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A pandemia e os novos protocolos de sanitização

A pandemia global decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) marca um ponto decisivo para a sociedade. Hoje, protocolos de saúde e gestão diante de doenças com potencial global precisam evoluir. Além disso, cresce a conscientização sobre hábitos de higiene e sobre as formas de sanitização dos ambientes, também conhecida como desinfecção.

COVID-19 e o novo Coronavírus

Para esclarecer os termos divulgados nos meios de comunicação: a pandemia atual é causada pela doença chamada COVID-19. Ela resulta de uma infecção pelo vírus SARS-CoV-2, integrante da família dos Coronavírus.

Os vírus possuem uma estrutura básica composta por ácido nucleico (DNA ou RNA), um capsídeo viral (proteico) e, em alguns casos, um envelope externo de constituição lipídica.

Outros vírus da mesma família também causaram grande preocupação mundial, como a SARS (2003) e a MERS (2012).

Por pertencer à família dos Coronavírus e por ser recente — descoberto em dezembro de 2019 — o vírus da COVID-19 é conhecido como Novo Coronavírus. Seu nome oficial, no entanto, é SARS-CoV-2: Coronavírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave 2.

Os Coronavírus foram descobertos na década de 1960. Exemplos incluem SARS-CoV (2003), HCoV NL63 (2004), HKU1 (2005), MERS-CoV (2012) e SARS-CoV-2 (2019). A maioria deles provoca infecções graves no trato respiratório.

A sanitização do ar interior pode combater o Coronavírus?

Estudos científicos comprovam que o ozônio elimina diversos micro-organismos, como bactérias, vírus e fungos, devido ao seu alto poder oxidante.

O mecanismo de ação contra bactérias e fungos ocorre “de fora para dentro”. O ozônio destrói a parede celular por meio de oxidação, penetra o interior da célula e compromete agentes vitais, resultando em sua morte.

Nos vírus, o processo é semelhante. O ozônio difunde-se pelo envelope viral ou capsídeo proteico até atingir o ácido nucleico. Assim, causa danos ao DNA ou RNA viral.

Pesquisas já demonstraram a eliminação de vírus como o da poliomielite (Poliovírus PV1) e o rotavírus SA-11. Além disso, mostraram eficácia contra bactérias como Salmonella spp, Staphylococcus aureus e Escherichia coli.

Até agora, não existem estudos que confirmem 100% de eficácia do ozônio contra o SARS-CoV-2. Entretanto, considerando seu mecanismo de ação em outros vírus, bactérias e fungos, é bastante provável que o ozônio também elimine o novo Coronavírus.

Como funciona a sanitização do ar interior?

A sanitização de ambientes reúne processos complementares. Ela atua junto à limpeza tradicional e busca reduzir de forma significativa a presença de micro-organismos nocivos, tornando os ambientes mais seguros.

Os principais “grupos de risco” de um ambiente incluem:

  • Superfícies: paredes, pisos, tetos, móveis, etc.;

  • Objetos porosos: estofados, carpetes, tapetes, colchões, etc.;

  • Ar interior: o próprio ar e os equipamentos de ar-condicionado.

O processo começa com a sanitização das superfícies por meio de um saneante específico. Em seguida, utiliza-se um gerador de ozônio para tratar o ar e as superfícies. O gás combate vírus, fungos e bactérias.

É importante destacar que a combinação da sanitização de superfícies com a do ar interior potencializa os resultados, reduzindo ainda mais a carga microbiológica.

Como gás, o ozônio espalha-se facilmente pelo ambiente e funciona como um “purificador de ar”. Ele pode ser aplicado em escritórios, veículos, aeronaves, hotéis, clínicas, academias, hospitais, residências e outros espaços coletivos.

Atualmente, alguns estudos indicam resultados expressivos: até 100% de remoção de bactérias mesófilas e bolores em superfícies de vasos sanitários, 82,5% de redução de fungos no ar de banheiros e 92,3% de eliminação de bactérias no ar de veículos.

Por isso, para saber mais sobre os processos de sanitização de ambientes, entre em contato conosco.

* Texto baseado no artigo do Dr. Bruno Mena Cadorin, especialista em ozônio.

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