em que equipamentos específicos sejam essenciais para a limpeza das mesmas. De maneira geral, os principais pontos críticos que fazem parte da limpeza de coifas, são os seguintes:

Acesso ao local

É fundamental que equipamentos especiais sejam utilizados na hora de se ter acesso ao sistema de exaustão. Além disso, é muito importante que o colaborador responsável pela higienização faça uso dos equipamentos de segurança (EPI’s).

Dutos

Para a limpeza dos dutos de ar é necessário que se tenha a raspagem da camada de gordura que estiver acumulada na superfície desses elementos. Em seguida, é recomendado que se aplique uma boa quantidade de solução de água e desengordurante. Logo após, deve-se ter a remoção da gordura que vai começar a escorrer pelos dutos. É neste momento que a utilização de equipamentos de alta pressão, pode ser essencial e de grande ajuda.

Segurança

Por estarem localizadas em ambientes altos, é muito importante que sejam seguidas à risca, todos os procedimentos de segurança na hora de efetuar a higienização dos locais. Essa necessidade se deve ao fato de que esse tipo de serviço apresenta alto risco de periculosidade, sendo necessário todo o suporte de segurança para a execução das tarefas, visto que é muito importante que também sejam avaliados todos os pontos referentes a instalação elétrica do local.

Rotina de trabalho

Para que a limpeza profissional das coifas possa ser feita de maneira eficiente e completa, é necessário que as atividades de trabalho sejam suspensas, ou seja, no dia em que é marcada a higienização não é possível fazer uso de nenhum equipamento da cozinha, muito menos preparar alimentos no ambiente.

A higienização de coifas de cozinhas industriais é um serviço sério e deve ser realizado por profissionais com experiência, uma vez que ela apresenta índice elevado de periculosidade ao funcionário que está executando o serviço. Além disso, devem ser utilizados materiais químicos específicos e autorizados pela Anvisa, a fim de que se tenha uma higienização completa desse tipo de sistema.

Por isso, na hora de procurar pelo serviço de higienização de coifas e demais sistemas de exaustão, procure por empresas sérias e que tenham experiência na realização desse tipo de atividade.

Tratamento térmico HT em unidades móveis

O tratamento fitossanitário é essencial para as exportações de madeira e de qualquer produto ou carga que utilize embalagens de madeira para o transporte. Seu objetivo é controlar as pragas quarentenárias e prevenir as infestações que podem comprometer a madeira – como produto ou embalagem.

Diante disso, o tratamento fitossanitário é obrigatório para garantir a segurança das madeiras utilizadas como suporte e também a carga a ser transportada. Sendo assim, é possível encontrar diversos tipos de tratamento fitossanitário, os quais apresentam características diferentes e específicas, como é o caso do tratamento térmico HT em unidades móveis.

Afinal, o que é considerado tratamento fitossanitário?

O tratamento fitossanitário é uma medida fitossanitária determinada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que deve ser realizado apenas por empresas credenciadas.

Esse tipo de tratamento tem como objetivo assegurar que os vegetais, partes de vegetais e produtos, bem como as embalagens e suportes de madeira das operações de exportação e importação, encontram-se livres de pragas quarentenárias, as quais podem ser extremamente prejudiciais para o local que recebe a carga contaminada.

Desse modo, o MAPA realiza o credenciamento de empresas que estão autorizadas a realizar os tratamentos fitossanitários e assim emitir os respectivos certificados de tratamento ou aplicar a marca IPPC, conforme prevê a Norma Internacional para Medidas Fitossanitárias nº 15.

Quanto aos tipos de tratamentos fitossanitários internacionalmente reconhecidos e que podem ser utilizados com o objetivo de reduzir o risco de introdução e/ou disseminação das pragas quarentenárias, são os seguintes:

  • Tratamento fitossanitário em estufa;
  • Tratamento térmico via aquecimento dielétrico com uso de micro-ondas
  • Tratamento fitossanitário com brometo de metila (em desuso, somente em casos onde são encontradas pragas vivas em importações)

Cada um dos tratamentos fitossanitários apresenta métodos de aplicação diferenciados entre si, porém a base do tratamento fitossanitário vai ser sempre a eliminação das pragas quarentenárias, a fim de reduzir riscos e passivos para os importadores e exportadores.

O tratamento fitossanitário em unidades móveis é realizado de que maneira?

Um dos tratamentos mais procurados por importadores e exportadores, visto que ele pode ser realizado diretamente nos portos, é o tratamento fitossanitário em unidades móveis, que garante muito mais agilidade, principalmente quando se fala em prazos.

No que diz respeito ao tratamento HT móvel, ele é um processo inteiramente brasileiro, em que as embalagens de madeiras são cobertas com uma lona térmica e então conectadas a um módulo de aquecimento independente e reduzido. Para isso, um sistema de lastro independente é utilizado para prender a lona ao chão, vedando o sistema.

O tratamento fitossanitário em unidades móveis permite que sejam tratados grandes volumes de madeira num único tratamento, eliminando as necessidades de estufagem das embalagens, visto que a câmara é posta sobre elas.

A Bioseta faz parte das empresas credenciadas junto ao MAPA e que possuem licença de operação do órgão ambiental para todas as suas unidades de tratamento fitossanitário.

Para oferecer o melhor para os clientes, contamos com uma infraestrutura técnica e operacional capacitada a fornecer um diagnóstico seguro e eficiente para uma logística de tratamento de embalagens e suportes de madeira em qualquer unidade do Brasil. Após a execução dos nossos serviços de tratamento fitossanitário as embalagens de madeira estão aptas para serem despachadas ou recebidas.

Soluções em tratamento fitossanitário é com a Bioseta

O tratamento fitossanitário é essencial para as exportações de madeira e de qualquer produto ou carga que utilize embalagens de madeira para o transporte. Seu objetivo é controlar as pragas quarentenárias e prevenir as infestações que podem comprometer a madeira – como produto ou embalagem.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) autoriza algumas empresas a realizar o procedimento de tratamento fitossanitário, como é o caso da Bioseta, que está há mais de 30 anos no mercado e oferece soluções na área de saúde ambiental, com certificação, procedência e garantia.

Quais as principais soluções em tratamento fitossanitário oferecidas pela Bioseta?

Para que o tratamento fitossanitário, também conhecido como fumigação, seja feito com eficiência e segurança, a Bioseta conta com uma equipe especializada na área fitossanitária para garantir aos importadores e exportadores toda a documentação necessária para que as cargas possam entrar em outros países em tempo hábil. Essa expertise contribui para a redução de riscos e passivos que podem ser desastrosos para os importadores e exportadores.

Tratamento térmico

Esse tipo de procedimento consiste em realizar o tratamento das embalagens e dos suportes de madeira por meio do uso de ar quente forçado. Nesse tipo de tratamento, a madeira é submetida à temperatura de 56°C pelo período mínimo de 30 minutos, mediante registros de sensores na madeira e gráficos de temperatura.

O tratamento é realizado somente nas embalagens de madeira e apresenta excelentes benefícios como a otimização da logística devido ao reduzido tempo de tratamento, baixo impacto ambiental e inexistência de restrição ambiental no trânsito internacional. Esse tipo de tratamento fitossanitário pode ser realizado em unidades fixas e móveis.

Incineração de madeira

As embalagens de madeira (pallets, caixas, suportes, separadores, tacos, entre outras) provenientes de importação são inspecionadas em pontos de controle específicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Caso sejam identificados como não tratados, ou seja, ausência da marca Internacional de tratamento fitossanitário, a empresa que está realizando a importação poderá assinar um termo de compromisso e destinar todo o material para incineração. A incineração somente pode ser realizado por indicação da fiscalização do MAPA.

No Rio Grande do Sul, a Bioseta é a única empresa credenciada pelo MAPA para realizar incineração de madeira com fins quarentenários.

Secagem de madeira

Outro tipo de tratamento fitossanitário térmico da Bioseta é a secagem de madeira (KD-HT) em estufa de ar quente forçado que torna o tratamento fitossanitário das embalagens ainda mais econômico. Nesse tipo de serviço, a madeira é tratada em um processo de secagem, o que reduz a umidade e o peso sem comprometer o atendimento à legislação internacional.

Atendimento no RS e em SC

Para facilitar a realização de tratamento fitossanitário para madeiras de importação e exportação, contamos com unidades de tratamento no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, além de oferecermos a possibilidade de desenvolver projetos especiais para tratamento de demandas estruturadas em qualquer estado do país.

Essa variedade de tipos de tratamento fitossanitário que a Bioseta disponibiliza, adequa-se às mais diferentes necessidades de higienização de embalagens de madeira, a fim de garantir a eliminação de possíveis focos de pragas quarentenárias que podem trazer graves prejuízos para as empresas e aos países que vão receber as cargas contaminadas.

Quais os principais riscos de não investir no tratamento fitossanitário?

O não investimento no tratamento fitossanitário pode resultar em diversos problemas para o exportador e importador como rechaços das cargas, multas legais e deterioração de produtos, entre outros riscos que podem acarretar em grandes prejuízos financeiros para as empresas.

Para auxiliar as importações e exportações, a Bioseta conta com licenciamento ambiental junto à FEPAM, bem como autorização do MAPA para realizar o tratamento térmico de embalagens para exportação no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina com eficiência e qualidade.

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Tratamento Fitossanitário em madeira: o que é e qual a finalidade?

Todos os dias, milhares de cargas circulam no trânsito internacional. Bens industrializados, commodities, produtos de origem mineral, animal e vegetal, dentre outros, transitam pelo comércio internacional para atender uma infinidade de objetivos de consumo.

Porém, para que se tenha segurança sanitária, bem como, para proteção da população e do meio ambiente dos países importadores, cada país, além de atender todas as normas internacionais, como a NIMF 15 por exemplo, pode desenvolver suas próprias medidas de proteção, o que normalmente resultam na geração de leis, normas e até embargos a determinados produtos.

Isso acontece devido ao fato de que, conforme o que está sendo transportado, existe a possibilidade que se tenha a infestação de vetores e pragas quarentenárias que podem impactar diretamente o ecossistema de um país.

Para a exportação da madeira como produto, lembrando que a madeira também pode ser utilizada como embalagem, muitos países exigem a realização do tratamento fitossanitário em madeira, o que também é conhecido como ‘fumigação de madeira’ ou ‘fitossanitário do produto madeira’.

Afinal, o que é tratamento fitossanitário em madeira?

O tratamento fitossanitário em madeira é uma medida que tem como objetivo principal eliminar da madeira bruta, toda e qualquer possibilidade de infestação de vetores e pragas quarentenárias. Os vetores e pragas quarentenárias que se alojam na madeira, podem ser avassaladores para a saúde da população e também para a economia dos países.

Por determinação internacional, o tratamento fitossanitário deve ser realizado nas operações de exportação, conforme a legislação do país de destino. No Brasil, a regulamentação do tratamento fitossanitário fica a cargo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que disciplina os processos de tratamento fitossanitário em madeira por meio de instruções normativas, bem como avalia e credencia as empresas que podem realizar o tratamento fitossanitário em madeira para exportação.

É obrigatório que o tratamento fitossanitário em madeira seja realizado com o madeiramento gradeado, onde todas as faces da madeira recebam o tratamento e desse modo estejam livres da contaminação por pragas quarentenárias. 

Importante: o tratamento fitossanitário de madeira em fardos é proibido, uma vez que todas as faces da madeira precisam ficar expostas ao processo de tratamento, podendo a empresa receber pesadas multas e até perder seu credenciamento junto ao MAPA. Neste caso, o exportador precisará arcar com grandes prejuízos relacionados a presença de pragas fitossanitárias em sua exportação, expondo-se inclusive o rechaço de sua carga ao Brasil.

Quais os principais tipos de tratamentos fitossanitários para madeira bruta?

Para que a exportação de madeira bruta possa ser realizada com segurança, há dois tipos de tratamentos fitossanitários indicados: tratamento HT e tratamento KD HT. Confira a seguir, as principais características de cada um:

Tratamento HT
É realizado em estufas fixas ou móveis, com temperatura mínima de 56ºC no interior da madeira durante o processo de tratamento.

Tratamento KD HT
É realizado em estufas fixas, com atendimento às exigências de tempo e temperatura, durante o processo de secagem.

Pensando na sua segurança, conformidade legal, qualidade e atendimento às exigências internacionais, a Bioseta realiza o tratamento fitossanitário em madeira para exportação. O tratamento fitossanitário em madeira deve ser feito em conformidade com as normativas do mercado internacional e dos países de destino, uma vez que quando infestada, a madeira pode trazer graves prejuízos.

Quer saber mais sobre o fitossanitário em madeira? 

Acompanhe o blog e confira nossos conteúdos exclusivos. Aproveite também para solicitar um orçamento gratuito de tratamento fitossanitário em madeira.

Controle de Zika Vírus em containers: entenda por que é realizado

Para que os processos de importação e exportação possam ser realizados de maneira adequada, segura e com vistas na prevenção de riscos e passivos é extremamente importante que se tenha atenção a uma série de fatores. Um dos pontos de cuidado é em relação à presença de vetores e pragas quarentenárias, o que faz com que muitas vezes seja necessário o controle de Zika Vírus em containers.

Qual o tratamento que controla o Zika Vírus em containers?

A presença de vetores e pragas quarentenárias é uma questão sanitária extremamente importante no trânsito internacional, o que leva muitos países a criarem normas e outros dispositivos para restringir a entrada de cargas contaminadas em seus territórios.

Diante disso, medidas de controle de vetores e pragas devem ser tomadas na origem das cargas, demandando que os exportadores realizem o tratamento dos containers como forma de evitar que suas cargas sejam retidas ou rechaçadas ou que o controle seja realizado no destino, normalmente com custos elevados e muitos transtornos ao exportador.

O tratamento para controle do Zika Vírus em containers, também conhecido como fumigação de containers ou desinsetização de containers, é bastante eficiente e ágil e consiste na combinação de dois processos: a pulverização e a nebulização (também conhecido como fog) de inseticidas registrados para este fim, cuja aplicação é realizada no interior do container com o objetivo de eliminar possíveis focos de larvas e mosquitos Aedes aegypti, transmissor da dengue, da chikungunya e o Zika Vírus, garantindo as condições sanitárias da sua exportação e atendendo a demanda dos países importadores.

O tratamento para controle do Zika Vírus é realizado com produtos autorizados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) ou pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), por se tratar de um procedimento complexo e que faz o uso de produtos químicos, é fundamental que ele seja realizado por empresas autorizadas e por profissionais com experiência na área.

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O que é o certificado Zika Free?

Para evitar a infestação de pragas quarentenárias e vetores como o Aedes Aegypti, muitos países exigem a apresentação do certificado Zika Free que atesta a não presença do mosquito Aedes. Essa exigência teve seu início na China após o desencadeamento de uma epidemia de Zika Vírus no Brasil, registrada em 2015.

Para que seja realizada a emissão do certificado Zika Free, todo container deve passar por um tratamento, que também é conhecido como fumigação, a fim de eliminar os possíveis focos ou larvas do mosquito responsável por transmitir a dengue, a febre chikungunya e o Zika Vírus.

A Bioseta oferece a solução de controle de Zika Vírus em containers para exportação, que atende à demanda sanitária dos países importadores e auxilia na redução de riscos ao exportador.

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Tratamento fitossanitário: o que é e para que serve?

A globalização implica em um grande movimento de comércio internacional, em que importar e exportar itens dos mais diferentes tipos já é algo muito rotineiro para milhares de empresas. Diante disso, é comum que sejam utilizadas embalagens ou suportes feitos de madeira, para garantir a proteção da carga que está sendo transportada. 

Porém, para fins de proteção das florestas internacionais, é uma exigência que essas embalagens de madeira estejam livres da presença das pragas quarentenárias, o que faz com que os importadores e exportadores sejam responsáveis por utilizar somente embalagens de madeira que sejam submetidas ao tratamento fitossanitário.

Afinal, o que é tratamento fitossanitário?

Conforme o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o tratamento fitossanitário é um procedimento especial para o controle de pragas fitossanitárias quarentenárias e tem o objetivo de garantir a segurança de produtos vegetais e subprodutos de madeira.

Por determinação internacional, ele deve ser feito obrigatoriamente nas operações de exportação e importação de cargas com produtos vegetais e/ou derivados da madeira, a fim de evitar que as pragas quarentenárias de um local contaminem a região destinatária. Esse controle fitossanitário das embalagens de madeira deve ser feito apenas por empresas credenciadas no MAPA.

O que são as pragas quarentenárias, alvos do controle fitossanitário?

As pragas quarentenárias são conhecidas por serem organismos de natureza animal/vegetal que, estando presentes em outros países ou regiões, mesmo sob controle permanente, constituem-se como uma grande ameaça para a economia agrícola do país ou região importadora exposta.

Esses seres podem ser levados de um lugar para o outro através dos seres humanos, ou através de plantas, animais, frutos ou sementes infestadas.

Quanto à classificação das pragas quarentenárias, são divididas em duas categorias:

  • A1 – Pragas exóticas não presentes no país;
  • A2 – Pragas de importância econômica potencial que já estão presentes no país. A diferença é que elas apresentam disseminação localizada e são submetidas a um programa oficial de controle.

Para que se tenha um controle eficiente das pragas quarentenárias em todo o país, o MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) atualiza constantemente a lista de pragas quarentenárias por meio de publicação no Diário Oficial da União.

Qual a legislação específica para o tratamento fitossanitário?

A segurança da realização do tratamento fitossanitário com fins quarentenários está fixada na instrução normativa nº 32/2015, que dispõe sobre os procedimentos de fiscalização e certificação do tratamento fitossanitário de embalagens ou peças de madeiras que vão acondicionar mercadorias de importação ou exportação.

Com isso, autoriza a realização de tratamentos fitossanitários como:

  • Tratamento térmico: esse procedimento mantém as embalagens em estufas com alcance de uma temperatura mínima de 56ºC, durante 30 minutos em todo o madeiramento, reduzindo a umidade do material e as condições para a proliferação de pragas quarentenárias;
  • Fumigação com brometo de metila: processo também conhecido como fumigação, somente pode ser realizado para importações por indicação da fiscalização do MAPA, quando verificada a presença de pragas vivas, onde as embalagens de madeira são colocadas em câmaras herméticas, onde é aplicado o gás Brometo de Metila que vai agir por cerca de 24 horas.
  • Incineração de embalagens de madeira: esse processo alternativo pode ser aplicado nas importações, quando embalagens de madeira forem condenadas pelo MAPA por não atender requisitos ou restrições da legislação nacional ou apresentar alguma outra inconformidade, ao qual é gerado um termo de ocorrência e após isso um termo de compromisso com o importador. A incineração somente pode ser realizado por indicação da fiscalização do MAPA.

Para que o tratamento fitossanitário para exportação seja reconhecido internacionalmente, a NIMF 15 (Normas Internacionais de Medidas Fitossanitárias) exige que as embalagens e suportes de madeira estejam identificados com a marca internacional aprovada pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

O tratamento fitossanitário é de extrema importância para minimizar problemas, reduzir passivos e também problemas que venham a afetar a economia do país que recebeu madeiras infectadas.

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Tratamento fitossanitário deve seguir legislações específicas

O tratamento fitossanitário de embalagens de madeira tem por objetivo evitar a disseminação de pragas florestais no trânsito internacional de produtos e mercadorias, atendendo a Norma Internacional de Medidas Fitossanitárias Nº 15 (NIMF 15).

No Brasil, a implantação, credenciamento e fiscalização é realizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que disciplina os processos de tratamento das madeiras por meio de algumas instruções normativas.

Para que o tratamento fitossanitário possa ser feito com corretamente e seja seguro para o exportador, há algumas normas que disciplinam os processos de tratamento das madeiras por meio de instruções normativas.

Quais as leis que regem o tratamento fitossanitário?

O tratamento fitossanitário deve obedecer a algumas leis específicas para que não se tenha risco iminente para a sanidade e a economia do país que está recebendo as cargas que foram submetidas ao tratamento fitossanitário. No Brasil, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) é o órgão responsável por fiscalizar os diferentes tipos de tratamento fitossanitário autorizados no país. É importante observar:

Instrução Normativa MAPA nº 32/15

Essa instrução aborda os procedimentos autorizados de fiscalização e certificação do tratamento fitossanitário de embalagens ou de peças de madeiras que vão servir de material para confecção de suportes para acondicionar mercadorias importadas ou exportadas.

Nessa instrução normativa, os principais artigos a considerar são:

Artigo 20 – É responsabilidade do exportador atender às exigências dos países importadores quanto ao uso de embalagens e suportes de madeira destinados ao acondicionamento de mercadorias no trânsito internacional.

Artigo 22 – As mercadorias importadas, de qualquer natureza, que estejam acondicionadas em embalagens e suportes de madeira em bruto, somente poderão ser internalizadas em áreas sob controle aduaneiro e que sejam atendidas pela fiscalização federal agropecuária do MAPA.

Artigo 23 – O importador deve declarar a presença de embalagem ou suporte de madeira, em bruto, à fiscalização federal agropecuária, na forma definida pelo MAPA, independente da natureza da mercadoria a ser importada.

Normas internacionais de medidas fitossanitárias (NIMF)

Essas normas estão vinculadas à Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), e têm como objetivo evitar a propagação de pragas quarentenárias entre os países. Elas determinam que todas as embalagens de madeira (caixas, pallets, suportes, etc), utilizadas no comércio internacional, sejam devidamente esterilizadas para eliminar a presença de qualquer praga quarentenária entre os países.

O não cumprimento da norma leva, muitas vezes, ao retorno das mercadorias para a sua origem.

Os tratamentos mais indicados pelas normas internacionais de medidas fitossanitárias são a fumigação com Brometo de Metila (MB) e o tratamento térmico (HT).

Como é possível saber que uma embalagem está com certificação de tratamento fitossanitário?

A verificação da certificação fitossanitária é de extrema importância para garantir a conformidade fitossanitária dos produtos vegetais, a fim de assegurar sua identidade e origem, o que proporciona credibilidade ao processo de rastreabilidade, garantindo muito mais confiança ao setor produtivo e ao consumidor.

Essa certificação fitossanitária é regulamentada por legislação federal, que abrange de forma genérica todo o processo de certificação, e por legislações específicas de cada país ou de cada unidade federativa referentes a determinado produto vegetal e as respectivas pragas associadas.

Por estes motivos, são exigidos conhecimentos técnicos atualizados, correlatos tanto às legislações vigentes quanto sobre o reconhecimento e controle das pragas quarentenárias regulamentadas.

A forma de identificação das madeiras que foram tratadas adota um padrão mundial e por meio dele que é possível ter conhecimento de diversas informações, como:

    • país onde o tratamento foi realizado
    • a empresa responsável pela execução do serviço
    • o método de tratamento utilizado

De acordo com a legislação da Instrução Normativa nº 32/2015, a marca deve ser visível e disposta em pelo menos duas faces externas e opostas da embalagem ou do suporte de madeira tratado.

Para que se tenha a certificação fitossanitária é muito importante procurar por empresas que sejam certificadas no MAPA, visto que elas são as únicas autorizadas a emitir Certificados de Tratamento e aplicar as normas internacionais para medidas fitossanitárias obrigatórias por lei.

Febre chikungunya, uma outra face do “mosquito da dengue”

A Febre Chikungunya é uma doença raramente fatal transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite o vírus da Dengue.

O Brasil já registrou 789 casos de febre chikungunya transmitidos dentro do país, segundo dados divulgados no dia 29/10/2014 pelo Ministério da Saúde (saiba mais).

Atualmente, três estados apresentaram casos da doença, que tem os mesmos vetores e sintomas da dengue, porém a Vigilância Epidemiológica alerta para risco de febre chikungunya no Rio de Janeiro (saiba mais).

Os sintomas, que também se assemelham com os da Dengue, começam a aparecer de quatro a oito dias depois da picada do mosquito infectado, e são: febre alta, dores de cabeça e no corpo, dor de garganta, dores intensas nas juntas e articulações por longos períodos, e também manchas avermelhadas na pele e conjuntivite.

Ainda não há vacinas para prevenir a doença. Assim como na Dengue, o tratamento é feito com uso de analgésicos para aliviar os sintomas que podem demorar de dois a seis meses para desaparecer.

Porém, qualquer medicamento deve ser sempre prescrito por profissionais de saúde, de acordo com os sintomas apresentados pelo paciente.

Para evitar que essa doença e tantas outras transmitidas pelas diversas espécies de mosquitos que ocorrem no Brasil, a principal forma de combate é eliminar criadouros, como locais com água acumulada e parada. O controle químico de mosquitos, através de desinsetizações, também são eficazes.

Para maiores informações quanto ao controle de mosquitos e outros vetores e/ou solicitar um atendimento: Fale conosco | (51) 3396-6161 | comercial@bioseta.com.br

Fonte: Portal EBC Brasil (ebc.com.br)

Rinite alérgica pode desencadear depressão em adolescentes

As doenças respiratórias como rinite, asma e bronquite são enfermidades que acometem pessoas no mundo todo, especialmente nas épocas mais frias. Devido às reações naturais do organismo, crianças, gestantes e idosos fazem parte do chamado grupo de risco e, por isso, devem receber cuidado redobrado.

No entanto, um estudo norte-americano concluiu que outro grupo tem sido alvo dos sintomas da rinite: os adolescentes. E para eles há um agravante: além das dificuldades fisiológicas, as crises de rinite alérgica aumentam as chances de desencadear quadros de depressão, ansiedade e dificuldades na execução de diferentes tarefas – em especial, as escolares.

O que é a rinite alérgica?
A rinite alérgica é uma doença crônica da mucosa do nariz e tem como característica acometer crianças, gestantes e idosos. Quando associada a outras doenças como asma, conjuntivite, sinusite e otite, a rinite alérgica pode provocar um impacto ainda maior na saúde e na rotina.

No que diz respeito aos sintomas, os principais são os espirros consecutivos, obstrução nasal, coriza aquosa e prurido que iniciam logo após o contato com algum tipo de poeira, fumaça, pólen e pelos de animais.

Mas afinal, qual a relação entre a rinite e a depressão entre os adolescentes?
Recentemente, pesquisadores da ACCAI – American College of Alergy, Asthma and Immunology, uma associação americana de alergistas e imunologistas, divulgaram os resultados de uma pesquisa que mostrou dados alarmantes sobre a incidência de rinite alérgica em adolescentes.

Esses dados revelaram que o público da faixa etária dos 11 aos 17 anos, quando acometidos por quadros de rinite, podem apresentar altos índices de ansiedade, falta de concentração e depressão. Conforme a pesquisa que examinou 25 estudos feitos com adolescentes portadores de rinite alérgica, os principais efeitos constatados nos momentos de crise foram os seguintes:

• Impactos nas atividades diárias;
• Perturbação do sono;
• Falta de concentração no ambiente escolar;
• Emocional abalado;
• Altos picos de estresse;
• Impulsividade;
• Mudanças de humor e de opinião.

Para os pesquisadores, os efeitos da rinite alérgica são infinitamente mais prejudiciais no público adolescente do que nos demais, visto que eles afetam diretamente as relações sociais dos jovens que por si só já apresentam características mais introspectivas nessa etapa das suas vidas.

Segundo as estatísticas brasileiras, cerca de 30% dos adolescentes sofrem com crises de rinite alérgica.

É possível evitar ou minimizar os sintomas da rinite?

adolescente rinite

Especialistas afirmam que os sintomas da rinite alérgica podem ser minimizados com alguns cuidados diários:

• Manter a casa arejada com as portas e janelas abertas;
• Higienizar os móveis, estofados e demais objetos que acumulam pó;
• Evitar o uso de tapetes e carpetes, especialmente no quarto;
• Manter bichos de pelúcia ensacados com plástico e longe do contato dos adolescentes que sofrem com rinites alérgicas;
• Lavar as capas dos colchões e travesseiros periodicamente;
• Evitar o uso de cortinas pesadas, longas ou com muitas camadas de panos.

 

Apesar de serem tratados muitas vezes como adultos, os adolescentes necessitam de apoio e atenção dos responsáveis, principalmente no que se refere à sua saúde física e psicológica.

Além da prevenção diária dentro de casa, é importante que os adolescentes que sofrem com a rinite façam acompanhamento periódico com um profissional especializado no tratamento de alergias e, também, com um psicólogo.

Rinite em idosos pode ser evitada com pequenos cuidados

O outono é a estação que costuma ser um pouco mais fria e úmida, fazendo com que os problemas respiratórios e alergias venham à tona. Geralmente crianças, grávidas e idosos são os mais afetados por esse tipo de doença. Desse modo, é sempre muito importante ter um cuidado a mais nessa estação, a fim de evitar o aparecimento de problemas como rinite, asma, alergias e demais enfermidades que atingem o sistema respiratório no outono com mais frequência.

Por que há casos frequentes de rinite em idosos?
Os casos de rinite na terceira idade são muito frequentes nas mais baixas temperaturas, isso porque, com o passar da idade, é comum que o sistema imunológico se torne menos resistente e mais debilitado, propenso ao aparecimento de doenças como a rinite em idosos e demais problemas de cunho respiratório.

E essa incidência de doenças respiratórias na terceira idade foi comprovada por uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), a qual demonstrou que cerca de 10% da população idosa brasileira apresenta algum tipo de alergia, sendo as mais comuns:

• Asma alérgica;
• Rinite;
• Tosse do tipo crônica;
• Alergia ocular;
• Urticárias;
• Eczema de contato;
• Coceiras na pele;
• Alergia a medicamentos.

Apesar dessas doenças como a rinite e a asma alérgica que acometem as pessoas mais velhas apresentarem sintomas desagradáveis, elas podem ser evitadas a partir de pequenas atitudes e cuidados diários, não excluindo, é claro, as consultas com o médico especializado no atendimento à terceira idade.

rinite na terceira idadeComo é possível prevenir os casos de rinite no idoso?
Mesmo que a rinite alérgica e demais problemas respiratórios tenham o seu surgimento de maneira repentina, é possível prevenir e evitar esse aparecimento a partir de pequenas atitudes diárias como:

• Rotina diária de limpeza dos cômodos da residência;
• Evitar o acúmulo de objetos e móveis;
• Realizar a higienização dos equipamentos de ar-condicionado;
• Utilizar purificadores de ar;
• Higienizar com frequência os colchões, travesseiros e roupas de cama.

A rinite e outras doenças respiratórias podem trazer prejuízos à saúde do idoso de forma geral, no entanto, a partir de medidas simples de controle é possível evitar o aparecimento de doenças respiratórias desencadeadas por fatores ambientais e de rotina.

A prevenção é sempre o melhor remédio e com a rinite nos idosos não é diferente. Com medidas preventivas, é possível diminuir a presença de agentes alérgenos no dia a dia e viver com mais tranquilidade.

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Escorpião-amarelo deixa moradores do Vale dos Sinos em alerta

Nos últimos dias, o aparecimento de escorpiões-amarelos em São Leopoldo e Sapucaia do Sul reacenderam o alerta aos moradores dessas regiões. Apesar dos escorpiões aparecerem com mais frequência no verão devido às altas temperaturas, eles também podem aparecer quando as temperaturas estão mais baixas, isso porque eles procuram abrigo em lugares mais quentes como os entulhos, cantos, frestas, buracos, entulhos, telhas, casacos, roupas de cama e paletes, sendo assim consideradas pragas urbanas.
Afinal, o que é um escorpião-amarelo?

O escorpião-amarelo é um aracnídeo, com aproximadamente 7 cm de comprimento. Seu nome científico é Tityus serrulatus e é muito comum ser encontrado no Sudeste e Centro Oeste do Brasil. O nome da espécie surgiu porque esse tipo de escorpião conta com uma serrilha no terceiro e quarto anel da sua cauda.
Essa espécie de escorpião é a que mais causa acidentes graves, especialmente com crianças, e é o responsável pelo maior número de casos de picadas e óbitos. Em Sapucaia, só neste ano, já foram capturados cerca de 450 escorpiões-amarelos, nos bairros Piratini e Três Portos.

No Brasil, conforme o Ministério da Saúde, em 2017, quase 125 mil pessoas foram vítimas de acidentes com escorpiões, sendo que 90 deles foram fatais. Em 2018, o número de casos diminuiu para 90 mil, mas o índice de óbitos aumentou para 99, o que evidencia a necessidade de controle de pragas.

Quanto à reprodução dos escorpiões-amarelos, ela ocorre por meio de partenogênese, ou seja, todos os escorpiões podem dar à luz a filhotes sem que seja necessário o acasalamento. Com isso, a dispersão dos escorpiões ocorre facilmente já que se adaptam a diferentes ambientes, mesmo quando levados para outro local que não o seu habitat natural.

Como é possível prevenir a incidência de escorpião-amarelo?

Para evitar a incidência de escorpião-amarelo, é necessário esforço coletivo e sanitário, isso porque a prevenção está em nosso dia a dia. Uma das principais medidas indicadas é a preservação dos inimigos naturais dos escorpiões como as corujas, lagartos, sapos e galinhas.

Já em casa, o uso de soluções domésticas não é recomendado para evitar a incidência de escorpião-amarelo, pois ele pode fazer com que saiam do esconderijo pelo fato de haver uma mudança no metabolismo do animal, visto que o aparelho respiratório deles se fecha e, com isso, ficam mais agressivos, aumentando o risco de picadas. Porém, com algumas medidas é possível evitar acidentes com o escorpião, como por exemplo:

• Sacudir roupas e calçados antes de vesti-los;
• Evitar pendurar roupas na parede e nas portas;
• Não colocar as mãos em buracos, troncos ou pedras soltas;
• Usar proteção adequada ao trabalhar no jardim e com materiais de construção;
• Conferir como estão as roupas de cama antes de se deitar;
• Limpar regularmente atrás de móveis, cortinas, quadros e outros cantinhos.

Pelo fato do controle químico feito em casa não trazer bons resultados, é muito importante que o controle de escorpiões e outras pragas seja feito de maneira profissional, uma vez que os técnicos analisam todos os pontos críticos e então aplicam o melhor tratamento de controle de pragas, seja na residência ou nas estruturas físicas das empresas.

Em caso de aparecimento do escorpião-amarelo na sua residência, a primeira medida é chamar imediatamente a Vigilância Sanitária e Epidemiológica do município para que seja possível realizar a identificação oficial da espécie, uma vez que há espécies de escorpiões peçonhentos e também não peçonhentos.

Cuidado com a qualidade da água do chimarrão

O Dia do Chimarrão é celebrado no dia 24 de abril, mas para os gaúchos não há dia nem hora para cevar um bom chimarrão. No entanto, para que o mate, como também é conhecido o chimarrão, seja de qualidade e possa trazer benefícios para a saúde, é muito importante que se tenham alguns cuidados na hora do seu preparo como:

  • A erva-mate escolhida;
  • Acessórios utilizados (cuia e a bomba);
  • Temperatura da água do chimarrão;
  • Qualidade da água.

O tipo de erva, por exemplo, reflete diretamente no sabor da bebida, que pode ser mais ou menos amarga, pura ou com a adição de chás, por exemplo. O tamanho da cuia deve ser adequado à quantidade de pessoas que a utilizarão, para que a água não esfrie rápido demais. O material da bomba interfere em sua durabilidade e até no sabor do mate.

Em relação à temperatura ideal, os especialistas sugerem que seja algo entre 60º e 70º, quando a chaleira começa a chiar – não menos, para não comprometer o sabor e a experiência; nem mais, para não queimar a erva.

Porém, um ponto frequentemente ignorado na hora de preparar o chimarrão diz respeito à qualidade da água do chimarrão.

Em 2016, a capital dos gaúchos enfrentou problemas relacionados ao abastecimento da água, que apresentava gosto e cheiro impróprios para consumo. Para garantir a qualidade e preservar o clássico sabor do bom e velho mate gaúcho, os moradores da região se viram obrigados a trocar a água da torneira pela água mineral no preparo da bebida.

Como é possível preservar a qualidade da água do chimarrão?

Para garantir uma água do chimarrão de qualidade, é importante que se tenham cuidados básicos como a preservação e a limpeza periódica das caixas d’água, que deve ser realizada a cada seis meses e, sempre que possível, por profissionais capacitados.

Em alguns casos, para garantir a qualidade da água, pode ser indicada a utilização de filtros que poderão realizar a retenção de partículas e a remoção do gosto de cloro da água.

E nos casos de abastecimento de água de poços artesianos, deve-se ter um controle químico e sanitário especializado, a fim de evitar o consumo de água imprópria, que possa desencadear diversas doenças.

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Ácaros e outras ameaças invisíveis que habitam seu lar

Certamente eles já devem ter entrado em sua casa, estão bem acomodados e você nem percebeu. Estamos falando dos ácaros, fungos, mofos, vírus e bactérias que estão presentes em lugares inimagináveis.

Apesar de serem pragas invisíveis a olho nu, trazem prejuízos enormes para a saúde da sua família. Muitas doenças respiratórias, por exemplo, são causadas exclusivamente por eles e, por serem facilmente confundidas com gripes e resfriados, escondem problemas muito maiores.

Quer saber mais sobre essas ameaças invisíveis que estão presentes em nosso dia a dia? Continue a leitura e confira a seguir as principais características desses pequenos invasores.

Ácaros

Ácaro é a denominação dada aos animais de uma subclasse dos aracnídeos, do filo artrópode. Nessa subclasse há cerca de 55 mil espécies que ocupam os mais variados locais. Os ácaros possuem cerca de 0,25mm, ou seja, são 20 vezes menor que um grão de arroz, mas trazem prejuízos incalculáveis.

Esses animais são os principais responsáveis por causarem alergias e doenças respiratórias, principalmente por estarem presentes em ambientes como:

  • Roupas de cama;
  • Colchões;
  • Móveis;
  • Estofados;
  • Tapetes;
  • Cortinas;
  • Aparelhos de ar-condicionado;
  • Brinquedos e em demais locais.

Para que possam sobreviver, os ácaros alimentam-se de materiais orgânicos, ou seja, das células de pele humana que são encontradas na poeira.

Sua reprodução é muito rápida e em um metro quadrado de tapete na sala da sua casa, pode haver até 100 mil ácaros. Quanto aos travesseiros, após 2 anos de uso, estima-se que entre 10% e 20% de seu peso corresponda ao acúmulo de ácaros, facilitando assim a propagação de muitas doenças e alergias.

Conforme pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI), uma pessoa pode descamar em torno de 1,2 gramas de pele diariamente, o que é uma quantidade suficiente para alimentar cerca de 100 mil ácaros. Além disso, as fezes e os ácaros mortos se dissipam em poeira muito fina, o que resulta na fácil inalação e, consequentemente, ainda mais alergias.

Em doenças cuja origem se dá pela presença dos ácaros, os sintomas frequentes são a obstrução das vias nasais, coriza, olhos lacrimejantes, respiração ofegante e com chiado, tosse, coceira, vermelhidão e sensação de areia nos olhos.

Vírus

Os vírus são organismos biológicos com grande capacidade de multiplicação e são considerados agentes infecciosos microscópicos, além disso eles são até 10.000 vezes menores que a maioria das bactérias, sendo a estrutura biológica mais comum em nosso planeta.

Estima-se que exista cerca de 21 famílias de vírus capazes de provocar doenças nos seres humanos. Para que esses vírus consigam se multiplicar e provocar doenças, é necessário que eles penetrem em alguma célula do organismo humano.

As doenças e infecções virais costumam causar espirros, coriza, dor no peito, fortes dores de cabeça, febre, fadiga, inflamações e coceiras oculares.

Grande parte da transmissão se dá pelo contato de indivíduos infectados com objetos e alimentos, e também pela permanência em locais fechados e aglomerados. Assim, é necessário que sejam adotadas práticas de higiene, como a lavagem frequente das mãos com água e sabão e, também, manter portas e janelas abertas para que o ar circule.

Conheça agora as principais doenças do outono

Fungos

Os fungos são seres que possuem uma estrutura de vida muito simples e, por conta disso, há inúmeros tipos deles presentes em nosso dia a dia. Alguns, inclusive, são utilizados na culinária, na produção de vinhos, na fabricação de medicamentos, enquanto outros são extremamente prejudiciais à saúde.

Os fungos são encontrados facilmente em locais como:

  • Solo;
  • Água;
  • Animais;
  • Vegetais,
  • Homens e em detritos gerais.

Os principais sintomas das doenças transmitidas por fungos são febre, indisposição, dor de cabeça, espirros, tosse seca, congestão nasal e diminuição da capacidade olfativa.

Percevejos

São insetos muito pequenos, com cerca de apenas sete milímetros. Mas, apesar de não transmitirem doenças, os percevejos são capazes de causar diferentes tipos de reações no corpo da pessoa que é picada.

A picada do percevejo costuma ser mais irritante do que nociva, isso porque esses insetos acabam liberando uma espécie de saliva ao entrar em contato com a pele, o que, com o passar do tempo, resulta em reação alérgica, com coceiras e inchaços.

Em locais como a Europa e os Estados Unidos, os percevejos são tidos como problemas emergenciais de saúde pública. No Brasil, o aparecimento de percevejos muitas vezes se dá pelo fato de os brasileiros viajarem para países com grande incidência do inseto e acabarem trazendo consigo nas malas ou peças de roupas.

Quanto ao esconderijo dos percevejos é muito comum encontrá-los em locais como:

  • Costuras de colchões;
  • Box springs;
  • Rachaduras;
  • Cavidades dos estrados de camas;
  • Estofados;
  • Poltronas.

Quando há crescimento da colônia de percevejos, eles se espalham por outros locais como cortinas, móveis, cômodas, carpetes, tapetes e até mesmo em quadros e papéis de parede.

A alimentação desses insetos é exclusivamente de sangue humano, sendo que a cada estágio do seu ciclo de vida, eles necessitam picar o seu hospedeiro para sobreviver.

Mofos

O mofo é um problema que pode surgir em qualquer lugar, já que consiste em um aglomerado de fungos microscópicos que se formam em ambientes úmidos e em áreas em que a luz solar é muito rara, formando manchas que, além de causar um aspecto visual desagradável, são muito prejudiciais a saúde.

No que diz respeito à reprodução, os mofos crescem aceleradamente. Em alguns casos, o crescimento ocorre em poucas horas e, mesmo que haja limpeza da mancha, as bactérias formadoras do mofo podem sobreviver no local afetado por um bom tempo.

O mofo pode estar presente em uma variedade de locais, desde a parede do banheiro até dentro de um armário, por exemplo. Além disso, locais como porões e sótãos sem iluminação são propícios para que esses fungos se multipliquem, sendo o mofo do tipo preto o mais perigoso.

Os sintomas das doenças causadas pelos mais diferentes tipos de mofos, são:

  • Cansaço;
  • Bronquite crônica;
  • Perda de peso;
  • Dor de cabeça;
  • Tosse crônica ou com sangue;
  • Perda de olfato;
  • Dores musculares;
  • Problemas visuais, entre outros.

Doenças do outono

Com a chegada do outono, a presença dessas pequenas grandes ameaças se torna muito maior. Isso porque, com as baixas temperaturas, é muito comum que as pessoas fiquem em ambientes fechados e sem a circulação de ar, utilizem roupas que não foram higienizadas corretamente, cobertores guardados há muito tempo e demais fatores que implicam na reprodução desses microrganismos.

Quando há contato direto com essas pragas microscópicas, é comum que o número de casos de doenças respiratórias e alergias aumentem: segundo a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), no outono, o aumento dessas doenças chega a 40% em relação às demais épocas do ano.

Por isso, é extremamente importante adotar práticas de higiene no dia a dia, como a limpeza frequente das mãos, a higienização de colchões, travesseiros, cobertores, móveis, brinquedos e manter livre a circulação de ar, principalmente quando há muitas pessoas no local.

Quer saber quais são as alergias e doenças respiratórias que afetam sua família no outono? Clique AQUI, baixe gratuitamente o nosso informativo Doenças do Outono e previna-se!

Água contaminada por cromo em Canoas: 7 dicas importantes para proteger sua família

Os moradores do bairro Niterói, na cidade de Canoas/RS, foram pegos de surpresa com a notícia de que a água e o solo estão contaminados com cromo hexavalente, também conhecido como cromo 6.

Segundo nota publicada pela Prefeitura de Canoas, a contaminação da água e do solo por cromo hexavalente é grave, afirmando que “o lençol freático e o solo de parte da comunidade estão severamente contaminados”.

O cromo hexavalente, metal de alta toxicidade e prejudicial à saúde humana, é altamente cancerígeno.

A Engenheira Química Mara Lucher, responsável técnica pela área de águas da Bioseta, descreve as 7 dicas importantes para proteção da saúde de sua família:

  1. Não utilizar água de poços artesianos nas áreas onde há risco de contaminação da água subterrânea.
  2. Para utilização em outros locais, é indicada a realização de análise da qualidade da água a fim de verificar se os índices estão dentro dos limites da legislação, evitando o consumo até que se tenha os resultados.
  3. Utilizar somente água do sistema de distribuição da Corsan para consumo.
  4. Não consumir vegetais, frutas e verduras produzidos nas áreas de risco, evitando que seus pets (animais de estimação) e outros animais também realizem o consumo destes alimentos e da água de poço.
  5. Não realizar obras ou escavações nas áreas de risco de contaminação do solo.
  6. Todos devem ficar atentos quanto aos sintomas de contaminação de cromo, como sangramentos anormais.
  7. Os filtros que são instalados diretamente nas torneiras ou purificadores de água não “eliminam” a contaminação da água de poços artesianos.

“É preciso salientar para população que filtros e purificadores de água não “eliminam” a contaminação da água de poços artesianos. É indicado que nas áreas de risco, somente a água da rede pública seja utilizada para consumo.”
Mara Lucher, Engenheira química da Bioseta.

Portal G1, site de notícias, publicou uma matéria acerca da gravidade da situação de contaminação da água e do solo em Canoas/RS (clique na imagem para assistir).

A Secretaria de Meio Ambiente de Canoas inclusive realizou uma consulta e recebeu orientação da FEPAM (Fundação Estadual de Proteção Ambiental) para quanto à contaminação da água e do solo.

Cromo hexavalente, um caso de cinema

A contaminação por cromo hexavalente na água já foi inclusive matéria de cinema, infelizmente em um filme baseado em fatos reais.

Em Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento (2000), com Julia Roberts, um filme baseado em fatos reais, conta a história dos trágicos efeitos da contaminação da água por cromo hexavalente, onde a população da cidade de Hinkley, na Califórnia, Estados Unidos, registra inúmeros casos de câncer associados à contaminação ambiental.

Para maiores informações entre em contato com a Bioseta, através do telefone (51) 3396-6161, pelo e-mail comercial@bioseta.com.br ou pelo formulário preencha nosso formulário de contato.


Poço Artesiano: A saúde da sua família pode estar em risco.

Pouca gente sabe, mas a utilização de poços artesianos é caracterizada como uma fonte alternativa de abastecimento, permitida somente para locais onde a água tratada da rede pública não chega, porém, os poços artesianos são uma fonte alternativa muito utilizada em empresas, residências e condomínios.

Se você utiliza, tome bastante cuidado! Embora pareçam inofensivos, escondem riscos à saúde e ao meio ambiente. Os poços artesianos podem conter água contaminada e causar doenças na população, quando não tratada adequadamente, além de contribuir com a escassez de água de aquíferos, se desperdiçada.

A água cristalina e sem odor, não é garantia de potabilidade (ou ausência de perigo no consumo), a recomendação é que, sem caracterização e tratamento, eles sejam utilizados para fins não potáveis, como limpeza e jardinagem.

Um procedimento bastante comum na perfuração de poços, é fazer somente o exame bacteriológico, e não sendo constatada a presença de coliformes, conclui-se que a água é de boa qualidade.

A engenheira química da Bioseta explica: “Nesta constatação inicial, de que a água é de boa qualidade, está se cometendo dois erros: o primeiro é de que somente a análise bacteriológica pode determinar se a água é potável ou não; segundo, desconsiderando a composição química da água fornecida pelo poço, podemos estar enfrentado outros problemas de saúde, que podem ser causados pelo excesso de minerais na água”.
As causas biológicas provocam doenças de veiculação hídrica que aparecem rapidamente. Já as químicas podem aparecer ao longo do tempo, trazendo resultados danosos para o homem.

Para esse alerta produzimos um e-book onde apontamos as doenças que podem estar presentes na água de poço quando não tratada adequadamente.

Alerta para presença de escorpiões em Porto Alegre/RS

A Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre está orientando a população sobre prevenção e controle de escorpiões. Isso porque foram encontrados escorpiões amarelos em uma residência no bairro Lomba do Pinheiro, na zona leste de Porto

De acordo com a Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde, crianças e adultos vítimas de picadas devem ser encaminhadas para atendimento médico ou de emergência. O HPS mantém, segundo a secretaria, estoque de soros para utilização com acidentes provocados por animais peçonhentos (escorpiões, aranhas, cobras). Alegre. Um morador foi picado e atendido no Hospital de Pronto Socorro. Ele passa bem.

Não há registros de óbitos decorrentes de picadas de escorpião no Rio Grande do Sul, segundo a secretaria. O Estado registrou, em 2014, 225 casos de picadas de escorpião.

Para o controle de escorpiões não é aconselhável usar soluções caseiras, como aplicar “veneno”, porque o desalojamento temporário pode favorecer a dispersão dos focos e o aumento da população do animal, procure sempre uma empresa especializada para realizar o controle químico.

Para maiores informações entre em contato com a Bioseta, através da nossa CAC – Central de Atendimento ao Cliente, pelo telefone (51) 3396-6161, pelo e-mail cac@bioseta.com.br ou através do link fale conosco.

Abaixo listamos algumas dicas importantes para manter você e sua família mais segura.

Evite acidentes:

  • Verifique cuidadosamente calçados, roupas, toalha e roupas de cama antes de usá-los;
  • Limpe periodicamente ralos de banheiro, cozinha e caixas de gordura;
  • Mantenha camas e berços afastados, no mínimo, dez centímetros da parede;
  • Evite que lençóis toquem no chão;
  • Feche frestas nas paredes, móveis e rodapés para que não sirvam de esconderijo para os escorpiões;
  • Use telas nas aberturas dos ralos, pias e tanques;
  • O acidente ocorre, geralmente, quando a pessoa encosta a mão ou pé no escorpião.

Evite a presença dos escorpiões:

  • Não deixe acumular lixo e entulho nos quintais, jardins, terrenos baldios e ao redor das residências;
  • Evite a formação de ambientes favoráveis ao aparecimento dos escorpiões como restos de obras, materiais de construção e terraplanagem, que possam deixar acúmulo de entulho, superfícies sem revestimento, umidade etc;
  • Coloque o lixo em sacos plásticos fechados para evitar baratas e outros insetos;
  • Mude, periodicamente, de lugar materiais de construção que estejam armazenados e lembre-se de proteger as mãos com luvas grossas na realização do trabalho;
  • Retire de paredes e muros plantas ornamentais densas, arbustos e trepadeiras;
  • Elimine fontes de alimento para os escorpiões (baratas, aranhas, grilos e outros pequenos animais invertebrados);
  • Limpe terrenos baldios das redondezas dos imóveis ocupados;
  • Evite a prática de queimadas em terrenos baldios, pois desalojam os escorpiões, entre outros animais;
  • Preserve os inimigos naturais dos escorpiões, especialmente aves de hábitos noturnos, como corujas, lagartos, sapos, etc;
  • Mantenha jardins e gramados aparados e bem cuidados.
Fonte: Clicrbs

Siscomex – Novo Processo de Exportações (Consulta Pública)

Siscomex - Consulta PúblicaO Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior e a Receita Federal abriram Consulta Pública para que o setor privado se manifeste sobre o fluxo de exportação buscando a redução de custos e a simplificação do comércio exterior.

Segundo o Portal Único do Comércio Exterior é uma tentativa de reformular os processos de importação, exportação e trânsito aduaneiro, visando fortalecer os procedimentos dos intervenientes públicos e privados neste universo.

A consulta ao setor privado iniciou dia 7 e irá até 30 de outubro e deverá ser feita através do Portal Siscomex onde obterão cartilha eletrônica onde poderão opinar sobre o assunto.

Segundo a CNI o objetivo é automatizar operações do processo de exportação, reduzindo tempo do despacho aduaneiro de exportação e a burocracia. Com isso será possível que licenças e autorizações sejam concedidas por período de tempo e por lote, podendo ser utilizadas em diversas operações eliminando a redundância no fornecimento de informações.

O Grupo Bioseta já está avaliando as alternativas e indicando melhorias nos processos que envolvem a necessidade de certificação fitossanitária para embalagens e suporte de madeira e peças de madeira em bruto.

Conheça as soluções de tratamento fitossanitário do Grupo Bioseta ou entre em contato com a gente através do fale conosco.

Fonte: Sindimadeira / Fiergs

Sustentabilidade, compromisso com o amanhã

Você já parou para pensar o que significa a palavra Sustentabilidade?

Para nós, aqui no Grupo Bioseta, isso é mais que uma palavra, é um valor que faz parte dos nossos norteadores, é em algo que pensamos todos os dias enquanto trabalhamos pelo presente e pelo futuro das pessoas e do planeta.

Num primeiro momento, associamos a sustentabilidade a algo que as Empresas devem fazer, a algo complicado que foge da nossa rotina ou a uma moda passageira que as Empresas irão utilizar para fazer propaganda por certo tempo. Mas, na prática, não é bem assim: o termo representa algo bem mais profundo e que, ali a diante, irá afetar diretamente as nossas vidas, dos nossos filhos e netos.

Vamos aprender um pouco mais sobre isto?

Para que possamos entender um pouco melhor, o termo ‘Sustentabilidade’, na verdade é a aplicação do conceito ‘desenvolvimento sustentável’, ou seja, é um jeito de fazer as coisas, de tomar decisões levando em conta as pessoas, o lucro e o planeta.

Seguindo a linha de raciocínio: ‘pessoas, lucro e o planeta’ são três palavras que irão guiar nossas ações a partir de agora, portanto vamos expandir um pouco mais a nossa visão sobre isso.

  • Pessoas: são elas que tomam conta do planeta, porém as pessoas não vivem sozinhas uma em cada canto, umas sem depender das outras, vivemos em sociedade, em comunidade, somos seres sociais, sendo assim, vamos traduzir as necessidades das pessoas na palavra SOCIAL.
  • Lucro: sim, é isso que as Empresas devem de buscar para que possam honrar com seus compromissos, realizar melhorias, novos investimentos e inovar, porém para isso, além de vender seus produtos por um preço justo, precisam reduzir custos e fazer uma gestão eficiente dos seus recursos financeiros. Dendo assim, vamos resumir tudo isso em um único termo: ECONÔMICO.
  • Planeta: é o que nos fornece tudo o que precisamos para sobreviver: a água, os alimentos, o ar que respiramos, a matéria prima que utilizamos na produção, etc. Você já deve ter escutado em algum lugar: ‘na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma’ é a Lei de Lavoisier, ou seja, temos de preservar esta natureza em que ‘tudo se transforma’, nos trazendo assim o aspecto AMBIENTAL.

Com a visão mais clara do que as palavras social, econômico e ambiental significam, podemos identificar ao que se chama o ‘tripé da sustentabilidade‘ (triple bottom line, ilustração ao lado), ou seja, as três dimensões nas quais se deve buscar o equilíbrio para o desenvolvimento sustentável.

 Então você se pergunta:

  • Mas porque eu devo mudar minha forma de agir e pensar nisso?
  • Realmente isso irá afetar diretamente a minha vida?
  • Onde ficam meus filhos e meus netos nessa história?

Leitor, não se apresse em respondê-las, pois lhe faço outra pergunta: você poderia afirmar que a forma como estamos agindo em relação ao meio ambiente, o jeito como sociedade está se relacionando e o consumo crescendo cada vez mais vai garantir nosso amanhã?

Eu também não ousaria afirmar isto! E é exatamente para tentar mudar este cenário que a ‘sustentabilidade’ surgiu, e não é de agora! O conceito ‘desenvolvimento sustentável’ foi usado pela primeira vez em 1987, no Relatório Brundtland, elaborado pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, ou seja, na década de 80 o pessoal já estava atento ao assunto.

                Deste relatório também foi concebida a definição mais usada para o desenvolvimento sustentável que é:

‘O desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e econômico e de realização humana e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais.

[caption id="attachment_341" align="alignright" width="584"] Compromisso com a sustentabilidade do Grupo Bioseta[/caption]

Viu como não parece tão difícil?! Estamos convidando você para participar desta mudança, para encarar este desafio! Você topa?!

 

Febre chikungunya, uma outra face do “mosquito da dengue”

A Febre Chikungunya é uma doença raramente fatal transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite o vírus da Dengue.

O Brasil já registrou 789 casos de febre chikungunya transmitidos dentro do país, segundo dados divulgados no dia 29/10/2014 pelo Ministério da Saúde (saiba mais).

Atualmente, três estados apresentaram casos da doença, que tem os mesmos vetores e sintomas da dengue, porém a Vigilância Epidemiológica alerta para risco de febre chikungunya no Rio de Janeiro (saiba mais).

Os sintomas, que também se assemelham com os da Dengue, começam a aparecer de quatro a oito dias depois da picada do mosquito infectado, e são: febre alta, dores de cabeça e no corpo, dor de garganta, dores intensas nas juntas e articulações por longos períodos, e também manchas avermelhadas na pele e conjuntivite.

Ainda não há vacinas para prevenir a doença. Assim como na Dengue, o tratamento é feito com uso de analgésicos para aliviar os sintomas que podem demorar de dois a seis meses para desaparecer.

Porém, qualquer medicamento deve ser sempre prescrito por profissionais de saúde, de acordo com os sintomas apresentados pelo paciente.

Para evitar que essa doença e tantas outras transmitidas pelas diversas espécies de mosquitos que ocorrem no Brasil, a principal forma de combate é eliminar criadouros, como locais com água acumulada e parada. O controle químico de mosquitos, através de desinsetizações, também são eficazes.

Para maiores informações quanto ao controle de mosquitos e outros vetores e/ou solicitar um atendimento: Fale conosco | (51) 3396-6161 | cac@bioseta.com.br

Fonte: Portal EBC Brasil (ebc.com.br)

Dicas de como economizar água | Crise hídrica em São Paulo

A forma como interagimos com os recursos naturais hoje, é o legado que podemos transmitir para às próximas gerações.

Que legado que estamos deixando?

Os recursos renováveis são aqueles elementos naturais que, se usados da forma correta, podem se renovar, como a vegetação, os animais e a água, recursos estes não são inesgotáveis como imaginamos ser. Nos dias atuais São Paulo vive a maior crise hídrica de sua história. Nesta semana (22/out) o nível nos reservatórios do Sistema Cantareira, sistema responsável pelo abastecimento de água potável para mais de 8,1 milhões de pessoas na região metropolitana da capital do estado, registrou uma nova queda chegando a um patamar de 3,2% da sua capacidade total de armazenamento. Há um ano, o volume armazenado era 38,1%.

Como medida para amenizar a crise, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) ampliará o desconto na conta dos consumidores que economizarem água. Antes, só recebia o benefício quem reduzia o consumo em 20% ou mais. Com a ampliação, consumidores que economizarem entre 10% e 20% também ganham o benefício.

Confira algumas dicas para economizar água:

No banho
Uma ducha aberta por 15 minutos consome 135 litros.
Feche a torneira ao se ensaboar e reduza o tempo para 5 minutos: consumo cai para 45 litros

Ao escovar os dentes
5 minutos com a torneira aberta consome 12 litros.
Molhe a escova de dentes e feche a torneira; coloque agua num copo para bochechar. Consumo cai para menos de 1 litro.

Ao lavar a louça
Durante 15 minutos com torneira aberta, consumo é de 117 litros.
Passe o detergente em toda a louça, com a torneira fechada, e enxague toda a louça depois: consumo cai para 20 litros.

Ao lavar a calçada
Durante 20 minutos com mangueira, consumo é de 279 litros.
Use apenas uma vassoura: consumo cai para zero.

Ao lavar o carro
Com mangueira durante 30 minutos, consumo é de 560 litros.
Só lave quando extremamente necessário. Use um balde e passe um pano: consumo cai para 40 litros.

Acesse o site do Estadão e confira mais informações e dicas sobre economia de água: http://www.estadao.com.br/infograficos/como-economizar-agua,233958.htm

Fontes: estadao.com.br / veja.abril.com.br

Bem-vindo ao blog da Bioseta

Pode ficar à vontade, esse ambiente é perfeito para você. Com esta postagem estreamos o blog da Bioseta. Agora você vai ter um lugar para conferir materiais feitos por quem busca um dia a dia em equilíbrio com o meio ambiente e a sua relação com muito dos seres vivos abrigados por ele.

Conversaremos sobre diversos assuntos relacionados a esse tema. E como se trata de uma conversa, queremos ouvir a sua voz. Então repetimos, fique à vontade. Comente, elogie e sugestione ideias e pautas diferentes.

Assim, buscando esse tipo de relação, transparente e colaborativa, apresentamos os primeiros temas do blog:

– saúde ambiental e como todos têm um papel a ser exercido;
– faça você mesmo (DIY) sobre reciclagem e reutilização de materiais pós-consumo;
– doação de animais, ampare ou facilite à adoção de um bicho de estimação;
– diversas notícias relacionadas à sustentabilidade;
– ações e notícias da Bioseta.

Com essa pequena apresentação e convite à interação inauguramos este blog. Através da sua participação com certeza aprenderemos e cresceremos juntos. Continue conectado e salve este endereço nos seus favoritos. Confira como você pode fazer isso nas mais diferentes plataformas:

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iOS Dispositivos móveis: clique em “compartilhamento” e após, “adicionar preferido”.

Android: clique nos três pontos enfileirados verticalmente no canto superior esquerdo e pressione o ícone com desenho de estrela;

Atenciosamente,
Bruno Osório
Diretor Executivo da Bioseta

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