A sanitização de ambientes é um conjunto de serviços que se complementam e promovem a redução da carga microbiológica, ou seja, da quantidade de micro-organismos como as bactérias, os vírus, os fungos e também os ácaros, o que promove a biossegurança dos ambientes. No texto de hoje, vamos explicar tudo sobre sanitização. Está preparado?
Ao contrário do que muita gente pensa, sanitização e limpeza não são sinônimos. A limpeza é a remoção das sujeiras visíveis. É aquela feita em casa, com desinfetantes. Já a sanitização é o processo de redução de bactérias e de micro-organismos até um nível considerado seguro pelos órgãos de saúde pública. O foco da sanitização não é apenas deixar o ambiente limpo, mas garantir a sua biossegurança.
A Bioseta realiza os seguintes tipos de sanitização:
- Sanitização de ambientes;
- Sanitização de objetos porosos;
- Sanitização de tapetes e carpetes;
- Sanitização de superfícies;
- Sanitização de equipamentos de ar-condicionado;
- Sanitização do ar interior por ozônio.
A economia de um país gira em torno de diferentes aspectos, e um deles é o processo de exportação. No entanto, para que as exportações ocorram de maneira assertiva, sem custos adicionais, riscos ou passivos, é imprescindível seguir normas, regras e leis que determinam como esse processo deve acontecer no país de destino. E você, sabe quais são os principais empecilhos que podem travar uma exportação? Continue a leitura e descubra!
Antes de tudo, o que é considerado exportação?
Exportação é a atividade de venda e envio de produtos, bens ou serviços de um país para outro. Ou seja, representa a saída de um produto ou serviço nacional com destino ao mercado externo.
Quando falamos sobre os formatos de exportação, eles variam de acordo com as legislações do país emissor, ou seja, de quem está exportando. No Brasil, por exemplo, a exportação é regida pelo MDIC, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.
Atualmente, o Brasil adota o “Novo Processo de Exportação”, que trouxe muito mais agilidade às operações. Antes, o tempo médio para concluir uma exportação era de 13 dias; hoje, em média, são necessários 8. Entretanto, esse prazo pode variar conforme o tipo de produto e o modal de transporte utilizado.
Outro ponto positivo desse novo processo é a redução do número de documentos exigidos. Isso foi possível graças à implementação da DU-E (Declaração Única de Exportação), que substituiu o antigo RE (Registro de Exportação), a DE (Declaração de Exportação) e a DSE (Declaração Simplificada de Exportação). Dessa forma, o exportador ganhou mais praticidade e eficiência no momento de registrar suas operações.
